PplWare Mobile

Há Via Verde para andar de transportes com o seu smartphone


Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.
Artigo escrito por Anibal Cunha para o Pplware

Destaques PPLWARE

  1. André says:

    Cá está uma excelente forma de modernizar os transportes públicos!
    É assim que se faz concorrência à Uber, não é fazendo manifestações e parando cidades.

    • Cortano says:

      Não me parece que seja este o caminho.
      Modernizar seria pegar no que existe e trazer para os smartphones. Neste caso estão a meter mais um “operador” no meio.
      Quem tem passe e não tem conta Via Verde como é? Já sei… tem de pagar para ter a conta, já que para ser cliente Via Verde implica ter um identificador / serviço da Via Verde.

      • Bruno Fernandes says:

        Qual o problema? Não tens conta nem passe compras o bilhete normal nas máquinas ou ao motorista.

      • int3 says:

        tens de pagar para te conta?
        eu tenho viaverde e como uso todos os dias comprei o identificador. irá durar até 8 anos por isso é bastante vantajoso ter viaverde. não custa praticamente nada. só mesmo o aparelho.
        Toda a gente devia de ter. Sabias que nos porticos pagas mais nos CTTs por causa do “custo administrativo” do que na via verde? Na via verde só pagas o valor do portico e nada mais.
        Não tens chatices em parar nas portagens nem chatices em te esquecer de as pagar porque se esqueceres são logo 5€ por portico…

    • Filipe Teixeira says:

      Concordo. Excelente implementação que beneficia toda a gente, agora era interessante ver isto implementado no país todo.

    • alienflowex says:

      Boa , vamos apoiar a ilegalidade !!!

      • André says:

        Boa, vamos protestar contra a inovação!!!

        Mas quem é que está a apoiar a ilegalidade? Não estou a dizer que a Uber é legal ou ilegal, simplesmente é inovadora (em relação aos táxis). Mas esse assunto já é off-topic.

  2. Bruno says:

    Existe alguma forma de nos candidatarmos como “tester”?

  3. Ivo Jesus says:

    isto é tudo muito giro mas, e se eu ficar sem bateria a meio da viagem?

  4. Luis Nunes says:

    “Estivemos à conversa com Manuel Garcia, administrador da Novabase, que nos explicou as maiores adversidades na concepção do projeto.” Fiquei sem saber quais serão as tais maiores adversidades. Para o utilizador não parece que hajam, pois o artigo fala em benifícios.

  5. Cortano says:

    hum… mais um “operador” “middle man” no meio?! Agora a Via Verde também já ganha com os transportes públicos?
    O investimento ainda será considerável (infraestrutura + validadores)… quem paga isso tudo?

    Bluetooth?!
    Ter internet?! Há estações em que, p.ex., a NOS mal tem sinal lá.
    Se ficar sem bateria ou sem net como é?! Continua a contar até passar novamente num ponto qualquer?! Se for só no dia seguinte pago quantos bilhetes?!

    A ideia é boa, mas soa-me mais uma negociata do que a vantagens

    • Vítor M. says:

      Bom, isto dos negócios ou não é sempre subjectivo, se nos fornecerem boas tecnologias que nos facilitem a vida e com isso essas empresas ganhem dinheiro… isso é o ideal, até porque as empresas têm de ganhar para pagar aos funcionários. Neste caso, penso que não percebi bem a onde queres chegar, porque esta tecnologia faz-me lembrar a chegada da Via Verde às nossas auto-estradas…. nem imaginas o quanto isso revolucionou na altura as portagens.

      Agora, esperemos que não aumentem os preços, agora que vão poupar no papel e na tinta.

      • Cortano says:

        Sim, mas uma coisa é a Brisa fornecer um serviço automático nas suas redes (que mais tarde se expandiu) – que foi a Via Verde.
        Outra coisa é um serviço extra, de uma empresa privada, “fornecer” um serviço a um serviço público que já tem um serviço “touchless” subaproveitado e criar um novo método de pagamento.
        A juntar a isto, reforço que estamos a falar de um serviço público que dá prejuízo.

        Quem vai pagar isto tudo? Como é que a Via Verde ganha dinheiro com isto?
        Sim, é muito importante para mim como utilizador dos transportes públicos perceber porque é que o meu passe aumenta e para onde vai o dinheiro.

        • José Rodrigues says:

          Ninguém paga, é um serviço extra para dinamizar e simplificar a utilização de transportes públicos, pensas que todas as autoestradas são da brisa? Como achas as que não são da brisa tratam da via verde, e as pontes vasco da gama e 25 de abril? São tudo serviço.
          A mim preocupa-me mais a péssima rede de transportes públicos, filas intermináveis, toda a gente de pé nos transportes, más condições já para não falar nos consequentes atrasos, eu cá continuo e continuarei a usar carro, só mesmo caso um dia vire pobre é que penso nisso, mas aí acho que mais depressa mudava de cidade.

