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Considera que os jovens estão demasiado viciados e dependentes dos smartphones?

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Marisa Pinto

Editora no Pplware e psicóloga de profissão. Desde cedo que a tecnologia é uma paixão, interessando-se em particular com o impacto que esta tem na nossa vida e nos comportamentos que as pessoas adotam nas redes sociais.

Destaques PPLWARE

  1. Daniel Mex says:

    os jovens são loucos

  2. Rafael Saavedra says:

    A grande maioria sim, mas ainda há uma minoria (grande) dos jovens que vai para a rua brincar. Pelo menos aqui na zona, nas cidades e vilas à minha beira há muito jovem no skate park ou nos parques a brincar uns com os outros.

  3. Sandro says:

    Dramaticamente: SIM, PODE DIZER-SE MESMO, QUE É UM FLAGELO, POIS COM ISSO NADA APRENDEM, A NÃO SER MAUS VICIOS. PARA O RESTO DAS SUAS VIDAS. Novas tecnologias, são presentes envenenados.

  4. rodrigo says:

    Os tempos mudam e nao ha nada de errado nisso.
    Todos nos éramos viciados algo que naquela altura era visto como errado.

    • andre says:

      nao tao errado como estar a olhar horas para um ecra sem aprender nada…. a jovens que nao sabem chutar na bola, acho que alguns nao sabem correr direito sequer.

      • Hm discutível says:

        Bem um dos benefícios de passar tanto tempo a olhar para o telemóvel é que aprendemos a diferença entre “há”, “a” e “à” …

        É tão cómico ver como se critica sempre as novas gerações por tudo! Os adolescente utilizam bastante os telemóveis isso não se discute mas não quer dizer que não aprendam nada, nem tudo gira à volta do desporto

        • Sr. Correcto says:

          Eu aprendi essas diferenças na escola, numa altura em que os pais não compravam telemóveis aos filhos! Numa altura em que os pais apostavam no ensino dos filhos, num futuro para os filhos!
          Hoje, vejo crianças que ainda não entraram no primeiro ano e já têm telemóvel!
          Afinal de contas, as crianças estão dependentes dos telemóveis ou são os pais que mereciam tomar outras atitudes?
          Tudo começa com nos pais! No ensino que eles dão aos seus filhos!
          “Oh pai também quero!”
          “Sim, terás tempo para tudo isso quando chegares à idade certa!”
          “Oh pai, mas toda a gente tem!”
          “Sim, mas tu não és toda a gente! E enquanto fores meu filho é assim que funciona!”
          É isto que é preciso outra vez!!!

          • Hugo says:

            Pelos vistos faltaste às aulas de sarcasmo…
            Mas estás lá. É meter os putos a sachar batata das 7 às 19. “Quando tiveres a tua casa fazes o que bem entenderes”.
            Não tenho pena dos miúdos de hoje em dia, mas sim dos que cujos pais não conseguiram acompanhar a evolução da sociedade, com tudo o que isso possa trazer de mau.

          • Flavius says:

            Telemóvel aos 2-3 anos e acompanhamento da sociedade? Tu bates bem da cabeça?
            O telemóvel ser considerado quase um status desde os 12-14 anos ? E andam a falar como se já fossem adultos?

      • Alexandre says:

        No meu tempo passar tempo em casa era visto como mau mas no entanto era na rua que as crianças aprendiam a roubar, fumar e podiam ser atropeladas! Sou da opinião que o problema são os excessos.

        • Jorge says:

          Tbm aprendiam a brincar, partilhar, criar amizades, jogar a bola, etc…

          • cenas says:

            Brincar toda a gente brinca mesmo tendo telemóveis. Sempre tive, e cheguei a brincar MUITO na rua mas não demasiado porque os meus pais sempre tinham algum receio dos PERIGOS QUE ANDAM NA RUA.
            Partilhar o quê?
            Criei sempre amizades seja face-a-face seja por telemóvel.
            Joguei à bola na escola mas não gostava muito por isso ia fazer outro desporto e acabava também por conviver com outras crianças e adolescentes e sim, tinha telemóvel mas nessa altura não havia facebook.

        • Jorge says:

          Eu nasci e cresci num bairro social bem conhecido no porto (aleixo) e vinha para a rua e nunca fumei, bebi e nunca fui atropelado. Tive oportunidade de passar muitos dias na rua a brincar com amigos e tambem em casa a jogar consola com amigos. Seja em casa ou na rua, quem rouba, fuma, etc..muitas das vezes tem a ver com a personalidade e educaçao de cada um e nao generalizar que quem brinca na rua é ladrão. Entao os nossos pais eram todos ladroes, porque quando estavamos em casa eles diziam irmos para a rua brincar.

