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Claude Code já assina 4% do código carregado no GitHub. Este ano pode chegar a 20%

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. Alberto Grijó says:

    Lá esta, se é que não dito antes por outras pessoas aqui.
    a i.a. não vai acabar com o lugar do programador mas sim, agilizar e ser muito mais produtivo.

    • Zé Fonseca A. says:

      Não é bem assim, os devs juniores estão a ser afastados ou a ter dificuldades em encontrar projectos

      • Artilheiro says:

        Se não houver programadores juniores. Como vai haver programadores seniores, mais tarde?

        • Zé Fonseca A. says:

          É uma boa questão, mas é o que está a acontecer, aconteceu comigo, ia reforçar a equipa com 15 juniores e focámos tudo em vibe coding e os juniores que tínhamos passaram para mid level para fazerem code review, isto em apenas 2 anos.
          É equipa de devops e secops, não é igual a desenvolvimento aplicacional mas vejo essa trend em todo o lado

      • jedi says:

        sim ou não.

        a decisão de contratar juniores, dependerá sempre da empresa, porque AI tanto ajudar e acelerar o trabalho de programadores mais experiente / seniores como menos experientes / juniores.

        😉

        • Zé Fonseca A. says:

          Key Trends and Impacts:
          Decreased Hiring: Many companies are reducing entry-level hiring, as 1 junior with AI tools can potentially replace multiple, leading to a “junior death spiral” where companies risk future shortages of experienced, senior-level developers.
          The “Experience Paradox”: Despite fewer roles, employers often demand 2+ years of experience for entry-level positions, making it harder for beginners to break in.
          Shift in Skills: The focus for juniors has moved away from syntax and towards understanding system architecture, debugging AI-generated code, and solving business problems.
          Adaptation is Key: Successful junior developers are focusing on building complex projects, mastering AI tools, and demonstrating higher-level judgment rather than just coding speed.
          Long-Term Outlook: While immediate roles are scarce, the long-term, human-centric need for complex problem-solving means juniors will eventually be needed again as the senior population retires.

          Isto reflete o panorama

  2. Cláudio says:

    Sendo o artigo mencionado, um artigo pago, não consigo deixar de ser um bocadinho céptico relativamente aos números apresentados, mesmo porque não consegui encontrar referências fonte no artigo que permitam replicar os resultados do “estudo”.

    Por outro lado, apesar de haver muita informação e contra informação, a percentagem de erros aparenta ser superior, sendo que no modo de agente, onde os erros que ocorrem cada passo do processo geralmente somam-se, fazendo com que no final a percentagem de erros finais seja muito superior. Pior, à semelhança do que acontece nos projetos de software tradicionais, um erro num passo inicial do processo (por exemplo um teste mal desenhado) pode ter consequências bastante graves no produto final e obrigar as processos de correção de erros bastante dispendiosos.

    • Zé Fonseca A. says:

      Comentário de quem nunca viu código à frente nem nunca esteve numa equipa de desenvolvimento

      • Cláudio says:

        Lol… Se nunca viste código à frente e nunca estiveste numa equipa de desenvolvimento, não precisas de comentar. Mas agradeço a sinceridade e fica descansado que não te contrato para a minha 😉

        • Profeta says:

          Esta ai uma boa questao. Se a IA vai gerar codigo, alguem tem de verificar se esta correcto certo ? Ou vao aceita-lo como foi gerado ? No fundo nao vai reduzir trabalho nenhum digo eu.

        • Zé Fonseca A. says:

          lê comentários acima, googla o resto e aprende.
          coordeno uma equipa de 90 dos quais 40 são devops e secops, não é nenhuma fabrica de devs mas é suficiente para saber do que falo

  3. says:

    99% das vezes é um gênio? Esses “especialistas” que digam que Claude usam porque pela minha experiência acerta 50% nos melhores dias. 40% das vezes produz código a nível amador e 10% alucina por completo.

  4. Cláudio says:

    Lol… Isso de Googlar é uma coisa tão old school… Nunca ouviste falar de IA!? Dizem que é uma cena nova que consegue transformar junior developers em code reviewers ou lá o que é…

    Acredito que para secops, devops e sysops, a IA seja brutal (eu também uso para fazer umas receitas na cozinha)… Mas para desenvolvimento de software em que tens de assumir a responsabilidade de todo o software que é colocado em produção, com requisitos de conformidade bastante apertados, a IA generativa, na experiência da nossa equipa, produz resultados bastante inconsistentes, introduzindo muitas vezes bugs lógicos que são muito difíceis de detectar numa code review (geralmente são detetados a jusante, mas consumindo muitas vezes mais tempo a resolver do que se tivesse sido por um programador experiente). Teres um bug numa pipeline geralmente não é tão grave como teres um bug num ambiente que está mesmo a servir código em produção, a trabalhar com dados reais.

    Mas claramente eu não percebo nada disto, por isso vou só ali Googlar “como pedir a alguém para estudar os riscos da IA não determinística para projetos de software”.

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