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Sol poderá lançar “bombas de chamas” que fritarão satélites e redes elétricas


Fonte: Phys

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

Destaques PPLWARE

  1. SANDOKAN 1513 says:

    Isto é que não,meu Deus… 🙁

  2. iDespairing says:

    Uns dias sem electronica so podem fazer bem a malta.

    • Daniel says:

      Santa ignorância…
      – Aviões a cair;
      – Navios à deriva no oceano;
      – Maquinaria hospitalar inoperacional (boa sorte hemodiálise, boa sorte tac, boa sorte respiração assistida, etc);
      – Inexistência de meios de comunicação para e entre as forças policiais (excepto presencial, o que abriria portas a um aumento de criminalidade por não haver forma de a comunicar nem de haver polícia em todo o lado);

      Faz bem, não faz? Muito bem mesmo… essa coisa que tens em cima do pescoço é para ser usado, não é só para alimentar piolhos, ok?

      • Miguel Sousa says:

        Tanto erro… Aviões podem navegar 100% da viagem sem qualquer computador ou GPS. Além disso, a única coisa que afectaria os aviões era mesmo a falta do GPS. Tudo o resto estaria a funcionar. (Os radares ficariam inoperacionais durante semanas, teriam de ser controlos ao estilo dos anos 80.)
        Navios, só de há 30 anos para cá usam equipamento de GPS, até aí não andavam à deriva…
        A comunicação rádio VHF e UHF estariam operacionais 24 a 48 horas após a Terra ser atingida. Talvez o problema fosse que os polícias com menos de 40 anos, nunca tivessem usado um rádio para informações nem tenham o manual para saber os 423 códigos operacionais internacionais… Os militares sabem-no e teriam de tomar o controlo dessa parte.
        Maquinaria hospitalar estaria operacional ainda durante o embate da EMP. Com uma vantagem: as TAC já estão protegidas e podem operar sem a rede energética, tal como as outras que refere e as que não refere.
        Sim para a juventude seria horrível, 2 a 3 anos sem internet e com 1 canal televisivo, 4 a 6 anos sem telemóveis e os carros modernos a precisarem de ir à oficina para desligar todo o sistema eléctrico para poderem funcionar.

        • Daniel says:

          HAHAHAH

          obrigado pelas gargalhadas.

        • Daniel says:

          Como escrevi antes: essa coisa em cima do pescoço não é somente para pasto de piolhos.

          Falemos dos aviões com sistema de fly-by-wire: desde que a hidraulica funcione, em teoria conseguiriam controlar o avião. Mesmo com controlo hidraulico e com os diversos avisos ao longo do tempo, há alertas e falhas em cascada e ao longo do tempo, não de uma vez só. Se os pilotos estiverem à espera e bem treinados, talvez aterrem, mas não esperes que todos aterrem ou que sequer consigam controlar o avião sem aviso. Piora em aterragens e levantar voo dando quase como garantido a queda do avião.

          A comunicação pode ser feita, mas 1 a 2 dias após a ocorrência é imenso tempo, não é? Garantidamente que não é inócuo… podes ter a certeza que haverá problemas enormes enquanto não houver reposição das linhas de comunicação (mesmo com linhas de comunicação basta ver todos os motins que houveram nas últimas 2 décadas, e estamos a falar de linhas de comunicação completamente operacionais). És um lírico, olhar para um lado e esquecer tudo o resto.

          Maquinaria hospitalar, tens mesmo a certeza? Queres apostar nisso? Quanto queres apostar na rede electríca manter-se operacional sem falha em cascada? Quanto queres apostar que toda a maquinaria hospitalar manter-se-ia operacional? TAC é realmente blindado (a máquina de TAC em si), mas o equipamento todo para além do TAC, de imagem, etc? Sério, usa a cabeça uma vez na vida.

          Para qualquer pessoa normal, sem problemas, com os pés na terra e em comunidades minimamente estáveis e seguras seria somente um dia sem jogos, sem net, mas não seria mais do que um aborrecimento, o resto? Sabes por acaso que há equipas que estudam isto?! Ainda por cima tudo o que referi são casos básicos, não são cenários recambulescos que podem falhar e forçar uma falha em cascada… haja paciência para opiniões passadas como factos, arre!

        • Daniel says:

          E atenção, não estou a falhar de simples aumento de actividade solar, estou a falar de um cenário como o referido neste artigo. Até satélites em órbita terrestre baixa (LEO) seriam afectados… seria de esperar terem qualquer tipo de blindagem, certo? E têm… simplesmente não compensa fazer mais do que já se faz, principalmente quando toda as gramas que se possam retirar à massa da payload contam. Um cenário como o referido não é tido em conta.

