Alemanha quer eliminar motores de combustão interna até 2030


Destaques PPLWARE

114 Respostas

  1. FAB says:

    Tretas!

    Muito simples, enquanto houverem carros a gasolina e gasóleo à venda, as pessoas vão comprar, porque carros 100% eléctricos é muito bonito, mas “ninguém” compra, porque tem medo, as massas são conservadoras.

    Em 2029 eles adiam a medida para 2035.

    Por isso, é só para inglês ver.

    Se um governo quer introduzir carros eléctricos em massa, não pode ser com proibições estúpidas impostas aos consumidores.

  2. MBP User says:

    Esta deve ser uma das poucas medidas vindas da Alemanha que terá o meu apoio como cidadão europeu

    • icepower says:

      não é inocente. UK, França e Alemanha têm todos empresas do ramo automóvel que exportam mundialmente. Nada melhor para um economia do que renovar totalmente os parques automóveis de todos os países da UE. No entanto acho que as energias verdes são o caminho, já quanto ao carro electrico tenho as minhas duvidas se são mais verdes do que o de combustão. Neste momento, isto está a ser puxado pela volatilidade dos mercados petrolíferos e não pela conservação do planeta.

  3. José Rodrigues says:

    Acho uma boa ideia, mas uma ideia no conceito de incentivar, pedir ou aconselhar que os outros países sigam e implementem o mesmo, o que é diferente de exigir/mandar. Não acho nada bem e contesto completamente a forma autoritária como a Alemanha o faz. Que o façam internamente, não é de todo mal feito e é com eles, mas exigir aos outros países que têm que fazer também já é pedir demais, não? A UE não é um país com uma soberania única e a Alemanha tal como os outros não são províncias que têm que seguir o que o seu próprio órgão de soberania exige. A Alemanha que mande no seu próprio país e deixe os outros países da UE decidirem por eles próprios porque cada país tem e sempre teve a sua própria soberania. Isto vale tanto para países dentro e fora da UE, Para os países que pertencem à UE uma das diferenças é serem obrigados a seguir as directivas impostas por decisão unânime e aprovada dos países que constituem a UE e não só o que um país como a Alemanha quer porque acha que manda e porque lhe interessa. A UE por causa dessa Merkel está cada vez pior está…. Isto um dia acaba mal… Foi por causa das uniões e posteriores desuniões que a 1 guerra mundial aconteceu….

  4. JBorges says:

    Ja vem tarde esta ideia, na Noruega e ja para 2020

  5. Zukuy says:

    so se a Mercedes, Volkswagen, Audi, Opel, Porsche e as outras construtoras deixarem 😀

  6. Sergio J says:

    Sei que sou chato, mas quem vai produzir e distribuir tanta energia? Uma coisa são meia de carros que não tem qualquer peso na infraestrutura outra é todos. Eu já coloquei aqui contas no passado. Portugal com pouco mais de 1 milhão de carros teria de produzir o dobro do que produz hoje. Além disso seria necessário reforçar drasticamente a infraestrutura de distribuição. Escalem isso a escala mundial e temos um problema grave tanto de matérias primas como ecológico dado o boom para a produção de metal.
    A solução nunca poderá passar por uma mudança radical de tecnologia. Terá de passar por uma partilha de recursos. Os veículos híbridos poderão ser o caminho mais lógico. Soluções partilhadas entre eléctricos, combustão interna, hidrogénio ou outras é algo muito mais realista. Agora dizer que vamos deixar de produzir veículos de combustão interna até 2030 é utópico e engana meninos.

    Gostava de relembrar duas coisas. Há uns 15-20 anos parecia que o caminho a seguir era o do hidrogénio. Os avanços das construtoras automóveis era muito maior do que agora no eléctrico, no entanto chegaram depois à conclusão que não era viável.

    Portugal teria um problema de produção, agora imaginem países como Alemanha ou França que dependem fortemente de outras fontes de energia que não as renováveis. Então a França…

    Continuem a chamar me velho do Restelo, mas façam coisas realistas com pés e cabeça. Não basta dizer que se quer mudar, é preciso saber como é se é viável.

    • Filipe Nunes says:

      a 15-20 anos não havia motores elétricos tão bem desenvolvidos como agora.
      as baterias igual… agora com a adição da tecnologia do grafeno carrega super rápido e dura muito mais.
      o hidrogénio é o elemento mais abundante no planeta! existe é toda uma força petrolífera que impede o avanço

    • sm says:

      Eu peço desculpa… mas que disparate é esse da falta de metal, de energia ?!?!?
      Não é preciso metal e energia para os híbridos e os obsoletos veículos de combustão interna ?

