Astrónomos descobrem asteroide furtivo perto do Sol e revelam um perigoso ponto cego
Os astrónomos conseguem, na maioria das vezes, detetar asteroides “assassinos de planetas” muito antes de se aproximarem da Terra. Mas e se, por algum motivo, não conseguirem?
Asteroides ocultos pela luz solar
Milhões de asteroides atravessam atualmente o nosso sistema solar. Estes restos rochosos dos primórdios do sistema recebem especial atenção quando a sua trajetória se aproxima demasiado da Terra, o que, felizmente, os astrónomos conseguem normalmente prever. No entanto, há casos em que isso não é possível.
É o caso dos chamados asteroides “crepusculares”, cuja posição por detrás do brilho intenso do Sol torna difícil a sua deteção e acompanhamento.
Como se isso não bastasse, o mais recente asteroide crepuscular, 2025 SC79, é também o segundo mais rápido alguma vez identificado, com uma órbita de apenas 128 dias em torno do Sol, segundo um comunicado da Carnegie Science.

O astrónomo Scott Sheppard descobriu o 2025 SC79, marcado aqui em duas imagens que mostram o seu movimento em relação às estrelas de fundo. (Crédito da imagem: Fotografias cedidas por Scott S. Sheppard.)
Escondido à vista de todos
Scott Sheppard, astrónomo da Carnegie Science, observou pela primeira vez o 2025 SC79 com a Dark Energy Camera do telescópio Blanco de 4 metros, em setembro.
Observações de seguimento realizadas pelos telescópios Gemini e Magellan confirmaram a descoberta.
O 2025 SC79 tem um diâmetro estimado de cerca de 700 metros, mais do dobro da altura da Torre Eiffel.
O tamanho e a rápida órbita em torno do Sol qualificam-no como um asteroide “assassino de planetas”, precisamente o tipo de objeto que Sheppard procurava.

Um asteroide crepuscular é um tipo de asteroide cuja órbita o coloca muito próximo do Sol quando observado da Terra, tornando-o difícil de detetar com telescópios tradicionais. Recebe este nome porque só pode ser observado durante o crepúsculo, isto é, nos minutos após o pôr do sol ou antes do nascer do sol, quando o céu ainda tem alguma luminosidade, mas o Sol já não ofusca completamente a visão.
Uma ameaça invisível
Os asteroides mais perigosos são os mais difíceis de detetar.
A maioria dos asteroides entra no campo de deteção dos telescópios durante a noite. Os que se escondem perto do Sol, por outro lado, só são visíveis ao crepúsculo.
Afirmou Sheppard no comunicado.
Isto cria desafios únicos para os astrónomos que procuram potenciais ameaças.
Dada a importância da investigação preventiva sobre passagens próximas de asteroides, os asteroides crepusculares podem “representar sérios riscos de impacto” se se aproximarem da Terra, advertiu Sheppard.
Apesar de pouco poder ser feito quanto à posição natural destes corpos celestes, o astrónomo espera que novas observações deste asteroide revelem informações úteis sobre a sua composição e ajudem a identificar outros objetos semelhantes no futuro.
Muitos dos asteroides do Sistema Solar habitam uma de duas cinturas de rochas espaciais, mas perturbações gravitacionais podem enviá-los para órbitas mais próximas, onde se tornam difíceis de detetar.
Compreender como chegaram a essas localizações pode ajudar-nos a proteger o nosso planeta e a aprender mais sobre a história do Sistema Solar.
Concluiu Sheppard.





















Supostamente o gigantesco cometa – planeta que irá surgir algures num futuro não muito distante, vai aparecer precisamente vindo de trás do Sol, supostamente talvez vá ser detectado pouco antes ainda na trajectória atrás do Sol devido a um eclipse Solar que irá ocorrer e que irá permitir a descoberta, mas os astrónomos na altura vão só achar curioso e se for falado será só algo como se não tivesse qualquer importância, e mesmo quando der a volta ao Sol e aparecer rumo à Terra ao início ainda vão pensar que o que se vê é Vénus, ou outro planeta qualquer, quando perceberem o que realmente é… segurem-se como poderem que isto vai abanar cá de uma maneira!
Wtf, mete mais tabaco nisso
Problema nessa teoria: temos 73 sondas, em vários pontos, em redor, do Sol. Portanto, algo, do tamanho de Júpiter (ou 500 vezes maior!!!) já tinha sido encontrado, há 900 anos, na pior das piores hipóteses.
Lembre-se que há 74 anos, que se fala, de um planeta, com 700 vezes, o tamanho da Terra, algures a 10000-65000 UA. Modelos matemáticos, corrigiram, o valor para 400-420 vezes, no tamanho. Depois de milhares de milhões, de horas, de análises dos locais previstos, nada foi encontrado. E há a curiosidade, Sedna, que foi descoberto, quando estavam a preparar a passagem, da New Horizons, por Plutão/Caronte. Depois de verificarem, já tinha sido identificado, em 2001, pelo Hubble, só que foi dado como asteróide ou cometa. Voltaram a rever dados, encontraram mais 11 planetas anão. E nada do super planeta. Já agora, uma “Lua”, que surgisse, por trás do Sol, demoraria 16 a 400 anos, a chegar à órbita da Terra. E num pequeno arco, pois tinha 9200000 biliões de ângulos, que iria falhar o alvo.