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Doodle da Google celebra mais um Dia Internacional da Mulher

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Etc says:

    Será que os homens são tão insignificantes e tão maus ao ponto de nem no dia do homem o google faz um doodle
    Falam de machismo, mas feminismo é a mesma coisa, devia ser igual tanto para um como para outro

    • Jorge Alves says:

      Isto é tudo propaganda para cumprimento de uma agenda.

      • Mr. Y says:

        Já cá faltava o discurso machista e/ou anti-feminista.
        Faz-se assim tanta comichão haver este dia?

        • Jorge Alves says:

          Machista porquê? Essa separação das pessoas é que é o problema. As mulheres são diferentes dos homens e ainda bem que o são. Ninguém ensina o “amor” a um filho como a sua mãe. O pai por outro lado tem outras funções mais arduas fisicamente e esta simbiose é “linda” (isto só para dar um exemplo, mas há vários).

          Dizer que somos todos iguais é mentira. Somos diferentes e ainda bem, e temos que nos aceitar nas diferenças.

          Essa linha de pensamento de igualdade é pura propaganda.

          • Mr. Y says:

            A existência deste dia não é para assinalar essas diferenças.
            Serve também para alertar e denunciar que, pelo facto de se ser mulher, não se deve sofrer discriminação. Isso existe e em vários planos.

          • Jorge Alves says:

            Descriminação de quê, de salários diferentes para trabalhos iguais? isso já proibido por lei à decadas. De não terem cargos de topo? Quantos homens com qualificações e capacidades também são impedidos nesses mesmo cargos te topo? e por aí fora…

            Diz aí algumas coisas que aches descriminação?

          • Nuno V says:

            “Descriminação de quê, de salários diferentes para trabalhos iguais?”

            É proibido, mas mesmo assim é praticado. E não apenas pelas pequenas empresas, mas também pelas grandes.

          • Jorge Alves says:

            Isso é mentira, e a ser verdade, denuncie. Para categorias iguais todas as bonificações (salários, benefícios, seguros, subsídio de alimentação) têm que ser iguais.

            Não é necessário estas parvoíces de divisões entre pessoas para parecer que nos importamos com elas.

            Tratem TODOS bem independente da raça, cor, credo, pensamentos, cor do cabelo, carro que têm, nível social, grau acadêmico, … apenas e só isso.

          • Nuno V says:

            “Isso é mentira, e a ser verdade, denuncie. Para categorias iguais todas as bonificações (salários, benefícios, seguros, subsídio de alimentação) têm que ser iguais.”
            Não é nada mentira. Tecnicamente por trabalho igual a remuneração têm que ser igual, mas na realidade o patrão paga o valor que quer porque têm toneladas formas de justificar a diferença. Por isso é que as empresas são contra a contratação coletiva. É que esta é precisamente uma das ferramentas para combater o fosso salarial entre os homens e mulheres.

            “Não é necessário estas parvoíces de divisões entre pessoas para parecer que nos importamos com elas.”
            Mas que divisão entre as pessoas. A luta da emancipação da mulher não está dissociada de forma alguma da melhoria da qualidade de vida do povo no geral. Nem muito a grande maioria das organizações são contra os homens.

            “Tratem TODOS bem independente da raça, cor, credo, pensamentos, cor do cabelo, carro que têm, nível social, grau acadêmico, … apenas e só isso.”
            Eu concordo, plenamente. No entanto, continua a existir disparidades entre homens e mulheres, e enquanto essa disparidade existir, as mulheres têm a responsabilidade de lutar por um mundo melhor. E mesmo quando no futuro não existir essa disparidade, continuará a fazer todo o sentido relembrar todas as mulheres que lutaram por uma vida melhor!

          • Jorge Alves says:

            Caiste completamente na narrativa!

            1. Então o não haver contratação colectiva só prejudica as mulheres? Prejudica todos.
            2. Emancipação da mulher? Tudo é motivo agora, a mulher tem que ser tratada com respeito como qualquer pessoa e ponto final.
            3. Todos devedmos lutar por um futuro melhor, nada tem a haver com ser mulher ou não.

