Quantcast

Comprar um elétrico usado afinal compensa mais do que um a gasolina?

89 Comentários

O conta-quilómetros sempre foi o primeiro ponto ao avaliar a compra de uma viatura usada. Quilometragem elevada é um aviso para potenciais avarias e custos na oficina. Uma análise feita no Reino Unido a mais de 47,4 milhões de inspeções periódicas revela que esta regra não se aplica aos elétricos modernos.

Os dados recolhidos mostram que, à medida que a distância percorrida aumenta, os carros 100% elétricos registam significativamente menos falhas mecânicas do que os modelos equivalentes a gasolina. Este cenário ganha especial relevância no mercado de usados, impulsionado pelo fluxo constante de modelos provenientes de frotas e contratos de renting com utilização intensiva.

Reviravolta dos elétricos com alta quilometragem

Nas fases iniciais de rodagem, abaixo dos 96.500 quilómetros, a taxa de reprovação entre elétricos e modelos a combustão mantém-se praticamente igual. A grande diferença manifesta-se quando acumulam mais estrada. Entre os 145.000 e os 193.000 quilómetros, apenas 16,5% dos elétricos chumbam na inspeção periódica, em contraste com os 22,1% registados pelos motores a gasolina. Apresentam uma probabilidade de falha cerca de 25% inferior.

Acima da fasquia dos 193.000 quilómetros, a vantagem dos motores elétricos consolida-se ainda mais. Neste patamar de utilização severa, a taxa de reprovação dos elétricos situa-se nos 16%, enquanto os a combustão disparam para os 23,5%. A razão reside na mecânica pura e dura. A ausência de componentes móveis complexos como embraiagens, correias de distribuição, caixas de velocidades manuais ou linhas de escape reduz radicalmente os pontos de desgaste por atrito.

Pneus e travões: pontos críticos que exigem cautela

Outro mito recorrente sobre os elétricos em segunda mão prende-se com a longevidade das baterias. Auditorias anteriores a mais de 22.700 módulos de baterias já indicavam que a degradação da capacidade útil é bem mais lenta do que o receio geral faz crer. Contudo, estes números não significam que qualquer veículo elétrico com elevada quilometragem represente um negócio perfeito e isento de surpresas financeiras.

O mesmo relatório estatístico aponta que os automóveis elétricos chegam a registar quase o dobro das anomalias associadas ao estado e desgaste dos pneus. Em simultâneo, unidades que circulam pouco tendem a apresentar problemas de corrosão no sistema de travagem mecânica, uma consequência direta do uso predominante da travagem regenerativa no dia a dia.

A conclusão é que a quilometragem deixou de servir como sentença final para avaliar a durabilidade de uma viatura. O histórico comprovado de manutenção, a verificação do estado dos travões e pneus e o relatório detalhado de saúde da bateria continuam a ser passos indispensáveis. Ainda assim, a evidência técnica demonstra que um elétrico bem estimado tolera distâncias muito longas com um desgaste global bastante menor face aos blocos tradicionais.

Comentários

89
  1. JL
    Jl

    Não entendo, então se andam por aí a dizer que estão a aumentar os combustíveis para se vender eléctricos e agora vêem com esta?

    Já devem ter convocado nova reunião para novas formas de luta. Loool

    1. RU
      Rui

      Uma "pequena" correção, na palavra que escreveu "vêem" deu 2 erros.

      Provavelmente queria dizer "vêm" do verbo vir, porque "veem" é do verbo ver e não tem acento circunflexo.

      🙂

      1. JL
        JL

        Obrigado pela correção.

      2. YA
        Yamahia

        É incrível a quantidade de artigos q ultimamente tentam branquear o carro elektro usado.

        No entanto, não há muito tempo, foi verificado q Tesla elektro é o q tem maior taxa de chumbos nas inspeções.

        https ://auto.sapo.pt/noticias/692d4ce98f71372290573e77/tuv-2026-tesla-model-y-tem-a-pior-fiabilidade-encontrada-em-10-anos

        1. JL
          JL

          Sim, o seu é um deles, não se esqueça que o TUV não é no Reino Unido.

