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Trabalhadores da Google exigem uma posição da empresa perante as alterações climáticas

                                    
                                

Fonte: Medium

Autor: Eduardo Mota


  1. Fundou says:

    Mais um episódio de terrorismo ecológico, mais um episódio de terroristas de religião chamada “aquecimento global”.

  2. Cortano says:

    Honestamente, estas iniciativas são uma palhaçada desta malta ambientalista da cidade e do ar-condicionado.

    Querem neutralidade?
    Tirem os AC do escritório, acabem com o consumismo sem controlo de equipamento electrónico.
    Andem de transportes públicos… Bebam água da tor beira, etc.
    Será que os empregados da Google estão dispostos a perderem as comodidades todas de um citadino?!

    • João M says:

      como diz o outro, “O ambientalista simplório” 🙂

      • Cortano says:

        Mas é mesmo.
        Está moda dos citadinos se armarem em Ambientalistas mas não prescindem das suas comodidades todas é mesmo “ambientalista simplório”

      • mlopes says:

        ver aqui referido um dos mais estúpidos e falaciosos artigos de opinião algumas vez escritos em portugues sobre ambiente, é sintomático de como é fácil “encher chouriços” recorrendo à comunicação social.
        impressionante. impressionante mas triste

        • Cortano says:

          “um dos mais estúpidos e falaciosos artigos de opinião algumas vez escritos”

          Consegue elaborar mais sobre este assunto?
          Pode esclarecer-me porque é que tal artigo é dos mais estúpidos escritos na comunicação social?

          • mlopes says:

            basta lê-lo para se perceber.
            mas dou um exemplo: “Quer energia limpa, sem emissões de gases com efeito de estufa. Mas não quer barragens, porque as barragens destroem ecossistemas.”
            o artigo recorre sucessivamente a este tipo de raciocínio para tirar a conclusão de que o “ambientalista” é “simplório”, ou seja papalvo e aboleimado (parvo).
            o raciocínio não só é falso como é falacioso:
            1. é falso porque de facto o que não se quer são NOVAS barragens. e não se querem novas barragens porque existe um estudo já antigo (Technical assessment of the Portuguese National Programme for Dams with High Hydropower Potential (Arcadis/Atecma, Julho 2009), enfiado na gaveta e agora inacessível que demonstrou que não só saía mais barato a remodelação e modernização das barragens existentes como os ganhos em termos de produção energética seriam maiores do que construir as novas barragens pretendidas então (e que têm vindo a ser construídas). ora o “ambientalista” em causa está informado e é tudo menos parvo só que isso não interessa ao autor do artigo porque senão não conseguia construir a(s) falácia(s) que tanto jeito lhe dá(ão);
            2. o que ele faz é uma falácia de explicação por definição muito restrita (restringe o facto de não se querer barragens ao argumento de que destroem ecossistemas, quando existem outras hipóteses como demonstrei).
            o artigo não contém mais nada do que sucessivos “raciocínios”
            falaciosos deste tipo (o tipo de falácia varia, ao menos isso) perfeitamente detetáveis e desmontáveis tal como demonstrei.
            daí ter dito, e reafirmo, que é “um dos mais estúpidos e falaciosos artigos de opinião algumas vez escritos em portugues sobre ambiente” (quando me citares aproveita e não cites apenas uma parte do que escrevi).
            ficou bem explicado? espero que sim porque não vou fazê-lo novamente

          • Cortano says:

            E não conseguiste sequer perceber que o artigo assenta em exagero de situações…

          • mlopes says:

            não, não são exageros!
            são falácias e o objetivo das falácias é claro e faz parte da definição da própria palavra. o objetivo é realizar um raciocínio errado com aparência de verdadeiro. o objetivo é enganar.
            tu próprio acabaste de utilizar uma falácia ad hominem, atacando-me a mim (pondo em causa a minha capacidade de compreensão), em vez de atacares os meus argumentos.
            parece que tens uma certa dificuldade em reconhecer falácias. vais ter mesmo que trabalhar esse problema, ou não…

    • Diesel says:

      Quer dizer, defendes a descredibilização de medidas propostas por outras pessoas por causa da tua opinião sobre essas pessoas e não sobre as medidas em si.

      • Cortano says:

        Não estou a descredibilizar, mas sim a criticar estas ações que só pedem aos outros para fazer.
        Há ali alguma medida a dizer que os trabalhadores se comprometem a também reduzir a sua pegada?

        • Toni da Adega says:

          Se a empresa apostar em energias limpas (solar), reciclagem das agua da chuva, Filtros de água (bebem da torneira), autocarro para funcionários, carregador para veículos electricos. Todos esses problemas enumerados são bastante reduzidos.

