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Asteroide gigante passa de surpresa entre a Lua e a Terra


Vítor M.

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

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39 Respostas

  1. rjSampaio says:

    há que lembrar que entre a Terra e a Lua existe muito “espaço”, mais que suficiente para caberem todos os planetas (+ uns Plutoides ) e ainda sobra ~4500km (quase outra Terra).

    ou seja, apesar de parecer assustador dizer que passou entre a terra e a lua, ainda passou muito longe.

    ps. amanha é dia de lançamento do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) pela SpaceX, se correr tudo bem é um marco muito importante para a exploração espacial.

    • Luis Filipe Fino de Sousa says:

      Não sei onde foi buscar essa ideia de entre a Terra e a Lua caberem todos os planetas, suponho do nosso sistema solar e mais uns plutoides e ainda outra Terra mas parece que o espaço é realmente grande e se assim é agora pergunta-se como é que o Homem foi à Lua percorrendo todo esse espaço e se foi quanto tempo levou a ir à Lua, da Terra e voltar porque com um espaço tão grande entre a Terra e a Lua o tempo de o percorrer deve ser maior do que aquele que o Homem declarou ao dizer que foi à Lua e voltou à Terra, sobretudo em foguetes que estavam no principio da carreira e não eram tão rápidos quanto os aviões de hoje com toda a tecnologia. Será a diferença de espaço entre a Terra e a Lua que impedem o Homem de a ela voltar?

      • celso says:

        Para responder á sua questão:
        “the planets can fit if you wait for the Moon to be at apogee, or if you align the planets pole-to-pole. It looks the video got it right, but for the wrong reason. ”
        http://www.slate.com/blogs/bad_astronomy/2015/02/04/scale_of_space_can_you_fit_all_the_planets_between_the_earth_and_moon.html

        https://www.universetoday.com/115672/you-could-fit-all-the-planets-between-the-earth-and-the-moon/

        Afinal, parece que ele sempre tem razão.

      • Helder says:

        A distância entre a Terra e a Lua anda à volta dos 385 000kms. O diâmetro da Terra é “apenas” de 12 756kms, por isso cabe muita coisa no meio.

        O que impede de o Homem voltar à Lua é apenas o retorno do investimento. Os EUA colocaram 12 homens na Lua, em 6 missões.
        Cada vez que iam à Lua, “traziam” para a Terra cada vez menos conhecimento, e chegou a uma altura que já não era viável continuar a fazer missões deste tipo.

        Agora, usa-se mais sondas porque são mais baratas e duram mais tempo.

        • Sujeito says:

          Não é bem assim Helder. Afinal, eles próprios estão malucos por usar voltar à Lua porque dizem que têm imensos testes por fazer no solo lunar. Estão tão em pulgas que querem fazer uma base tipo ISS lá e aproveitam todas as oportunidades para introduzir essa missão no meio de outras.

          E depois, tens a eterna estranha afirmação de que só não voltam porque já não tem tecnologia para isso.

      • Sujeito says:

        A única coisa que impede de voltar à Lua é, segundo palavras da própria Nasa e seus astronautas, já não terem a tecnologia para isso, pois foi destruída.

      • rjSampaio says:

        Bom parece que já te responderam, é literalmente fazer as contas, a soma do diâmetro de todos os planetas é menor que a distancia media da Terra a Lua.

      • Nuno says:

        Depende da posição da Lua, e da forma como orientamos os planetas. Quando a Lua está mais próxima da Terra, os planetas não caberiam de forma alguma entre a Terra e a Lua. Quando a Lua se encontra mais distante, os planetas poderiam estar orientados de qualquer que caberiam e ainda sobrava espaço para Plutão, Eris, Haumea, Makemake e ainda ficávamos com mais de 9000km por ocupar. Sim, o espaço é mesmo muito grande, por alguma razão nunca vez uma ilustração do sistema solar totalmente à escala, isto porque se estivesse à escala, a grande maioria dos planetas seriam inferiores à resolução da impressora e os restantes não seriam mais que um ponto.