          1. YA
            Yamahia

            Mas não está satisfeito? Bolas…

            Tome lá mais um. Metade dos elektros Tesla chumbam, e os outros elektros chumbam mais do que a generalidade dos carros de combustão da mesma idade.

            https ://yle.fi/a/74-20186654

          2. JL
            Jl

            TUV é no Reino Unido ?

            Finlândia é no reino Unido ?

            Foi buscar uma notícia de 2025 para justificar o seu bate ?

            Metade dos teslas ? Você claramente não sabe ler, não consegue usar o tradutor, diz aí que foram 49% dos model 3…

            Onde diz que chumbam mais que os a combustão ?

        2. TA
          Toni da Adega

          Poucos sabem. Mas qualidade é fiabilidade de Tesla e qualidade ou fiabilidade de Elektros são coisas distintas.

          É difícil de perceber mas produto e marca são coisas diferentes.

        3. JL
          JL

          Já agora, onde isso desmente este artigo ?

          1. YA
            Yamahia

            Este artigo é como tantos outros que têm surgido ultimamente, visando dar ênfase ao escoamento dos elektros usados.

            Deviam ser presos, pois estão claramente a enganar as pessoas. Por exemplo, nenhum Tesla de 2019 a 2022 se aproveita como usado. As baterias vão dar problemas, certinho como o aço.

            Agora vieram com a tanga da LFP, a ver se pega, mas é outro embuste, já comprovado e ainda pior que as químicas originais.

            Se o carro for comprado sem garantia da bateria, e já são muitos os que ultrapassaram os 160 ou 192 mil km, consoante o tamanho da bateria, o cliente agarra-se ao pau. Mesmo que tenha levado uma bateria de substituição há poucos meses. E, infelizmente, não param de vir a público exemplos dramáticos.

          2. JL
            Jl

            E o que você deixou é diferente em que aspecto ?

            Se tivessem dado problemas já tinham dado.

            Pior ? Para si, porque duram mais.

            Mas qual é a diferença de comprarem um a combustão com problemas ?

            Mas o que isto tem a ver com baterias ? É sempre a inventar.

        4. RU
          Rui

          Verdade, mas não é invulgar haver modelos de carros a chumbar, a uns anos tudo o que era renault kangoo chumbava na primeira inspeção, houve uns Mercedes que era igual e por ai fora.

          A Tesla chumba tipicamente em partes mecânicas e sistema de travem, pois a falta de uso do mesmo leva a não ter o desgaste nivelado.

          Nenhum chumbo é relativo a problemas elétricos ou sistemas de propulsão.

        5. MP
          Marco paulo

          Sou 1 utilizador de eltetrico usado.

          Zoe comprei a praticamente 2 anos.

          Tinha +-78.000 agora tem +-116.000.

          Gastos 160.00 pneus e uma lâmpadas.

          Carrego em casa em bi horário,

          Faço +- 150 km dia as voltinhas gosto 13.8kw/100km*0.107379=1.50€ cada 100km.

          No fim de semana foi por 60.00 a gosoleo deu para 500km

          Cada caso e 1 caso, dava 50 000 por 1 eletrico não.

        6. MP
          Marco paulo

          Sou 1 utilizador de eltetrico usado.

          Zoe comprei a praticamente 2 anos.

          Tinha +-78.000 agora tem +-116.000.

          Gastos 160.00 pneus e uma lâmpadas.

          Carrego em casa em bi horário,

          Faço +- 150 km dia as voltinhas gosto 13.8kw/100km*0.107379=1.50€ cada 100km.

          No fim de semana foi por 60.00 a gosoleo deu para 500km

          Cada caso e 1 caso, dava 50 000 por 1 eletrico não.

    2. EU
      Eu

      Sim, uma reunião, um encontro e vários debates.

      Aliás, as pessoas andam extremamente preocupadas com esse assunto.

      Tu não és tolinho nenhum por andar tão preocupado com a vida dos outros, não…nada disso, lol.

      Tu não és tolinho nenhum por andares tão excitado com o aumento dos combustíveis, apenas porque beneficia as tuas balelas…não, nada disso, lol.

      oh pah, vai trabalhar um bocado e compra lá o M4. Vais ver que ficas bem melhor contigo próprio, mais descansado, sem olhar tanto para o nível da bateria. Passas mais tempo com os olhos no nível da bateria do que na estrada.

