PplWare Mobile

A Europa também quer uma idade mínima para a utilização das redes sociais

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. Joao says:

    Eu concordo que as redes sociais sao um vicio nao só para as crianças como para os adultos. No entanto a velha europa continua colocar regras em tudo e todos apenas por ideologias politicas. Uma coisa é proibir utilizacao de telemoveis em escolas, outra coisa, é proibir um producto em casa de cada um. Este é o grande problema. Os meus filhos tem 11 e 8 anos e nenhum deles tem redes sociais, e tem o telemovel que eu decidi dar, nao passam horas nas redes sociais porque os pais acham que nao é benefico. Na minha opiniao é uma questao de liberdade e de educacao. Se os pais nao querem que os filhos tenham redes sociais tem de os educar. O problema é que custa muito discutir os assuntos com os filhos fica mais facil ser o “estado” a tirar mais uma liberdade e controlar ainda mais as pessoas. O que eu noto é cada vez sou menos livre é proibir tudo e devemos ser os “cordeirinhos” que fazemos tudo que nos mandam. As pessoas devem ser livres de escolher o bem e o mau, as pessoas tem de ter responsabilidade.

    • Maçã podre says:

      o problema é esse,educar requer tempo e ninguém o quer perder hoje em dia

    • José F says:

      Concordo com o João.

    • says:

      Concordo que qualquer proibição terá que ser muito bem pensada, se não facilmente entramos na limitação indevida de uma liberdade, mas…

      E se a pessoa adulta não tiver a devida responsabilidade?
      E se os pais de duas crianças, por exemplo de 8 e 11 anos, não quiserem saber do desenvolvimento adequado dos filhos? Crianças vidradas no ecrã são muito mais fáceis e dão muito menos trabalho…
      E se os pais dessas crianças até forem tão bons pais quanto conseguem ser, mas nunca perceberam o problema de expor os filhos a estes conteúdos?
      E se essas crianças conseguirem enganar os pais e acederem na mesma?
      E se, por não ser proibido, a maioria dos amigos tiverem acesso? Será que os filhos dos pais responsáveis se vão sentir excluídos? Será que vão tentar contornar a proibição dos pais?

      Então e o cinto de segurança obrigatório? É uma limitação da minha liberdade? Provavelmente, em caso de acidente, a falta do cinto só me magoa a mim…
      E o capacete quando ando de mota? A falta dele só me magoaria a mim…
      E as drogas que são proibidas? É uma limitação da minha liberdade não poder consumir aquilo que quero?

  2. Max says:

    Não é idade mínima de 16 anos! É:
    “idade mínima digital de 16 anos, harmonizada a nível da UE, para se aceder às redes sociais, às plataformas de partilha de vídeos e aos robôs de conversação de IA, PERMITINDO O ACESSO DOS JOVENS entre os 13 e os 16 anos COM O CONSENTIMENTO PARENTAl.”
    Convém fazer distinções: crianças são os menores de 13 anos; adolescentes ou jovens são desde os 13 até atingir a maturidade. Convém fazer a distinção e o que é proposto pelo Parlamento Europeu parece-me equilibrado – as crianças (mesmo) não terão acesso. A partir dos 13 anos (que é a idade atual prevista na UE, embora não seja feito o controlo) – depende do consentimento dos pais.
    Qual pode continuar a ser a questão nisto? Se os pais não quiserem impedir, tal como acontece atualmente, pode continuar a haver numerosas contas de crianças a partir dos 10 anos, e mesmo dos 7 anos de idade.

  3. guilherme says:

    As criancinhas mais uma vez a servir como desculpa para controlarem a população para saberem quem é quem online e o que escrevem.

    Muitos adultos não fazem ideia que ao meterem isto em vigor eles próprios vão ter que começar a dar prova pela internet de quem são…

    • Max says:

      Não é – de quem são – é – que idade têm.
      São coisas muito diferentes.

      • narsucedo says:

        O Max julga mesmo que a idade não será associada a um determinado perfil e, se “necessário” numa qualquer investigação (não necessariamente judicial/criminal), o perfil à própria pessoa?

        • Max says:

          O que a UE anunciou foi que quer manter a privacidade, ou seja, só quer comprovar a idade por plataformas: “13 anos ou mais”, “16 anos ou mais”, ( ou “18 anos ou mais”.).
          Pelo que a UE anunciou, com a nossa Chave Móvel Digital não havia dificuldade nenhuma:
          – vou à CMV e obtenho um código “16 anos ou mais”
          – abro uma conta no Facebook e insiro esse código
          – o Facebook vai ao sistema e valida o código e não mais do que isso. Não tenho que me identificar.
          A questão põe-se de outra maneira – o filho que pede ao pai: “Ó pai, ó pai, dá-me aí um código de adulto que quero abrir conta no Face”. Quem diz o pai diz outro adulto pessoa qualquer.
          Se abro uma conta e me chamo “José Maria Francisco” ou “Maria José Francisco” a UE não quer saber. Ficando a meio caminho, sempre melhora em relação a situação atual, em que não há controlo da idade para um controlo de idade “assim assim”., que pode ser burlada. Na Austrália, o que pretendem é que os sites criem sistemas de “controlo razoável da idade” (que até pode ser por estimativa da idade por software, usando a câmara de um equipamento. Não está prevista uma identificação rigorosa, oficial.

  4. MegaDrive says:

    Deveria era ser ao contrário. Redes sociais só para jovens e os adultos que vão para a rua protestar quando têm problemas…

    • Max says:

      Há sites com uma versão normal (YouTube) e o YouTube Kids. Na Austrália proíbem o acesso ao YouTube (e mais 9 redes sociais e de partilha de streaming, sem querer saber de consentimentos parentais) mas não ao YouTube Kids.
      Ao contrário do que às vezes se quer fazer crer, isto não é “larguem os ecrãs e vão brincar à apanhada”, procura-se, mal ou bem, ter em consideração os conteúdos.

  5. Factos says:

    A corru…imponente e confiável europa sempre na vanguarda.

  6. Nuno Silva says:

    Um dia destes, vamos ter chips implantados nos olhos e na pele para aceder ao digital e estes ainda querem colocar limitação na evolução. Ideias de velhos do restelo. O mundo está a evoluir a um ritmo vertiginoso. A informação nunca correu tão rápido e nestas quantidades. Faz parte da evolução do mundo. E vamos estar a limitar o acesso, neste caso dos miúdos, àquilo que é cada vez mais o futuro. Já estamos 40 anos atrasados em relação aos países mais evoluídos. E pelos vistos vamos ficar cada vez mais atrasados. Tenham mas é juízo.

  7. PJA says:

    Muito bem, é para limitar. As redes sociais perderam o estado de graça que usufruíam.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.