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Submarinos furtivos e lasers: China quer neutralizar a constelação de satélites Starlink

                                    
                                

Fonte: The Independent

Autor: Ana Sofia Neto


  1. says:

    Star Wars finally!

    • X says:

      O capitalismo sonha, a guerra nasce!

    • freakonaleash says:

      Cinematicamente muito fraco!
      Os satélites são tão pequenos que desintegram-se todos na reentrada, não vai haver nada para ver nem ouvir:)

      • X says:

        Imagina mesmo uma saga star wars mas feita pela china com alta orçamento e tudo épico como aquela cerimónia de entrada dos jogos olimpicos, ensinar ao mundo como ser épicos parece ser a missão da China!
        Já na parte da guerra á séria dispenso.

        • narcesudo says:

          Com a saga Star Wars ainda podemos dar asas à imaginação mas esta ou semelhante saga a ser feita pela China em que até meros lutadores dão saltos da altura de árvores e ainda ficam a pairar no ar enquanto manejam as suas espadas uns contra os outros… provavelmente esses novos jedis chineses nem precisariam de naves espaciais para viajar, bastaria amarrar cordas aos actores e fazê-los voar de planeta em planeta… poupariam umas toneladas de renminbis em efeitos especiais!

          • X says:

            A grande preocupação da China é o Yoda parecer muito o Dalai Lama a falar e ser contra o império maléfico totalitário! terão que reinventar a personagem mais amarela e com voz grossa e a falar da glória do colectivismo!

          • narcesudo says:

            Sim, o Yoda, como me pude esquecer dele? Esse grande pedregulho no sapato imperial chinês!
            Realmente mudarem-lhe a cor para amarelo não seria suficiente mas… porem-no a falar do colectivismo?! O sucesso da China está no capitalismo (de Estado, é verdade – mais uma vez só as elites tiveram direito a ser capitalistas) e não no colectivismo. Além do mais o colectivismo é e foi algo de anti-natural, foi imposto a contra-gosto e à força pelo Estado chinês, por Mao, com graves consequências na população. Não me parece que a China gostasse de recordar aos seus cidadãos aquela época do “Grande Salto Em Frente” também conhecida como época da “Grande Fome” em que morreram dezenas de milhões de chineses…

  2. Factos says:

    Não de podem controlar os ratos? O resultado está à vista.

    • Ivo says:

      Ratos? Se estamos a falar de quem infesta o mundo com tecnologia para bisbilhotar, manipular e impor vontade, então sim, os americanos encaixam na metáfora. Basta um espelho para descobrir quem anda a correr pelos cantos do planeta, espalhando antenas e convencido de que controla tudo de longe. O resultado está aí: máscaras caídas, paranoias públicas, e o medo de finalmente perderem o queijo espacial.

      • narcesudo says:

        Mais uma vez o Ivo revolta-se muito hipocritamente contra os americanos e os EUA enquanto nada diz sobre a China querer iniciar uma guerra espacial contra os EUA devido a um sistema de comunicações oriundo dos EUA.
        Pois claro… o Ivo defende com unhas e dentes (como já o fez por diversas vezes) que o governo chinês, através da huawei e outras empresas, possa livremente “bisbilhotar, manipular e impor vontade” mas ai dos EUA se tentam ligar o mundo através de satélites de comunicações!

        Que injustiça é para o chinesista Ivo que os EUA desconfiem de empresas chinesas… rapidamente escreve extensos comentários a mostrar a sua indignação mas quando é a China a desconfiar até, quem diria, da nvidia… o Ivo só pode achar muito natural já que ficou caladinho que nem um rato (exactamente aquilo que “metaforicamente” chama aos americanos). Do mesmo modo também parece achar muito natural que a China comece a abater satélites iniciando um confronto directo com os EUA.

        O Ivo decididamente não conhece o conceito de isenção… revolta-se muito indignado contra uns mas defende que outros façam o mesmo ou pior ainda.

        O Ivo diz que basta um espelho mas espelho é coisa que não tem!