      • Sergio J says:

        Como duplicas a infrastructura de distribuição de energia eléctrica? A infrastructura está sobre dimensionada obviamente mas não para aguentar com tamanho a aumento de utilização.

    • Ricardo says:

      Sergio J, as infraestruturas que existem hoje durante a noite desperdiçam / não usam energia que se produz.
      Inclusive já se pensa usar para bombear novamente a agua das barragens a noite para as suas baías, para que durante o dia voltarem a produzir energia.

      No entanto se os carros na sua maioria estão parados durante a noite, acredito que esse impacto não seria tão grande.

      Também acredito que o conceito de automóvel e de autoestrada tem de ser revisto, e os carros eléctricos evoluírem para sistemas de mono-caril, em autoestradas ou estradas principais de grande fluxo. Era uma forma a não gastarem a sua energia e possivelmente fazer recarga.

      O sistema de mono-caril pode ser também uma forma de economizar percas aerodinâmicas ou mesmo ter piloto automático…. claro tudo é um mar de ideias e formulas verdes para melhorar o nosso ambiente e mobilidade.
      Antes de mais é preciso que os lóbis dos combustíveis fosseis acabem.

      Para mim uma ideia mais imediata,era existir um tamanho standard de bateria para todos os fabricantes. Quando estivesses numa estação de combustível / estação de carregamento poderes fazer um swap rápido (2 a 3min) de bateria.

    • Dedo Maroto says:

      Portugal teria um problema de produção? Fa shizzle ma frizzle? Distribuição sem duvida, produção não é mesmo o nosso problema.

    • luislelis says:

      Albania, Iceland, e Paraguay 100% da energia e renovável. Noruega 97%. Entendes de onde vira a energia?

      • alex says:

        paraguay? de onde tirou isso?, 80% da energia do paraguay vem do Brasil, da usina de itaipu, os outros que mencionou não sei, mas o paraguay não tem energia, não tem produção de nada em setor algum.

    • lmx says:

      A questão não é tanto por ai…
      A alemanha tentou por via da Força e quase foram exterminados..não deu a 70 anos atras..

      Ora a Alemanha não consegue concorrer com a Russia e outros Paises productoresde hidrocarbnonetos, porque pura e simplesmente não tem petroleo!

      A solução é avançar para o Electrico contrariando a venda destes productos…precisas de energia?
      OK, isso eles já podem vender!Queres centrais electricas, isso eles vendem , e electricidade também!

      Cheque mate! 😀

  7. Vito says:

    A Alemanha que tem um grande numero de centrais eléctricas alimentadas a carvão, para produzir energia e alimentar carros eléctricos.
    Muito ecológico. ..

  8. DSilva says:

    É boa ideia sim. Mas a puxar sempre para o lado de um país de topo que possui todo o avanço e detém a maior parte do monopólio tecnológico da europa. Ao ser aprovada uma medida destas a Alemanha tem a garantia de continuar na mó de cima no que toca ao sector automóvel.

  9. Jose Manuel Assunção Pinheiro Pereira says:

    A noticia, como é dada, encerra em si propria uma mentira tremenda, tendenciosa e seguidora dos novos lobies da escravatura moderna. De que adianta ter um carro electrico se essa electricidade esta a ser produzina numa qualquer central nuclear? – Num mundo em que se vive uma crise energetica, e sabendo que cerca de 80% desse consumo é feito por pouco mais de 23% da populaçao mundial, como implementar os carros electricos? – Que tamanho terao as centrais quando cada chines ou indiano quizer ter em sua casa um aparelho de ar condicionado? Que diferença para o ambiente fara o deixar de queimar os combustiveis fosseis em motores de combustao interna, para o fazer em gigantescas centrais termicas? – Que fazer ao chumbo ao cadmio e ao niquel das baterias quando estas ficarem exaustas no seu ciclo de vida? – Ja viram como sao extraidos estes minerais do solo? e que fazer com o lixo destes metais pesados? – Tenham juizo!

    • Daikoni says:

      Cada vez mais as energias são renováveis, sendo até a maior parte em grande parte dos casos (incluíndo no nosso país).
      E mesmo que 100% fosse produzida em centrais nucleares, não o é, mas mesmo que fosse, continua a fazer sentido carros eléctricos. A eficiência de um motor de combustão interna não ultrapassa os 30%, já de uma central nuclear a eficiência é muitoooo superior.
      Quanto às baterias presentes nos carros eléctricos, não são feitas de nickel, nem chumbo, nem etc. São lítio, e é quase 100% reciclável.

