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Android terá a sua versão do Face ID, que funciona tão bem como a do iPhone

16 Comentários

Quem usa um Pixel sabe como o harware de segurança funciona. Com boa luz, o desbloqueio facial funciona e até serve para autorizar transações bancárias graças à certificação biométrica. O problema vem com pouca luz. Sem sensores de infravermelhos dedicados, a câmara do telemóvel fica às escuras e obriga a usar as impressões digitais.

Android 17 traz novidade no desbloqueio facial

Essa limitação prática parece finalmente ter os dias contados no Android 17. Uma análise ao código da primeira versão de testes do Android 17 QPR3 revelou a existência de uma funcionalidade batizada de Face Active Illumination. Trata-se de uma intervenção desenhada especificamente para auxiliar a câmara frontal quando a iluminação ambiente pura e simplesmente não chega.

Ainda em fase embrionária, o recurso não mostra grandes detalhes na interface gráfica, mas os ficheiros internos já deixam pistas evidentes sobre o funcionamento. O código aponta para a presença de uma barra deslizante com três níveis de intensidade, pensada para calibrar a quantidade de luz necessária à autenticação sem encadear o utilizador à primeira tentativa.

Ecrã do smartphone vai compensar a falta de luz

Ao que tudo indica, a Google vai recorrer ao brilho do próprio painel OLED para resolver o impasse, em vez de apostar já em componentes novos de hardware invisível. A existência de controlos manuais de intensidade reforça essa abordagem, até porque ninguém quer receber um clarão a 100% no rosto a meio da noite apenas para consultar uma notificação pendente.

O sistema traz ainda salvaguardas contextuais para evitar disparos de luz indesejados. O utilizador terá a possibilidade de definir se autoriza a iluminação durante o período de descanso, com o modo Não Incomodar ligado, em plena condução ou em ambientes com pouca visibilidade. Faz todo o sentido: manter o controlo do lado de quem usa o equipamento poupa os olhos a choques desnecessários.

Projeto Toscana e próximos passos da biometria

Este desenvolvimento corre a par de rumores insistentes em torno do chamado Projeto Toscana. Esse esforço interno foca-se em redesenhar de raiz o reconhecimento biométrico não só para os telefones Pixel, mas também para portáteis com ChromeOS, procurando uma resposta ágil e segura sem obrigar a cortes enormes no vidro frontal.

Resta ver se esta novidade do Android 17 servirá apenas de penso rápido por software ou se antecipa mudanças mais profundas no hardware da marca. Para já, a funcionalidade permanece bloqueada e sujeita a afinações de código, mas mostra que o comportamento do desbloqueio facial no escuro continua a ser uma prioridade na mesa dos engenheiros da empresa.

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  1. Avatar de Asiim
    Asiim

    funciona tão bem como a do iPhone?

    como é que algo que não usa um padrão de pontos, ou iluminação por infravermelhos irá funcionar tão bem como no iPhone?

  2. Avatar de Nome
    Nome

    Funcionar bem =/= Seguro e apesar de ser utilizador de android, admito que o face ID do iphone é seguro e o do android não e existem imensos videos a comprovar isso. Este "penso rápido" vai apenas permitir uma melhor utilização deste sistema no android mediante determinadas condições. Não o torna mais seguro.

    1. Avatar de Rui
      Rui

      Qual é a segurança de um sistema quando o bakup obrigatorio é sempre um codigo? Estes sistemas são feitos para serem mais praticos não para serem extremamente seguros quando tens um backup de um codigo basico é inutil a segurança de um face id.

      E tambem não acho que vale a pena sempre gostei mais do touch id e neste momento ate a apple ja esta a voltar para o touch id

      1. Avatar de Nome
        Nome

        Por uma questão de lógica, o backup existe para o caso de a camera, seja porque motivo for, deixe de funcionar. É aí que entra o backup, o código. Eu uso impressão digital, tenho duas configuradas, de dois dedos, um de cada mão mas, por vezes não funciona devido ao creme das mãos, não é usual, mas acontece e uma vez mais tenho o código de backup.

        1. Avatar de Rui
          Rui

          Sim claro, mas a malta fala como se o face id tivesse de ser a prova de bala ou para entrar no fbi a segurança do face id so seria relevante se não houvesse backup havendo a segurança passar a ser irrelevante

  3. Avatar de JCS
    JCS

    Porquê falar no Iphone ?!

    Puro marketing á Apple !!!

    Ultimamente têm sido constante !!!

