5 razões para escolher o autoconsumo energético em Portugal
Em média, as famílias portuguesas gastam entre 70€ e 80€ em eletricidade todos os meses. Contudo, a possibilidade de produzir, consumir, e até mesmo vender a própria energia permite não só reduzir a fatura elétrica mensal como reduzir o desperdício de eletricidade.
O autoconsumo energético é uma escolha cada vez mais popular em Portugal e tem um enquadramento legal positivo, contando com vários incentivos e opções de autoconsumo. Antes de aprendermos mais sobre como funciona, vamos olhar para as 5 principais razões pelas quais vale a pena considerar esta solução para a sua casa.
5 motivos para escolher o autoconsumo energético
Estas são as principais vantagens da incorporação do autoconsumo energético:
- 1: Poupança mensal - Produzir a própria energia leva a uma diminuição da fatura elétrica mensal, permitindo poupar centenas de euros todos os anos. Para além de permitir que consumidores sejam menos dependentes da energia produzida em rede, o autoconsumo energético também lhes oferece a possibilidade de vender energia produzida em excesso.
- 2: Menos emissões - A adoção do autoconsumo energético contribui para reduzir o impacto ambiental do consumo elétrico, levando a uma redução das emissões e da pegada de carbono da sua casa.
- 3: Valorização imobiliária - Ao instalar, por exemplo, painéis solares na sua casa, está a contribuir diretamente para a sua valorização, sendo que a eficiência energética potencia o valor do seu imóvel.
- 4: Opções comunitárias - É possível recorrer ao autoconsumo energético em planos partilhados com vizinhos, o que fomenta a noção de comunidade e permite poupanças adicionais por via do uso de infraestrutura centralizada.
- 5: Preços menos voláteis - O autoconsumo energético também permite que os consumidores estejam menos vulneráveis às flutuações de preços de serviços elétricos, evitando gastos extraordinários nos períodos em que o preço da eletricidade aumenta.
Para além de vantajoso, o autoconsumo energético oferece bastante flexibilidade aos consumidores, que podem escolher entre opções de autoconsumo solar (painéis fotovoltaicos), de energia aerotérmica (bombas de calor), ou ambos.
Soluções de autoconsumo energético
Existem várias soluções de autoconsumo energético solar em Portugal, com destaque para:
- Painéis solares individuais: Instalados, geralmente, no telhado da sua casa, para consumo e armazenamento individual de energia;
- Autoconsumo com baterias: Permite uma gestão ainda mais eficiente da energia produzida, especialmente durante o período da noite;
- Opções coletivas: Refere a aplicação comunitária do autoconsumo energético, geralmente em prédios ou pequenas comunidades.
Alternativamente (ou em conjunção com), os portugueses também podem reduzir o seu consumo energético mensal ao optar por energia aerotérmica, que usa bombas de calor para extrair calor do exterior e usá-lo para, por exemplo, aquecer a água da casa.
Como escolher a melhor solução de autoconsumo energético
Para instalar painéis solares na sua casa, considere critérios-chave como:
- A qualidade dos painéis, incluindo detalhes como a garantia ou o preço de manutenção;
- Os incentivos legais à instalação dos painéis em Portugal;
- As condições físicas da sua própria casa, com destaque para a exposição solar do seu telhado;
- As necessidades de consumo energético do lar (os painéis devem estar adaptados às dimensões da sua casa e exigências de consumo da sua família).
Relativamente à energia aerotérmica, preste atenção a fatores como:
- O tipo de bomba de calor utilizado;
- O isolamento atual da sua moradia;
- A possibilidade de associar a sua bomba de calor a sistemas de aquecimento ou produção de energia já instalados na sua casa.
Contexto legal em Portugal
O papel do autoconsumidor e os detalhes relativamente à exploração do autoconsumo privado e coletivo estão definidos pela Lei Portuguesa no Diário da República. Em Portugal, o investimento em soluções alternativas de consumo energético é incentivado por programas como o E-Lar e fundos como o Fundo Ambiental, que têm tido cada vez mais procura.
O que fazer antes de recorrer ao autoconsumo energético
Convencido? Face a todas as vantagens, o autoconsumo energético é uma escolha inteligente para famílias, prédios e até mesmo empresas. Se pretende instalar painéis solares na sua casa, recomendamos que faça o seguinte antes de obter o serviço:
- Realize um diagnóstico energético do lar para perceber quanto gasta mensalmente, onde e como pode poupar no consumo de energia, e até que ponto a incorporação de soluções de autoconsumo aumentam a eficiência energética da sua casa;
- Informe-se acerca de incentivos legais e programas de apoio à instalação de painéis solares para explorar oportunidades de poupança e rentabilização;
- Consulte especialistas de modo a avaliar qual é a maneira mais prática e proveitosa de instalar painéis na sua casa, tendo em conta as caraterísticas físicas do lar, as necessidades de consumo da sua família, e as dimensões dos próprios painéis.
Ao optar pelo autoconsumo energético, não estará sozinho: soluções de energia renovável geram mais de 70% da eletricidade produzida em Portugal anualmente, sendo que a energia solar cresceu 37% em 2024, abrangendo mais de 10% da totalidade da eletricidade consumida.






