        • Rodrigo says:

          Uma coisa é certa. As finanças vai ganhar muito com isto. Quem não paga as portagens por não ter dinheiro na conta, as finanças caiem-te em cima com coimas de 100e por cada passagem que não pagares. Se não tiveres dinheiro na conta e não pagares o bilhete com este sistema da via verde, não preciso de te dizer quem vai começar a penhorar contas por causa de não pagamento. As finanças devem estar a pular de alegria com este sistema.

          • Pedro Pinto says:

            Isso é mentira… Não diga asneiras… as finanças podem cobrar multas a quem passa nas scut’s sem via verde e depois não vai aos CTT nos próximos 5 dias pagar a portagem, e passado mais algum tempo rasga as cartas que as concessionarias das SCUT’S lhe envia pra casa… E se o pessoal não tem dinheiro na conta, então não anda na auto-estrada, ou você anda de carro sem ter combustível no deposito? nunca ouviu falar, quando não há dinheiro não há vicios?

      • Cortano says:

        Depois, temos a Lisboa Viva, como é que fica?! Andaram a investir milhões em automatizações de pagamentos, sites (que funciona estupidamente mal), cartões, validadores, etc…

        O que precisa de ser modernizado são os autocarros, a linha do metro, as carruagens, os barcos, os sistema de segurança, as estações, etc., isso sim, é que precisa de ser modernizado. Estar constantemente a ouvir o anuncio do metro que a linha x está com problemas tecnicos e que pedem desculpa pelos 30 minutos de espera é que precisa de ser mudado, não abrir as portas com a Via Verde.
        E já agora, quando o Metro avaria e a pessoa já pagou a “portagem” como é?! A Via Verde devolve o dinheiro?!

        A Via Verde vai investir na modernização efectiva do material circulante dos transportes ou só vai receber a sua parte?

        • JJ says:

          Actualmente já podes ir a uma bomba de gasolina e pagar pela Via Verde, ou ir a um parque de estacionamento de um centro comercial e pagar pela Via Verde. Em ambos os casos, pagas o mesmo valor que qualquer outro consumidor.

          Porque é que neste caso tem de ser diferente?

          • Cortano says:

            A questão é: serviço de transportes publicos que têm custos para o contribuinte e cujos operadores na sua maioria têm prejuizo.
            Portanto, a Brisa tem de ganhar algum. Quem paga? O contribuinte ou os passes / bilhetes vão aumentar por causa de um serviço extra não prioritário nesta altura?

      • Cortano says:

        AH, e poupar no papel e tinta… não me parece.
        Quem tem passe, o cartão dura 5 anos – o papel continua a existir do recibo /fatura se o cliente quiser.
        O grande consumo de cartões tipo Colinas é feito pelos turistas, que como não têm Via Verde, irão continuar a ter de comprar cartões.
        Todas as entradas de metro, todos os autocarros, barcos, comboios já têm validadores automáticos, portanto, não vai haver revolução nenhuma na estrutura.

        Quanto mais penso nisto mais me soa a negociata!
        Vantagens que vejo:
        – Para o passageiro esporádico que já é cliente Via Verde
        – Para o passageiro frequente que usa passe Lisboa Viva e é cliente Via Verde e assim pode deixar o cartão de parte (ou não, porque se for cliente do passe L já não pode) – portanto, é uma vantagem parcial é com pouco impacto no global
        – (vou ver se encontro mais vantagens)

        • Vítor M. says:

          Não te vou contrariar, vou dar-te tempo como foi dado a cada um de nós quando foi instalada a Via Verde nas auto-estradas. Na altura o drama eram os postos de trabalho… depois veio a verificar-se que houve um incremento de funcionários em outras áreas devido à tecnologia e ao “lucro” gerado. Não sei que te diga.

          • Cortano says:

            Lá vamos novamente! Não percebes a diferença entre um serviço de AE, privado, pago pelo utilizador, de um serviço de transporte público mantido na sua maioria por dinheiro de contribuintes?

      • Andy says:

        “(…) as empresas têm de ganhar para pagar aos funcionários”. – A sério Vitor?!
        Eu como empresário se pensasse assim, mais valia fechar os meus negócios e voltar ao mercado de trabalho.

        • int3 says:

          As empresas REALMENTE tem que ganhar para pagar aos funcionários porque sem funcionários não há empresa.
          Que raio de empresário és tu? Da esquina da zé manela? Loja da aldeia?