    1. Avatar de Vítor M.

      Mas existe algum dispositivo, sem ser os da Apple, como o iPhone, que tem Face ID? 😀 Não é marketing, são exemplos factuais do que existe no mercado.

      1. Avatar de JCS
        JCS

        Teria mais lógica o titulo ser algo do género "Android melhorias no Face ID !!!"

        Reafirmo o que disse Puro marketing da Apple, basta clicar na opção do menu principal em Android e verificar que quase metade dos títulos vão buscar de uma forma ou outra a Apple ás vezes sem razão nenhuma como é este o caso.

        1. Avatar de Vítor M.

          “Android melhorias no Face ID !!!” ??? Isso nem tem lógica.

          E não, se clicares no menu Android, onde aparecem 39 artigos, 7 estão relacionados com a Apple, sobretudo são reações da Samsung, repito, da Samsung, ao Duo. 😉 Não somos nós, mas sim a Samsung a invocar a Apple 😉

          Portanto, quem dá palco à Apple no Android é a Samsung. Mas isso não dizes tu 😉

          1. Avatar de JCS
            JCS

            “Android melhorias no Face ID !!!” na minha perspectiva depois de ler o artigo este titulo define bem melhor o seu conteúdo mas eu fui claro disse que seria algo do género, o que não têm é nada a ver com o Iphone isso é de certeza.

            Eu não gosto de me repetir mas fui bem claro "…metade dos títulos vão buscar de uma forma ou outra a Apple ás vezes sem razão nenhuma como é este o caso." e para além do caso acima tens outro exemplo "Nem iPhone, nem Galaxy recente! Smartphone de Mark Zuckerberg surpreendeu todos" ora o smartphone em causa é um Android Galaxy S24 Ultra o que isto tem a ver com um iphone ?! Se me alongar na pesquisa facilmente encontro mais casos de certeza.

          2. Avatar de Vítor M.

            Metade de 39 são 7? Não gostas de te repetir, e bem, gosto de quem tenha opinião e a diga educadamente, mas tens de ser justo. E volto a dizer, quem mais fala da Apple são as marcas de Android. E quem mais fala da Apple, são os utilizadores Android.

            Neste caso, como é possível não falar na Apple se o que está em causa aparece na versão de testes do Android 17 QPR3 que revela a existência de uma funcionalidade batizada de Face Active Illumination. Mais não é que uma ideia decalcada do Face ID da Apple, ou só porque sim 😉 vamos esconder esse facto?

            ora o smartphone em causa é um Android Galaxy S24 Ultra o que isto tem a ver com um iphone ?!

            O exemplo do Mark Zuckerberg enfraquece a tua crítica: o título diz “Nem iPhone, nem Galaxy recente” e o telemóvel era um Galaxy S24 Ultra. A referência ao iPhone serve para apresentar uma das escolhas que o título exclui; a referência ao Galaxy recente faz exatamente o mesmo. Um título pode enquadrar uma escolha por comparação, sem que o artigo tenha de ser sobre todos os modelos mencionados.

            Podes considerar essa comparação dispensável ou achar que foi usada para atrair cliques. É uma crítica legítima. Mas dizer que “não tem nada a ver com um iPhone” não demonstra que a referência não tenha função no título. Confundes o assunto da notícia com o contexto usado para o apresentar.

            E há uma diferença entre afirmar que “metade dos títulos” recorre à Apple sem razão e apresentar dois exemplos que te desagradaram. “Se pesquisar, encontro mais de certeza” é uma promessa de prova, não é prova. Repetir que foste claro também não resolve isso: a tua opinião ficou clara; a generalização continua por demonstrar.

      2. Avatar de Rui
        Rui

        Muitos ahah diria quase todos, trabalham da mesma forma? Não mas qual é a diferença mesmo ? A segurança? É a segurança esta baseada sempre num pin portanto admitindo que qualquer face id é mais seguro que um pin é irrelevante a segurança de cada quando todos têm o backup de pin.

        Isto é mesmo que a entrada de uma base militar ser o ADN da pessoa a coisa mais segura do planeta mas se isto não funcionar metes aqui um codigo de 4 digitos e funciona na mesma.

        1. Avatar de Vítor M.

          É tudo. Não existe outra tecnologia Face ID, ou existe?

          Baseada num PIN? Nada mesmo. Repara, o Face ID é biometria 3D. A câmara TrueDepth projeta e analisa milhares de pontos infravermelhos para construir um mapa de profundidade do rosto, juntamente com uma imagem infravermelha. O sistema verifica ainda a atenção do utilizador e possui mecanismos destinados a resistir a fotografias e máscaras.