      • Falcão Azul says:

        “correr direito” ?? Nem me fale !! Vá ver o que corria um jovem há 20 ou mais anos atrás do que os lingrinhas que “correm” hoje em dia.A diferença é abismal !!! Deus me livre,que diferença !! Hoje em dia dão uma volta ou uma corridita e já estão com os bofes de fora.É super ridículo !! E toda a gente vê isto e se apercebe,pois ninguém é burro.

    • Falcão Azul says:

      Ó “rodrigo”,eu nunca fui viciado em nada e hoje sou o homem que sou.Era só o que me faltava !! Ora,ora.

    • Hugo says:

      O teu comentário é 100% acertado. Ponto.
      Ao ler os comentários já se percebe quem são os novos velhos do Restelo.

  5. anon says:

    É apenas um dos efeitos secundários da evolução tecnológica.

  6. José says:

    Os tempos mudaram sim mas os smartphones vieram mudar os jovens que não convivem , não brincam, pouco falam cara a cara , se for necessário mandam mensagens para eles o mundo e todo virtual . Graças aos smartphones eles não se apercebem e não disfrutam do que lhes rodeia.

  7. Jota says:

    Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim!!!

  8. Jorge says:

    Não são só os jovens, adultos também passam muito tempo no smartphone, se calhar bem mais que jovens.

  9. Falcão Azul says:

    Considera que os jovens atualmente estão demasiado viciados e dependentes dos smartphones?

    Sim. (94%)
    Não. (6%)
    Total Votos: 469. Nem comento !! Os resultados falam por si mesmos.Ainda diz alguém que “Ainda há fé na humanidade” !! DEIXEM-ME RIR !! 😀

  10. Darius says:

    A maioria (incluino adultos) passa “demasiado” tempo no smartphone, importante é saber se esse tempo é produtivo ou não.

  11. rjSampaio says:

    Viciados e dependentes não deviam estar no mesmo saco.

    Eu estou dependente to smartphone para uma grande parta da minha vida diária, mas não estou viciado.

  12. FugaparaVigo says:

    Infelizmente não só os jovens como também a grande maioria dos adultos.
    O facto de se ter “literalmente” o Mundo nas mãos é viciante.
    Eu admito que estou viciado e não tenho qualquer problema em admitir.
    O problema é quando o vício começa a interferir com o trabalho e a vida pessoal, algo que tenho tido o extremo cuidado de controlar e até hoje tenho conseguido fazer.

  13. FugaparaVigo says:

    Aquilo que mais confusão me faz é ver um grupo de jovens a enviar mensagens e emojis entre si quando estão a menos de 1 metros de cada um e a falta de interacção humana é gritante.
    Isso sim é deveras preocupante.

    • Falcão Azul says:

      Era dar um murraço em cada um deles que é para ver se ganhavam noção do ridículo,da figura de otários que fazem !! Mas tanto eles como elas,muita atenção !! Elas são muito piores do que eles !!

      • Hugo says:

        Tenho 34 e não me lembro de alguma vez ter andado à porrada a sério, mas aqui há cerca de 15 anos estava eu a andar de skate no ringue de futebol da cidade onde residia na altura e um velho traça-me a perna à frente porque supostamente aquilo era para jogar futebol.
        Fui ao chão, levantei-me e enfiei-lhe um punho no meio dos olhos.
        Não me orgulho do que fiz. Obviamente que tive problemas e queixas bla bla, mas no final o meu pai deu-me razão e isso para mim foi o suficiente para saber que fiz o que estava certo, pois pelo menos nunca mais me voltou a fazer o mesmo.
        Hoje em dia respeito um idoso de 90 anos tal como um miúdo de 5. Há que haver bom senso e respeito por toda a gente. As ideologias variam e existem muitos factores a ter em conta.
        Uma coisa te garanto: Se nos meus 15-18 anos passasses por mim enquanto mexia no telemóvel podias dizer o que quisesses, mas se fizesses o que quer que seja faria exactamente o que fiz ao outro que fez a rasteira.
        Não sou apologista do uso de violência, mas há que mostrar a pessoas como tu que não são donos da razão e muito menos têm qualquer tipo de permissão para interferir estupidamente com a vida de terceiros.

    • cenas says:

      Nunca vi isso a acontecer, mas tu és o sabedolas que sabe tudo por isso nem vou duvidar.

