Leiria: homem rouba gerador mas é apanhado porque equipamento tinha GPS
A região do distrito de Leiria tem enfrentado desafios significativos nos últimos dias não só pela passagem da depressão Kristin, que deixou milhares de pessoas sem eletricidade, água e comunicações, mas também por casos de furtos que complicaram a recuperação dos serviços essenciais.
Após a tempestade Kristin, várias localidades no distrito de Leiria e Porto de Mós ficaram sem energia elétrica, levando à aquisição e instalação de geradores para alimentar infraestruturas essenciais, como estações de bombagem de água e centros de distribuição.
No entanto, furtos de gasóleo e cabos elétricos destes geradores têm afetado o restabelecimento dos serviços.
Gerador tinha sistema de GPS instalado
Um homem foi detido pela GNR em Vale Travesso, no concelho de Ourém, depois de ter furtado um gerador em Alvaiázere. O suspeito foi localizado através do sistema de GPS instalado no equipamento furtado.
O gerador já foi recuperado e será devolvido ao seu legítimo proprietário. O suspeito foi detido e os factos serão comunicados às autoridades judiciais, prosseguindo agora o processo os respetivos trâmites legais.






















Uma semana de prisão com pena suspensa, mais vale a justiça popular que nunca falha…
Uma semana de pena suspensa é o mesmo que não haver pena.
É só tipo um “raspanete”, do género “porte-se bem” ou “não se deixe apanhar para a próxima” que é como a malta tende a interpretar.
espero que vejam bem o facto ele estar a aproveitar-se da desgraça alheia
isto mostra que há gente sem qualquer pingo de decência
90% destes casos estão a ser identificados como realizados por minorias, não está a ser divulgada essa informação nos media como habitual
+1
Não considero útil aplicar uma pena de prisão suspensa neste tipo de crime, porque a nossa justiça tem demonstrado pouca eficácia na punição destes furtos. Em vez disso, faria mais sentido recorrer a sanções administrativas contundentes: uma multa elevada e a suspensão, por dois anos, de todos os subsídios, pensões ou outros apoios públicos que o arguido possa estar a receber. Este modelo permitiria uma reação rápida por parte do Estado, evitaria a morosidade processual e teria um efeito dissuasor para quem ainda possa sentir “tentação” de praticar factos idênticos.
i+ 1 milhão, isto sim.
+1000
“Rápida” só para ir a julgamento e transitar em julgado são anos
Concordo a 100%.
Os cortes nos subsídios não iam fazer grande diferença pois só dão para a cerveja, algum marisco em promo e tabaco !
Não subestimes o impacto dos subsídios, porque em Portugal há muita gente claramente subsídio‑dependente, para quem esses apoios são a principal ou mesmo a única fonte de rendimento.
Quando falham ou são cortados, não é só “cerveja e marisco” que desaparece: afeta renda, contas básicas e, em muitos casos, a sobrevivência mínima dessas pessoas.
Já parece o Brasil e já.
Até parece que não temos ladrões bem portugueses cá… e note-se eu sou dos que quer combater a imigração ILEGAL para começar para que o estado de direito e a democracia não seja destruído como boa parte das universidades “humanistas” quer…
O comentário do factos referia-se ao aproveitamento de desgracas para roubos e fraudes que é muito habitual no Brasil por motivos culturais
Parece o saque que fizemos ao Brasil e ao resto do mundo!
Nada que uma Airtag ou Samsung smartag 2 não resolva.
Quanto mais subsidios e apoios forem distribuidos menos ladrões teremos nas ruas.
Errado ! Precisam sempre de complementos solidários !! 🙂
Falso! Com a barriga cheia perdem a vontade de se “morderem” uns aos outros.
Queres circo ou queres matança!? no circo os animais não estão famintos!
O que diz quem “sabe” (o Gemini):
– Era um gerador de grande porte, usado para fins industriais ou agrícolas.
– Estava a ser usado na altura do furto.
– Quando foi parado/movido o proprietário recebeu um alerta no telemóvel.
– A seguir alertou as autoridades e deu informações sobre a localização. Como era de grandes dimensões, ou foi usado um reboque ou uma carrinha de caixa aberta, o que facilitou a sua identificação numa operação policial.
– Na região de Leiria, como Ferreira do Zêzere e Porto de Mós, tem havido uma vaga de crimes oportunistas, aproveitando o mau.tempo. Alguns são de grupos organizados. O furto do gerador foi por uma só pessoa, já cadastrado e conhecido da polícia.
Esse gerador estava colocado junto a um centro de dia e numa noite desapareceu, a minha mãe por acaso trabalha noutro lar e por acaso foi lá um da e-redes para ir buscar um gerador que ela pensava não ser deles mas era, acabou por falar que tinha sido roubado um gerador e o técnico da e-redes disse-lhe que eles sabiam muito bem onde ele andava.
É pena já não existir chicotadas em praça pública para este tipo de crime!
Seria pouco !
Nada como uma carga de porrada! E duas semanas a trabalhar de graça para o lesado, com um sino ao pescoço.
Sei de pelo menos de um caso (na Marinha Grande) que foi roubado um gerador para abastecer um depósito de água pública. Eles andam por aí, por isso a proteção civil acionou os meios necessários: 4 militares no primeiro dia (notícia do Expresso). Quem manda é que sabe. Ou não.