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Portugal devia exigir qualificações aos influencers que abordam temas como a saúde?

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. guilherme says:

    Um belo exemplo China, no que toca a liberdades…

    Quando me tirarem a hipótese de poder opinar sobre vacinas ou tratamentos está na hora de mudar de país ou então fazer uma revolução…

  2. Joao Ptt says:

    Sim, desde que seja o Gustavo Santos a passar os certificados de qualificação para falar sobre a área da medicina.

    Como é podem falar em restringir o falar sobre saúde? Que digam que não podem promover medicamentos sujeitos a receita médica, ainda é aceitável, se bem que se são sujeitos a receita médica, terá de haver um médico envolvido de qualquer das formas.

    Podem é exigir que exista uma referência explícita tanto falada em linguagem normal (não acelerada ou lenta) no início e no fim, assim como visual durante todo o discurso sobre coisas que sejam relacionadas com medicina, indicando que a pessoa não tem qualificações oficiais ou pelo menos reconhecidas pelo Estado… sim, porque uma pessoa pode nascer com o dom/ jeito para a área da medicina, e tal nunca ser reconhecido pelo Estado (ex.: não estudou numa escola) e no entanto tal pessoa ser realmente útil para os demais.
    Vamos impedir que uma pessoa fale só porque não conseguiu ter uma nota 20 de média a tudo para entrar numa escola de medicina… que é outra estupidez, deveria entrar quem tem aptidão para a área e não apenas quem consegue ter notas altas, mas enfim, os critérios do intelecto dão nestas coisas.

  3. Zach says:

    Influencers?
    Apenas uma palavra define o que realmente são: inúteis

  4. Jon Muscat says:

    Que parvoice, também querem habilitacoes para andar de bicicleta ou andar aos beijos? Forca Russia precisamos de homens a serio nesta europa woke

    • narsucedo says:

      O Jon Muscat em vez de aspirar por melhores europeus aos comandos da Europa (algo que também eu muito gostaria) vem, ao invés disso, incentivar uma invasão russa… portanto, mais um traidor da Europa à semelhança dos wokistas.

    • Paulo Henrique says:

      Na Rússia tu eras perseguido.

      • Jfc says:

        Engracado que todos os milionarios europeus fogem para a russia e ninguem é perseguido. Olha o snowden foi para onde? Acordem seus bots

        • narsucedo says:

          As queixas que mais se ouvem, tanto quanto tenho dado conta, são as dos milionários russos fugirem para cá. Cá no burgo parece que ninguém “bem pensante” gosta de imigrantes milionários e muito especialmente dos que fogem da Rússia, só gostam dos que vêm com uma mão à frente e outra atrás e que sejam de outros destinos.
          Snowden é uma caso completamente diferente. Um fugitivo da justiça de um país (como Snowden que carrega segredos) é óbvio que procura refúgio num país adversário que, também muito obviamente, o vai acolher de braços abertos.

          • Jon Muscat says:

            Entao mas os paises democraticos perseguem cidadãos com segredos do interesse da populacao? Ai ai

          • narsucedo says:

            Os países democráticos perseguem todos aqueles que cometem crimes segundo os respectivos códigos penais ou de algum modo violam as suas leis, como bem sabe. Se os segredos eram ou não do interesse da população é outra discussão completamente diferente.

  5. Maçã podre says:

    Estou cansado do hype dos influence, ninguém lhes pediu opinião. problemas ao as marcas e pessoas que os sustentam.

    Existe informaçao disponível, livros, esprcialistas. consultem-nos

  6. narsucedo says:

    Muito gosta esta gente de restringir a liberdade de expressão e de calar criticas porque, no fundo, é disto mesmo que se trata. Calar as redes sociais é o objectivo. E, pela votação que aqui é feita, pelos vistos há muita gentinha mortinha pela implantação de um estado ditatorial de pensamento único… sem ninguém a incomodar governantes com os problemas das pessoas, com as dificuldades que todos nós todos os dias encontramos e sentimos na pele. Esta gente que aqui vota em favor da censura julga que estaria melhor se houvesse uma polícia a perseguir quem se atreva a abrir a boca. Vivem em democracia sem saberem a sorte que têm mas anseiam por ditaduras!

    • Gringo Bandido says:

      Não é pensamento único isso é da extrema direita, temos é que ter certos valores em comum para convivermos em sociedade de maneira saudável, cada vez mais necessário noção do que se faz e como afecta o bem comum, a tecnologia empodera e qualquer um entra no cérebro do outro!

      • narsucedo says:

        “valores em comum para convivermos em sociedade de maneira saudável” é o que a direita pede, é o que o Chega e os seus eleitores muito encarecidamente pedem mas tanto o Chega como os seus eleitores são constantemente atacados e vilipendiados (pela sua esquerda) de “racistas”, “xenófobos” e outros mimos do género como bem sabe, na tentativa de silenciar vozes opostas. Portanto não venha para aqui cheio de moral falar de que nós, os que não somos de esquerda, temos de ter “noção do que se faz e como afecta o bem comum” pois a sua esquerda não quer saber de quaisquer noções de valores comuns (como se tem comprovado) ou de como o alegado “humanismo” (actualmente muito apregoado mas muito longe de o ser) nos afecta no nosso bem comum. Vocês da esquerda só querem saber dos potenciais votos dos novos pobres que para cá imigram!

