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Infiltrado norte-coreano apanhado na Amazon devido a atraso de 110 ms no teclado

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. says:

    Faltou a parte de que normalmente existe um associado na própria América, um americano explorado por estes países para deixar os portáteis da empresa sempre ligados. No mês passado uma mulher foi presa por ter mais de 15 portáteis de supostos trabalhadores em teletrabalho que na verdade eram depois remotamente acedidos por “espiões” como estes de fora .

    • guilherme says:

      Diz-me que não sabes como trabalha uma VPN sem dizeres que não sabes como trabalha uma VPN.

      • Adolfo Dias says:

        Diz-me que nunca te foste alvo de empréstimos de contas upwork sem me dizeres que nunca foste alvo de empréstimos de contas upwork.

        Eles precisam de uma pessoa se fazer passar pelo funcionário minimamente para obter o emprego, depois sabe deus quem vai trabalhar naquilo. Um amigo meu emprestava a conta dele a um chinês e o gajo chegava a ganhar 10k por mês enquanto pagava ao meu amigo 150 euros por mês.

        Até que um dia a conta foi banida e acabou a mama.

  2. Valter Antunes says:

    Esta “história” não só está muito mal contada, tal como a sua credibilidade ser muito, mas muito baixa… Melhor seria a Amazon admitir que foi hackeada do que apresentar essa suposta ligação à Coreia (que existe apenas tecnicamente), sem apresentar qualquer tipo de prova.
    Quem sabe se não foi a Mossad, MI6, CIA, NSA ou FBI?

    • Manuel da Rocha says:

      Isto tem sido prática comum… até cá.
      Não há hacking nenhum… uma pessoa, como você, ou eu, ou 600000 milhões, de identidades falsas, que existem, em Portugal, candidata-se a um emprego, em teletrabalho. 99%, das vezes, só fala, com o seu patrão por apps ou video-chamadas. Recebe um portátil, da empresa, numa morada, que é a mesma que declara.
      Esse portátil, não pode sair, de Portugal mas, é fácil, instalar, serviços remotos, não detectáveis, pela empresa.
      Assim, a única coisa que precisa, é ter, o portátil ligado, à electricidade e, com acesso, a uma rede portuguesa.
      E você, recebe 250 euros, pela electricidade, que gasta e pela rede de internet. Quem trabalha, alguém, o mesmo que lhe envia 250 euros, por um cartão pré-pago, sem identificação. E é esse que faz milhares e saca informação.
      Só recuperando, o portátil, é que, a empresa, pode descobrir, de onde foi acedido. Maioria, das vezes, é usado, um ponto de restauro, do primeiro dia, em que foi recebido. Assim, ocultam, as identidades e tudo, o que lá foi feito.

  3. JP says:

    Tinha o ping alto, muito lag.

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