        • Nuno V says:

          Mas onde é que a China disse que queria iniciar uma guerra espacial? Tens alguma fonte fidedigna? O que o Independent escreveu é uma peça de propaganda, em parte alguma de um artigo da AP indica tal. No entanto não duvido que estes estejam a estudar maneiras de neutralizar o Starlink em caso de ser usado contra eles. No entanto, pergunto, os EUA não estudam maneiras de neutralizar qualquer tecnologia que possa ser usado contra estes?

          A ironia disto é que iniciar guerras é mais a especialidade dos EUA, do que da China. Basta ver a enormidade de conflitos que os EUA estão envolvidos directamente e indirectamente, e comparar com os da China, para se perceber quem é que costuma ser o agressor.

          • narcesudo says:

            Mais um a defender com unhas e dentes a ditadura chinesa e a só ver malfeitorias fora da China… como se a China não fosse ela própria uma ditadura apoiante de muitas outras ditaduras sanguinárias, como se a China não estivesse a apoiar guerras até mesmo uma guerra imperial (que muito lhe convém) e como se ela própria não estivesse a mostrar já as garras a vários dos seus vizinhos!

          • Nuno V says:

            Acho que estás a confundir a China com os EUA. São os EUA que historicamente colocaram vários ditadores no poder, e que influenciariam o resultado de eleições em países estrangeiros.

            Mas que guerra é essa que a China está a empurrar? Uma que tiraste do traseiro?

        • Ivo says:

          narcesudo — sempre tão rápido no gatilho para disparar acusações contra os outros, mas impressionantemente cego às próprias incoerências. Há algo quase poético, e ao mesmo tempo patético, em quem agarra a palavra “isenção” enquanto escolhe os vilões da história com uma bússola completamente desmagnetizada pela conveniência. A tua seletividade dava um excelente estudo… de psicologia, não de geopolítica.
          Falando em espelhos, será que o teu só reflete o que queres ver? Porque, curiosamente, não se ouve um pio sobre o historial americano — quatro décadas recheadas de conflitos, invasões, derrube de governos soberanos, espionagem a toda a população do mundo, interferências disfarçadas de “liberdade seletiva” e uma boa dose de propaganda. Detalhes menores, claro… não vá estragar a narrativa conveniente.
          Agora, quanto às tuas “fontes” — o Independent? A credibilidade é igual a um relógio de areia no meio de um tsunami. Mas segue aí, continua a reciclar manchetes sensacionalistas como se fossem factos… é sempre divertido ver alguém tão apaixonado a contradizer-se com tanto entusiasmo.
          Eu, o teu alvo preferido que te provoca urticária ideológica, posso até precisar de um espelho — mas pelo menos não o parti para evitar ver o reflexo. Tu, por outro lado, parece que embrulhaste o teu num manto de exceções morais, onde os EUA são sempre santos e a China, automaticamente, o demónio digital.
          Isenção? A tua só funciona com instruções de uso seletivo: aplicar quando convém, evitar contacto com factos que desmintam a tua versão.
          Mas enfim, cada rato corre atrás do seu queijo. Uns escondem-se nos cantos. Outros constroem narrativas em cima dele.
          Histórico de conflitos e intervenções dos EUA
          https://en.wikipedia.org/wiki/Foreign_interventions_by_the_United_States
          Espionagem e vigilância global
          https://en.wikipedia.org/wiki/Mass_surveillance_in_the_United_States
          https://www.aclu.org/news/national-security/five-things-to-know-about-nsa-mass-surveillance-and-the-coming-fight-in-congress
          Propaganda e interferência política
          https://timesofindia.indiatimes.com/world/us/from-cuba-to-brazil-how-usaid-became-a-political-interference-tool-in-various-countries/articleshow/117921098.cms
          https://www.channel4.com/news/factcheck/americas-long-history-of-meddling-in-other-countries-elections
          https://en.wikipedia.org/wiki/Operation_Mockingbird
          Credibilidade do The Independent
          https://adfontesmedia.com/independent-bias-and-reliability/

          • narcesudo says:

            Caro Ivo, agradeço que mais uma vez tenha confirmado tudo o que disse sobre si.