    • Lucio says:

      Exigir qualificações não é censura…

  7. oliveira says:

    Não.Devia exigir um cérebro aos que se deixam influenciar pelos “influencers” , que são tantos que infelizmente já é um “emprego”, larguem os tiks toks e Instagrans e comecem mas é a pensar pela própria cabeça , como se fazia antigamente

    • narsucedo says:

      Pois… mas, segundo a opinião de alguns (e até de alguns Estados como a China que é referida no artigo), há influencers maus e há influencers bons. Quais deles são maus e quais deles são bons? É um certificado governamental que vai atestar a validade do que dizem uns e outros?
      Lembro que alguns influencers considerados “maus” já se viram a braços com a justiça mas o tempo veio confirmar que afinal tinham razão.
      Vamos agora exigir cérebro aos que se deixam influenciar pelos “maus” influencers e apoiar os que se deixam influenciar pelos “bons” e certificados influencers? Como bem diz o oliveira, “pensar pela própria cabeça” é muito melhor mas temos Estados que preferem a censura das redes sociais em vez de exigir cérebro, em vez de incentivar o sentido crítico – algo que deveria começar nas escolas mas que tem sido muito negligenciado.
      Como se não bastasse também vivemos numa sociedade que, à custa de uma normal gripe, nos meteu em casa praticamente sem podermos contactar pessoalmente com outras pessoas. O que sobrou nessa situação? A Internet e as redes sociais. Quando se restringe o contacto pessoal e as conversas só se podem fazer nas redes sociais é normal que aí se converse sobre tudo. Os Estados culpam as redes sociais mas ao mesmo tempo também nos empurraram para lá e depois não gostam do que por lá discutimos.

  8. ahahah says:

    Vejam as qualificações que os nossos políticos têm.
    Se calhar, tbm não têm qualificações para falar sobre saúde.

    • jAr says:

      Têm votos que lhes dão o mandato para governar por nós. Cabe-nos a nós sermos mais exigentes com eles ou candidatar-mo-nos e fazer melhor.
      Quanto a falar sobre saúde, só oiço os políticos a falar quanto muito sobre a gestão da saúde, da saúde falam os profissionais da área.

  9. Gringo Bandido says:

    Os influencers são narcisistas vendidos ao capital, são marionetas dos patrocinadores e se é preciso martelar muito um produto é porque não presta. Em relação à saúde é uma aberração nem sabia que existia tais criaturas, sugerem tratamentos que metem pessoas em risco? prisão.

  10. AlexS says:

    Obviamente que não. Um ataque directo á Liberdade de Expressão.

    Mas vejo que a maioria está disposta a ser infantilizada.

    Querem um paizinho que vele por eles, seja uma ditdura comunista ou 40 anos de Estado Novo.

  11. HrP says:

    Claro que não concordo, quem tem de ter discernimento para perceber se a fonte é fidedigna é a pessoa, era só o que faltava, andam aqui a rotular a população como burra. Onde isto já vai… e quem fala da saúde fala de outro tema qualquer.

  12. há cada gajo says:

    Quem devia ser multado eram os idioters ! Os influencers só existem por causa deles. A receita era garantida, e como idioters que são, continuavam a pagar …

  13. Camões says:

    “devia exigir qualificações aos influencers”

    Simples, não é nunca.
    Se o ser humano é considerado inteligente, o ouvinte é que deve filtrar o que considera bom e mau para ele.

  14. Pedro António says:

    Digam aos jovens que os influencers não têm importância!!! Para eles são os únicos que tem mesmo influência! Muitos até seguem mais o influencer que o próprio médico! Proibir, mas quem ia fiscalizar? Muitos nem são portugueses. Agora, que aquela gente é perigosa é, desinformadores, mal (in)formados, sem rigor científico, fazedores de opinião, vendedores de banha da cobra….

  15. Hugo says:

    92% votaram SIM? LOOOL
    Aqui está um belo retrato da nossa sociedade. Burros que dói.

  16. Joao says:

    Basta ser bonito e estar em forma para ser um influencer de wellness.
    Há imensos exemplos de influencers de fitness e nutrição que têm desordens alimentares. Vendem cursos, rotinas de ginasio e planos alimentares quando não têm qualquer habilitação. Apenas tiveram a sorte de serem bonitos, fotogenicos e de terem conseguido alcançar uma boa forma fisica.
    Há jovens bodybuilders a tomar esteroides demasiado cedo. Há uns anos, havia um youtuber muito bem sucedido, Sam Sulek, que era conhecido pelos vlogs inspiracionais mas aparentava sinais obvios dos efeitos secundarios de esteroides.

    • Joao says:

      No auge da febre do Ozempic, vi vários videos de médicos estrangeiros a promover semaglutidas como metodo facil de emagrecimento. Para ganhar dinheiro com consultas e receitas. As pessoas qualificadas também são vendilhonas e pouco éticas.

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