        “sobretudo em foguetes que estavam no principio da carreira e não eram tão rápidos quanto os aviões de hoje com toda a tecnologia.” Por favor indica-me um avião com um motor que respire ar que consiga atingir as velocidades do Saturn V? Ao final do primeiro estágio o foguete encontrava-se com uma velocidade de 9922 km/h, ao final do segundo a velocidade subiu para 25182 km/h, e finalmente, aquando o TLI, a sua velocidade máxima foi de 37522 km/h. O que impede o homem de voltar à lua com uma missão humana são motivos económicos e políticos.

  2. Luis Filipe Fino de Sousa says:

    Sendo este asteroide maior 3,6 vezes em relação ao asteroide que caiu em 1908 na Sibéria passando entre um espaço tão apertado quanto aquele entre a Terra e a Lua deveria estar a passar a uma velocidade bem acelerada porque se não, dado o campo de gravidade dos três corpos, sobretudo a Terra, deveria ser puxado para ela. Quanto à possivel desintegração do asteroide no espaço antes de cair sobre a Terra é relativo já que em 1908 e 2013 outros asteroides entraram na atmosfera da Terra sem se desintegrarem e acabando por chocar com a Terra, logo se este viesse na direcção da Terra possivelmente não se desintegraria e chocaria algures, na Terra.

    • rjSampaio says:

      espaço apertado? puxado? nunca na vida.

    • Nuno says:

      Porque razão deveria o meteoroide ter que passar assim tão rápido para evitar embater na Terra? Basicamente, para um meteoroide/asteroide/cometa embater na Terra, este tem que estar quase que em rota de colisão, ou passar mesmo muito, muito próximo da terra para que a deflexão da trajetória seja suficiente para este embater na Terra. Mas fazemos assim, sabemos que este meteoroide passou, no mínimo, a 0.001289 AU da Terra. A esta altura, a velocidade de escape é próximo 2 km/s. A ISS orbita a uma velocidade quase 4 vezes superior. A velocidade dos meteoros costuma ser no mínimo mais de 5 vezes esta, ou seja, a não ser que a trajetória seja de forma que este se encontre com a da Terra, aquela distancia a Terra não tem massa suficiente para “puxar” um meteoroide de forma a este embater nela.

      Uma pequeníssima parte do meteoro de Chelyabinsk embateu num lago, mas o de Tunguska não embateu na Terra. Este devido ao stress provocado pela atmosfera explodiu antes de atingir a superfície da Terra. A onda de choque é que causou a destruição da floresta.

  3. Hefesto,o Grande says:

    Poça,este “passa de surpresa” é que me deixou um pouco aflito,mas vá lá. 🙂

  4. Hefesto,o Grande says:

    Já agora,fala-se muito do “asteróide” de Tunguska(30 de Junho de 1908),mas acho que nada de relevante se achou a esse respeito.Em certas teorias dizem que foi outra coisa,falando-se até de um OVNI super maciço que se despenhou naquela região e que rebentou com aquilo tudo.Enfim… 🙂

  5. paulocorreia says:

    Os Russos tb se encontram envolvidos com asteroides?

  6. Redin says:

    Está explicado. Afinal a corrente de ar que senti hoje ao acordar, devia-se a isso.

  7. Oscar says:

    Nos filmes aparece tecnologia capaz de destruir estes objetos, será que é só ficção científica ou só inventamos armas para destruir população.

  8. Nuno says:

    Apenas uma correção este objeto celeste, bem como o de Cheliabinsk e Tunguska não eram asteroides, mas sim meteoroides. Asteroides são consideravelmente maiores.

    • Nuno says:

      Apenas uma correcção à minha correcção. Eu li o artigo transversalmente e fiquei com a ideia que este corpo era do mesmo tamanho que o de Chelyabinsk. Afinal não, era substancialmente maior. Maior o suficiente para este ser considerado um asteróide. Peço desculpa.

