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Israel lança este mês os novos Táxis voadores


Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. Mota says:

    Ah! Agora sim! O mcfly já chegou ao ano 2015 haha

  2. rdgprime says:

    Wait….. E quando houver alguma falha eléctrica? Os táxis desmancham-se no chão??

    • Vítor M. says:

      🙂 era uma ideia, mas não. Basicamente a ponteira de levitação está dentro de um carril em forma de U (com serifas), caso a energia falte, a ponteira fica pousada dentro do carril… não levita mas não cai.

    • Ricardo says:

      Com uma pequena/grande diferença, a velocidade, só por isso é que o SATU virou um fiasco….

      • Armando says:

        O SATU foi um fiasco porque não chegou ao Cacém, conforme os projetos iniciais previam. Mas no futuro acredito que este sistema possa substituir a infraestrutura que esteja a “apodrecer” entre Paço de Arcos e o centro comercial Oeiras Parque, e quem sabe chegar mais longe com velocidades maiores…

      • Pedro says:

        A SATU era basicamente um elevador, impulsionado por cabos.
        Não tinha nada de levitação magnética.
        Mas deve ter custado o dobro, e enchido os bolsos de muitos.

  3. PG says:

    Quando li o título, lembrei-me logo do filme O Quinto Elemento 😀

  4. NT says:

    O problema é a infraestrotura que é necessário construir…

  5. Jorge says:

    isto parece bom, mais confortável que autocarros ou metros, e em termos de combustível gastariam menos digo eu

  6. Carlos Fernandes says:

    Tem os mesmos defeitos de um comboio

  7. Paulo says:

    É impressionante um país no meio daquela enxovia toda vir com uma coisa destas,é mesmo um caso a parte.

  8. Pedro Santos says:

    Perdoem o meu ceticismo, mas… se é para fazer uma coisa igual ao metropolitano (por se deslocar num trajeto previamente determinado), porquê limitá-la a 4 lugares?

    E… o título não deveria ser táxis levitadores em vez de voadores, é porque estes veículos não se apoiam no ar para se deslocar, apenas flutuam por eletromagnetismo.

    Só mais um detalhe, então isto não é o mesmo que o MAGLEV do Japão? mas em versão citadina claro.

  9. joao says:

    Já temos isso em Oeiras há uns 15 anos 🙂
    http://www.cm-oeiras.pt/amunicipal/Sustentabilidade/Transportes/SATUO/PublishingImages/CS001967.jpg

    (claro que tecnologia envolvida é bastante diferente, só o conceito é o mesmo… e foi um floop)

  10. David Nogueira says:

    espero que lá não haja taxistas e uberes à porrada com os “taxis voadores”

  11. Setokaiba says:

    será que dá para meter isto na A5 antes que comecem as chuvas e filas intermináveis!? 🙂
    isso é que era….

  12. Diarreia mental says:

    Já agora, não seria um taxi, mas sim um metro/comboio, uma vez que não é de porta-a-porta, mas sim de plataforma-a-plataforma.

  13. Tiago says:

    A estrutura perto da estrada, vem um maluco de carro espetasse contra um pilar da estrutura e a seguir vem um skyTrans a 241 km/h está o caos montado!

    • Paulo Horacio says:

      Um túnel , vem um maluco de carro espetasse contra a parede, incendeia, e a seguir vem outros carros a 241 km/h e está o caos montado! qual a diferença??

  14. NewJ says:

    Top! Finalmente alguma evolução nos meios de transporte..
    Vão é acabar as perversidades do metro..

  15. Pedro says:

    Isso não é um taxi voador. É um taxi pendurado.

  16. Joaquim says:

    Acho interessantíssimo!

  17. Rick says:

    A reportagem se refere a véiculos com cap. p 04 pessoas e deslocamento de milhares de pessoas, algo deve ser revisto! Aeroportos deslocam centenas de milhares de pessoas por dia.

  18. Loforte says:

    Olha, imprecionante, esses véiculos só vieram ou seja foram feitas para discongestionar o tráfico nas horas da ponta. estão de parabéns.

  19. David says:

    Desculpem o comentário negativo: Não vejo vantagens significativas. É só uma tecnologia fixe que querem aproveitar para dar uma imagem futuristica e fazer dinheiro. Nada que esteja no verdadeiro futuro.

  20. Armando says:

    Um dia quem sabe poderá ser um complemento ao Metropolitano de Lisboa, por exemplo entre o Oriente e Loures, passando pelo Aeroporto, Campo Grande, Lumiar, Odivelas, Strada Outlet, Santo António dos Cavaleiros e o Ikea de Loures. 🙂 E pode ser que seja mais barato do que andar a reabilitar o Ramal da Lousã, que até ao momento não viu o metro nem o regresso do comboio, e possa percorrer o leito anteriormente ocupado pela linha.

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