          Tudo depende da gravidade, mas o cenário referido não é simples EMP a que nos habituámos nos filmes (que esses nem me preocupo, seja por actividade solar normal, seja por uma explosão nuclear a alta altitude).

        • Daniel says:

          Isto falando somente da parte eléctrica, não considerando as consequências em tudo à volta: a maioria dos automóveis não sairiam do sítio. Consoante a hora em que ocorresse, poderia deixar estradas urbanas (que normalmente são imensamente movimentadas) com um dique feito de automóveis, ou completamente vazias (i.e. de noite e não havendo carros a passar).
          De qualquer forma é irrelevante, a questão onde quero chegar é que com acesso facilitado (sem carros na estrada a impedir a passagem) ou dificultado (com carros a criar obstáculos na estrada), a forma mais eficiente e rápida de transporte seria a cavalo. Tirando excepções como cavalaria da GNR ou alguma quinta com cavalos para zona turística (i.e. Sintra com as carruagens a cavalo), isso seria impossível em polos urbanos, restando as bicicletas convencionais. Dirás tu: mas isso bastaria, estamos safos… infelizmente não, grande parte da população é sedentária ou com pouca actividade física que lhes desse resistência para andar de bicicleta de um lado para o outro (falando de médicos que se teriam de apresentar ao serviços, enfermeiros, pessoal auxiliar com algum grau de formação necessária). Em grande parte dos serviços seria bem provável que o pessoal que tinhas ao serviço será praticamente o único que poderás contar nos próximos dias (garantidamente parte deles em fim de turno que terão de estender, trabalhando em sobrecarga, etc). Ou seja, quem está no hospital está lá não por estar bem, garantidamente, o que mesmo se pudesse ser dado alta não teriam onde ir ou como ir. E que dizer das pessoas a necessitar de ir a um hospital e não ter como (vão-se por em bicicletas?! Dificilmente… vão informar quem, e como?).

          Giro, não é? Diz lá que só os jovens é que sofreriam, diz… esses piolhos devem andar gordíssimos.

        • Daniel says:

          E que fique claro, nada nisto é num cenário de normal EMP, mas sim num cenário em que o EMP seja forte o suficiente para derrubar a rede electrica e fritar a maioria da electrónica não convenientemente blindada.

          Recordo o comentário do iDespairing: “Uns dias sem electronica so podem fazer bem a malta.”

          Não é um cenário de simples EMP (que normalmente é inócuo)… aí dar-te-ia razão, mas tu não leste sequer ao comentário a que respondi e começaste o teu comentário de forma preconceituosa, sem sequer ligar aos pressupostos. Infelizmente pessoas como tu votam…

          • PAULO SILVA says:

            Ok, eu consigo causar o mesmo caos, bastando para isso perder a rede eléctrica, com isso as bombas de gasolina não iam funcionar todo o aparato tecnológico também não ia funcionar. os telemóveis até as baterias acabarem etc.
            Mas é como está o mundo neste momento, além disso caso não esteja em erro uma descarga EMP só iria afetar a metade da terra virada para o lado do Sol a outra ia escapar…
            Neste momento tudo depende de electronica por isso nada a fazer.
            Gostava de ver soluções para evitar o problema de uma EMP. isso sim era um bom debate

        • Daniel says:

          E outra questão: um motivo pelo qual obrigamos as empresas a impor sistemas de emergência, com hierarquia, etc, e simular acidentes, é para treinar as pessoas e condicionar a forma como reagem, de forma a ser gerível. Nós SABEMOS, empíricamente e confirmado com dados ao longo dos anos, que as pessoas não sabem reagir de forma coordenada espontâneamente, a não ser impondo uma estrutura. Daí haver necessidade de simulacros nas empresas, de testar os tempos de resposta, a organização, etc. Se já isso é pouco mais que insatisfatório (mas melhor que nada), imagine-se um cenário destes, à escala global e sem qualquer infraestrutura que dê resposta imediata à quebra das linhas de comunicação, ao acesso aos serviços básicos, aos serviços de segurança e saúde, etc.

          Que fique claro: o cenário referido não se trata de simples EMP que possa ou não afectar algo, a resposta inicial foi ao iDespairing num cenário de falha catastrófica dos sistemas electricos e electrónica. Próxima vez vê primeiro ao que respondes.

        • Abre os Olhos says:

          Os aviões têm 3 computadores…
          Dois deles fazem contas e cominicam ao chefe o 3º computador que as valida.
          Caso o chefe fique operacional, um dos outros assume as funções.
          Caso fiquem todos inoperacionais….
          Podes ter a certeza de vai cair sem qualquer hipotese de sobrevivência….