    • toni da adega says:

      Nada melhor que o velho bilhete em papel e o pica á entrada

  6. PTO says:

    E qual é a segurança contra hackers (bluebugging, eavesdropping, etc) que até podem estar a viajar dentro do autocarro ou sentados junto a uma paragem?

    É sabido que o Bluetooth 4 LE tem mais vulnerabilidades do que um queijo suíço tem buracos.

  7. rui says:

    para quando a app disponível? procurei a app e não encontrei.

  8. Tiago Mendes says:

    Não só na rede de Lisboa estará disponível esta nova maneira de viajar. A empresa Fertagus, também disponibilizará este meio, conforme indica no sua pagina:

    https://www.fertagus.pt/pt/projeto-piloto-via-verde-mobilidade

  9. Shai says:

    E a nível de fiscalização será prático?
    E os borlistasnão terão a vida mais facilitada?

  10. Number5 says:

    Que saudades da década de 70, autocarros vazios o couro dos bancos a saltar e com a esponja de fora, o cheiro a óleo queimado daqueles motores.
    E viajar até à última estação sem problemas de maior fosse a que horas fosse, e ainda dormia até me babar todo e acordava com tudo no bolso!
    Isso é que era de valor.
    Que se lixe a via verde!

  11. Alvega says:

    O que fará o nosso Smartphone no Futuro?
    Resposta, óbvia, meninos, aliás SMART,KIDS.
    Mas atenção que o nome pode ser publicidade enganosa, nao correspondendo de todo há verdade, sendo mais do tipo COMODISTA kIDS.
    Quanto há via verde, um exemplo mais de EMPREENDEDORES, pendurados no ESTADO, faz ainda pouco tempo nao existiam bilhetes nas maquinas das estações do metro, Estado reverteu as subconcessões, e logo vai aparecer uma soluçao MILAGROSA, para SACAR mais uns Milhões aos parolos dos contribuintes, como sempre EMBRULHADO numa impressa seguidista que como o artigo explica muito bem, “que nos explicou as maiores adversidades na concepção do projeto”, pena eu ser da província e nao ter percebido quais sao!!!

  12. hugo says:

    Para que serve o dispositivo na primeira imagem se se usa a app da via verde depois?

  13. Anti-Obnóxios says:

    Os smartphones ( e tablets), cada vez fazem mais, começam a ligar-se a tudo, a ser o nucleo do dia a dia e nao tarda nada, têm que os começar a vender em packs com potentes powerbanks ( ja que a moda das baterias nao amoviveis veio para ficar); sim ha os carregamentos rapidos, para quem esta em sitios fixos e /ou os deixam carregar a borla. Qq dia, as empresas começam a “chiar”, com as contas energeticas…ja faltou mais.

  14. José Carneiro says:

    Pessoalmente quando surgir a APP e estiver tudo em ordem com os repectivos leitores adiro imediatamente
    Boa inovação.
    Estamos em 2017

  15. JJ says:

    Esta ideia é boa, e acho bem.
    Tem a limitação de a app só existir em duas plataformas… e nem todos tem via verde.

    Acho que seria mais eficaz, como já funciona os transportes de Londres, o utilizador pagar por contactless. Assim era o próprio cartão MB, que servia de bilhete.

  16. Rodrigo says:

    O mais engrançado disto tudo é que o software não foi desenvolvido pela Novabase mas sim por uma empresa inglesa parceira deles com quem trabalham à vários anos. Já tinham sido os mesmos quando aqui na Brisa pedimos à Novabase para desenvolver algo para nós.

  17. Cortano says:

    Pergunto aos defensores do sistema: quanto de vocês andam de transportes públicos diariamente?
    Para perceber se realmente sabem do que estão a falar. É que me parece que a grande maioria nem sequer sabe o que implica ter um sistema compatível com os passes L

  18. Bruno says:

    Se este sistema for gerido como a entrega do meu aparelho da via verde que desde o dia 26 de Novembro que foi pedido online e só recebi na semana passada.
    Isto com 20€ gastos em chamadas para a linha de apoio ao cliente pois a mesma não é gratuita e no site não referem nenhum e-mail para contacto de apoio ao cliente até hoje ficaram de me reportar a solução para que o cliente não fique descontente com o serviço pela falha deles já para nao falar das voltas que o aparelho deu pela chronopost até que recebo por fim via CTT o aparelho tendo sido enviado um diferente aparelho e sem no mínimo um único papel ou contacto a pedir desculpa pelo sucedido.
    Acho que a Via ainda está muito VERDE no que diz respeito a prestação e apoio ao cliente mas muito Madura por vezes até demais nas cobranças excessivas das suas prestações de serviços.

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