iPhone Ultra dobrável comparado ao iPhone e iPad, com dimensões
As novas maquetes do iPhone dobrável (que poderá chamar-se iPhone Ultra) dão finalmente uma ideia mais concreta do seu formato real, muito além das simples diagonais de ecrã. Mostram sobretudo um dispositivo híbrido: próximo de um mini iPad quando aberto, mas mais compacto e potencialmente menos familiar do que o esperado quando fechado.

Ecrã, formato, dimensões e experiência de utilização
Aberto, o iPhone Ultra adotaria um ecrã OLED de 7,8 polegadas com proporção 4:3, ou seja, um formato muito próximo do iPad mini, enquanto a maioria dos rumores continua a apontar para um ecrã externo de 5,5 polegadas quando fechado.
A maquete partilhada por Vadim Yuryev com um iPhone 17 Pro Max em orientação horizontal permite visualizar melhor esta escolha.
A largura será praticamente a mesma, mas a área de visualização aumentaria significativamente em altura, com um ecrã anunciado 56,9% mais alto, passando de 71 mm para 111,5 mm, o que aproximaria mais a experiência de um pequeno tablet do que de um smartphone clássico.

Ecrã exterior, design e controlos
O ecrã exterior poderá, por sua vez, surpreender no sentido oposto. Uma fuga anterior referiu um painel de 5,3 polegadas, mais pequeno do que o do iPhone 13 mini, embora a maioria dos rumores continue a apontar para 5,5 polegadas.
As maquetes sugerem também várias escolhas de design bastante claras. O botão de alimentação integraria Touch ID, o botão de controlo da câmara estaria colocado no lado direito e os botões de volume subiriam para a aresta superior, numa disposição que recorda o iPad mini.
O Face ID não é esperado neste modelo devido a limitações de espaço. Já o botão de controlo da câmara seria pensado como um elemento importante da experiência, facilitando os ajustes fotográficos enquanto se mantém uma utilização estável, mesmo com uma só mão.
— Vadim Yuryev (@VadimYuryev) April 22, 2026
Sistema de câmaras, espessura e engenharia
Outro detalhe relevante é que o módulo fotográfico traseiro não ocuparia toda a largura da traseira. Integraria apenas dois sensores, e não três, o que aponta para um dispositivo com mais limitações de espaço face a um iPhone Pro clássico.
É, no entanto, a espessura que marca a maior diferença em relação a alguns rumores recentes. Vadim Yuryev afirma que a sua maquete mede exatamente 11 mm quando fechada, enquanto outras informações apontavam para um intervalo entre 9 e 9,5 mm.
Não foi indicada a espessura quando aberto. Se os rumores que apontam para 4,5 mm se confirmarem, a Apple poderá assinar o dispositivo mais fino da sua história em posição desdobrada.
— Vadim Yuryev (@VadimYuryev) April 22, 2026
Lançamento previsto
A Apple deverá apresentar este iPhone dobrável em setembro, juntamente com os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max.
Estes dois modelos deverão manter dimensões próximas da geração atual, com uma Dynamic Island possivelmente mais pequena e, segundo as maquetes já vistas, um módulo fotográfico ainda mais espesso.


















Aquilo é um iPhone dobrável, ou é para guardar cigarrilhas?
Tenho sérias dúvidas que a Apple tenha intenções de produzir um dobrável.
Os que existem da concorrência, ninguém os compra.
Baseado em quê na tua imaginação?
Um iPhone dobrável? Uau, finalmente a Apple “inventa” o que já existe há 5 anos… Preparem-se para a “revolução”. 😛
Agora, dizer que ninguém compra dobraveis… Os números mostram exatamente o contrário, o segmento dos dobráveis tem crescido a dois dígitos. E a tendência até é óbvia, as pessoas querem ecrãs cada vez maiores, mas ninguém quer andar com um tablet rigido no bolso. O dobrável é o caminho natural para resolver o limite fisico do tamanho. Se a Apple entrar (e vai entrar), não é porque ninguém quer, é porque eles finalmente acham que conseguem cobrar 2500€ por um… e o mercado vai correr a comprar.
As pessoas querem ecrãs cada vez maiores? Para quê?
Esqueceste que a função básica de um telemóvel é fazer chamadas??
Ninguém quer andar com uma telha enorme colada ao ouvido.
Este assunto rende mais dinheiro em supostas notícias do que o dinheiro dos dobráveis vendidos até hoje.
Calma, é apenas a minha opinião pessoal baseada no uso em que vejo o que a maioria dá aos aparelhos hoje em dia. Usar o smartphone para chamadas de voz é, provavelmente, a função menos usada, Fotos, GPS, redes sociais, trabalho e consumo de media ultrapassam as chamadas na boa.
E claro que as pessoas querem ecrãs grandes para consumir conteúdo, é um facto de mercado (até nos da maçã).
Em relação às vendas, o que queres que te diga mais? 2020: ~3M, 2022: ~13M, 2023: ~17M. Talvez seja porque ninguém os quer…