          • Cortano says:

            Sabes bem que isso não acontece do dia para a noite.
            Pelo que sei, a Google já está a trabalhar nesse sentido há alguns anos.

        • Diesel says:

          continuas a fazer o mesmo, descredibilizar propostas por causa da tua opinião sobre as pessoas que as fazem! Em vez de andares com falácias, dá antes uma opinião sobre o que é proposto.

          • Cortano says:

            Queres exemplos:
            1. Terminar com colaborações com empresas petrolíferas para automatizar os processos de extração de petróleo.

            Isto é um pedido da treta.
            Seguindo as melhores e mais otimistas estimativas, vamos continuar bastante dependentes de petroleo até 2050.
            Portanto, convém continuar a apostar em tecnologia para reduzir o impacto da sua extração e produção de combustíveis.

            2. A Google até é uma empresa que se tem preocupado bastante com questões ambientais e, pelo que me lembro, já alguns escritórios da Google são 100% fornecidos por energias renováveis

            3. Propor nos dias de hoje que uma empresa multinacional e gigante como a Google seja 100% dependente de energias renováveis é utópico e só quem não sai da sua cidade e do seu sofá é que pensa assim.

            4. Volto a perguntar onde está o pedido dos trabalhadores para desligarem os ar-condicionados e todos os sistemas de refrigeração artificial dos edificios da Google.

            Estes pedidos fazem-me lembrar aqueles movimentos ridiculos em Londres em que os protestastes contra a poluição se metem a bloquear o movimentos de comboios e metro…. HELLO?!?!? Comboio é um transportes electrico!!! Onde está a lógica disto?!?

          • Cortano says:

            E se tu és daqueles que pensa que em 2030 vamos 100% da frota electrica nas cidades… desculpa, acabo aqui a conversa contigo porque isso é sinal que não tens noção do que se passa fora da tua rua.

          • Diesel says:

            mania de argumentares com falácias!
            não me conheces de lado nenhum para saberes o que faço, penso ou onde moro.

          • Cortano says:

            Ja dei a minha opinião.

            E tu, queres partilhar a tua?

          • Diesel says:

            não deste opinião nenhuma. limitas-te a falácias atacando as pessoas

          • Cortano says:

            Ponto 1 realmente não é opinião, é um comentário fundamentado em estudos e previsões credíveis.
            Não, não te dou link para as fontes de informação, custam dinheiro e não são destinados ao público

            Ponto 2 é um facto.

            Acho quem não sabe o que são falácias és tu.

          • Diesel says:

            Cortano, será que sabes o que são falácias, ou os diferentes tipos de falácias que existem?
            esta não te custa dinheiro
            en.wikipedia.org/wiki/List_of_fallacies

          • Cortano says:

            @diesel leva a bicicleta…

          • Cortano says:

            E para a próxima que quiseres entrar na conversa de alguém, traz argumentos e assunto para a conversa.

            Vires para aqui fazer exatamente o que críticas sem acrescentar nada, mais vale ficares caladinho.
            Também deves ser deputado da 5a fila – toma lá mais uma falácia.

          • Diesel says:

            Apontar o dedo às tuas falácias não é uma falácia.
            Quando tiveres uma opinião formado sobre as propostas que foram apresentadas para o rumo dentro da Google, em vez de desconversares sobre a dependência do mundo, aparece!
            Os trabalhadores querem um clarificação do seu empregador, tendo em conta as imagens contraditórias que têm surgido nas última semanas, especialmente o financiamento da Google a certos grupos que vão contra a mensagem pública da Google.

          • Cortano says:

            @Diesel:
            Já referi as minhas opiniões formadas e fundamentadas, ao contrário de ti que até agora não disseste nada.

          • Cortano says:

            E quando apontas o dedo a opiniões ou comentários dos outros, tens de argumentar e não apenas dizer que é uma falácia.
            Isso não é nada e mais vale ficares calado.

          • Diesel says:

            Na verdade não tenho que dizer mais nada, perante a demonstração de sucessivas falácias.
            Dizes ter opiniões fundamentadas mas basta ter dois dedos de testa para ver que são falácias relativamente ao que aos trabalhadores da Google propõem. Aliás não sou o único que já te chamou à atenção.
            O que se passa na Google não é o que se passa no mundo em geral.

      • mlopes says:

        @Diesel estás a ir longe de mais 😉 a “malta” não faz ideia do que são falácias muito menos do que é a falácia ad hominem e de como a sua utilização diária (especialmente por políticos) faz brotar e ajuda a perpétuar a ignorância

  3. Filipe says:

    Façam um doodle com a imagem da Greta e tá feito!