          • Ivo says:

            Narcesudo, obrigado. A sério. Não há nada como uma resposta dessas para tornar uma vitória absolutamente cristalina.

            Quando um lado apresenta links, factos e um raciocínio, e o outro lado responde com um ‘confirmaste o que eu disse’, não estamos a debater. Estamos a assistir a uma rendição. Ignoraste cada ponto, cada fonte, cada argumento, porque sabias que não tinhas resposta para nenhum deles.

            Na faculdade de Relações Internacionais que concluí, aprendi a identificar uma das maiores armadilhas da análise geopolítica, que se aplica perfeitamente a ti: a visão maniqueísta. É a tendência de reduzir o mundo a uma luta infantil de ‘bem contra o mal’, de santos contra demónios, ignorando toda a complexidade, a hipocrisia e os tons de cinzento que definem as ações dos Estados. É o refúgio intelectual de quem não consegue lidar com factos que mancham a sua narrativa imaculada.

            É por isso que a tua frase não é um argumento; é um colete salva-vidas retórico que atiras quando o navio da tua lógica simplista já afundou. É a confissão de que a caixa de ferramentas ficou vazia e só te resta tentar atacar o mensageiro.

            Portanto, sim, confirmei. Confirmei que, para ti, um espelho é mais assustador do que qualquer teoria ou facto que complique a tua visão a preto e branco do mundo.

          • narcesudo says:

            O Ivo sente-se sempre muito atingido pelos meus comentários e aí está mais um longo comentário seu com o único propósito de se defender a si e à sua posição em relação à China.

            O Ivo admita de uma vez que, em vez de ser chinesista, é apenas chinês… pelo menos compreender-se-ia muito melhor essa sua fixação pela defesa da China pois estaria apenas a defender a sua pátria em vez de ser um mero ocidental adorador do Xi Jinguço.

          • Ivo says:

            Narcesudo, obrigado.

            Não poderia ter pedido uma demonstração mais perfeita e final do meu ponto. O teu último comentário é a encarnação exata do perigo que o maniqueísmo representa para qualquer debate sério.

            Quando uma pessoa se fecha numa visão polarizada, tende a ver a sua própria ideologia como o “bem” absoluto. Consequentemente, qualquer argumento ou pessoa que a desafie é automaticamente rotulado como o “mal”. É uma lógica que transforma adversários de ideias em inimigos a serem silenciados, em vez de interlocutores a serem ouvidos.

            Esta atitude fere o princípio mais fundamental da democracia, que desde o seu ideal grego se constrói no embate de ideias, onde a fala é tão importante quanto a escuta. Ao fugires dos meus argumentos para te refugiares numa acusação de nacionalidade, não estás a debater. Estás a tentar anular o debate, confirmando que a tua caixa de ferramentas ficou vazia.

            Portanto, ao recorreres a esse último reduto, não me estás a insultar. Estás a oferecer a confissão pública de que a tua capacidade de argumentar se esgotou. É a capitulação intelectual na sua forma mais transparente.

            E com essa tua admissão, considero o assunto definitivamente encerrado.

          • narcesudo says:

            O acérrimo defensor da ditadura chinesa a falar de democracia é mesmo a cereja no topo do bolo!

          • Ivo says:

            Narcesudo,

            Percebi. Quando os argumentos se esgotam, o ataque pessoal é sempre o último recurso.

            A sua resposta, e o silêncio quanto a outros “regimes sanguinários” (como o israelita em Gaza, com apoio logístico de armas, cobertura diplomática, apoio mediático e silenciamento de protestos por parte dos EUA e da UE), deixam claro que já não há mais nada a dizer. Assunto encerrado.