      Falta de conhecimento é uma coisa, ninguém sabe tudo nem está informado de tudo, mas não critiques sem conhecimento de causa.

      O único problema dos eléctricos para já, é autonomia, postos de carga, e preço das baterias (que aumenta preço inicial do carro).
      Em tudo o resto, é muito superior.

    • luislelis says:

      Existe uma lei na maioria dos países produtores dessas baterias para Q sejam 100% recicláveis assim como os carros Q conduzimos tb já estão perto dos 100%.
      A Informação é grátis e deve ser usada, basta um click.

  10. Daniel says:

    Quero ver é depois quem é que vai comprar carros a 40000€ em portugal. Sim, porque um electrico de cama media nao custa menos do que isso.

    • theboice says:

      tem de acrescentar a mensalidade das baterias de pelo menos 75 euritos

    • sm says:

      Antes de mandar praquí postas de pescada, eu ia ver primeiro quanto custam os actuais, que não são protótipos, que estão REALMENTE à venda neste momento.
      Vai ficar surpreendido, mesmo sem aluguer de bateria!
      …se juntar a isso o que poupa ao fim de 5 anos, por exemplo, vai ver quão paradoxal é o seu raciocínio.

  11. chico a peadl says:

    Na holanda 2025

  12. Romeu says:

    O grande problema para o consumidor ainda é o custo das baterias e a sua durabilidade (outro lobby?)
    A autonomia deverá continuar com a evolução tecnológica e com a concorrência.
    Em termos mecânicos, a manutenção é muito mais barata e (ainda) não pagam IA…
    Um futuro próximo para a maioria?
    Cumps

  13. AM says:

    Subir e descer montanhas com baterias electricas?
    Energia atómica?
    Acredito que seja um motor de arranque mais evoluido, mas não acredito em gambuzinos.

    • wbcat says:

      Caro AM,

      Espero que -se informe sobre este tema. Aquilo que diz não faz sentido. Vou-lhe dar dois exemplos, o resto terá de pesquisar por si: Tesla Model S P85D (até 450Km de autonomia (depende da bateria que se comprar)) com potência equivalente a 700 cv – dois sistemas elétricos, um com 213 cv montado no eixo dianteiro e outro com 477 cv que funciona ligado ao eixo traseiro. E outro exemplo de um carro elétrico de gama “normal”: Nissan Leaf (Testado pela Auto Sport cá em Portugal: Autonomia de 250Km – “foi possível irmos de Lisboa a Montejunto, subir e descer a Serra, e chegar a Lisboa com cerca de 70 Km nas baterias.” Motor equivalente a 109CV.

      Não vejo problema nenhum com “Subir e descer montanhas com baterias elétricas?”

      Esse mito já não existe.

      • AM says:

        Muita parra e pouca uva.
        Pense na operacionalidade do dia a dia, e deixe as corridas de automoveis para outro filme…

        • wbcat says:

          Quem é que aqui está a falar em corridas? O Sr. alega que os carros elétricos não têm potência para subir a serra, eu dou-lhe dois exemplos de ambos os extremos em termos de acessibilidade, fica ao critério de cada um, querer/ poder ter um Tesla ou um Nissan Leaf (que foram os exemplos mais frescos na minha memória que consegui, mas apresento-lhe muitos mais) A equivalência em CV, foi para o Sr. perceber que os carros elétricos têm mais potência (para a autonomia) do que parece á primeira vista, que são bem capazes de (como o exemplo que dei, de um teste realizado em Portugal) transportar as pessoas como qualquer outro carro, digo-lhe mais, tenho colegas no local de trabalho que já conduzem carros elétricos e ainda não ouvi uma única queixa. Um deles até já fez a viagem de Lisboa a Faro num e de Lisboa ao Porto, bem planeada e não foi a andar devagar. Eu não estou aqui para convencer ninguém, achei apenas que os seus comentários foram muito “do contra” baseados em informações desactualizadas. Enfim.

      • luislelis says:

        Finalmente alguém que se informou e não disse disparates. Obrigado por mostrares Q existe gente inteligente.

