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Robô iRobot dentro dos reactores de Fukushima

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. a Friend® says:

    Se continuam a brincar com a energia nuclear, onde a negligência e inspecções falsificadas parecem ser comuns e abafadas pelos Governos, chegará o dia que só mesmo os robots poderão habitar a terra…

  2. Hugo Cura says:

    O caso é realmente sério e incomoda-me bastante…
    Têm existido igualmente problemas destes na vizinha Espanha. E mais, algo que pouquíssima gente sabe, existe produção de energia nuclear em Portugal, nomeadamente no Alentejo.

    btw, programar para o Roomba vai ser o meu trabalho das próximas semanas!

    • wolfytuga says:

      Olá Hugo Cura,

      Isso do Roomba parece fixe, bom trabalho com a programação 🙂

      Cumps.

      • Hugo Cura says:

        hehe.. o trabalho inicial será fazê-lo seguir uma luz móvel, em frente dele, por meio de 2 foto-díodos. O 2º será uma corrida autónoma num trajecto pré-definido.
        A ver vamos, há muito trabalho pela frente 😛

    • Pedro says:

      Energia nuclear no Alentejo? Isso é verdade? Nunca li nada sobre isso. Podes explicar melhor?

    • Miguel says:

      “Têm existido igualmente problemas destes na vizinha Espanha.”

      Têm existido acidentes nucleares de grau 7 em Espanha? Onde? Quando? Como é que tu sabes disso e não divulgas isso publicamente?

      “algo que pouquíssima gente sabe, existe produção de energia nuclear em Portugal, nomeadamente no Alentejo.”

      Não, não existe. Em Portugal existe um reactor nuclear usado para investigação (http://www.itn.pt/) – tem um 1 MW de potência, penso eu. E fica em Sacavém – que da última vez que vi não era no Alentejo.

      Há pessoas que realmente inventam cada uma.

      • Hugo Cura says:

        Quem falou em grau 7? Sim, segundo o Eng. Luís Mira Amaral já houveram problemas em Espanha e Portugal leva igualmente com as consequências.

        Pelo que vejo, o teu conhecimento no ramo de Energia é de nível avançado e saberás provavelmente o que diz o Eng. Luís Mira Amaral nas suas palestras (no caso com o tema “Um novo sistema energético: renováveis e novas tecnologias”), afinal pertence também ao IST!

        Quanto ao Alentejo, como referi abaixo, tê-lo-ei confundido, provavelmente com a maior central fotovoltaica também abordada na palestra. É assim tão grave errar na localização de algo que me leve logo a “inventar cada uma”??

        Saberás melhor que eu que há muitos assuntos deste tipo que simplesmente não são tão conhecidos quanto deviam por não “escoarem” para a comunicação social.

        Não te ficou nada bem esse comentário “em género de ataque”. Teria sido muito mais valioso se tivesses contribuído com algo mais, de forma serena.

        • Miguel says:

          “Quem falou em grau 7? ”

          A pessoa que disse “Têm existido igualmente problemas destes na vizinha Espanha.”

          “o teu conhecimento no ramo de Energia é de nível avançado”

          Não é preciso ter grandes conhecimentos para ver o absurdo do que tu disseste.

          “Quanto ao Alentejo, como referi abaixo, tê-lo-ei confundido (…)É assim tão grave errar na localização de algo que me leve logo a “inventar cada uma”??”

          Isso do Alentejo são pormenores, o absurdo é teres dito “existe produção de energia nuclear em Portugal”. Não, não existe. Existe um pequeníssimo reactor nuclear em Portugal usado para investigação científica.

  3. kekes says:

    O que muita gente se esquece e que a energia nuclear é fundamental e daqui a uns anos vai ser ainda mais viável que hoje com novas técnicas das quais mais seguras. Não existe nada sem prós nem contras agora que deviam ter vigilância mais apertada deviam, pois é brincar com o fogo.

    • a Friend® says:

      A tendência é que para um dia acabe.. e já existem planos para isso (e pressões para que isso aconteça..e ainda bem). As consequências são muito graves e já desde chernobyl se pensa e muito na tecnologia, agora com o caso de fukushima, voltaram a pôr as questões todas na mesa e ponderar fechar muita coisa nuclear, nomeadamente as mais antigas, que são muitas.

      Temos tantas tecnologias limpas para gerar energia… desde eolica, solar, ondas, entre outras tantas que o importante é focarem-se nessas e arranjar formas mais eficazes de poder gerar ainda mais energia. Para não falar que no futuro, cada vez menos os produtos consomem energia e já têm formas de quase “auto” sustentação, exigindo menos cargas.

      É preciso é também acabar com os interesses por trás da tecnologia…porque isso de precisar-mos de energia nuclear é mito e FUD lançado por quem quer ganhar muito gastando menos.

      • Glink says:

        isto tudo!

        a energia que melhor substitui a nuclear é a Geotérmica, sem tirar o valor às outras claro. mas existe tanto FUD à volta diste que esta tecnologia não vinga :X

    • Visitante says:

      Não se esqueçam da Lei de Murphy.

  4. wolfytuga says:

    Olá,

    No vídeo é referido que existe radiação… No entanto conseguem manobrar o robô à distância, ver uma imagem nítida e o robô funciona como deve ser?!? o.O A radiação afecta e muito a electrónica, causa interferências terríveis, como é que eles fizeram para ultrapassar esse problema, fiquei curioso quanto a essa parte da robótica. Terá a ver com o revestimento usado?

    Isto não é grande novidade! Já quando foi o desastre de Chernobyl um cientista russo levou um dos seus robôs (Engenheiro Aeroespacial Russo construtor de alguns robôs, onde a NASA se inspirou para o Spirit se não estou em erro) e onde este afirmou (já naquela altura imagine-se) que o maior problema que teve foi manobrar o robô à distância devido às interferências provocadas pela radiação intensa. Apesar de ter algumas avarias durante o processo, foi bastante útil para remover alguns dos destroços, já que este podia actuar onde o Homem não conseguia aguentar muito tempo.

    Já agora outra informação relativamente ao “Artigo Relacionado”, são 4 Leis da Robótica, não são apenas as 3 leis indicadas no filme (o filme nem se devia chamar I Robot como o livro, já que o livro é uma colectânea de histórias ao estilo da que é visionada no filme — o filme apenas apresenta uma das histórias de I Robot!!!), posteriormente numa das histórias do autor, este formula a Lei 0.

    Cumps.

  5. yuri rostov says:

    @ Hugo Cura

    Como sabes que existe produção de energia nuclear no Alentejo!?

    Julgava que apenas existia o reactor nuclear do ITN em Lisboa…

    Não queres esclarecer isso um pouco melhor?

    Cumps

    • Hugo Cura says:

      Não porque não tenho meios para tal :p
      Foi dito numa palestra pelo Eng. Luís Mira Amaral. Espero não ter dito asneira quando disse “Alentejo”. Foi “essa string” que me ficou na ideia. Não “meto as mãos no fogo”, mas se puderes tu aprofundar, a malta agradece.

  6. NeMewSys says:

    Robôs… Gotta love them… <3

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