A Apple prepara-se para lançar o primeiro redesign do MacBook Pro em cinco anos. Apesar de manter os chips M5 Pro e M5 Max, o novo modelo traz vantagens em quatro áreas fundamentais.

1. Design industrial bem mais leve
O novo MacBook Pro será ligeiramente mais fino, mas o grande destaque vai para a redução de peso. Segundo Mark Gurman, a Apple redesenhou o interior da máquina, diminuindo vários componentes e reorganizando o espaço para tornar o portátil muito mais fácil de transportar.
Ao contrário do que aconteceu em gerações anteriores, a empresa parece ter aprendido a lição e não deverá sacrificar portas, já que a espessura não será drasticamente reduzida. O foco está na portabilidade sem comprometer a funcionalidade.
2. Ecrã OLED: salto enorme na qualidade de imagem
O atual ecrã Liquid Retina XDR é excelente, mas a Apple vai elevá-lo a outro nível com a tecnologia OLED. Já utilizada nos iPhones e no iPad Pro com o tandem OLED, considerada pela Apple como “o ecrã mais avançado do mundo”, esta tecnologia chega agora ao Mac.
Espera-se uma qualidade de imagem superior, com pretos mais profundos e cores mais vivas. Será, sem dúvida, um dos grandes atrativos do novo modelo.

3. Suporte tátil
Embora a maioria dos utilizadores de MacBook Pro não peça touchscreen, há situações em que tocar no ecrã seria útil. O novo modelo vai incluir capacidades táteis completas no ecrã OLED, com otimizações no macOS Golden Gate.
O touch não substitui o trackpad e o teclado, mas surge como uma opção secundária e complementar.
4. Fim do notch com câmara em hole-punch
O redesenho de 2021 introduziu o notch no Mac, mas o novo MacBook Pro vai eliminá-lo. Tal como no iPhone, a Apple remove o detalhe primeiro na linha Pro, substituindo-o por um orifício para a câmara.
Além disso, espera-se a chegada do Dynamic Island, que poderá também chegar a Macs mais antigos via atualização de software.
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