          • narcesudo says:

            Julguei que já tinha encerrado o assunto, afinal voltou abri-lo e a encerrá-lo novamente… será que é desta? O Ivo gosta de encerrar assuntos mas depois eu é que não admito contraditórios, não é verdade?

            Mas a propósito de ataques pessoais, eu apenas o expus mais uma vez como o chinesista convicto que é mas foi o Ivo quem passou vários e longos comentários a tecer considerações sobre mim mas isto, para si, como vem de si, claro que já não devem ser ataques pessoais. Acusações que me atira, como “maniqueísta” cabem-lhe que nem uma luva: os seus santinhos chineses e os vilões americanos!

            Diz que eu não respondi aos seus “factos” e aos seus “links” mas curiosamente o Ivo já não tinha antes respondido aos meus factos sobre a sua querida China. O Ivo pede-me, portanto, que eu faça aquilo a que o Ivo já se tinha esquivado. Não só se esquivou como passou directamente ao ataque aos americanos. Ó caro Ivo, quem é aqui e afinal o maior maniqueísta?

            E agora vejo que há mais uns santinhos a juntar à sua lista: os coitadinhos dos terroristas do Hamas que matam indiscriminadamente civis, raptam, violam, torturam, se escondem atrás de civis inclusivamente em escolas e hospitais de modo a fabricarem mais vitimas dos malvados israelitas enquanto eles, cobardes, fogem para túneis, roubam a ajuda alimentar para se financiarem vendendo-a depois a preços extremamente inflacionados àqueles que lhes servem de escudos humanos… mas os israelitas que, para proteger os civis de Gaza, até avisam previamente quando e onde vão atacar ou que iniciaram um programa próprio de ajuda alimentar a Gaza, é que são os “sanguinários”!

            Eu pensei que o Ivo fosse apenas chinesista, talvez até chinês ou descendente de chineses o que não teria mal nenhum e até explicaria cabalmente a sua constante defesa da China mas… afinal não passa de um apoiante de ditaduras e, pior ainda, de terroristas, dos coitadinhos dos terroristas do Hamas!

          • Ivo says:

            Caro narcesudo,

            Escrevo este comentário final com o único propósito de corrigir as graves distorções na sua última intervenção e de clarificar a minha posição, antes de cessar em definitivo a minha participação nesta troca de impressões.

            Sobre o tema do Médio Oriente e a acusação de apoiar o terrorismo: Comecemos por este ponto. De facto, fui eu quem introduzi a questão, ao criticar as ações do Estado de Israel em Gaza. A sua resposta, contudo, não foi debater o mérito dessa crítica. Foi, em vez disso, recorrer a uma falácia de associação profundamente desonesta: a de que criticar as políticas e as ações militares de um Estado (Israel) equivale, de alguma forma, a apoiar os atos de terrorismo do Hamas.

            Permita-me ser absolutamente claro: esta é uma manobra retórica concebida para silenciar o debate e intimidar qualquer voz crítica. É perfeitamente possível – e para muitos, eticamente necessário – condenar as ações de um governo que resultam na morte de milhares de civis (crianças recém nascidos, mulheres, idosos, não me parecem de ser membros de Hamas), sem que isso implique qualquer tipo de apoio aos seus inimigos ou aos seus métodos bárbaros. A sua recusa em reconhecer esta distinção fundamental e a sua pressa em colar-me o rótulo de “apoiante de terroristas” demonstra uma profunda falta de vontade para um debate sério e honesto. É uma acusação injusta e infundada.

            Sobre a minha nacionalidade: No que concerne às suas repetidas insinuações e à sua tentativa de distorcer a minha identidade, cumpre-me esclarecer o óbvio: a minha nacionalidade é portuguesa. E o narcesudo é Português??? No entanto, o ponto crucial aqui não é a minha identidade (ou a sua), mas sim a sua tática. O recurso à deslegitimação de um interlocutor com base na sua suposta nacionalidade é uma falácia ad hominem que nada contribui para uma discussão de ideias. Argumentos e factos não têm passaporte, e a sua insistência neste ponto apenas serve para sublinhar a sua recusa em debater o mérito do que é dito, preferindo atacar quem o diz.

