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Empresa eslovena fabrica motores elétricos instalados nas rodas

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. MauFeitio says:

    Montar o motor nas rodas do carro, é uma ideia interessante, mas porque razão que aproveita a energia gerada pela travagem, e não se aproveita a energia criada pelo rolamento?
    Vamos pensar em algo simples, como uma ventoinha eolica, a mesma gira para produzir energia, porque não se monta um sistema parecido nas jantes do carros para se produzir energia?
    Acho que todas estas questões, são lineares, duas rodas num carro normal, não viram, porque razão só se aproveita a energia da travagem, e não se aproveita a energia gerada pelo rolamento da roda/pneu, já sei que não interessa que os carros sejam vendidos com produção propria, mas acho que alguém devia começar a pensar seriamente em desenvolver a tecnologia para gerar energia electrica pelos elementos rotativos de uma viatura, em vez de andar com inovações da treta… Porque sejamos realistas, carros electricos que reaproveitam energia pela travagem, o reaproveitamente é nulo, o calor das travagens em cidade mal dá para gerar carga, mas pelo rolamento…

    • Pedro Silva says:

      Porque a energia não aparece só porque se quer, ela tem de vir de algum lado. Ligar um gerador às rodas de um carro em movimento seria em tudo equivalente a andar com os travões sempre accionados.
      Se o motor meter 1 joule na estrada para empurrar o carro e assumindo que não existe percas em mais nada ( e existem) e ao mesmo tempo ligar um gerador a produzir 1 joule a resultante seria 0 Joule, o carro não anda.
      O que se utiliza nas travagens regenerativas é o facto de se querer tirar energia ao carro. Assim se ao tirarmos esse mesmo 1 Joule usando-o para mexer um gerador em vez usar os travões consegue aproveitar melhor essa energia.
      Espero que tenha sido claro na explicação.

      • Daniel says:

        A aplicação é a mesma em todas as formas de gerar energia até agora… gerador a partir de indução num campo magnético.
        Irá haver sempre energia perdida, portanto a teoria do 1 -1 = 0 é falsa, até agora ainda ninguem consegui criar um aparelho onde não haja perda de energia.

        Todos estes novos sistemas funcionam com base em capturar a energia que seria perdida, portanto, se houver formas de capturar energia nos vários componentes do carro melhor.

      • Luis says:

        o “MAU FEITIO” queria dizer uma coisa que eu tb ja questionei..
        tipo: GERADOR -> BATERIA – > MOTOR.
        o gerador ligado as rodas nao motorizadas alimentam a bateria que por sua vez alimenta o motor.
        Como ja ha por exemplo nos paineis solares. Os paineis alimentam a bateria que alimenta a casa. certo?

        • Rick says:

          Errado. Acerca do fotovoltaico as baterias servem para armazenar e só são usadas quando os painéis não conseguem fornecer a potencia necessária que está a ser “pedida”pela casa, porque é importante não desgastar as baterias com ciclos de carga/descarga desnecessariamente. Esta gestão é feita por algo chamado controlador de carga.
          Acerca do que foi dito GERADOR -> BATERIA – > MOTOR. De forma simples e rápida um motor eléctrico é um gerador, o binário exercido por um motor a fornecer x potencia ás rodas, é igual ao binário necessário para rodar um gerador a fornecer x potencia ás baterias.

        • Francisco Milheiro Braz says:

          Seria viável colocar um potente alternador, alimentado pelo motor elétrico, para carregar as baterias.?
          Suponho que, se fosse possível, o motor elétrico teria de ser mais potente, para não prejudicar o desempenho do carro.

      • vox says:

        Outra ainda, seria colocar pequenas ventoinhas na frente do carro, nas entradas de ar para arrefecimento, cujos rotores produziriam electricidade.

