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Análise: Huawei nova 9, um smartphone que surpreende

                                    
                                

Autor: Maria Inês Coelho


  1. Filipe C says:

    Marca morta no mercado europeu… Falta-lhe o essencial no sistema, e que por muito que sejam bonitas as apps chinesas é muito duvidoso em termos de privacidade e estabilidade.
    Huawei cá já só mesmo para quem é fan incondicional desta marca porque em vendas ja é residual e sem destaque.

    • Vítor M. says:

      Nesse ponto de vista, qualquer marca chinesa o é. E na verdade, grande parte das marcas fortes do segmento Android são chinesas. O que predomina apps fora da Google Play e, como isso, o teu sentimento de dúvida sobre a privacidade e estabilidade é bem maior.

      A Huawei por cá tem destaque ainda, menos sim (bastante menos), mas ainda está bastante enraizada e tem outros mercados, como dos portáteis, auscultadores, smartwatches, entre outros. Agora, lá está, o mercado Android depende da Google, das marcas e do governo americano, sobretudo, que tem um poder maior acima da Google.

      • Tonheco says:

        A Huawei em Portugal tem um destaque enorme e a crescer, sendo de entre todas as marcas a que maior destaque tem em comunicações atualmente, de longe. As pessoas é que não conseguem ver essa parte.

        • Filipe C says:

          Tonheco, a huawei cá já nem aparece como marca destacada nas vendas, ja fica na categoria de ”Outras”. Vende muito pouco cá ao nível de telemóveis. Curiosamente onde até vende bem é nos smartwatches. E isto basta falares com as grandes cadeias para perceberes como as vendas da Huawei cá em smartphones são neste momento residuais. Não só por cauda dos Google Services, como pelo dominio da gama média Galaxy A da Samsung, e do crescente da Xiaomi na gama média e alta que consegue dar bons produtos ao mesmo preço ou menor que a Huawei, tendo o ecosistema completo.

          • Vítor M. says:

            Volto a dizer que o mercado Android está nas mãos do governo americano. Se amanhã Biden decidir, a Xiaomi fica sem serviços Google e lá se vai a Xiaomi. Quem diz a Xiaomi diz a Samsung.

          • Tonheco says:

            Como disse, a parte onde domina á grande não é visivel ao utilizador comum e final.
            Comunicações não são apenas telemóveis.

          • Luis Henrique Santos Silva says:

            A xiaomi ainda pode acontecer, mas agora Samsung?? sabes a carrada de empresas americanas que pedem à Samsung para fabricar determinados componentes? E a Samsung não é chinesa e sim Sul Coreana apesar de ser fabricado na China….. os americanos que não se ponham de uma de espertos…..porque podem vir a comer do mesmo e ainda pior….

      • Nuno Fonseca says:

        Vítor, gostava de perguntar uma coisa…nos Huawei sem apps Google não é possível ter Android Auto ou apps da Netflix, HBO ou Prime? Obrigado desde já e bom trabalho neste artigo.

  2. ZE says:

    Fraco de bateria nos dias de hoje….. mas continuem a estimular a economia e tecnologia dos made in covid que eles aforam

  3. Coppola says:

    Não acho bem, um governo condicionar a livre utilização de um produto. Já dei por mim a pensar em alternativas ao Google, o que não é fácil. Não existe oferta adequada. O email é fácil, basta usar outra app.
    Maps, e Waze é mais complicado. Tal como o keep e o Drive. A Google permite através do One ter a gestão de várias contas numa única assinatura, coisa que nos outros não existe. O Onedrive é lento e perde ficheiros, em contrapartida o Dropbox abusa nos preços. Usar outras clouds não é solução, uma vez que não fazem parte dos serviços integrados com a maioria das impressoras. Andamos assim, se fosse fácil, os Americanos já tinham recuado há muito.

  4. Hugo Peixoto says:

    Sabem-me dizer se o Android Auto funciona neste smartphone?

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