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União Europeia vai acabar com limitações geográficas do Netflix

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Simões


  1. LuisPinto says:

    Pois isto é um problema para mim! Eu atualmente vivo na Islândia, que não pertence à união europeia, embora esteja situada na europa. Sou assinante do NETFLIX, e gostaria de saber se existe alguma maneira de poder ver os conteúdos, como se estivesse em Portugal! Muito obrigada pela vossa ajuda! ☺

  2. Xinuo says:

    Eu não entendi a diretiva do modo que foi exposto no artigo.

    Pelo que eu entendi, pode ser algo ruim para o utilizador. Ao invés de quebrar a fronteira, me parece que o utilizador leva a fronteira consigo, quando viaja.

    Digamos que um utilizador viaje para um país onde o catálogo do Netflix seja muito melhor (para ele), ou tenha muito mais opções; como o Netflix só faz o controle pelos IPs dos países, então o utilizador poderia usufruir do catálogo mais recheado, se o destino tiver um catálogo melhor, como propus no meu cenário.

    Com a diretiva, o Netflix vai ter que implementar o controle pelo login, independente do país onde o utilizador está. Isso pode resultar que o utilizador poderá ficar com o catálogo restrito, mesmo quando viajar para um país onde o catálogo é mais recheado, levando ao efeito de levar a fronteira consigo.

    É claro que o utilizador ficará em vantagem se no país de origem dele o catálogo for mais recheado que o do destino, se essa é a principal fonte de reclamação então será bem sucedida a implantação da diretiva.

    Também pode acontecer do Netflix incorporar o acesso ao catálogo de origem, sem restringir o catálogo de destino, ao utilizador viajante, mas penso que isso é um pouco mais complexo.

    E também acho que para o Netflix seria preferível ficar só com o controle por IP. Daí o Netflix sendo obrigado a implantar o controle por login, então seria mais fácil ficar apenas com o controle por login, o que causaria o efeito que eu descrevi, de levar a fronteira na viagem.

    • Ciro Espitama says:

      Excelente comentário. Concordo integralmente.

    • JM says:

      Se der para fazer o registo inicial com um proxy situado nos EUA até seria muito melhor ser-se controlado por login 😉

    • Miguel Sousa says:

      A ideia da legislação é ignorar o ip do utilizador nos logins.
      Passar a ser controlado pela localização registada aquando da subscrição do serviço. Passando a só aceder aos conteúdos válidos para o seu país, ignorando a localização física do utilizador. Tal como acontece agora.

    • Carlos says:

      Ya, é mesmo isso.
      Aliás, o título da notícia da Reuters é “EU member states agree roaming for Netflix”.
      Dito isto, isso significa que serviços como o Netflix vão ter de passar a fornecer em cada país os mesmos conteúdos que nos outros todos, por isso será uma questão de tempo até toda a gente poder ter acesso a eles.

  3. Kel Cardoso Brasil says:

    VPN.

  4. MadLane says:

    puff devia era ser tudo igual ate termos o mesmo que a America mania de separarem sempre os paises isso sim é racismo ate parece que nao tamos todos no mesmo planeta

    • Paulo Martins says:

      Isto tem a ver com direitos que foram pagos, por exemplo as licenças que a NOS, MEO e Vodafone pagaram para ter acesso a filmes e séries no seu vídeo clube, têm cláusulas que impedem que serviços de streaming possam disponibilizar esses conteúdos para não existir concorrência, se agora fôssemos acabar com as fronteiras geográficas com os EUA alguém teria que compensar os operadores que pagaram licenças mais altas para terem os exclusivo.
      É por este motivo que o catálogo do Netflix não é igual em todo o lado…

    • Miguel Sousa says:

      Isto não tem nada a haver com a América.
      Tem a haver com uma coisa que se chama LUCRO. Desde 1999 que os direitos locais passaram a ser divididos por fronteiras geográficas, em vez de usarem as 6 regiões tal como acontece com os DVD´s.
      Quando uma empresa adquire os direitos de emissão de determinado programa, tanto o pode fazer por um preço inferior, permitindo que outros possam adquirir o mesmo direito para esse país. Ou pode pagar um preço superior e passa a ter o exclusivo para a emissão nesse país.
      Cá em Portugal, para além das televisões, tens as operadoras de cabo que investem mais de 6000 milhões, a cada ano, a adquirirem conteúdos para os seus canais ou para venderem aos canais públicos. Também tens a Sony que vende os seus programas ás operadoras europeias.
      É neste campo que as coisas passaram a ter restrições locais.
      A legislação europeia foi abalada quando um grupo de gregos conseguiu ganhar uma acção num tribunal Inglês contra a SkySports. A partir daí, tem estado a mudar a legislação, sendo que o streaming é muito mais complicado, pois os servidores podem estar situados em qualquer canto do mundo.

  5. LuisPinto says:

    Pois eu ja instalei um VPN, mas o NETFLIX detecta que estou a usar?

  6. MR says:

    Sim, é muito provável que detecte. Basta que os IPs desse VPN estejam na lista interna que o Netflix conheça.

  7. bruh says:

    Eu já li que essa lei é mais atirar areia para os olhos que outra coisa.

    https://torrentfreak.com/leaked-eu-draft-reveals-geo-blocking-can-stay-for-video-160513/

  8. Fredson says:

    Quer saber não devia ser apenas isso. Porquê não uma única moeda para todo mundo. Cada palhaço faz sua política, porque a europa não regula as políticas desde mundo. Por exemplo nós aqui em Moçambique pagamos quinze vezes mais caro os serviços de internet, porque?

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