          • Nuno V says:

            “Então o não haver contratação colectiva só prejudica as mulheres? Prejudica todos.”
            Mas eu por acaso disse que apenas prejudicava as mulheres? Disse que era uma das ferramentas para combater o fosso salarial entre as mulheres e homens. Embora exista fossos salariais entre homens que desempenham a mesma função, o fosso salarial entre homens e mulheres é ainda mais grave.

            “Emancipação da mulher? Tudo é motivo agora, a mulher tem que ser tratada com respeito como qualquer pessoa e ponto final.”
            A mulher não têm só que ser tratada com respeito, esta têm direito às mesmas oportunidades que qualquer outro ser humano. Mas diz-me uma coisa, continua ou não a existir disparidades na sociedade no que toca às mulheres? Se disseres sim, esta conversa não têm sentido. Se disseres que não é porque vives numa bolha.

            “Todos devedmos lutar por um futuro melhor, nada tem a haver com ser mulher ou não.”
            Qual foi a parte de “luta da emancipação da mulher não está dissociada de forma alguma da melhoria da qualidade de vida do povo no geral.” que não percebeste? Será que é preciso fazer um desenho?

            Deixa-me adivinhar és daqueles que és contra movimentos anti-racistas porque todos devemos ser tratados com respeito independentemente da cor, que és contra movimentos anti- homofóbicos e anti-transfóbicos porque todos devemos ser tratados com respeito independentemente da orientação sexual, que és contra movimentos sindicalistas porque todos devemos ser tratados com respeito independentemente se somos trabalhadores ou patrões.

          • Jorge Alves says:

            Dises que o fosso salarial entre homens e mulheres é ainda maior. Onde? Dá exemplos e não a narrativa que ouves nos media.

            Dizes “A mulher não têm só que ser tratada com respeito, esta têm direito às mesmas oportunidades que qualquer outro ser humano”. Mas estamos todos loucos? Tratar com respeito é o que se deve fazer com todos os seres humanos e engloba tratar bem a TODOS os níveis. É ridiculo fazer uma série de items que não se deve fazer às mulheres, no entanto, se formassemos realmente as pessoas para tratar todos independentemente da raça, cor, classe social, sexo, …. não teríamos leis feitas do tipo “Não se pode infringir dor a ninguém” que já abrange TODOS, e depois outra lei que diz “não se pode infringir dor às mulheres”, é uma redundância ridícula e as pessoas em vez de agirem com consciência que não devem fazer mal a NINGUÉM andam com uma lista infindável e redundante sobre o que não devem fazer. Onde anda o “bom senso”??

            Sim, acho que a maioria desses movimentos estão longe de querer integrar essas classes na sociedade, mas sim criar mais divisão. Trato um preto, um homosexual, trans, … de igual forma (concordando ou não) e quero que me tratem também bem independentemente de acharem certo ou errado a minhas crenças e estilo de vida.

          • Nuno V says:

            Não é retirado de nenhum jornal, mas eu sei que vais arranjar alguma desculpa para recusar esta fonte.
            https://www.pordata.pt/Portugal/Disparidade+entre+sexos+no+ganho+m%C3%A9dio+mensal+dos+trabalhadores+por+conta+de+outrem+total+e+por+n%C3%ADvel+de+qualifica%C3%A7%C3%A3o-3023

            Como é que tu lês o que eu escrevi e depreendes que eu acho que apenas a mulher merece ser tratada com respeito? Sofres de algum problema cognitivo, ou estás a projetar ideias tuas noutras pessoas? É que eu até disse que estes movimentos não estão associados especificamente ao respeito, mas sim à igualdade de oportunidade.

            Onde é que tens uma lei que diz que “não se pode infringir dor às mulheres”

            Estás a ver como eu sabia que não gostavas de nenhuma dessas organizações! E sabes o quê que a minha experiência diz desse tipo de pessoas? Ou são racistas, homofóbicas… ou ignorantes para a luta dessas pessoas. Em que grupo tu te encaixas?