  14. Inácio says:

    Bom, o que a votação actualmente mostra não me surpreende, mas são os casos de exagero que são “alarmantes”! Isto não só nos jovens, nos adultos também. Por ex, se vamos todos a um jantar com um grupo de amigos e de repente vemos que alguém está mais sossegado a trocar mensagens com outra pessoa que nem lá está, é mau! Se vamos para reuniões com pessoas que devíamos mesmo ouvir de verdade e temos ali também o telefone conosco para dar uma espreita ou outra, também é mau! Os smartphones e a tecnologia não são uma coisa má, o que cai muitas vezes no exagero é que é o problema.

  15. DrFrankenDerpen says:

    Não são só os jovens. Os adultos tbm, pelo que a pergunta podia ser reformulada

  16. Antonio says:

    Acho que se não houvesse Facebook ou até internet durante uma semana haveria uma grande percentagem que se suicidaria.

  17. Jorge Ribeiro says:

    Já perdi a conta de quantos adolescentes, adultos etc estão agarrados ao smartphone e literalmente não olham para onde vão e acabam sempre por vir contra mim, não me desvio para ver a reação, e surpreendemente nem a porra de uma desculpa dão!
    Problema não é da tecnologia mas sim do excesso da mesma
    Os pais nao controlam os filhos e no final da nisto……..

    • Flavius says:

      E mais fácil lhes dar um smartphone ou um tablet ou mesmo um portátil para se entreterem e não chatear os pais.
      E o que se vê quando se vai fora de casa, bebés e crianças a terem um dispositivo a frente para não fazerem bira n barulho be não incomodar o espaço social dos pais (ou seja os pais também estão nos telemóveis a verem Facebook, insta….e outras m….s sem se preocupar com o que as crianças aprendem.

  18. jgago says:

    Façam um exercício de andar num transporte publico e verifiquem quantas pessoas andam a ler livros em papel e quantas andam a usar o telemóvel. Os tempos mudaram agora não se carrega com os livros pesados na mão mas sim com toneladas virtuais de informação na palma da mão. E NÃO são só os jovens…..

    BOM ANO de 2019 para TODOS VÓS.

  19. 100 NOs says:

    Viciados e dependentes são coisas diferentes, ou eles são viciados a ponto de nunca largar o Smart ou são dependentes, precisam do Smart para fazer o dia acontecer.

  20. Nuno says:

    Claro, só os jovens… No dia-a-dia vejo mais gente “velha” ao telemóvel do que jovens, nós (jovens) é festivais, cinemas, parques para levar as moças e cafés onde a malta se reúne até ás tantas. Os cotas é a vida toda no telemóvel ou pc a infestar facebooks que agora e mais “cotas” que sei lá o que. Esta estatística se formos a ver sim pode estar correta mas feita por gente errada.

  21. João M. says:

    OS jovens, os adultos, as crianças.. agora ninguém larga o telemovél.
    Começa já desde pequenos; os pais, para não estarem a ouvir os filhos ou lhe darem brinquedos que dão trabalho arrumar, ou pior, que obrigam os pais a brincar com os filhos, preferem dar o telemovel ou o tablet para as mãos. Custa-me ver crianças de 2-3 anos já com o telemovel na mão a jogar ou a ver videos.
    Os jovens, se lhes tiram o telemovel, já nem sabem o que fazer quando estão juntos. Alguns ainda vão conversando mas de resto a generalidade so sabe olhar para o ecrã.
    Os adultos, que tanto falam desta geração estar perdida, perdem mais tempo a queixarem-se no facebook e a fazer testes do tipo “que tipo de pessoa era na vida passada” do que realmente a educar esta geração “perdida”.
    Enfim, custa escrever um texto assim no telemovel, por isso mudei para o portatil…

  22. Sérgio J says:

    Giro ver a falarem mal que os jovens estão viciados no smartphone num fórum de Internet.
    Leio que não fazem desporto, no entanto a maioria (Força de expressão) está em algum desporto federado. Nunca houve tanto jovem a praticar desporto.
    Vivo em frente à uma escola, vejo o recreio todo, sou presidente da Associação de pais, logo conheço minimamente a realidade da escola. Vejo os miúdos de volta dos smartphones, mas vejo a maioria a brincar, ou no máximo num misto. Vejo sim os mais nerdezinhos agarrados, mas isso sempre foi assim. Há 25 anos atrás também os víamos agarrados aquelas maquinetas de tetris ou cobrinha. A diferença é que antes víamos os jovens a ir para casa e ficavam a jogar computador ou videojogos. Agora pelos ainda comunicam nem que seja virtualmente. Eu tenho a minha filha em casa da mãe, que ora está em casa a jogar, ora está na rua, ora está na casa de uma amiga, ora esta está no estádio a correr e não tardará estar nalgum canto também a namorar. Há tempo para tudo. Já o meu enteado, para além do karaté, passa a vida a jogar jogos online com os amigos nerd aos berros. Conheço os dois lados bem. Posso dizer que pelos números que aqui vejo a maior parte desconhece a realidade. Tenho 44 anos, com PC desde os 15 e Internet desde os primórdios dos primórdios (universidade). Desde puto que me habituei à ladainha que a geração mais nova está perdida. Sempre a mesma treta.