      • GM says:

        E usou! Simplesmente é a constatação da natureza! Um mundo asséptico não existe. Só porque a Humanidade está no estágio tecnológico em que está, os fenómenos da natureza não podem ocorrer? Aliás, parte dos fenómenos que nos atingem são consequência do desenvolvimento desenfreado (evidentemente, não este que é objecto do artigo), nomeadamente tecnológico, que está a afectar o equilíbrio da Mãe Terra. Espere e verá.

      • iDesparing says:

        O mundo está cheio de idiotas como tu que acham que sabem tudo e não fazem falta nenhuma paspalhão

      • Koso says:

        Ele estava a referir-se ao entertenimento que vem da tecnologia 🙂

  3. Zé Duarte says:

    O Sol que não se estique muito que leva logo um processo um cima e depois quero ver como vai pagar as multas.

  4. Hollywood says:

    Nada de novo…já aconteceu no passado e acontecerá de certeza no futuro. A diferença é que no passado ninguém notou porque não havia tecnologia sensível a esse ponto.

    O Apocalipse também já aconteceu várias vezes! sempre que um asteroide com o tamanho suficiente atingiu a terra e “limpou” todos os seres vivos – um RESET, digamos…

    CARPE DIEM pessoal!!!

  5. cra2sh says:

    “este comportamento só acontece uma vez a cada mil anos.”

    Podem partilhar os estudos realizados em 1019, ou os anteriores para perceber como chegaram a essa conclusão?

    • Vítor M. says:

      Há vários estudos que explicam a razão de o nosso Sol ter erupções massivas quando era jovem. Inclusive são explicadas as razões para tal acontecimento. No artigo explica algumas descansas, mas há artigos detalhados sobre o assunto.

      • Carlos says:

        1000 anos é insignificante para a vida de uma estrela, ou seja há 1000 anos atrás, a idade do Sol seria praticamente a mesma de hoje em dia, além disso já tivemos uma tempestade solar bastante forte em 1859, a “sorte” é que a sociedade nessa altura ainda não estava dependente da electrónica e electricidade como estamos actualmente. E não há nenhum estudo cientifico que nos garanta segurança, uma nova grande tempestade solar pode acontecer já amanha, como pode acontecer daqui a 10 anos ou 100 anos.

  6. Joao Ptt says:

    Se algum evento vier EMP mais sério vier a ocorrer que afecte a electrónica e as redes eléctricas, voltamos à idade média.

    Já se fizeram estudos nos EUA e em poucos meses/ anos acabava a civilização como a conhecemos, simplesmente porque as pessoas já não vivem do que a terra lhes dá há muitos anos (excepto algumas comunidades que insistem em viver sem electricidade e electrónica por questões religiosas (?) e logo a comida acabaria rapidamente, e depois começa a matança para ter acesso à pouca comida que existir. Já para não falar na distribuição e tratamento da água e dos esgotos… e respectivas doenças que começam logo a surgir pouco tempo depois, que depois não podem ser tratadas porque os medicamentos e tudo o resto começam a faltar pouco tempo depois.

    A rede eléctrica se for afectada por um evento EMP poderá demorar décadas ou até mesmo nunca mais ser reposta simplesmente porque construir cada transformador demora meses… se os tiverem de substituir a todos podem imaginar o tempo que levaria.

    Existem protecções para colocar nos transformadores eléctricos que permitem evitar que estes avariem permanentemente, e já sugeri à presidência da república em Setembro de 2017 que adoptassem medidas imediatas para proteger a infra-estrutura eléctrica, a mensagem foi redireccionada de departamento em departamento do estado e até hoje não tive conhecimento de qualquer medida efectivamente tomada para proteger a rede eléctrica nacional. Quando a mesma vier a falhar, o estado será mesmo o culpado desde a presidência da república, governo e entidade do estado responsável pela área, pois todos apesar de terem sido avisados nada (aparentemente) fizeram para efectivamente mitigar o risco. E aqui só mesmo o estado tem a capacidade para obrigar as distribuidoras a protegerem a sua rede… que de certeza não vão gastar o dinheiro se não as obrigarem a isso.

    Também mencionei a necessidade de proteger a infra-estrutura de comunicações móveis… mas também não me constou que algo tenha sido feito nesse sentido.

  7. CMatomic says:

    Fala-se quase sempre em novas tecnologias mas nas redes robustas poucos se lembram , e desconhecem que este factor natural já aconteceu no principio do século passado como nos anos 70 este tipo evento provocou um caos na cidade de Nova Iorque .
    Existe soluções para proteger as redes elétricas e como também soluções de redes comunicações robustas , quando se quer acabar com cabines publicas, eis aqui uma ideia de ter um meio comunicação robusto poderia-se construir uma rede de cabines conectadas por redes protegidas destes factores naturais , como também seria possível proteger as cidades deste factor natural , mas isso depende da lucidez da classe política , pois este tipo redes requer financiamento e engenharia .

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