“Era dourada” dos tratamentos: muitos tipos de cancro já não são “uma sentença de morte”
Numa opinião que oferece esperança, o diretor cessante do Serviço Nacional de Saúde (em inglês, NHS) do Reino Unido partilhou que muitos tipos de cancro já não são "uma sentença de morte", pois há cada vez mais e mais eficazes tratamentos disponíveis.
Na sua última entrevista antes da reforma, o professor Stephen Powis disse que a nossa compreensão da genética do cancro e do seu tratamento está a passar por uma verdadeira revolução.
Especialista em rins e diretor médico nacional desde 2018, Stephen Powis disse que "estamos à beira de uma era dourada na forma como tratamos uma variedade de cancros".
Na sua perspetiva, muitas pessoas com diagnóstico "devem estar confiantes de que não é uma sentença de morte e que mais tratamentos estarão disponíveis" para curá-las.
Tendo em conta o progresso no tratamento do cancro que tem acompanhado e comparando-o com a evolução conseguida no desenvolvimento do tratamento para o Vírus da imunodeficiência humana (VIH) - SIDA, desde que se formou como médico há 40 anos, o número de pessoas que vive mais tempo com a doença e sobrevive continuará a aumentar.
Há cancros que podemos prevenir
Na mesma entrevista, conduzida pelo The Times, o médico não esqueceu a prevenção, reforçando a sua importância.
Não podemos prevenir todos os tipos de cancro, mas há tipos de cancro que podemos certamente prevenir.
Alertou o médico, acrescentando esperar que o do pulmão, por exemplo, se torne "muito mais raro".
Segundo Stephen Powis, o tratamento do cancro será "impulsionado pela genética", tornando-se mais individualizado, à medida que a capacidade de identificar mutações nas células for aumentando.
Leia também:






















Não brinquem com coisas sérias. Só há uma coisa melhor que vencer essa batalha. É não ter de a travar. E para isso nenhum preço é demasiado alto.
O preço que pagas é a vida… Nos públicos e vivi infelizmente em 1 pessoa, se resistes até ao 2 estágio e a esperança é superior a 70% o governo apoia, caso contrário remetem para cuidados paliativos… O meu familiar teve a sorte , aliás, o meu Pai… Teve a sorte de apanhar um médico que não concordou com as indicações superiores e hoje . Se fosse pelas indicações superiores hoje ➕➕➕
uma pessoa que descontou para a SS uma vida, nunca usufruir de nada, chegou á reforma aos 67 anos com 1000 euros de reforma, teve um cancro e foi relegado para segundo plano no tratamento por questões estatísticas. Morreu apos 5 meses na reforma.
O valor que pagou para a SS se investido em Sp 500 ao longo dos tempos dar-lhe-ia um patrimônio de 3M e poderia ter feito algo por conta própria e estar vivo, e se ainda assim morresse, deixava algo para a família.
Devias ser banido de fazeres comentários, só dizes parvoíces e ainda tens a lata e o descaramento de vires por em causa o que diz este médico, vai custar o Camões e deixa os leitores deste site estafeta para das novidades.
Melhor mesmo era não ter de ver a parvoíce dos teus comentários.
Eu estou a espera da noticia dos Russos sobre um tratamento para o cancro, ha 25 anos em desenvolvimento.
Pelo que li, ou reduz o cancro drásticamente, ao ponto de não ser ameaçador para a vida humana, ou remove-o por completo.
Mas não deve funcionar para todos os casos.
Gostava de saber mais sobre os testes em seres humanos, que resultados estão a obter, e que efeitos secundários surgiram.
Era suposto entrar no mercado este ano.
Os russos já estão em ensaios clínicos na Ucrânia, so far so good, 100% de eficácia
Não falo desse cancro,
Falo de canrcro mesmo, a Região de São Pitesburgo disse que os primeiros ensaios correram muito bem, e que agora era preciso uma amostra maior.
E também disseram que para o final do ano, esperavam a comercialização, eu não acredito em prazos tão curtos, por isso estimo que será em meados de 2026 mais tardar inicio de 2027.
E eu gostava de saber os resultados desses testes, é mesmo verdade?
É que se for, o cancro deixa de ser uma ameaça a vida humana.
Eu tenho pessoas na familia, no “corredor da morte”, e este tema interessa-me muito.
O negócio é mesmo esse, manter o paciente vivo!
Agora é Covid.