  14. MLopes says:

    excelente medida! o horizonte temporal poderia ser mais curto mas é melhor do que nada. espero que portugal siga no grupo da frente dos incentivos ao fim dos motores de combustão

  15. AM says:

    Os CTT tem carrinhos eletricos, mas é só para andar a direito e a descer…, e é quando as baterias estão carregadas. Já vi uma carrinha dos correios a recolher um carrinho eletrico, por falta de pilhas…
    Então?

  16. Pedro says:

    Já pensaram no que vai acontecer com o fim da venda dos produtos petrolíferos, uma das maiores fontes de receita do orçamento de estado? os impostos vão ser deslocados para a electricidade o que vai provocar um aumento brutal da factura para o consumo domestico. O estado não quer saber do ambiente quer é lucro não vai deixar passar esta oportunidade de passar a conta da electricidade domestica para o dobro ou triplo.
    Desde quando um estado vai conceder um incentivo numa operação ruinosa para a coleta… dá que pensar

  17. Luis says:

    Vindo da alemanha, diria que há por aí lobbies da industria para colocar a vender tecnologia do grupo VAG. Não acredito em boa vontade nem preocupações ambientalistas dos alemães. Não foram eles que andaram a forjar os resultados das emissões durante anos???
    Quanto à medida em si, só peca por tardia.

  18. rui says:

    Esta dos elétricos serem amigos do ambiente é muito bonito mas só um nabo ou uma pessoa de mente pequena (que não vai longe no raciocínio) é que acredita nisso. Claro, não tem emissões. Mas quando é fabricado? O que é usado? De onde vem a energia para o carregar, e mesmo para o produzir? Ninguém liga a essas coisas. Já para não falar, que quando o seu uso for massificado, por cá, a fatura da eletricidade vai ser de chorar e viver à luz das velas. Não acreditam? “Fiem-se na virgem e não corram”. Os carros elétricos apenas vão servir para encher os bolsos de empresas de chulos e ladrões, e os próprios chulos e ladrões.

  19. Carlos says:

    Devia ser era ja’ em 2018.

  20. Anti-obnóxios says:

    Há uma questão, que está a passar completamente ao lado. O carregamento!
    A massificação dos postos de carregamento, teria que ser exponencial. Imaginem o numero de carros, que abastecem diariamente numa bomba; em escassos minutos ta pronto. O mesmo timming, será impossível nos carregamentos elétricos, o que irá gerar congestionamentos brutais. Mesmo com a evolução do processo.
    É verdade que, depois podem carregar em casa (o carregamento público não continuará a ser gratuito) e dispensar a rua, mas para além de não ser suficiente para todos, há a questão logística. Convém ter garagem.
    Quem n tem ( e em Portugal p ex., ainda ha uma elevada percentagem que n possuí, assim como tendo mais que um carro, a maioria das vezes o segundo tem de ficar na rua), vai andar com extensões de centenas de metros ( e mesmo assim pode não chegar), através das janelas, para fazer um carregamento completo durante a noite (para além de impraticavel, com a vadiagem que há, é assustador).
    E mesmo quem tem garagem, mas coletiva (condominios, talvez a maioria), vai ser uma guerra, para se individualizar o consumo; parece simples, a colocação de contadores ( se é que isso será suficiente, pode depender do tipo de instalaçao), mas depois a experiencia demonstra, que o bom senso, nunca prevalece. Custos de instalaçao p ex. o condominio atirará pos condominos, estes dizem que sera um equipamento do condominio e apenas querem pagar os consumos e mesmo estes, para quem está habituado, a que todo o consumo dos espaços comuns, seja tb comum, terá resistencia e aqui não contam as permilagens, depois, uns querem outros não, enfim o costume.
    No fundo, há aqui muito mais, que uma mera evoluçao tecnica dos automoveis.

    • diamantino says:

      São boas perguntas?
      Mas talvez com a evolução das baterias e sistemas de carregamento consigam diminuir o tempo de carregamento.
      Algo parecido com o que aconteceu nos telemóveis.
      Que agora em apenas 30 min carrega 50%.
      Mas mesmo assim mesmo que um carregamento seja de 10 min. Ainda vai haver muito confusão, como disse!

  21. Njss says:

    Então e quem não quer um carro eléctrico por as baterias não serem fiáveis, altamente poluentes e com preços de substituição absurdos?

    • sm says:

      Anda a pé!
      Ou de transportes públicos, como o meu caso.

      • Njss says:

        Para fazer 200 km por dia não dá muito jeito.