Não deixar instalar os painéis como na foto… Os painéis teem a temperatura ideal de serviço nos 25 graus… Assim no telhado no verão aquecem e não teem o rendimento pago por eles… No inverno o sol não incide nos painéis com eficiência… Quem vive á beira mar devido a nevoeiros use só mono- cristalino e as baterias usem só LFP ou Sodio… Fujam dos micro-inversores “Dc-AC” pois se a luz falha vocês ficam todos sem eletricidade mesmo com baterias…
Ora… pensando melhor, no verão para não aquecerem no telhado por causa do sol, devem ser instalados á sombra.
Claro que aquecem ao sol no telhado, e o rendimento é afectado mas isso é uma característica de todos os painéis. O importante é o angulo em que são instalados. Deve ser escolhido um ângulo de maneira que equilibre o rendimento no inverno e no verão.
E o inculto sou eu…. Se você tivesse formação já não vinha fazer sinapses 2G… A inclinação dos painéis teem que ser 10° acima da latitude do local para a eficiência máxima… Por isso é que muita gente é empresário o outros funcionários…
Zona de Lisboa a latitude é 38º, segundo o que diz seria 48º, com essa inclinação 1000Wp de painéis produzem em media 1476kwh.
Usando a inclinação de referencia 30º, iriam produzir em media 1525kwh.
Alguns o que fazem, caso tenham mais do que um controlador solar é colocar alguns painéis a 50-60º assim vão dar mais de inverno, que é o que nos interessa.
Anos atrás é que os painéis tinham de estar optimamente orientados de forma a maximizar a sua produção para que o retorno do investimento fosse o mais rápido possível.
Mas hoje em dia ao preço que os painéis estão e o alto valor que produzem, é colocar onde houver sitio para os meter.
Há é que analisar bem, ignorando a promoção feita, principalmente, online.
Instalei 2, não tinha consumo, para o 3. Sem baterias. Segundo o instalador e a publicidade online, da marca, os painéis dariam 12,6% de rendimento anual. Ao cabo de 4 anos, o rendimento real é de 5,7% (valor médio, pois, no verão, já cheguei aos 13,6%, no inverno, há meses, abaixo de 2%). Tenho-os numa posição sul com 89,64% e eficiência 13,925%.
Ao fazer as contas, só aos 16-17 anos, de utilização, é que ficam pagos, ao contrário do que se diz online “em 4 a 5 anos pagam-se e ao 8 já triplicou a poupança”.
Ajudas, pedi o valor, pelo programa ambiental, em Abril de 2022 foi atribuída uma ajuda de 530 euros. Esperei… esperei… Em Novembro, 2024, 4 meses depois, do mail enviado, responderam, “O programa esgotou os fundos em Abril, de 2022, não tendo a sua candidatura sido aceite. No programa complementar, o valor foi gasto na área empresarial, não tendo sido atribuído a instalações individuais.” Depois, acham estranho que o rendimento, médio, do E-lar, já usado, ultrapasse os 4000 euros, por agregado familiar.
Realizando um bom projeto de painel solar (instalador honesto + equipamentos decentes), é possível ter uma grande economia na conta de energia elétrica.
A questão da bateria, seria um “extra bem vindo” para armazenar a energia gerada durante o dia e usar no horário de pico da noite, permitindo uma redução ainda maior da conta. Mas no Brasil, o custo da bateria é muito elevado.
Programa MOVER (2024–2028): Reduz IPI em até 30% pra baterias nacionais eficientes (LiFePO4 fabricadas no BR). Aplica em compras novas.
Isenção de ICMS: Em estados como SP, MG, PR e RS, baterias solares têm isenção total de ICMS (18%!) se instaladas em sistemas off-grid ou híbridos. Verifique na SEFAZ do seu estado.
Lei 14.300 (Marco Legal da Geração Distribuída): Permite net metering (crédito na conta de luz) e dedução de IR pra investimentos em solar (até 30% de volta no imposto de renda).
BNDES Financiamento: Juros baixos (5–8% a.a.) pra kits solares + baterias, sem entrada. Economia indireta de 20–30% no custo total.
Dica top: Cadastre seu projeto no site da ANEEL pra ativar isenções. Economia real: 20–40% off nos impostos embutidos.
Jan 2025 a out 2025 – consumo da rede 2147kWh , consumo dos painéis 2397 kWh ,vai e em 53% de energia abastecida pelos painéis sem baterias. Potência instalada painéis 2.3 kWs. Gestão dos consumos com Shelly. Valor poupado em 10 meses 504€
Instalar paineis sem baterias é, para a maioria das famílias, mau negócio, pois, provavelmente, não estarão em casa durante o dia, altura em que o excesso de energia será injetada na rede. A única soulução que vejo como rentável para uma família normal, é paineis com bateria (sobretudo se tiver um veículo eletrico). Eu passei por estas fases e desde que instalei paineis e baterias tenho tido poupanças incríveis.
Portanto a minha sugestão é
– poucos paineis e sem bateria – não vale a pena gastar o dinheiro
– paineis e bateria – muito bons resultados num pais com a exposição solar do nosso – mas com um investimento inicial elevado.