          • Jorge Alves says:

            Bem vamos por partes:
            1. Essa “estatística” é apenas uma média de salário separado por género. Não serve de justificação para o facto de as mulheres ganharem menos que os homens com o mesmo cargo. Por isso arranja-me exemplos de mesma função e ganhos inferiores.
            2. Tu é que não tens noção do que escreves porque a frase que citei tua, nada tem a haver com os “movimentos” que falas no final do teu comentário, e são palavras tuas “A mulher não têm só que ser tratada com respeito, esta têm direito às mesmas oportunidades que qualquer outro ser humano”. Logo disseste sim que elas tinham que ser tratadas com respeito e acrescentaste também direito às mesmas oportunidades. Portanto eu disse e repito, temos que tratar TODOS os seres humanos e a todos os níveis (não descriminatório, mesmas oportunidades, não constrangimento, … ou seja tratar bem e ponto final)
            3. Se fores a qualquer lei do contexto de violência doméstica tens lá enumeros items referente a mulheres. O facto de dizer “não se pode infringir dor às mulheres” é meramente ilustrativo de como uma lei geral já abrange todas essas leis “parciais” que são feitas por pura demagogia.
            4. Sinceramente caiste também na propaganda separatista? Quem não é a favor é contra? O que eu disse foi “acho que a maioria desses movimentos estão longe de querer integrar essas classes na sociedade, mas sim criar mais divisão” e mantenho a minha afirmação. Isso não é ser contra ou como tu dizes “sabia que não gostavas de nenhuma dessas organizações”.

            Desde a minha primeira intervensão que digo que temos que tratar todos de igual forma independente de gostos, cor, etnia, orientação sexual, crença, género, … e tratar bem implica, compreender, tratar bem, dar as mesmas oportunidades, não descriminar, não constranger, todos os dias no ano e não só em datas específicas, … Somos todos seres humanos caramba, qual é a dificuldade de tratar tudo por igual nas suas diferenças? É melhor fazer o que estás a dizer e separar pesosas por “caixas”?? Eu acho ridículo essa abordagem e ponto final!

          • Nuno V says:

            Como eu previ, tu não aceitas a fonte. E estatística entre aspas porquê? E o facto de nessa fonte vir também descriminada por nível de qualificação, não conta? Ou seja, tu nunca vais aceitar nada. Se te apresentar qualquer fonte com dados globais, é uma “estatística”. Se te apresentar um caso específico é irrelevante porque não passa de uma prova anedótica e pode ser descartada como não sendo representativa, se for uma notícia de alguém que sofreu de descriminação também não conta. Ou seja, criaste condicionantes para nunca aceitares qualquer tipo de prova.

            Tu deves de ter problemas, primeiro, eu nunca neguei que tivesse dito que a mulher deve ser tratada com respeito. Mas, tanto como disse na primeira vez “A mulher não têm só que ser tratada com respeito, esta têm direito às mesmas oportunidades que qualquer outro ser humano”, e na segunda vez “estes movimentos não estão associados especificamente ao respeito, mas sim à igualdade de oportunidade.”. Ou seja, como disse, o respeito é apenas uma pequena parte da equação, por si só, pouco vale. Tal como eu disse, a mulher, bem como grupos minoritários têm o direito a igual participação e oportunidades por parte da sociedade. Isto não quer dizer, de forma alguma, que apenas as mulheres têm direito ao respeito, tal como tu tentaste implicar que foi essa a minha afirmação. E o mesmo pensam a grande maioria das mulheres que participam em movimentos de mulheres, até porque muitas destas participam em movimentos antirracistas, mesmo quando muitas não pertençam a uma etnia minoritária, participam em movimentos anti-homofóbicos e anti-transsexuais, mesmo que não sejam homossexuais ou transsexuais, participam em movimentos anti-guerra, mesmo que o país desta não esteja em guerra, e por aí fora. Enquanto existir grupos de pessoas que sofram de discriminação, violência, ou outras formas de opressão, terá lógica existir movimentos para proteger esses grupos e levantar a consciência das pessoas para esses problemas. Claro que existem pessoas como tu que achas que tal movimentos não têm razão de existir, mesmo que os avanços conseguidos para essas pessoas tenha sido obtido quase exclusivamente com a luta desses grupos.

