Quantcast
PplWare Mobile

Limetree – Caixinha de recordações dos nossos filhos

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. LowDiskSpace says:

    Muito bonito, mas comprei uma Canon 550D quando o meu filho tinha 6 meses e num espaço de 2 anos juntei cerca de 1.5TB de fotos RAW (parecendo que não o RAW regista muito mais informação que se perde quando se grava as imagens apenas em JPG) e muitos videos 1080p.
    O que faz com que seja impossível meter tudo na nuvem sem uma degradação significativa de qualidade.
    De qq forma, para já essa app não me servia, pois estou satizfeito com o caminho que o Android tem tido e não penso vir a usar no futuro um sistema proprietario muito mais fechado como é o caso do iOS.

  2. Sergio says:

    e daqui a 20 anos vai estar disponivel? O problema dos actuais formatos é que não sabemos como vai ser daqui a 20 ou 40 anos. corremos o risco de ter um video num formato não tão vular e daqui a muitos anos os nossos filhos quererem correr e simplesmente não conseguirem. 20 anos provavelmente ainda conseguirão, mas 40 poderá/estará tudo diferente.
    Outro exemplo guardamos as fotos religosamente em cd/dvd porque é dos formatos mais duráveis. Mas daqui a 20/40 anos será facil arranjar um leitor de cd/dvd?
    gravar na cloud? E durante quanto tempo ficarão disponiveis?
    Se calhar a melhor solução ainda é imprimir. eu pessoalmente não o tenho feito. Tenho gravado as fotos em grande formato. Os meus amigos dizem que é estupidez. As telas retina estão aí para provar o contrário. Mas levanteam-se todos os problemas que mencionei para trás

    • Armazenamento em disco e com redundância (backups) é a solução ideal. Só não estás protegido contra um desastre que te rebente com o hardware todo. Mas vai daí, se tiveres as fotos em papel, também estão sujeitas ao desastre.

      • Sergio says:

        Nao me preocupa o desastre. Preocupa-me como é que iremos ler os suportes. Tecnologia haverá, mas a facilidade de acesso é que poderá ser mais difícil. Dou-te o exemplo das fitas vhs cada vez mais as pessoas se tem livrado dos leitores de vídeo. A questão são as dezenas de cassetes que as pessoas tem em casa.
        Por exemplo tens um vídeo em mkv todo porreiro. Daqui a 40 anos será que ainda se arranjara um player que rode isso?
        Gravação na cloud. Quantos serviços ainda existem que existissem ha 20 anos?
        o que quero chamar a atenção é que as fotos e videos pessoais é para durar uma vida, ou seja pelo menos 60-80 anos. E a tecnologia é tão mutável. Lido com computadores ha 25 anos e isto mudou tanto , nem imagino os próximos 25

        • LowDiskSpace says:

          Os discos externos (ou internos) vão tendo cada vez mais capacidade e baixando de preço (esquecendo o desastre da inundação na Tailandia que devastou umas fabricas de discos e os preços estiveram altos por algum tempo inexperado).
          Penso que o ideal é ter pelo menos tudo duplicado em 2 discos diferentes, e se tivermos um com mais capacidade que o outro quando o mais pequeno encher troca-se por um de maior capacidade que o grande e assim a informação (sistema de ficheiros, FAT, Ext2/3/4, NTFS) e o interface de liigação (USB1, USB2, USB3, SATA, etc) também se vão mantendo atualizados com as tecnologias mais recentes…
          Em termos de software que eu saiba se não formos para formatos muito obsuros e proprietarios, muitas aplicações daqui a 20 anos vão conseguir ler estes formatos (por ex as veersões atuais do VLC e MPlayer penso que lê praticamente tudo o que sempre existiu de formatos de video digital).

  3. Tiago Rodrigues says:

    Sabem se existe algo semelhante para windows?

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.