        • sm says:

          Eu faço desde Vila Franca de Xira até Sintra todos os dias.
          De comboio + bicicleta.
          Se o fizer de carro, 1300 diesel, tenho de encher o depósito todas as semanas + ou -…
          Se tivesse um elétrico para mim, podia vir sempre de carro pois ainda ficava mais barato do que o passe (excluindo as portagens).

          • Njss says:

            ficaria? por exemplo um i3 base custa 38 mil euros, mudar as baterias custa 20 mil, não teem a mesma garantia do carro. Já vi um Sr em Lisboa um bocado indignado com isso porque mandou um i3 com 60mil km para a sucata porque lhe pediram 22 mil euros para mudar as baterias. 🙂

          • Miguel says:

            Experimenta passares da segunda mudança da próxima vez, vais ver que gastas menos que isso

          • sm says:

            Não acredite nisso.
            Parece que isso foi uma “xico expertisse”.
            Essa história do I3 tem muito que se lhe diga…

          • Njss says:

            pois, não sei… os factos são :
            o i3 leva 8 modulos, cada modulo anda na casa dos 2000 euros, mais mão de obra…. é fazer as contas, não anda muito longe dos valores dessa historia, a diferença é que nesse também tinham de mudar alguma cablagem. mas não sei, o que sei é que não quero um, nem mesmo obrigado. (tb já respondi ao outro comentário…. mas não foi validado não sei porque…)

          • sm says:

            Pois.
            Mas, aparentemente, aquele carro terá sido comprado na “candonga” e, ainda por cima, tinha sido vítima de um acidente de viação.
            Também não é claro o motivo/necessidade da troca da bateria.
            Aquele sr. sabe usar este tipo novo de carros ?

          • Traveller says:

            Nissan Leaf 27000€ bateria com garantia de 8anos ou 100000km
            preço bateria nova 5000€ nada do que diz anda perto da verdade NJSS
            A historia do I3 foi importado da Alemanha onde esteve um acidente e foi dado pela BMW como perda total sucata.
            Quando não se sabe mais vale estar calado.

          • luislelis says:

            A bateria do i3 tem 8 anos de garantia. E o carro saiu à menos de 8 anos. Re conta a história mas agora com a verdade

          • Marco says:

            Njs: a marca já disponibilizou o histórico do carro, que foi dado para abate na Alemanha, entre outras coisas.
            O sr no final veio dizer que arranjou o carro substituindo um fusível. Esta história está muito mal contada, cá para mim alguém queria um carro novo indo buscar um a uma sucata, não pensou que a BMW cruza-se a informação entre países.

          • Njss says:

            A bateria do i3 tem 8 anos de garantia ou 100 mil km, ou seja tem 8 anos de garantia se não andares com o carro? ou seja das 38 mil euros pelo carro 100mil km depois podes por 20 mil euros de lado? Se tudo corresse mal esse carro para mim em 6 anos poderia ficar potencialmente em 78 mil euros. Uma alternativa super fiavel

          • Njss says:

            @Traveller”: Nissan Leaf 27000€ bateria com garantia de 8anos ou 100000km
            preço bateria nova 5000€ nada do que diz anda perto da verdade NJSS
            A historia do I3 foi importado da Alemanha onde esteve um acidente e foi dado pela BMW como perda total sucata.
            Quando não se sabe mais vale estar calado.
            Sim concordo, por isso é que não falei mais do i3, vocês estão muito mais bem informados nessa matéria. xD
            Relativamente aos carros eléctricos (que neste caso era o i3)o que é que eu disse que não anda perto da verdade? já agora… as baterias da Nissan não teem limite de quilómetros.

          • Njss says:

            peço desculpa, a bateria do leaf afinal tambem tem limite de quilómetros… são 100000 ou 160000 km dependendo do plano com protecção até 25% de perda ou 100000 km 🙂

      • JaMendes says:

        Onde é que há os transportes públicos?? Só se for em algumas cidades. Onde eu vivo quem “quiser” trabalhar tem que ter um meio de transporte próprio. Em minha casa somos 4, são 4 carros(velhos) 1 para cada,era tão bom se houvesse transportes públicos por aqui!!! Há pessoas que pensam que tudo vive em Lisboa….

    • sm says:

      Altamente poluentes ??!?!
      Onde viu isso ?