            Ou seja, quando dizes que é meramente ilustrativo, significa que a lei não diz algo remotamente parecido. Até porque a lei em questão apenas menciona a mulher quando falamos de mecanismos de obtenção de dados sobre violência doméstica contra mulheres. E porque será? Porque a grande maioria dos casos de violência doméstica são praticados por homens. Segundo dos dados do CIG, em percentagem, mesmo sendo as mulheres, de longe, as que mais sofrem deste flagelo, são também, de longe, as que menos denunciam.

            Não leste bem, pois não. Eu coloquei uma outra hipótese, que era ignorante do sofrimento dessas pessoas. Portanto não é: se não és a favor, és do contra. A título de curiosidade, quais são esses grupos que não querem integrar as pessoas e que querem criar divisões. Sendo que são a maioria presumo que possuas uma panóplia de exemplos.

            “Desde a minha primeira intervensão que digo que temos que tratar todos de igual forma independente de gostos, cor, etnia, orientação sexual, crença, género, … e tratar bem implica, compreender, tratar bem, dar as mesmas oportunidades, não descriminar, não constranger, todos os dias no ano e não só em datas específicas, … Somos todos seres humanos caramba, qual é a dificuldade de tratar tudo por igual nas suas diferenças?”
            Concordo. E quando os seres humanos tratarem mulheres, grupos minoritários… por igual falaremos em acabar com estes movimentos. Se não o que tu estás a pedir é que devemos tratar todos iguais, mas se não tratarmos, não faz mal, eventualmente trataremos, portanto não há necessidade de existir grupos de pessoas a exigir mudança.

          • Jorge Alves says:

            Já deu para ver que não vamos sair daqui. Mas vamos lá uma ultima vez:
            1. Estás a deturpar o que disse. Não é questão de aceitar a fonte ou não. A fonte é credível e verdadeira e eu não tenho que aceitar ou não, os dados é que têm que justificar o que afirmaste, e a estatística que lá está é que não reflete a questão de “para mesma função a mulher ganha menos”. E isto é ponto assente! É facto.
            2. O facto de vir também descriminada por nível de qualificação nada tem em relação ao que citei a cima.
            3. A questão da paravra “respeito” é que foi deturpada, talvez muito por estes pensamentos “separatistas de caixinhas” que existem hoje em dia, mas respeito engloba tudo, inclusive, com dignidade, igualdade, honestidade, …
            4. Aí está o erro no vosso pensamento, “os grupos minoritários”. Temos que dar a mesma oportunidade a todos. Se não quem define quais são os grupos minoritários? Podem ser os autistas? Os divorciados(as)? Os orfãos? Os desempregados(as)? Trans? Mulheres? Ciganos? Pretos(as)? Pardos(as)? Asiaticos(as)? Cristãos? Evangélicos(as)? Judeus? Obesos(as)? Drogados(as)? E por aí fora… é que se excluires qualquer grupo que se possa vir a criar, por muito ridículo que seja, estás a ir contra a tua própria ideologia. Mais uma vez, no meu ponto de vista todos devem ser tratados igual e ponto final.
            5. Quase todos nós já se sentiu injustiçado por qualquer motivo. Infelizmente o mundo é assim e separar as “pessoas por caixas” e dividir as pessoas não é solução e vai criar ainda mais divisão, isto é facto!
            6. Já fiste ler as leis feitas para o contexto de violência domestica? Penso que não, mas neste teu paragrafo nota-se um pouco a tua confusão…
            7. Todos esses grupos segregacionistas, na minha optica, só dividem mais as pessoas em vez de atingir os “supostos objectivos” a que se propõem.
            8. Não é questão de “devemos tratar todos iguais, mas se não tratarmos, não faz mal”. A melhor arma que temos é denunciar. Hoje em dia usam as redes sociais para coisas tão estúpidas e desnecessárias que uma boa maneira era “colocar a boca no trombone” dos casos de descriminação. Por exemplo: a empresa X descriminou uma mulher. A empresa Y descriminou um homem. A empresa Z descriminou um trans. A empresa W descriminou um cigano. E por aí fora… Atenção que é só um exemplo!

            Penso que já me estou a repetir enumeras vezes e que não vamos sair daqui. tens a liberdade de pensar diferente e aceito isso. Como a minha posição está já bem explicada, não vou mais comentar neste post.

