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Nvidia transforma as gráficas GeForce RTX 3070 Ti com defeito em RTX 3060

                                    
                                

Autor: Marisa Pinto


  1. paulo says:

    no artigo do bitcoin que produzia muito lixo de harware , muita gente a favor agora quero ver se estam a favor desta reciclagem!! Oo

  2. Pgomes says:

    Há décadas que a nVidia e a ATI usam chips com defeito para fazer SKUs de gamas mais baixas.

    • Paulo Martins says:

      A situação que fala o artigo embora inédita não é comum, normalmente o GA104 é usado para criar uma RTX3070TI, se tiver defeito aproveita-se para a RTX3070, depois para a RTX3060Ti a percentagem de chips com defeito que não possam ser aproveitados para fazer a RTX3060Ti é muito pequena, numa altura normal os chips com defeito seriam considerados lixo porque não se justificaria criar uma nova SKU para aproveitar esses chips.
      Na geração anterior apareceu apenas um caso a RTX2060KO que usava o mesmo chip da RTX2080, mas o stock era baixo e a NVIDIA teve basicamente que guardar chips com defeito da RTX2080 durante ano e meio para justificar a nova SKU, e apenas a EVGA recebeu esses chips.
      Para a NVIDIA tomar esta decisão ou a percentagem de defeito é superior ao que seria esperado ou a procura é tanto que justifica o investimento em criar uma SKUs diferente.

  3. Filipe Dias says:

    Quanto ao autor do artigo não sei…Cá eu, leio que os chips estão a ser utilizados em gráficas ainda por anunciar “3060s” que serão as 3060 super.

  4. Miguel Real says:

    Não, não é nem nunca foi inédita.
    Quase todos os processadores são feito ‘iguais’ e normalmente passam por teste de ‘queima’, (burning test), de controlo de qualidade para os fabricates poderem aferir em que frequência são estáveis e assim rotulados com o nome do modelo pretendido. este processo é assim quase desde o ‘waffle’, (aquele disco grande de onde são impressos os processadores), logo são verificados e se tiverem defeito são postos de lado depois tem mais fases de verificação e aferição da capacidade mas já quase toda a gente devia de saber que os processos industrias modernos e contemporâneos usam tal metodologia e não me refiro apenas a processadores e electronica mas a quase tudo, é talvez a razão mais relevante pela qual dois produtos aparentemente idênticos são rotulados com uma marca conceituada que oferece, (em principio), garantias decentes e linhas brancas ou marcas que até chamamos de segunda ou terceira escolha.
    Muitos dos produtos de marca que aparecem nas feiras populares são considerados ‘refugo’ e tem defeitos que não passam no controlo de qualidade dessas mesmas marcas portanto nem deveriam de existir duvidas já que ninguém está a ser descaradamente enganado – que paga lebre leva lebre quem paga gato leva gato.

    • Paulo Martins says:

      Acho que não percebeste o que torna este caso incomum, quando te referes que todos os processadores são feito “iguais” é verdade quando estás a falar de algo como um Intel Core, em que o “molde” do Core i9 é exatamente o mesmo que do Core i3, a Intel tenta produzir apenas Core i9 e vai segmentando os processadores com base em defeitos no silicone.
      Mas o que estamos a falar aqui é completamente diferente de segmentação por defeito, o que o artigo se refere é o equivalente da Intel usar chips da gama Xeon com defeito para criar um Intel Core, o silicone é totalmente diferente, estamos a falar de um chip bem maior não é simplesmente um caso de desativar parte do silicone com defeito.

      A NVIDIA já faz segmentação dos chips por defeito, o chip da RTX3090 e RTX3080 é o mesmo mas com parte do silicone desativado, mas o chip da RTX3080 é fisicamente maior que o da RTX3060, aqui não estamos simplesmente em falar de desactivar silicone com defeito, para venderes o chip da RTX3080 como sendo uma RTX3060 tens que desenhar um nova PCB e cooler pois este chip não cabe na PCB das placas RTX3060 em produção.

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