Gráfico mostra os 15 países que fazem da China uma superpotência económica
Apesar das tensões globais e de uma conjetura geopolítica cada vez mais atribulada, o superavit comercial da China atingiu 1,19 biliões de dólares (em inglês, $1.19 trillion) em 2025. Eis os 15 países que contribuíram para isso.
Um superavit comercial ocorre quando um país exporta mais bens e serviços do que importa, resultando num fluxo líquido de moeda estrangeira.
Para a China, em 2025, este superavit atingiu níveis sem precedentes, ultrapassando os 1,19 biliões de dólares, segundo a General Administration of Customs.
Num gráfico criado por Aneesh Anand, no Visual Capitalist, é possível ver os países que mais contribuíram para o superavit da China, em 2025.
O conjunto de dados destaca os 15 principais parceiros do país asiático, revelando um padrão global de interdependência económica e desequilíbrio.
Por que motivos os superavits da China são tão elevados?
Apesar do aumento do protecionismo, das tarifas e das tensões diplomáticas, o motor industrial da China mantém-se robusto.
Citando o Visual Capitalist, mesmo as tarifas americanas não conseguiram reduzir o fluxo de exportação de eletrónica de consumo, maquinaria e bens intermédios provenientes da China.
Parte da explicação reside nas cadeias de abastecimento globais: muitos bens ainda são montados ou finalizados na China, especialmente eletrónica, antes de serem enviados para o exterior.
Este papel tem mantido as exportações chinesas elevadas, mesmo numa era de tentativas de separação económica.

Desequilíbrio entre as exportações e importações da China e dos Estados Unidos tem sido há muito um ponto sensível político.
Segundo o Council on Foreign Relations, os enormes superavits da China continuam a ser um mistério para alguns economistas, particularmente devido a importações de serviços subreportados ou fluxos de capital que ocultam a verdadeira extensão dos desequilíbrios.
Para parceiros importantes como os Estados Unidos, este desequilíbrio tem sido há muito um ponto sensível político.
Um défice comercial elevado significa que os EUA importam significativamente mais da China do que exportam, levantando preocupações sobre o declínio da indústria americana e a crescente dependência económica, conforme apontado por Donald Trump, anteriormente.
Apesar das sucessivas tentativas de inverter este padrão, sobretudo através de tarifas, incentivos ao regresso da produção e diversificação das cadeias de abastecimento, a China continua a dominar setores-chave de exportação.






















Há já bastante tempo a ganância do ocidente e falta de vontade de investir no setor primário e secundário deu nisto. Quando Portugal entrou na CEE pagaram a agricultores para deixarem de produzir. O país era multado por produzir demasiado leite. Como de costume nada disto é novo. Uma pesquisa e veremos o mesmo assunto há 20 anos. O mesmo aconteceu na indústria europeia. Agora corremos atrás do prejuízo. Estamos nas mãos de um lunático e um ditador.
Regalias sociais, estado social, corrupção, pouca produtividade dos europeus, lazer, lazer, lazer… Liberdade, liberdade, liberdade…. Humanismo, humanismo, humanismo, deseducação, deseducação, cultura, cultura, turismo, turismo, turismo… subsídios, subsídios, subsídios…Decadência ocidental!
verdade!
Com tanta propaganda diária acerca das relações e dependências, estranhamente a Rússia não aparece nesta lista.
Estranho… Tanto querem fazer lavagem cerebral aos imbecis do costume, que acabam por provar que mentem continuamente.
Sabes o que esse gráfico a representar, certo?
Mas alguém acredita nos dados fornecidos pelo regime chinês?
Relembrar que aquilo NÃO é uma democracia nem existe liberdade de expressão. Por que raio haveriam eles de revelar dados reais?…