  4. mlopes says:

    é assim que as coisas começam a entrar no eixos!
    há que agir a título pessoal mas simultâneamente exigir que entidades com um impacto potêncial, ou efetivo, muito grande o diminuam ou anulem completamente. nada melhor do que serem os funcionários de uma empresa a exigi-lo à sua entidade patronal.
    muitos parabéns!!!
    e muitos parabéns não só pela posição tomada quanto à exigência de diminuição do impacto climático mas também quanto à não colaboração com a opressão dos refugiados e comunidades em risco.
    é de pessoas esclarecidas e informadas que o mundo precisa

    • Cortano says:

      obrigado pelo seu esclarecimento quanto às exigências por parte dos colaboradores da Google.
      Fiquei muito mais esclarecido agora com a sua contribuição.

      Deixe-me adivinhar, você é deputado da 5ª fila não é?

  5. pauloj says:

    hehehe… é no que da contratar libtards!
    Hilariante…
    #Greta para CEO

  6. Fulano says:

    Dar importância a 0,0000000001% dos empregados da Google, só demontra mau jornalismo.

  7. ToFerreira says:

    Desliguem-lhes o ar condicionado!

  8. mmendez says:

    Fico pasmado como esta gente está a entrar em paranóia com o clima as formatações globais vão programando cada vez mais as manadas mundiais que consomem noticias programadas pelas elites mundiais.

    • mmendez says:

      AS manadas populacionais mundiais a todos os níveis estão a ser manipulados cada vez mais segundo uma agenda obscura cujo alvo é a dominação mundial das nações e dos povos com um agenda planeada semeando o medo e o ataque ao homem e destruindo a família destruindo todo o ensino instituído e semeando duvidas de género como se o homem e mulher não fossem bem definidos.
      a agenda global através dos meios de comunicação controlados mundialmente na sombra cada vez mais vão estupidificando as manadas que cada vez menos pensam e aceitam tudo como se fosse verdade , ultimamente fiquei admirado pelo Putin um tipo que abertamente está a falar sobre os planos mundiais da nova ordem mundial que querem implementar mas andam todos drogados pelo clima e por outras manobras de diversão quando acordarem já vai ser tarde….

  9. SANDOKAN 1513 says:

    1.137 funcionários,ai é ?? Que se ponham mas é finos que num minuto estão lá como no outro já não estão !! E logo na Google,que recebe milhares de currículos todos os dias para admissão de funcionários !! Que se ponham mas é finos e se deixem destas m***** de uma vez por todas !!

  10. sakura says:

    https://www.livemint.com/companies/news/half-hour-of-netflix-leads-to-emissions-of-1-6kg-of-co2-equivalent-climate-experts-11572240109579.html

    Se não mudarem de metalidade os mais novos vão ter que emigrar para Marte.
    a google devia copiar a Apple que é um bom ex.

  11. João M says:

    Lá está a google a tentar ser politicamente correcta. Ainda há uns tempos um gajo foi despedido porque decidiu dar a opinião relativa à questão da igualdade de género (era uma opinião contrária à opinião politicamente correcta) e a google despediu o gajo – porque ficava mal dizer aquelas coisas. Se estes empregados escrevessem que o foco de criar leis com timing absurdos e taxas e taxinhas para que tudo seja elétrico, eles também eram despedidos ou penalizados na hora. No entanto, como eles escrevem como a moça do “how dare you!!!” falou, já fica bem nos media e na opinião publica, principalmente aquela opinião religiosa de que o mundo vai acabar se a malta continuar a queimar combustíveis fósseis. A mesma malta que diz “ouçam os cientistas” mas ainda não vi nenhum cientista a vir falar publicamente sobre este tema – apenas vejo activistas e crianças que fazem o que os pais activistas mandam. A mesma malta que diz para ouvir os cientistas mas não os ouvem quando os cientistas dizem que transgénicos não fazem mal, que a mancha “verde” no hemisfério norte está a aumentar (principalmente porque se começou a usar carvão em vez de queimar árvores), ou que a camada de ozono está a regenerar completamente, então o que os cientistas dizem já não serve.

    Sim, devemos melhorar a nossa forma de viver – como reciclar mas com garantias de que não vai tudo para o mesmo saco depois; poupar no consumo de energia onde der – mas não fazer isto com taxas… porque um idoso, coitado, tem de se aquecer no inverno e aumentar o custo da energia apenas penaliza quem menos tem; o mesmo com água.
    A malta activista só sabe ter ideias autoritárias:
    – Proibir
    – Penalizar
    – Taxar
    Não sabem o que é educar, dar soluções viáveis (não utópicas) e acessíveis a todos. E não sabem ver que existem prioridades mais importantes do que desligar o AC nas empresas. Ainda temos crianças a morrer de fome neste mundo de obesos… talvez se nutrirmos esta gentes e as educarmos, a inteligência global da humanidade aumente e a solução para os problemas globais seja encontrada. Até lá o que vejo é malta que nem a cama faz a vir dizer aos outros como têm de viver a vida deles.