          O modelo matemático do rosto fica cifrado no Secure Enclave e não é enviado para a Apple.

          Já o PIN do Android, que falas, pelo contrário, é aquilo que sabes, não aquilo que és. Introduzes uma sequência numérica que serve como credencial principal do dispositivo.

          A Google recomenda atualmente seis ou mais dígitos, embora o Android permita PINs a partir de quatro dígitos.

          Mas é tudo “a mesma coisa?” Claro que não. E, como sabemos, o iPhone também tem um código, e esse código continua a ser a credencial fundamental. O Face ID é uma forma cómoda e segura de autenticação que evita introduzi-lo constantemente.

          Da mesma forma, no Android podes usar impressão digital ou reconhecimento facial sobre um PIN/palavra passe subjacente.

          Agora, se a ideia é comprar o nível de segurança, um PIN de 4 dígitos tem apenas 10.000 combinações. Um de 6 dígitos, 1 milhão. Um de 8 dígitos, 100 milhões.

          No caso da Apple, o Face ID tem uma probabilidade anunciada de falso positivo inferior a 1 em 1.000.000 para uma pessoa aleatória…

          O Face ID continua a ser uma das soluções que melhor combina segurança, rapidez e comodidade na autenticação de um smartphone. Por isso a Google quer ter também no Android 😉

  4. Avatar de CIéqueébom
    CIéqueébom

    Gasta muita bateria.

  5. Avatar de INCIBE-CERT
    INCIBE-CERT

    A quem possa interessar…..

    incibe.es/incibe-cert/alerta-temprana/avisos/boletin-de-seguridad-de-android-de-octubre-de-2026?sstc=u20993nl672268″ rel=”nofollow ugc”>Boletín de seguridad de Android de octubre de 2026

    Fecha 07/10/2026

    Importancia 5 – Crítica

    Recursos Afectados

    Dispositivos con las siguientes versiones de Android, en función de cada vulnerabilidad:

    • Android 14;
    • Android 15;
    • Android 16;
    • Android 16 QPR2;
    • Android 17.

    Descripción

    Google ha publicado 25 vulnerabilidades: 7 de severidad crítica y 18 de severidad alta que, en caso de ser explotadas, podrían permitir la elevación de privilegios, la ejecución remota de código, la divulgación de información o provocar una denegación de servicio (DoS).

    Solución

    Actualizar los dispositivos Android a un nivel de parche de seguridad del 1 de octubre de 2026 o posterior.

    También se recomienda instalar las actualizaciones del sistema de Google Play disponibles para el dispositivo.

    Detalle

    • CVE-2026-58865 : vulnerabilidad en varias funciones de PduParser.java, provocada por la ausencia de una comprobación de límites. Un atacante remoto podría causar una denegación de servicio persistente sin necesitar privilegios adicionales ni interacción del usuario.
    • CVE-2026-55269 : validación inadecuada de datos en la función FilterCapturedPacket de snoop_logger.cc. Su explotación podría permitir una elevación local de privilegios sin interacción del usuario.
    • CVE-2026-55280 : escritura fuera de límites provocada por el uso de datos no inicializados. Su explotación podría permitir una elevación local de privilegios.
    • CVE-2026-58835 : desbordamiento de búfer basado en memoria dinámica en la función cfg2prop de btif_storage.cc. Su explotación podría permitir una elevación local de privilegios.
    • CVE-2026-58880 : condición de carrera en la función handle_app_val_response de btif_rc.cc. Su explotación podría permitir ejecutar código y elevar privilegios en el dispositivo.
    • CVE-2026-49933 : desreferencia de un puntero no inicializado en la función handle_le_monitor_device_event del proceso Bluetooth privilegiado. Su explotación podría alterar el flujo de ejecución y provocar una denegación de servicio.
    • CVE-2026-55265 : lectura fuera de límites en varias funciones de PduParser.java. Un atacante remoto podría provocar una denegación de servicio sin interacción del usuario.

    Para las vulnerabilidades de severidad alta se han asignado los identificadores CVE-2026-55270, CVE-2026-58815, CVE-2026-58841, CVE-2026-58854, CVE-2026-58856, CVE-2026-58834, CVE-2026-49878, CVE-2026-45513, CVE-2026-49880, CVE-2026-49885, CVE-2026-55286, CVE-2026-28667, CVE-2026-45516, CVE-2026-45524, CVE-2026-49937, CVE-2026-55266, CVE-2026-55279 y CVE-2026-58859.