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Já imaginou como seria o YouTube sem o botão “dislike”? Estes são os motivos da Google


Rui Bacelar

Desenvolveu desde cedo o gosto pela escrita e comunicação. Em leis formado, tem como hobbies a aquariofilia e a música. Mas é na tecnologia que encontrou o seu expoente máximo e no Pplware a plataforma ideal para a redação e produção de vídeo.

Destaques PPLWARE

  1. Spoky says:

    “assegura os criadores de conteúdo que esta é uma das preocupações do YouTube.”

    Patético, este Tom Leung. Preocupa-se tanto que vão introduzir novas regras e remover os vídeos onde contenham dor, sofrimento, agressividade.

    Não é que não concorde com isso em todo, mas os canais radicais tais como Insanos Produções, Lá fénix usam a dor para nos entreter. A escolha é deles não há ali nenhuma obrigação legal para fazerem, fazem porque querem e porque lhes apetece.

    Acho mal removerem vídeos de dor quando esses vídeos podem apenas ser brincadeiras entre amigos nos quais sabem e têm consciência do perigo que correm, isso não deviam remover.

    Já vídeos de violação, agressão sem consentimento por parte de algum deles esses sim deviam ser removidos l

    O YouTube nem esse Tom está preocupado com os criadores porque se tivesse tinham ouvido todos os que dizem mal das novas regras. E teriam voltado atrás.

    Esse Tom pensa que está a fazer o YouTube melhor, erro dele! Está a censurar cada vez mais e mais. É a twitch a ganhar mais terreno a pala desse Tom Leunge e de quem gere o YouTube.

    São tão cegos que não perceberam sem criadores de conteúdo, a receita das publicidades vai baixar ainda mais! Parolos ainda não perceberam isso.

    Deve ter tirado a licenciatura onde o relvas tirou, no papel porque na cabeça não tem nada.

    • Cortano says:

      Isso é tudo muito bonito, liberdade e bla bla, mas onde está a liberdade dos meus filhos em não levarem com esse lixo de canais?
      É que os filtros do youtube são uma treta e muitos canais de conteúdos “menos próprios” arranjam muitas vezes formas de ultrapassar esse filtros e aparecem nas nossas contas sem ninguém pedir.

      • Ricardo says:

        No meu tempo a minha liberdade para ver o que quer que fosse na televisão ou VHS tinha um filtro chamado pais. Não é o Youtube que tem que fazer o que quer que seja. Se não concorda com o conteudo, não permita o seu filho de aceder ou então faça um uso acompanhado da plataforma tal como é aconselhado.

        • Cortano says:

          xiii… tanta asneira

        • Theboice says:

          Não diria melhor…

        • Theboice says:

          não diria melhor, a educação é dada em casa…

        • Nuno V says:

          E se um canal como a SIC, ou a TVI , num sábado de manhã, no horário que dá a programação infaltil desse antes um filme pornografico? Certamente que irias culpar-te a ti próprio pelo episódio em vez do canal em questão, não?

          • Ricardo says:

            Com o devido respeito, programação da manhã de canais abertos que estão sujeitos a leis não tem nada a ver com youtube. Não é permitido pornografia em canal aberto e conteudo para maiores tem que estar restrito a certos horários e com o devido aviso.
            Simplesmente, ser pai ou mãe não é largar um filho em frente a uma tv ou computador ou tablet ou telemóvel. Os meus pais sempre controlaram o que eu via (até o Dragon Ball) e sempre fizeram questão que eu compreendesse o que estava a ver que era o que eles deixavam do que eu pedia.
            Dizer que não levar com lixo televisivo é uma liberdade é estúpido. Nós somos é livres de NÃO o ver mudando de canal ou desligando a televisão.

          • Nuno V says:

            Não percebeste o meu ponto. Na televisão, fonte de conteúdos que a grande maioria dos adultos usava quando eram miúdos, existiam, tal como disseste, múltiplas restrições. Isto tornava a tarefa de controlar os conteúdos que os miúdos consumiam mais simples. Ora o YouTube possui substancialmente menos restrições, bem como não existe qualquer tipo de programação que existe no canais televisivos que permitam aos pais saberem à priori que conteúdo vai passar a determinadas horas, o controlo parental está longe de ser perfeito, bem como existem muitos pais que não sabem utilizar esta ferramenta, muitos outros desconhecem a existência desta ferramenta. Ou seja, controlar os conteúdos consumidos pelos miúdos requer cada vez mais tempo, atenção, e até mesmo conhecimentos por parte dos pais que no passado.

            “Dizer que não levar com lixo televisivo é uma liberdade é estúpido. Nós somos é livres de NÃO o ver mudando de canal ou desligando a televisão.”
            Podias-me apontar para onde eu afirmei tal?

        • Filipe Coelho says:

          Eish, nossa senhora, merecias uma medalha! Muito bem dito, parabens!

      • dajosova says:

        Há demasiada violência na net, é um facto. e isso não traz nada de bom a menos que seja dalguma forma pedagógico.

        Cortano, usa o YoutubeKids para os teus filhos.. se for no pc, ativa o controlo parental!