            Tendo clarificado estas graves distorções — tanto a sua falsa equivalência no que toca ao Médio Oriente, como os seus ataques à minha identidade — dou por terminada, de forma irrevogável, a minha comunicação consigo neste espaço. Um debate só é produtivo quando ambas as partes se comprometem com a honestidade intelectual. Quando esse pilar é substituído por falsas associações e ataques pessoais, o diálogo cessa de ter qualquer valor.

          • narcesudo says:

            Então é à terceira que vai encerrar definitivamente a sua participação? Não foi à 1.ª vez que disse que o ia fazer definitivamente, nem foi à 2ª mas é agora à 3.ª?

            Clarifique pois à vontade a sua posição em relação ao que queira.

            E na sua clarificação verifica-se que a sua única referência a “métodos bárbaros” é feita em relação a inimigos (não especificados) de um governo.
            Governo cujas acções, nas palavras do Ivo, “resultam na morte de milhares de civis (crianças recém nascidos, mulheres, idosos, não me parecem de ser membros de Hamas)”.

            Ou seja, na sua clarificação, o Ivo continua a criticar Israel difundindo prontamente toda a propaganda do Hamas.

            Nem uma palavra sua a reconhecer o mérito de os israelitas avisarem previamente quando e onde vão atacar (coisa que o Hamas não faz já que ataca sem aviso alvos civis, cidades israelitas) ou ainda ao programa de ajuda alimentar a Gaza iniciado por Israel que de facto está a ajudar a população de Gaza (e aqui o Hamas até dispara sobre quem está à espera desta ajuda tão essencial, como o já comprovaram relatórios internacionais).

            Israel não está isenta de erros, longe disso. Israel está em guerra, está numa luta de sobrevivência contra quem o quer aniquilar, tem cometido muitos erros e certamente irá continuar a cometer muitos mais mas, pelo menos, faz os possíveis para evitar danos colaterais e vítimas civis. Coisa que o Hamas nem tenta pois não é esse o seu objectivo… quantas mais vitimas civis, especialmente em Gaza, mais lenha para propaganda terá o Hamas!

            Nenhuma palavra sua é pois dedicada a criticar os terroristas do Hamas que matam indiscriminadamente civis, raptam, violam, torturam, se escondem atrás de civis inclusivamente em escolas e hospitais de modo a fabricarem mais vitimas enquanto eles, cobardes, fogem para túneis, roubam a ajuda alimentar para se financiarem vendendo-a a preços extremamente inflacionados àqueles que lhes servem de escudos humanos

            Caro Ivo, o ” mérito dessa [sua] crítica” a Israel só seria meritório se tivesse criticado igualmente o Hamas… coisa que não fez e continua a não fazer. Em vez disso, para não criticar o Hamas (como se o Hamas fosse irrelevante no assunto), preferiu o Ivo desviar a conversa criticando-me a mim por o associar a um apoio implícito ao Hamas acusando-me então de “manobra retórica concebida para silenciar o debate e intimidar qualquer voz crítica”.

            E as suas manobras retóricas de sucessivas acusações que me atira… para não ter de se pronunciar claramente sobre o Hamas? Já não são tentativas de silenciar as questões que lhe coloco?

            Ataques à sua nacionalidade?! Deslegitimação com base na sua suposta nacionalidade?! Pelo contrário caro Ivo, não distorça as minhas palavras. Sempre o disse muito claramente (vá reler se quiser) que seria mais compreensível para um Ivo chinês ou descendente de chineses defender a China do que ser um mero Ivo ocidental a defender a ditadura chinesa.

            “Um debate só é produtivo quando ambas as partes se comprometem com a honestidade intelectual. ” – nisso tem razão mas então não distorça a seu belo prazer as palavras que lhe dirijo.

  3. Emmanuel Yochanan MAGAMBE says:

    ISSO TEM LÓGICA???

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