      • Njss says:

        Em muito lado… lá por que são de litio não são poluentes? E a produção e reciclagem?(destruição)?
        Actualmente não e possivel reciclar as baterias a 100% porque não da lucro, nem existem empresas que o façam. 30 ou 40 % devem estar algures enterradas na China lol,
        Não se conhece suficientemente bem os efeitos do lítio e outros metais usados neste tipo de baterias para o ambiente…
        Está a chegar o natal, também acredita no Pai Natal?
        Depois tem também o poluição associada ao aumento do consumo de electricidade.
        Pesquisa rápida: https://www.theguardian.com/vital-signs/2015/jun/10/tesla-batteries-environment-lithium-elon-musk-powerwall

      • sm says:

        @Njss
        Caso não saiba, fique sabendo que as baterias têm um nível bastante elevado de reciclagem.
        O facto de o serem, é de longe mais ecológico do que a emissão de poluentes e gases tóxicos para a atmosfera.

        • Njss says:

          pois teem, são recicladas em aterros na China. E não são menos poluentes que as baterias convencionais no sector automóvel por esse motivo, é porque não contem metais pesados.
          Neste momento ainda pouco se sabe sobre o que é que o lítio e os outros componentes podem causar no ambiente e corpo humano, neste momento existem poucas empresas a fazer a reciclagem deste tipo de baterias, porque é difícil e dá pouco lucro. já expliquei isso, mas como o comentário tinha links não fui publicado…
          procure no Google por “Tesla’s new batteries may be harder on the environment than you think “, procure por artigos científicos relacionados com o tema, exploração do lítio e da reciclagem de baterias deste tipo e respectivos efeitos…

    • Traveller says:

      Não serem fiáveis por isso tem 8 anos de garantia nissan 10 anos de garantia Tesla, mas não são fiáveis, tanta ignorância. poluentes são 90% recicláveis.
      Só quando tiverem a agua nos pés apos o degelo se comece a fazer luz nessas cabecinhas ocas.

      • Njss says:

        e sabes o que cobrem essas garantias? quais são as limitações? sabias que as baterias perdem eficiência? Quando as baterias só acumularem carga para 50km vai lá substitui-las pela garantia. Sabes quanto custa substituir as baterias? Não são poluentes porque são 90% recicláveis? Olha… cuidado não te afogues. 🙂

  22. Alvega says:

    “A Europa pode assim, “” abrindo as portas aos veículos alimentados por energias limpas e amigas do ambiente.”, isto nao é verdade, Sublinho e AFIRMO.
    A medida em si nao passa de POLITICA, acabam com umas guerras por causa do petróleo, começam outras, pelas TERRAS raras, pelas ligas Nobres e pelo Litio, grafeno ou que seja.
    Se verdadeiramente estivessem preocupados com o AMBIENTE e com a mae TERRA, entao os srs da Alemanha e França nao iam montar novas fabricas de pópós na China, como vai acontecer brevemente; isto porque devido há dimensão do mercado o efeito poluidor num só pais vai sobrepor-se ao resto.
    Para mim é uma medida inteligente sim, mas para criar mercado, que está saturado e em baixa de consumo de tecnologia actual. Nao tem nada que saber, vao subsidiar, incentivar, e coisa etal, quando existir em grande nº devido a quebra de receita de impostos nos convencionais vao carregar nos eléctricos e la voltamos de novo ao mesmo, querem la saber do ambiente.
    Onde estava a Preocupação da Alemanha, França, e quejandos, pelo ambiente quando andam há anos a ALDRABAR as emissões produzidas pelos carros que IMPINGEM aos compradores pelo mundo fora?
    Será que também vao obrigar a Grã-Bretanha a “papar” estas tangas ?
    Portugal, vai reconverter a Auto-Europa para produzir carros elecricos ?
    Em caso de nao reconversão da Auto-Europa, vai Portugal seguir “cegamente” as “ordens” emanadas da pátria dos NAZIS ?
    Qual vai ser o proximo pais a abandonar a uniao Europeia? Por estas ou outras razoes IMPOSTAS pelos NAZIS, que noticia de oje mesmo se protegeram entre si durante anos no sistema de justiça no pos-guerra ?
    Esta conversa, faz lembrar-me da discussão publica, e debates sem nº sobre a alternativa há PORTELA, seja Montijo ´+1, Alcochete, Ota, o que é facto é que passados tantos anos, e com uns “JAMAIS” misturados continua tudo na mesma como a lesma.