  23. PeterSnows says:

    Jovens e adultos.

  24. Joelsio Major says:

    Sou jovem e sou viciado não porque quero mas porque as circunstâncias assim determinam. Se vou ao pingo doce e esqueço-me da carteira em casa, uso o smartphone para pagar, na faculdade quando o professor pede para acessar um link, uso o smartphone para isso, na faculdade para estudar uso o smartphone para isso já que nem sempre há computadores disponíveis para todos. Mas uma coisa é certa, falta regras de uso, auto-responsábilidade e auto-disciplina, mas isso é muito culpa dos pais uma vez que atualmente não se vê bons pais (há sempre excessões, não quero ofender ninguém), e tudo se resolve com dispositivos eletrônicos. Sou do século XX e vejo a dificuldade dos meus pais em acompanhar a evolução, mas no pouco que sabem, ambos concordam com está frase pronunciada pela minha mãe: “se existisse bons smartphones no meu tempo, isso iria poupar cerca de 40% ou até mesmo metade dos problemas que tive”. Se somos viciados, arrisco-me a dizer que 50% é culpa da sociedade em criar aplicações para poupar tempo de espera nas filas (o que é bom), mas parem de apontar os dedos aos outros. Todos nós somos culpados, inclusive eu, e volto a dizer que sou viciado não porque quero mas sim por causa das circunstâncias que vivo diariamente. Saudações!

  25. pic says:

    aqueles retardados que andam a conduzir e usar o tlm ao mesmo tempo, nem deviam ter tlm

  26. Migas360 says:

    99.9% nem querem saber de mais niguém. apenas Smartphone e uma tomada de energia.

  27. Duarte Leme says:

    Acho um exagero principalmente quando estão à mesa, mas ai a culpa é dos Pais.

  28. Samuel says:

    O tlm devia ser um recurso e não devia ser uma distração. Queria ver o que os jovens faziam com os velhinhos telemóveis como o nokia 3110 entre outros!! Aposto que não saberiam usar-los.

    • Hugo says:

      E porque raio haveriam de saber?
      Sabes meter um calhambeque a trabalhar? Ou fazer fogo com dois paus?
      Que mentalidades mais tacanhas. Evoluam. Não tarda estamos em 2019.

  29. Hugo79 says:

    Provavelmente que a maioria já viu este vídeo referente ao tema abordado. Para quem não o conhece, aconselho-o vivamente. Para mim é uma referência https://m.youtube.com/watch?v=FwzmQf44hMo

  30. Falcão Azul says:

    Considera que os jovens atualmente estão demasiado viciados e dependentes dos smartphones?

    Sim. (93%)
    Não. (7%)
    Total Votos: 1.388. Clap,clap,clap,bato palmas para quem votou,como eu,no “sim”.Pelo menos temos uma ideia certa daquilo que nos rodeia e está à vista de todos,ao contrário de outros que só faltam ter palas nos olhos como os burros,e que pensam que os jovens de agora é que são os “maiores”. “Maiores” só se forem na estupidez,na ignorância,na má educação,no isolamento social,nas relações com os próprios pais,nas bebedeiras precoces,e como agora deve ser “moda”,no charrinho da praxe com os otários dos amigos.Atenção que falo no masculino,mas olhem que no lado oposto,no lado feminino,há cada “peça” que nem vergonha têm na cara,as vadias !!

    • Hugo says:

      Não pah, tu não vês mais que ninguém. Se calhar vês bastante menos.
      Lê o que escreves. Estás em 1970.
      A sociedade está longe de ser perfeita é certo, mas ficar no pc a criticar é o fim. O teu fim.

  31. Nuno Oliveira says:

    Se por jovens falam daquelas criaturas de aspecto humano que atravessam passadeiras com phones gigantes nas orelhas a olhar para o smartphone, qual burro atrás da cenoura, sem noção da sociedade e que falam com os amigas via telemóvel apesar de estarem sentados no mesmo banco, então nem sei qual a dúvida…

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