    • mlopes says:

      espero que percebas que fazer o que é preciso em termos ambientais (https://academic.oup.com/bioscience/advance-article/doi/10.1093/biosci/biz088/5610806) não impede que de “nutrirmos esta gentes e as educarmos”.
      podemos e devemos fazer ambos. aliás ao nutrirmos e educarmos ajudamos à concretização das ações necessárias à proteção do ambiente e ao protegermos o ambiente vamos conseguir nutrir e educar melhor as pessoas a que te referes.
      querer criar aqui uma dictomia insanável não tem sentido e é falacioso.
      mais, que fique claro que a reciclagem não é uma solução de primeira linha. a alteração dos hábitos de consumo da europa e dos eua é a medida principal. a reciclágem surge só no fim da linha como uma medida a ser aplicada quando não é possível evitar a criação de um determinado detrito.

      • João M says:

        mlopes, O que vejo é taxas, proibições e malta a gritar palavras de ordem.
        Energia, por exemplo: Não é de um dia para o outro que toda a energia passa a ser energia dita “limpa”; depois a energia limpa não é ainda a mais eficiente e tens, ainda, o problema de como a armazenar. ISto só um exemplo; na alimentação é outro. Não se pode dizer que temos de comer mais vegetais e cereais quando depois não queremos desflorestar para aumentar os campos de cultivo – porque agricultura é uma grande causadora de desflorestação. Alimentar uma grande população implica transgéneros, implica agricultura em grande escala. Claro que podemos incentivar cultivos “caseiros” (para quem tem espaço) mas nem todos têm a capacidade, know-how ou o tempo para isto.
        Como eu disse, e completamente ignoraste apenas para ires usar apenas um exemplo (algo que disseste a outro para evitar citar apenas um ponto tu fazes o mesmo) – eu digo que sim, devemos mudar comportamentos e atitudes mas eu, Joao M, só vou mudar o meu comportamento em relação a algo especifico quando eu tiver alternativas viáveis e realmente observar que são realmente sustentáveis – por exemplo, ter um carro eletrico não é em nada sustentável nem eficiente no meu caso; no entanto andar a pé o máximo possivel, ou de transportes publicos já o é. Mas eu não posso ir a pé para todo lado (e há quem nem sequer o consiga fazer) e os Transp. Pub não chegam a todo lado – logo não é 100% eficaz.

        Não podemos andar, no nosso conforto do sofá e no quentinho da nossa casa, ir dizer a paises menos desenvolvidos como India, africa em geral, ou até China que têm primeiro de resolver o ambiente quando o maior problema deles é a pobreza geral da população e a sua grande densidade populacional nos grandes centros.
        MAs vá, vamos lá pensar num conceito mais “próximo”. Uma família que tem rendimentos baixos vai ao supermercado comprar o mais barato. SE o Porco é mais barato que a vaca e se o frango é mais barato que esses dois, ele leva frango. SE uma alface de agricultura em massa é mais barata que uma alface biológica, o que achas que ele leva para casa? Se querem aquecer a casa preferem comprar um aquecedor de 20€, que para o orçamento familiar lhes parece mais “em conta”, do que comprar um mais eficiente que custa o dobro ou mais para poupar uns 10€ ao fim do ano – sim porque a nossa energia sustentável portuguesa é a mais cara da Europa…

        No entanto, continuo a dizer, este activismo só sabe apresentar medidas de Taxas, proibições e penalizações. Ainda não vi um real incentivo à inovação. O que vai salvar o planeta não são as manifestações pela rua a gritar palavras de ordem; o que vai resolver o problema é inovação. Mas inovar leva o seu tempo. Até lá nós fazemos o nosso melhor consoante as nossas POSSIBILIDADES.

        Se gostas de estar informado, aconselho-te a ouvir este senhor: Bjorn Lomborg. https://www.ted.com/talks/bjorn_lomborg_sets_global_priorities.html%20/discussion

        • RobertoS says:

          “implica transgéneros”
          Para alterar o comportamento e fisiologia humana criando pessoas mansas facilmente manobráveis ( basta adicionar hormona femininas ) e aumentar doenças para reduzir as populações.

  12. Silva says:

    João M
    mas isso de manter os povos pobres já está estudado , pessoas com dinheiro têm poder e influencia as crises económicas muitas vezes não são por acaso, já pensaram por exemplo no euromilhoes porquê a diferença no valor do prémio do 1º para todos os outros porquê ? é mais fácil controlar 1 muito rico do que ter muitos ricos, e já perceberam porque passou a existir o euromilhoes 2 vezes na semana ? não é para favorecer antes pelo contrario.

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