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iPhone XR dá cabo da concorrência! É o smartphone mais vendido no 3T 2019

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. SANDOKAN 1513 says:

    O Redmi 7A é neste terceiro trimestre deste ano o telemóvel mais vendido da Xiaomi ?? Que esquisito… 😐

  2. Zaark says:

    “O iPhone XS, XS Max e XR não estão mais disponíveis para compra na Apple.”
    O XR continua à venda no site da Apple

  3. Dados IDC says:

    Top Selling Smartphone Models by Revenue – Q3 2019

    A ordenação ferida é por receita. Ou seja, no segmento Premium o fabricante que mais receitas teve em valor foi a Apple. Não espanta, se considerarmos os preços praticados.

    Agora se consideramos número de vendas por unidades no mesmo trimestre fonte IDC:

    1. Samsung 78.2 milhões
    2. Huawei 66.6 milhões
    3. Apple 46.6 milhões

    • Vítor M. says:

      Bom tópico de discussão. A verdade é que são os lucros que seguram nas empresa. Podem vender muito, mas ter pouco lucro, isso é uma forma de rapidamente perderem sustentabilidade. Por isso é que as marcas hoje apostam cada vez mais em topos de gama e gama média, estão a largar a entrada de gama. Até a Xiaomi já percebeu isso.

      • Dados IDC says:

        Sem dúvida! E Apple tem sabido manter e até aumentar os seus lucros de duas formas…
        1 – Vende menos iPhones (muito menos), mas aumentou o preço unitário dos terminais e respectiva margem de lucro conseguindo que os seus clientes “segurem” os lucros da empresa
        2 – Criou uma oferta de serviços que actualmente representa mais de 50% de receitas da empresa.
        Portanto, nos EUA e de uma forma geral no mundo anglo-saxónico tem sabido manter uma postura de liderança comercial no segmento premium. A questão é perceber por quanto tempo o vão continuar a fazer, tendo em conta que a oferta Android é cada vez mais competente e competitiva.

        • Vítor M. says:

          Sim, vende menos porque o mercado segura mais tempo os equipamentos. A Apple mudou de estratégia aquando do lançamento do iOS 12. Os dispositivos ficam com bom desempenho apesar das atualizações. Isso resulta num manter mais tempo o iPhone nas mãos. Por isso ainda existe um mercado enorme de venda do iPhone 6s, iPhone SE e iPhone 7. A par disso, aumentou os preços, como todos os fizeram, mas trouxe mais produtos para o leque de mais-valias. Os AirPods estão em alta, os Apple Watch são outro campeão de vendas. Depois apostou, como referiste e bem, em serviços. A Apple atualmente tem em mãos uma panóplia grande de serviços. Desde o antigo iTunes, passando pelas App Stores, ao iCloud, ao Apple Music sem esquecer a Apple TV + isso equilibra as contas. Quem vive só dos smartphones tende a ter problemas, e graves.

          O Android não está cada vez mais competitivo, não entendo dessa forma. Está pior. Pior porque as grandes marcas dependem da Google. Quem manda no segmento é a Google e basta retirar o seu sistema operativo, a loja de apps ou o motor de pesquisa para isolar uma marca.

          Temos estado a ver esse efeito na Huwei, a poderosa Huawei, que se tem aguentado pela sua tentacularidade e pelas injeções de capital do governo chinês. A Samsung, que quis em tempo libertar-se da Google não o consegue. Pese o facto de ter colocado uma capa por cima dos serviços Google e se reparares tem oferta para quase tudo o que a Google tem dentro do Android, não consegue fazer vingar o que é seu. Não é fácil trazer o Tizen para os smartphones, ou o Samsung Pay, ou qualquer outro serviço para concorrer com a Google.

          Portanto, a Apple sabe que enquanto a Google tiver todos na mão no mundo Android, a Apple está segura no seu caminho. Não tem concorrência dentro do que oferece e oferece em todos os meandros tecnológicos, inclusive intensificou a sua posição no mercado financeiro, com mais uma oferta, o Apple Card (com Apple Pay associado).

          Depois, tem dedicado uma especial atenção ao mercado dos serviços de saúde e bem-estar. Será o grande trunfo para 2020. Mais dispositivos que possam ajudar o ser humano na sua monitorização vital.

          Depois, como de certeza que viste recentemente, a Apple quer acompanhar outras empresas na exploração de serviços por satélite. Onde a Google há anos que o faz, agora a Apple quer ter os seus próprios satélites para ligar dentro de uma rede “protegida” os seus dispositivos. Ainda não há grande informação, mas se usarmos a imaginação, podemos perceber que poderá ser um salto tecnológico muito interessante.

          A Google é a única marca que consegue, a esta altura, ombrear com a Apple, se nos dispositivos a Google tem uma presença residual, é quem mais ordena nos serviços. Contudo, tem muita receita vinda da Apple, que é um dos seus principais parceiros.

          Portanto, temos um futuro no mundo tecnológico engraçado de seguir. As marcas chinesas vão dar cartas, mas só se se libertarem da Google…. o que para já não se vê luz no fundo desse túnel.

        • João Pequeno says:

          O “mundo anglo-saxónico” em termos globais é pequeno. O maior mercado de tmvs é a china, seguindo-se a India. Em 2018 a apple deixou de ser a “trillion dollar company” essencialmente por ter sido ultrapassada no mercado chines.. Os androides estão mais competentes, mas não são competitivos. OS androids segmento premium vão na frente parceiro. A apple vem copia, dá um toque estilizado e vende mais caro.

  4. Nuno says:

    Não era este o smartphone que ia levar a apple à falência?

  5. Nuno says:

    Se o iphone xr ja vende assim, imaginem então quando a apple lançar para o ano o iPhone de 400$ e Apple A13…

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