  23. Nuno says:

    Coincidência, uma medida que “aparece a jeito” de uma determinada marca de automóveis alemã, que fez uma mega aldrabice e não tinha maneira de sair dela!
    Se não tivessem descoberto a mega aldrabice da VW, de certeza que ninguém colocaria a hipótese de acabarem com veículos a gasolina ou diesel, porque se assim fosse, não andavam a inventar as normas “Euro 5, Euro 6 e por aí em adiante estes anos todos… simplesmente já tinham definido uma data (toda a gente sabe do aquecimento global) para terminarem com a produção desses veículos e isso obrigava os fabricantes de automóveis a terem de desenvolver veículos não poluentes com muito mais brevidade do que têm feito até agora!
    Está mais que visto que esta “medida pró ambiental” só tem um objectivo a curto prazo… salvar a VW (no futuro, logo se verá se o ambiente também ganha alguma coisa com isso)!

  24. João Santos says:

    Para mim motor a gasolina acabou em 2016. Esta medida tomei eu como cidadão em 2016 e nunca mais terei um carro a gasolina ou diesel. Apesar de ainda haver algum constrangimento no que respeita a autonomia e postos de carregamento estou muito feliz por ter tomado a iniciativa de adquirir um veiculo 100% eléctrico. O próximo que adquirir também será eléctrico ou a hidrogénio. Quem quiser continuar a poluir as cidades seja poluição sonora ou atmosférica então que pague, pague e muito mais caro o IUC e as taxas de combustíveis. Muitos discordam ? pois bem temos pena. O carro eléctrico também polui porque é preciso geral energia, sim é verdade, mas o veiculo eléctrico alem de ser muito mais eficiente a consumir essa energia pode carregar à noite quando a energia produzida e não consumida actualmente provem da geração eólica.
    Só tenho a dizer que esta medida aprovada na Alemanha devia entrar já em vigor. Por mim todas as viaturas a diesel sejam particulares ou taxis que andam pelas nossas cidades deviam ser banidos ou abatidos já.

  25. T says:

    Como diria o meu professor de termodinamica: “Vão sonhando…”

  26. JaMendes says:

    Se repararam as células de hidrogénio também podem ser utilizáveis, não são só baterias…

    • Njss says:

      Exactamente, se investissem em hidrogeno e trabalha-sem para encontrar maneiras mais fáceis de sintetizar hidrogénio é que eram espertos… e o subproduto da combustão de hidrogénio é agua… que também parece que temos muita… Podíamos nos deslocar e ainda produzíamos agua… mas não… bora investir em carros eléctricos com baterias de lítio super recicláveis…

      • diamantino says:

        E o hidrogénio ainda não está esquecido!
        O Japão ainda está apostar nessa solução.
        Alias eles estão a pensar em preparar a cidade olímpica preparada para receber carros a hidrogénio.
        Acho que enquanto a Europa está a apostar no eléctrico o Japão vai apostar no hidrogénio.
        O único problema no hidrogénio é o processo que ainda é dispendioso para o obter e armazenar.

        ps. O processo consiste em electrolise.

        • Filipe Nunes says:

          o sr. professor não estudou bem a coisa.
          overunity existe e comprova-se.
          o hidrogénio não tem que se armazenar é feito on-demand na viatura.

          • diamantino says:

            Acho que posso estar enganado mas:

            O armazenamento do hidrogénio na sua fase gasosa é feito em tanques comprimidos, tal como acontece com o Gás Natural Comprimido utilizado em alguns carros pela Europa fora. No automóvel, o armazenamento é feito da mesma forma, com tanques de menores dimensões, mas ainda assim ultrarresistentes a impactos, pressão e temperatura de forma a garantir a imprescindível segurança. Para desencadear a reação química capaz de gerar trabalho, o hidrogénio é conduzido para uma espécie de caixa (célula de combustível) onde entra em contacto com o oxigénio captado através de entradas de ar de generosas dimensões.

            Exemplo de carros FCV (Fuel Cell Vehicle) que usam esse sistema:
            Honda Clarity
            Toyota Mirai

            Por isso é necessário adaptar, logo acarreta custos.

            Mas pode haver outros sistemas sempre a evoluir.

  27. Woot! says:

    É tudo muito bonito mas assim que estiverem massificados deixam de existir benefícios. O estado não brinca em serviço.