            Bem haja!

          • Nuno V says:

            1 e 2. É um facto na tua cabecinha. Temos uma estatística separada por nível de qualificação, e, em todas estas, a mulher ganha menos, sem exceção. Se colocasse os estudos do CIG, de certeza que também arranjarias uma desculpa para o ignorar. Todos os centros estatísticos europeus concordam que existe uma discrepância salarial entre os sexos, mas aqui o grande especialista em estatística e estudos sociais, Jorge Alves, discorda. Claro está, que mostrar algo que refute o que foi colocado, está quieto, fica-se pela mera opinião.

            3. Não será mais o caso que és tu que não sabes o que a palavra respeito significa? Fica aqui uma ajudinha:
            https://dicionario.priberam.org/respeito

            4. A sério que não sabes o que é um grupo minoritário? Lê ao menos alguma coisa sobre as ciências sociais antes de vires para aqui espalhar ignorância.

            5. Existe uma diferença quando uma pessoa é injustiçada por qualquer motivo aleatório, de quando se é injustiçado porque terceiros encaixam esta num estereotipo qualquer devido à sua cor, religião, língua,… E apenas tu falas em divisão, enquanto estes movimentos falam em inclusão. Mais uma vez, é um facto na tua cabecinha.

            6. Mais uma vez, se houvesse realmente uma linha. equiparada à que disseste. na lei vigente sobre a violência doméstica, já a terias indicado, tal como te pedi atrás. Mas como eu sei que tal linha não existe, continuas a ir pela a acusação que esta está lá, eu é que não sei.

            7. Grupos segregacionistas? Rapaz, deixa as drogas que isso não te faz bem à cabeça. Quem pensa que estes grupos existem para dividir são aquelas pessoas que querem que o mundo continue tal como está, sem haver melhorias sociais neste.

            8. Sim, todos nós sabemos como denunciar algo nas redes sociais é extremamente eficiente. Principalmente quando depois vêm o exercito de pessoas a atacar o visado. É que a forma como a população reage a estas denuncias nem sequer é uma das razões que estas acabam por tolerar a descriminação. Bem como particularizar caso a caso não resolve o problema em si. Deves viver num mundo diferente do meu. Se as pessoas do passado pensassem como tu ainda seria legal ter escravos, bem como seria proibido as pessoas negras irem para a escola juntamente com as brancas, ainda as mulheres seriam impedidas de votar,…

          • Jorge Alves says:

            Não me ia dar a o trabalho de responder visto que deturpas tudo que não é de encontra ao teu pensamento, mas pelo menos esta tenho… ahahaha. Pela definição de “respeito” que tu mesmo me enviaste está lá logo na primeira definição:

            “Sentimento que nos impede de fazer ou dizer coisas desagradáveis a alguém.

            Ou seja FAZER ou DIZER coisas desagradaveis a alguém. Queres ir ver o que são “coisas desagradáveis” também?

            Outro tiro no pé! Fui.

          • Nuno V says:

            Mas que tal como eu sempre indiquei, não tem nada a ver com igualdade de oportunidades. Uma sociedade pode ser até altamente respeitosa com o próximo, no entanto longe de ser igualitária. Daí eu ter dito desde o princípio que o respeito não é suficiente. Resumindo, pensas tu que é um tiro no pé.

          • deeppurple says:

            concordo com o Jorge! o feminismo é usado para a agenda da NOM.

        • Lolol says:

          Não se trata exatamente (a meu ver) de se ter comichão ou não. Pura e simplmesnente os movimentos feministas que hoje conhecemos e vemos em manifestações, etc, ao contrário dos iniciais que sim queriam igualdade ( o que eu apoio totalmente), tornaram-se num bando de gente que se acha superior só porque está num movimento e tem algo para defender, sem sequer ter noção do que está ali a fazer e de não perceber que estes movimentos estão completamente tóxicos. Outra questão é falar-se tanto na violência de homem para mulher e banalizar-se da mulher para o homem e neste aspeto existem diferenças bem visíveis no modo como estes são tratados pela sociedade quando ocorrem essas coisas.
          Por último, e para que não seja mal interpretado, eu apoio totalmente que as mulheres ganhem o mesmo que os homens e que tenham os mesmos direitos (afinal somos todos humanos), no entanto temos que ver que homens e mulheres biologicamente são diferentes e os movimentos feministas muitas vezes esquecem este aspeto e defendem coisas absurdas.