      • Spoky says:

        A liberdade dos teus filhos caro Cortano é o teu papel como pai. Essa é a tua função, esse é o teu papel, assim como no Youtube uma pesquisa no Google pode muito bem levar a sites 18+ “ahh mas eu bloqueio” existem proxys, existem dominios que redirecionam para la… Isso não é desculpa.

        Se não és capaz de controlar o que o teu filho vê, é problema teu. A Internet é livre, e de muito fácil acesso. Se achas que esse conteúdo é lixo, então simplesmente bloqueia “keywords” ou bloqueia mesmo o Youtube

        E vou reformar a pergunta e fazer-te a mesma pergunta, mas onde está a MINHA LIBERDADE e DAS RESTANTES DAS pessoas em LEVAREM COM BLOQUEIOS E REGRAS estúpidas?

        Ah pois é, pensas nos teus filhos mas não pensas nos outros (perfeitamente normal), mas cada um de nós temos o direito ao acesso.

        Existem formas de acabar com esses problemas, uma delas é só poder ver esses videos quem tiver conta ativa (uma criança certamente menor de 15 anos não poderá ter conta e se tiver é responsabilidade dos pais).

        • Cortano says:

          Tu só estás a falar de uma realidade. Aparentemente é só essa que conheces… Nem todas as crianças são iguais e “normais”.

          E não vale a pena vires com lições ridículas de moral e bons costumes, porque claramente nunca irás perceber certas necessidades além do que tu conheces.

  2. Luis says:

    O drama, a tragédia, o horror…

  3. Alexandre Carvalho says:

    Se foi o video do YouTube Rewind 2018 que lhes chamou a atenção, só prova que o botão está a fazer o efeito correto, e em vez de se remover deve se perceber é o porquê do video ser tão odiado. Tudo isto se motiva pelo que o youtube deixou de ser uma plataforma do publico, mas sim uma plataforma das grandes empresas e gerida por elas e pelo politicamente correto e etc.
    Em vez de ouvir o publico apenas ouve as empresas, retirar o botão é mais uma vez não ouvir o publico.
    Querem transformar o youtube numa plataforma 100% limpa de maldade e ódio, e de coisas incorretas ou menos seguras.
    Enquanto os primeiros Rewind ouviam os youtubers e o publico, e ia ao encontro do que o se queria, estes ultimos é um reflexo do que as empresas querem.

    • Spoky says:

      Hoje em dia dar a nossa opinião pessoal é ser hater. Não se pode dar a opinião pessoal que és logo escumalha de um “hater”

      O termo hater está muito famoso nestes dias. Coitados não sabem ouvir uma opinião de outra pessoa vão logo acusar os outros de serem haters.

      Se ao menos soubessem utilizar o dicionário e separar “hater” de uma pessoa cujo “da a sua opinião pessoal” já faziam um bom progresso.

      Mas se há coisa que gosto é ver-los a espumar baba de tanto ódio por um mero comentário de opinião pessoal, que fazem questão de não aguentar nem é aguentar é mesmo não suportar.

      • Nuno V says:

        Depende, dares a tua opinião não significa seres hater, mas se a tua opinião for uma de ódio, de incitação a ódio, discriminação,… nesse caso serias hater.

  4. Hugo Nabais says:

    quando o número de dislikes ultrapassa, em grande escala, o valor de likes, o vídeo poderá ser menos recomendado pelo YouTube.

    É precisamente a grande vantagem do botão dislike.
    Se só houver likes não temos maneira de saber se um conteúdo é trampa de alguma forma, pois todo o bom conteúdo tem muito pouco dislikes.

    • Rui Bacelar says:

      Acabo por concordar com o seu ponto de vista.

    • Spoky says:

      Nem mais, acabar com o botão dislike é só uma maneira de dizer a “hackers” de meterem videos com links para descarregar ficheiros com trojan.. É só mais uma liberdade a hackers e pessoas mal intencionadas de poderem gozar de uma função dessas.

      Tirar o dislike é um tiro no pé, completamente.

  5. Antonio says:

    Só tenho pena de o Facebook não ter o botão de dislike igualzinho ao do Youtube! Para acabar com as farsas de popularidade de muitas das páginas. O botão dislike lado a lado com o like diria muito acerca de uma página e seu conteúdo!

  6. Filipe says:

    O vídeo de rewind do youtube é apenas publicidade descarada do fortnite. O vídeo figura em 90% das personalidades criadores de conteúdo que apenas estão ligados ao fortnite. Danças do fortnite. Penteados, cosplays, etc etc do fortnite. É fortnite por todo o vídeo
    Estavam à espera do quê? Acham que um só jogo define um ano de conteúdo na plataforma?

    A moda do politicamente correto está a estragar, aos poucos, tudo o que existia de bom pela internet.

  7. dajosova says:

    Oh gente, o botão Dislike nos comentários é PLACEBO!!!!!
    Aquilo não funciona propositadamente!!!!!!!
    O Youtube está cada vez mais manipulado. Até o Patreon vai ter os dias contados!

  8. Powerverde says:

    Era melhor que utilizadores pudessem exprimir o seu desagrado… todos as publicações são boas, quer em conteúdo quer em qualidade de som e imagem pelo que até devia ser obrigatório assistir a pelo menos 8 horas por dia a vídeos e respectiva publicidade.

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