  28. João Santos says:

    2017 vai ser o ano de viragem, o Opel Ampera-e com 400km de autonomia a 30 mil euros e outos como o da Renault… E para quem não tem dinheiro não tem desculpas porque no mercado de usados já se compra o Leaf por 15 euros ou menos. A malta queixa-se dos preços e impostos da gasolina e diesel mas depois não procura alternativa. É claro que os benefícios do estado agora são muitos mas um dia acaba por isso é aproveitar !
    E para quem disse ” Vão sonhando” meu caro sonhar faz girar o mundo, veja a evolução desde o Ford modelo T até ao Tesla P100 atual isto em apenas 100 anos. Vale a pena sonhar mais alto !

  29. Filipe Nunes says:

    sr diamantino, não está enganado não, é como disse. mas isso é o sistema de celula de combustivel para veiculos electricos.
    eu falo de veiculos de combustão interna a funcionar a água( estado mais seguro e abundante do hidrogénio).
    electrolise feita on-demand “conforme o motor necessita.”

  30. João Neves says:

    Se for imposta a meta de 2030 e se o mercado de petroleo descer a um nivel que não é rentavel a sua exploração, estamos mal 🙁 . Só não estaremos se nessa data tivermos camiões, maquinas agrícolas entre outra maquinaria pesada, que recorre a motores de combutão interna. Ter um carro eléctrico para ir ao supermercado e ter as prateleiras vazias porque não ha abastecimento é mau.

  31. Alex says:

    Eu particularmente, acho que essa modinha de motores elétricos está relacionada a grupos de investidores que desejam ganhar muito dinheiro com a reinvenção do veículo elétrico (sim, não é coisa nova).
    Os elétricos, realmente trazem a única vantagem (ao meu ver) de não poluirem o local que rodam, mas, possuem inconvenientes sérios que devem ser levados em consideração, senão vejamos:

    1) São carros movidos a batrias, onde atualmente, o material utilizado na sua fabricação é prioritariamente o Lítio. Para quem não sabe, a mineração deste elemento químico é extremamente poluente, da mesma forma que, seu rejeito (baterias velhas, por exemplo) absolutamente tóxico. Há diversos videos pela internet que mostram esse produto pegando fogo espontaneamente em contato com o ar, quando uma pilha é perfurada… Imaginem um indivíduo sendo carbonizado ou intoxicado numa simples colisão?

    2) Os campos magnéticos gerados pelo motor, fiação e a dita bateria são algo que o Poder Público tem ignorado ao influenciar os cidadãos aadquirirem esses veículos. Imaginem uma pessoa todos os dias sentada em cima de uma bateria (geralmente ficam debaixo dos assentos) ou com cabos de alta tensão passando ao seu lado, ou até mesmo, posicionado atrás de um propulsor onde voltagens altíssimas estão sendo geradas ali? Radiação eletromagnética está relacionada a diversas doenças (estudos apontam nesse sentido). Há casos relatados de pessoas serem eletrocutadas em acidentes de trânsito , em função das altas correntes existentes nesse tipo de veículos. Dessa forma, de que adianta conseguir o selo de emissão zero,parcela significativa da população (que andam de carro), estará sofrendo de doenças graves causadas por esses mesmos automóveis? É trocar uma problema por outro (até pior).

    A solução mais razoável, no meu ponto de vista, seriam os motores a combustão que já temos hoje (comprovadamente seguros) movidos a hidrogênio, por exemplo (mas podemos desenvolver outros combustíveis ecologicamente corretos). A BMW, por exemplo, já produziu esse tipo de veículo, porém, misteriosamente, interrompeu a sua produção. O único produto da queima desse combustível é a formação de gotículas de água. Dessa forma,se um automóvel convencional produz uma quantidade equivalente a “10X” de poluição atmosférica, uma “hidrogenado” produziria apenas “1X” ou menos, pois devemos levar em consideração de que motores á explosão utilizam lubrificantes. A qualidade do ar ficaria próxima daquela que se respira no campo… Ou seja, algo excelente!
    Então, a despeito de tudo isso, deixaríamos a escolha nas mãos do consumidor: adquirir um veículo elétrico e se expor aos seus riscos secudários (que ninguém diz nas propagandas) ou adquirir um carro a combustão interna que roda com hidrogênio e polui quase zero?

    Fica a pergunta.

  32. Alex says:

    Precisamos refletir bastante, para não sermos manipulados por esse lobby de quem quer vender seus veiculos elétricos.

    • sm says:

      ?!?!?!?
      Lobby ???
      Muitos deles nem queriam vender carros desses… até terem chegado à conclusão de que estão a perder muito para os que os fornecem.
      Venham eles, já fazem cá muita falta e ainda há muitos cancros para substituir.
      Temos de mudar, rápido.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.