    • Nuno V says:

      Claro que tinha que aparecer o típico comentário machista. As mulheres, ainda no tempo de hoje, sofrem de discriminação, nomeadamente nos postos de trabalho. Para ti, parece que o importante é criar o dia do homem, e de preferência, aprofundar as assimetrias.

      E não, o machismo e o feminismo não são a mesma coisa. O machismo é um conceito baseado na masculinidade exagerada, que o homem é o líder superior e que a mulher é inferior a este. O feminismo é um conceito baseado na igualdade de género.

      • Fusion says:

        Concordo e subscrevo tudo o que dizes. Quero apenas deixar um pensamento, porque na guerra da Ucrânia as mulheres podem sair do país e os homens têm que ficar para lutar? One está a igualdade nesse ponto? E atenção não estou a defender que as mulheres devam ficar para lutar, na verdade nunca ninguém deveria lutar por guerras criadas por pessoas terceiras que em nada ajuda os povos.

        • Nuno V says:

          O impedimento, por parte do governo Ucraniano, dos homens saírem do seu país em fuga da guerra deveria ser um crime e vai contra os princípios da declaração universal dos direitos humanos e dos acordos de Helsínquia.

          • Fusion says:

            Sim, mais uma vez concordo, mas em relação a igualdade ente homens e mulheres nesse especto?
            Deixo mais uma questão, quando uma mulher (com todo o seu direito), pede igualdade, será apenas em algumas coisas ou é suposto ser em tudo?

          • Nuno V says:

            Igualde de género não significa que os homens sejam idênticos à mulheres. Nem sequer significa que a mulher têm que ser capaz de fazer os mesmos trabalhos que o homem, nem que o dimorfismo sexual não existe. Têm a ver com a igualdade de oportunidade e participação na sociedade, bem como direitos reprodutivos e o termino da violência contra mulheres.

            Mas já está visto que não estás aqui para ter uma conversa honesta, porque se não, não estarias a ir buscar exemplos estapafúrdios.

          • Nuno V says:

            Caro deeppurple, mais uma vez, eu repito, igualdade de género não significa que as mulheres sejam idênticas aos homens. E a pergunta não é de nada incómoda. Até porque a atitude de Zelensky é uma de machismo. Representa uma visão que apenas o Homem pode defender o seu país. E deixa de engolir as idiotices do QAnon, pode ser que aí consigas parar a tua queda pelo buraco do coelho como a Alice.

        • Filipe Mota says:

          shhhh. isso não interessa para aqui. /s

      • Aiai says:

        Essa definição de feminismo está longe de ser verdade.
        Pode ser o bonito de se dizer e é o que as activistas gostam de publicitar mas não corresponde ao discurso que a maioria dessas senhoras tem.
        E se pretendem igualdade nem deveriam querer um ‘dia da mulher’. Esse dia deveria ser todos os dias, tal como o dia do homem. Ou hoje é o dia das mulheres e os restantes são os dias dos homens?
        Igualdade é como temos um dia da mãe e um dia do pai.

        • CD says:

          Eh pa, a sério? E a luta contra o cancro só se faz no dia 4/Fev? Tal como os feriados, estes dias são uma forma de relembrar ao mundo a necessidade de agir sobre um determinado tema, ou da sua importância para história de um país/cultura. Se não tem interesse em valorizar este dia tudo bem, é certamente um direito, mas podia poupar as baboseiras.

          • Aiai says:

            O CD compara a luta contra o cancro com o dia da mulher… e eu é que tenho de poupar ‘as baboseiras’…
            Nos países ditos desenvolvidos a lei prevê a igualdade e penaliza a discriminação sexual. Se ainda existe? sim, mas é para os dois lados. Homens também apanham das mulheres. Mulheres também roubam lugar a homens (por vezes mais bem qualificados para a posição) porque as empresas têm de ter determinadas percentagens de mulheres a trabalhar.
            O dia da mulher tem bem mais importância em países nos quais não há igualdade e nalguns deles as mulheres sofrem barbaridades todos os dias.
            Mas as grande maioria das feministas não fala destas coisas.
            É só procurar no YT que não faltam videos de feministas a serem ‘destruídas’ com o seu próprio discurso em variadas situações.