        • Rick says:

          O Pedro silva já respondeu a essa questão. Acho que não é difícil compreender que a energia não aparece do nada. A energia cinética do vento quando o carro está em movimento é causadora de forças de atrito, já deve ter ouvido falar na importância da aerodinâmica na eficiência de um veiculo, então qual a lógica de aumentar a resistência do ar? é o mesmo que mandar uma nota de 10 euros fora para meter uma de 5 no bolso…

          • Jorge Gomes says:

            tudo dito

            “é o mesmo que mandar uma nota de 10 euros fora para meter uma de 5 no “bolso…

    • Gerardo says:

      Porque isso violaria a segunda lei da termodinâmica.

      • Realista says:

        Não sou advogado… qual é a segunda lei da termodinâmica?

        • José Infante says:

          Estas leis da termodinamica são para burros, Já há mais de 100 anos que Nikola Tesla as desmitificou, após ele ter criado a corrente alterna, ele criou outro tipo de energia (magnetica e radiante) que se dá ao desmembrar da particula subatomica AETHER, ele aparece muito fina e acelerada até 20 Mz, introdus-se no vacum cosmico e está em todo lado, até penetra no corpo das pessoas e cura todas as doenças, ela (a energia ) é o que Tesla chamava de gratuita porque não se podia medir e cobrar pelos gatunos e por isso foi omitida. Mas já antes de Tesla houve outros cientistas que trabalhavam com esta energia, chamavam-lhe (escalar), tais Como O Russo Lakhovsky, Oudin, D’arsonval etc. todos estes lutavam com falta de componentes electronicos que hoje estão desponiveis para a robotica. Hoje já há um outro cientista que tem á venda um equipamento destes por 800 euros.

    • Joao says:

      Faltaste às aulas de física 😛

      • José Infante says:

        não foi perder o tempo dele, e tu? aprendeste a estória do teu País? as tuas origens, a geografia do teu País, quantos Rios nascem em Portugal? aprendeste a tabuada? Porque razão há muitos nomes de vilas e cidades a começar em Al ? tais como Algarve ou Almada. eu acho que faltaste a estas aulas todas.

    • ZoomOut says:

      MauFeitio, ao levantar esta questão revela estar (como eu e a maioria), no nível básico da física… é voltar à escola que isso passa! (a sério, não pense mais nisso…ou se estudar um pouco mais por aí na net, em vez de respostas rápidas num forúm, chega lá…).

    • Mike says:

      Algo do género já foi investigado, não com um gerador “convencional” nem com ventoinhas, mas sim com pequenas “bandeiras” que oscilam com o movimento do carro, criando energia: https://www.nature.com/articles/ncomms5929

    • Eduardo says:

      Penso que o senhor antes de fazer comentários ridículos e apresentar ideias idiotas, deveria estudar minimamente o assunto em questão, é óbvio que só é possível reaver uma parte da energia na travagem, inicialmente aplicada na aceleração, por inversão do funcionamento do próprio motor, que passa a funcionar como gerador, quanto a aproveitar a energia do movimento dou um exemplo básico, exprimente andar de bicicleta com um dínamo ligado à roda, produzindo corrente eléctrica alterna para alimentar as luzes, como se usava antigamente, e de certeza que vai perceber.

      • Eduardo says:

        A minha resposta é para o “mau feitio”.

      • Mike says:

        O aproveitamento da energia do movimento não é descabido e inclusive já foi investigado, não com recurso a geradores “convencionais” ou simples ventoinhas, mas com recurso pequenas “bandeiras” que oscilam com o movimento do carro e geram energia: https://www.nature.com/articles/ncomms5929
        O exemplo da bicicleta é um pouco diferente, porque para além do atrito normal que um dínamo provoca, este ainda exerce uma pressão lateral sobre a roda, o que provoca um atrito ainda maior. Se o dínamo estivesse no eixo da roda, o esforço necessário para mover a bicicleta seria menor… Ainda com o exemplo de uma bicicleta: imagine os computadores de bordo sem fios, que tem um pequeno elemento fixo à roda e que provoca um impulso no sensor fixo na forquilha da bicicleta sempre que o elemento da roda passa por ele. Com este sistema provavelmente não nota qualquer atrito “em especial” ao pedalar… Agora imagine que poderia usar um sistema idêntico para oscilar um pequena e leve membrana e que a oscilação da mesma geraria energia… e é essa investigação que existe no artigo que aqui partilhei…

