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Sabia que a sua “aquisição da linguagem pré-adulta” cabe numa disquete 1,44 MB?


Fonte: UC Berkeley

Autor: Vítor M.


  1. Marco says:

    E quando o nosso cerebro tem a memoria cheia é possivel desfragmentar ou formatar alguma partição? Quem sabe o segredo para o Alzeimer não está em trocar a disquete por um ssd.

  2. Luís Silva says:

    🙂 Bem agora só falta, mesmo, pôr umas lentes de leitura ótica ligadas aos neurónios e abrir uma ranhura na cabeça, para enfiar um CD com a enciclopédia. 🙂
    Diria : melhor seria pôr um modem ligado aos miolos e ter acesso à internet!

  3. Joselito says:

    Ah tá… Conta outra…

  4. Asdrubal says:

    Acho que a informação da minha linguagem já adulta deve caber numa disquete de 5″1/4.

  5. ToFerreira says:

    Primeiro, “Tudo o que aprendemos até à idade adulta” não é apenas a linguagem. Segundo, a linguagem está interligada com praticamente tudo o resto da aprendizagem, não faz sentido separá-la. Por último, tirando a alta questionabilidade da conversão dos dados, a análise de linguagem natural é muito difícil precisamente por tudo o que esta envolve.

    • Vítor M. says:

      No foco, como diz no texto e no estudo, está a aquisição la linguagem.

      • Miguel Silva says:

        Mas se separarmos as coisas, provavelmente os 1,5MB de informação só é suficiente para papaguear uma língua sem consciência do que a referida frase representa.
        Imaginem um papagaio com um microSD de 128GB 😛
        BTW, os perus voam?

      • Devsys says:

        Não sei se será assim. Acho muito interessante esta área, apesar de ser um mero curioso. Neste caso, “medir” o “tamanho” da informação é possível, como ilustra o texto e é sabido desde há muito.
        Mas aqui há vários prismas para ver o mesmo assunto. Do ponto de vista da “medida” de cada palavra, em que a palavra sopa irá ter o mesmo tamanho de soma.
        No entanto, quem já teve filhos, reparou que aos 2/3 anos, eles já sabem o que é uma sopa, sabem para que serve e alguns choram por ela (outros porque não a querem comer).
        Já se fizermos a experiência de andar de volta do miúdo a tentar ensinar a soma, não vai acontecer a essas idades.
        Portanto, só por aqui se tira que palavras que ocupam o mesmo número de bits, têm processos muito diferentes depois na formulação do pensamento. A construção cerebral do conhecimento, mesmo o da linguagem, está assente nas relações que o cérebro opera sobre todos os inputs que tem dos diversos sentidos, quer audição, quer visão e por aí fora.
        Quando um pai ensina a soma ao filho, certamente usa dois brinquedos, ensina a contar, o miúdo vê um brinquedo e ouve a palavra um, depois vê outro brinquedo e ouve a palavra dois, e oi pai diz que 1+1 dá 2. Eu imagino que o cérebro não guarde isso de forma literal (até porque era muito ineficiente e era a forma menos optimizada de o fazer).
        O processamento da linguagem natural, é altamente complexa, não decorre da medida em bits das palavras, são as relações das palavras e as abstrações que essas relações criam é que são complexas.
        A publicação não explica, porque não foi esse o âmbito, de como medir as relações, até porque nunca li que alguém já tenha proposto algum tipo de formulação nesse sentido. O que nós todos já conhecemos das redes neuronais (no mundo da computação), são não correspondem exactamente ao funcionamento do cérebro humano, e mesmo nestas, feitas por nós, dependendo da rede, pode ser praticamente impossível sequer arranjar algum tipo de “razão” sobre o comportamento da mesma, muito menos sequer “medir” qualquer tipo de relação.
        Aqui “medir” uma relação não é no sentido estrito, relações não se mexem aos “metros”, medir aqui é no sentido de arranjar uma forma de poder comparar relações a poder afirmar alguma coisa sobre isso.

        Como exemplo visual da minha conversa (longa), já toda a gente leu uma frase de uma ou duas linhas, sabia o significado de cada palavra, mas não percebeu nada do que leu, e demorou tempo até perceber o total “alcance” da frase.

  6. Paulo Silva says:

    Quando li o titulo, pensei que iam falar do Paradise Café !!

  7. BAITES says:

    Esses dados do cérebro na disquete são comprimidos em ARJ?

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