        • Nuno V says:

          “Essa definição de feminismo está longe de ser verdade.”
          Dizes tu.

          “Pode ser o bonito de se dizer e é o que as activistas gostam de publicitar mas não corresponde ao discurso que a maioria dessas senhoras tem.”
          E tu sabes qual é o discurso dessa maioria de senhoras? Já alguma vez falaste com alguma organização de mulheres para saberes as suas reivindicações?

          “E se pretendem igualdade nem deveriam querer um ‘dia da mulher’. Esse dia deveria ser todos os dias, tal como o dia do homem. Ou hoje é o dia das mulheres e os restantes são os dias dos homens?”
          O dia da internacional da mulher, não é para ser festejado apenas a dar um flor à nossa cara metade. É um dia de comemoração dos feitos que a luta das mulheres trouxe para a sociedade, bem como um dia de lembrança das mulheres que perderam a vida a lutar por um mundo melhor.

          “Igualdade é como temos um dia da mãe e um dia do pai.”
          Mais uma vez, repito:
          “As mulheres, ainda no tempo de hoje, sofrem de discriminação, nomeadamente nos postos de trabalho.”

          • Filipe Mota says:

            eu nunca presenciei ou conheço sequer mulheres que foram discriminadas no trabalho.

            Essas frases andam na linha do, é preciso mais mulheres estudantes. Já passam os 50% no ensino superior.

            Depois paises como a australia se nao me engano, tentou fazer o “blind hiring” que foi proibido, deixar qualquer referencia ao genero, de forma a aumentar a empregabilidade da mulher. O resultado foi o contrario, mais homens contratados, baseado unica e exclusivamente no CV. Escusado sera dizer que deitaram o programa abaixo.

          • Filipe Mota says:

            e só mesmo para acabar. as mulheres que cometem exactamente o mesmo crime que um homem tem penas mais leves.

            Nao é preciso muito para recordar as 2 pu*** que mataram e desfizeram o homem em pedaços para depois levantar a herança do homem. vejam as penas.

          • Mr. Y says:

            @Filipe Mota

            “eu nunca presenciei ou conheço sequer mulheres que foram discriminadas no trabalho.”

            Tu deves realmente viver num mundo à parte

      • Etc says:

        Desculpa se achaste o meu comentário racista, se pareceu isso não era a minha intenção, o que acho é que deveria ser igualdade para tudo e não só para algumas coisas.

      • Filipe Mota says:

        avisem-me quando os homens deixarem de pagar 12€ de consumo minimo, 6€ por bebida enquanto as mulheres não só não pagam como tem 3 bebidas de oferta.

        Avisem-me quando as mulheres começarem a fazer trabalhos de transportar lixo, esgotos, construção civil etc etc.

        Parece que os homens sao beneficiados em tudo e as mulheres são umas coitadinhas, depois temos paises a tentar passar leis que as mulheres pagam menos 20% em tudo que for serviço público.

        • Mr. Y says:

          És tão bronco que nem percebes que esse acto de se vender as bebidas mais baratas às mulheres é puramente um comportamento machista.

          • Hugo Ribeiro says:

            Já agora, se o preçário que o Filipe Mota indicou fosse ao contrário, ou seja, as mulheres pagam mais para os homens beberem mais barato, seria o quê, femismo?

          • Mr. Y says:

            @Hugo Ribeiro
            Queres que te faça um desenho para perceberes o porquê de ser mais barato para as mulheres? Infelizmente isto está tão enraizado que muitas nem percebem o engodo

        • Nuno V says:

          Avisa-me também quando a maioria dos homens ficarem com as mesmas tarefas por igual a cuidar dos filhos, e também as tarefas domésticas.

  2. André R. says:

    Uma colega ainda hoje disse-me:
    – Já não há cavalheiros para me abrir a porta…
    Eu respondi:
    – As maçanetas da porta são unissexo…
    Partiu-se a rir…

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