  9. Sujeito says:

    Alguém consegue explicar como é que um objecto deste género pode refletir luz da intensidade das estrelas circundantes?

    • Técnico Meo says:

      era do sol men, do sol

      • Charlinhos says:

        Como era do sol??? Esta nao apanhei??? Atao nao ves que era de noite e por isso que nao tenho net

        • Técnico Meo says:

          A luz que ele reflecte era do sol… Por isso é que o vez… Assim como vez a lua à noite e agora Venus, que também se tem visto muito bem no início da noite. Só a estrelas é q de teem luz própria e alguns objectos muito particulares para ti pode estar noite, mas conforme o ângulo e posição do planeta / objecto no espaço é iluminado pelo sol… Pela mesma forma que se visualiza a ISS à noite a cruzar o céu e alguns satélites não geoestacionarios.

        • Técnico Meo says:

          A luz que ele reflecte era do sol… Por isso é que o vez… Assim como vez a lua à noite e agora Venus, que também se tem visto muito bem no início da noite. Só a estrelas é q de teem luz própria e alguns objectos muito particulares para ti pode estar noite, mas conforme o ângulo e posição do planeta / objecto no espaço é iluminado pelo sol… Pela mesma forma que se visualiza a ISS à noite a cruzar o céu e alguns satélites não geoestacionarios.

        • Técnico Meo says:

          Essencialmente, tem a ver com a posição do objecto entre a terra e sol. Para ti pode ser noite, mas existem objectos no espaço que estão a ser iluminados pelo sol. Desta forma consegues ver a lua, a estação espacial internacional, alguns satélites, Vénus, muito bem a gora no inicio da noite. Só as estrelas e alguns objectos siderais muito particulares é que tem luz própria.

    • Helder says:

      Se passar perto o suficiente (neste caso, foi entre a Terra e a Lua) e for grande que chegue, então é fácil visualizá-lo no céu nocturno.

      Existem outras características que podem ajudar a reflectir mais luz ao observador (neste caso, nós na Terra), como por exemplo a sua forma e a sua composição química.

    • celso says:

      O pessoal entendido pode explicar melhor, mas deve-se à distancia.

  10. NT says:

    Carraio, já ouvi dizer (num post mais acima) que isso era coisa dos Russos… Mas a “surpresa” da nasa faz-me pensar que o pessoal que fala do planeta X pode ter alguma razão 😀 demasiado escuro para vermos o dito cujo.

    • Nuno says:

      Os asteróides, meteoróides, cometas são ordens de magnitude mais pequeno que um planeta. Embora pluto não seja um planeta, se este ocupasse a posição de marte, este seria visível. E mesmo que não fosse visível, as órbitas dos restantes corpos celestes iriam ser perturbados devido à sua massa.

  11. Rodrigo says:

    Terá sido mesmo um asteroide? Hmm

  12. censo says:

    Qualquer dia levamos com um e não sobra nada para contar!

  13. Paulo Lobão says:

    Ainda bem que gostam de astronomia.
    TODOS os dias são descobertos NEOs, uns passam mais perto outros mais longe uns são maiores outros mais pequenos. Nada de novo. Segundo as estimativas este era suficientemente grande para causar estragos consideráveis a nível regional! Por exemplo se explodisse no centro de uma cidade como Lisboa ou Porto os estragos seriam devastadores! Quanto à surpresa: os surveys que existem atualmente não permitem conhecer a posição de TODOS os objetos deste tipo (embora a deteção tenha sido grandemente alargada com a entrada em funcionamento do PS1 e PS2). E estes objetos são escuros e só os vemos quando refletem a luz solar! Se não estiverem numa posição espacial em reflitam a luz solar (para a Terra) só com câmaras IV os podemos detetar! E esse é um dos problemas para a não deteção mais antecipada! Mas existem outros….
    Cado queiram ver algum do meu trabalho nesta área: https://www.astrobin.com/users/paulobao/?view=table

  14. Edu says:

    Eles andam lá por cima .

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