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Apple já lidera o mercado dos wearables


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. golf says:

    O futuro não passa certamente por algo como o (actual) Apple Watch, com todas as suas limitações; este só tem este suposto sucesso pela marca que ostenta.
    O futuro passará certamente por algo do género da Fitbit/Mi band consecutivamente evoluídas para trazer mais funcionalidades, sem perder contudo o lado prático que as caracteriza.

    • Helder says:

      Estes gajos são mesmo ridículos…

      Então que limitações é que o Apple Watch tem?

      Nem sabes o que tem, quanto mais o que não tem!

      O futuro é o Apple Watch, antes estava em 3o, agora está em 1o.

      E o resto só vende porque custa $15.

      • Miguel Sousa says:

        Já agora, falta-lhe dizer que a Apple CANCELOU 6 projectos do Apple Watch 2 e que as 2 fábrica chinesas que produzem peças já despediram 10000 funcionários nos últimos 3 meses. Portanto, é mesmo o futuro?

        • Atchim ... says:

          Não inventes.
          Como é isso possível se vendeu 2,2 milhões no primeiro trimestre de 2016 e 3,5 milhões no primeiro trimestre de 2017 – um crescimento de 59%?

        • Bruno says:

          E és capaz de dar uma referência para o que dizes?
          O Apple Watch 2 é um produto finalizado (projectos?), e as vendas têm subido. Ainda há duas semanas havia notícias a circular que a Apple estava a preparar o oposto do que dizes, contratando mais uma empresa para aumentar a capacidade de produção do Apple Watch.

      • golf says:

        Tens um e não sabes as limitações dele? Não o carregas todos os dias? Não precisas de ter o iPhone para o usar? Não custa um balúrdio para pouco ou nada acrescentar ao iPhone do qual depende? Não é “quadradamente” feio, fazendo lembrar o KITT ou aqueles Casio antiguinhos com calculadora? Não sofre de lag? Não tem um ecrã demasiado pequeno/ilegivel para a maioria das coisas? Não é demasiado volumoso? Não é limitado em apps, com saídas importantes ultimamente, fazendo lembrar o Windows Phone?
        Não tens um, ou tens, mas como grande parte de quem comprou, não usa? Isso é que é ridiculo.

        • Bruno says:

          Pode-se usar sem ter o iPhone por perto.
          Os outros wearables acrescentam alguma coisa, “têm” apps, têm um ecrã legível? Dizeres estas coisas só reforça a incoerência do teu primeiro comentário, pois são coisas onde os exemplos que deste como futuro, ficam atrás…

    • Bruno says:

      A tua opinião, tal como escreves, não tem grande coerência. Dizes que o Apple Watch não fará parte do futuro por causa das suas limitações e, no entanto, logo a seguir defendes que o futuro serão os FitBit’s/Mi band, que neste momento são ainda mais limitados funcionalmente que o Apple Watch.

      • golf says:

        As limitações do iPhone não são em funcionalidades, antes pelo contrário, seria bem melhor ter menos funcionalidades e mais sentido prático, como era apanágio da Apple.

        • Bruno says:

          Ser mais ou menos prático não tem nada a ver com limitações. Nem podes dizer que o que o Mi Band faz é menos prático de se fazer no Apple Watch, porque tal é falso… são funcionalidades básicas no Watch, algumas que nem sequer precisam de interacção.

    • Sujeito says:

      Outra vez esta conversa. Mas quais limitações , em comparação com o que? Só se for com o que não existe porque um relogio tradicional faz muito menos coisas e ninguém lhe chama limitado. Faz o que é suposto fazer. Tu podes não gostar, mas não confundas as coisas.

  2. Kabuki says:

    Esta notícia faz me lembrar algo do género “Jobs for the Boys”.

  3. Helder says:

    Mais uma vitória para a Apple!

    Desde que tenho o meu, muda tudo!

    • hotel says:

      Acredito que estar constantemente a ser notificado no punho mude muito, eu não aguentava um dia. Como também deve mudar muito a constante preocupação que a bateria acabe… Mudar de cavalo para burro, não, obrigado!

      • Helder says:

        Se não quiseres ser notificado, pões o modo lua, melhor no punho que está sempre livre que no bolso.

        A bateria pode ser preocupação nos outros, no Apple Watch chega bem para dois dias, dura mais que o telemóvel.

        • golf says:

          “no Apple Watch chega bem para dois dias”
          Apple: “Bateria para todo o dia – Até 18 horas; Conversação – Até 3 horas; Leitura de áudio – Até 6,5 horas; Treino – Até 8 horas”

          “pode ser preocupação nos outros”
          Mi Band 2: 20 DIAS
          Fitbit: 5 DIAS

          “Estes gajos são mesmo ridículos…”

      • Sujeito says:

        No entanto mudaste de cavalo para veículo motorizado e ninguém se queixa da autonomia inferior.

  4. MarioM says:

    Um Smartwatch tem de ser muito diferente daquilo que é o da Apple que não gosto e do que todos copiam.

  5. Vitor Correia says:

    A minha mi band 2 com uso intensivo, “só” tem autonomia para 3 semanas… É mesmo uma chatice ter de a carregar passado 21 dias :p

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