    • Eduardo says:

      Penso que o senhor antes de fazer comentários ridículos e apresentar ideias idiotas, deveria estudar minimamente o assunto em questão, é óbvio que só é possível reaver uma parte da energia na travagem, inicialmente aplicada na aceleração, por inversão do funcionamento do próprio motor, que passa a funcionar como gerador, quanto a aproveitar a energia do movimento dou um exemplo básico, exprimente andar de bicicleta com um dínamo ligado à roda, produzindo corrente eléctrica alterna para alimentar as luzes, como se usava antigamente, e de certeza que vai perceber.

    • eumesmo says:

      alguém andou a faltar às aulas de fisica…

    • eumesmo says:

      isso é quase o equivalente a dizer para se acender uma lampada forte contra um painel fotovoltaico para gerar energia.

    • Eu says:

      Vai estudar um bocadinho de física e depois fala sobre o assunto sem dizer tantas asneiras…
      Se fosse possível tal coisa há muito teria sido feito, não achas?
      Cabeças pensantes há muitas. Agora inteligentes e realistas…

  2. okapi says:

    A ideia não é nova e quem está dentro do assunto sabe perfeitamente onde se foram inspirar, mas tudo que seja para pôr em prática e ficar mais barato para o consumidor é sempre bem-vindo.

  3. d4rkw3b says:

    Já existem comboios de alta velocidade que utilizam este sistema… A Bosch tem larga experiência, juntamente com a Siemens na montagem destes sistemas em comboios.

  4. d4rkw3b says:

    Já existem comboios de alta velocidade que utilizam este sistema… A Bosch tem larga experiência, juntamente com a Siemens na montagem destes sistemas em comboios

  5. David Ramos says:

    Bates num passeio alto com a roda e ficas sem um motor…

  6. Nuno José Almeida says:

    Em Portugal diz-se binário e não torque.

  7. Joao says:

    Torque não é uma palavra portuguesa. A tradução para português é binário.

  8. Amilcar Alho says:

    “parafuso-los”, oi…??!!

  9. EacHTimE says:

    Com os buracos na estrada que há em Portugal os motores vão todos à vida 😀

  10. Pergunta says:

    O princípio não é o mesmo que já é utilizado nas bicicletas elétricas?
    Qual é o problema de falta de resistência que se fala aqui? É o facto de o eixo do motor só estar fixo num dos lados?

  11. Fak says:

    A meu ver a ideia é interessante.
    Quantas menos engrenagens e tretas o motor tiver que dar movimento menos força terá de fazer, ou seja, tem-se um carro que anda mais mas consome menos.
    em contrapartida, suponho que o motor terá a sua própria suspensão, talvez suspensão magnética para não haver tanta oscilação…
    tudo é possível, antigamente motores 4 cilindros eram muito maus, hoje em dia um 3 cilindros é mais que suficiente, caso dos motores Ford fiesta/focus.

    So acho é que motores nas rodas só se for para carros mais de alta cilindrada, BMW, Mercedes, audi… Não vejo a ideia a avançar para carros mais modestos…

  12. ZoomOut says:

    Há algum tempo que aguardo pela massificação dos pioneiros da matéria… (já têm uns bons anos disso e não há meio, o que parece revelar seguramente algumas lacunas do sistema… : para quem quiser saber mais:
    https://www.proteanelectric.com/

  13. Carlos Sainz says:

    Pelos comentário a este artigo consigo perceber melhor como é que há tanta gente a acreditar no mito da energia grátis (e daquelas traquitanas de movimento perpétuo por exemplo). Falta muita noção de como as coisas funcionam. E isto vem de alguém que nunca foi grande coisa a Física.

  14. Pedro MARQUES says:

    Uuuiii tanta gente que acredita no pai Natal! 🙂 Ventoinhas nos carros… Lol!

    Umas aulas de física se impõem!

  15. Eduardo says:

    A minha resposta é para o “mau feitio”.

  16. joshwa_3 says:

    só tenho a dizer uma coisa: adeus diferencial, não me parece

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