      1. JL
        JL

        Exato, está a ver como sabe, se não andassem não andavam a dizer que aumentaram os combustíveis para as pessoas comprarem elétricos.

        Quem está preocupado com a vida dos outros é você, tanto que até me menciona no outro artigo.

        Ando excitado ? não entendi essa, onde falei em combustíveis ? Errado, eu estou a beneficiar os tolinhos como você nos combustíveis, porque é menos um a criar demanda.

        Eu vou trabalhar quando eu quero, lá vêm eles com o comportamento de rebanho a pensar que mandam nos outros, portanto mais um que participa nas reuniões onde recebem ordens, e pensam que os outros são iguais.

        Eu estou bem comigo próprio, e a prova está você a dar com essas invenções, já agora alerto que todo o seu esforço é em vão.

        Mais uma, se passasse o tempo a ver o nível da bateria não estava aqui, enfim, os incomodados do costume.

        1. EU
          Eu

          Já arranjas um M4 usado por volta dos 50 mil e acabavas com esse complexo de inferioridade.

          Manda vídeos a fazer rotundas, já que o teu charuto atual não te permite, lol. O teu carro é que manda no que podes fazer com ele e quando podes andar com ele…mais nada.

          1. JL
            Jl

            Complexo de inferiodade ? Então mas vem acusar os outros dos seus problemas ?

            Então mande lá vídeos do seu a fazer o mesmo ? Já que está com esse complexo.

            Claro que não,o meu charuto faz as rotundas a direito, pouco tempo e pneus.

            E um m4 não, muitos dizem que desligam e não desligam, conhece tanto esses carros com eu de lagares de azeite. Lool

            https ://f80.bimmerpost.com/forums/showthread.php?t=1244672

          2. RE
            Realista

            A lógica do Tuga:

            Gastar €56.000 num M3 Performance novo é caro, mas gastar €50.000 num carro usado com 10 anos e que dá mais despesa do que o seu valor comercial, é já é boa ideia…

            Qualquer dia estão a decantar óleo de fritar para abastecer o carro.

          3. EU
            Eu

            Verdade. O teu faz rotundas a direito, porque o teu carro é apenas um pau com rodas.

          4. TA
            Toni da Adega

            Dar 50.000 por um carro usado .

            E no final ainda acham que fizeram um bom negócio

          5. EU
            Eu

            Realista, vê lá se guardas o telemóvel.

            sabes bem que no 5 ano, não podes usar telemóvel na escola.

            presta mas é atenção às aulas.

          6. JL
            Jl

            Enfim, depois diz que os outros têm complexos de inferioridade, vou continuar à espera dos vídeos.

          7. RE
            Realista

            Cuidado para não deixares cair o telemóvel enquanto decantas o óleo do McDonalds para abastecer o carro…

        2. MÁ
          Mário

          E já agora, para fechar a anedota: quem diz que «trabalha em eletrónica» e no parágrafo a seguir atira um «eu vou trabalhar quando eu quero», só confirma que nunca pôs os pés num laboratório, numa bancada de testes ou numa linha técnica na vida.

          Na engenharia e na eletrónica a sério há prazos de entrega, processos de homologação, paragens de produção e avarias críticas para resolver no momento — não se trabalha «quando apetece» entre comentários de fórum.

          Essa conversa fiada de patrão de si próprio que não segue o «rebanho», mas que depois não percebe o básico de semicondutores, de ciclos de vida de baterias ou de gestão de redes de distribuição, só engana quem for tão ingénuo como você. Continue lá a viver na sua realidade alternativa.

          1. JL
            Jl

            Andou outra vez a inventar ? Só porque ficou chateado outra com o artigo ?

            E depois ? Não posso despedir-me ? Pertenço a um rebanho que não me deixam ser livre ?

            Lá vem ele defender o comunismo, não, as pessoas trabalham quando lhes apetece, porque quando não têm vontade para fazer esse tipo de serviço mais vale estarem paradas, porque só vão fazer estragos.

            E sim, eu trabalho por gosto, adoro aquilo que faço, e continuo a dizer o mesmo, trabalho quando me apetece

          2. MA
            Mario

            Eu cá não defendo ideologias falhadas, mas você aplaude de pé um modelo em que burocratas de gabinete em Bruxelas ditam as opções do mercado: elétrico… ou elétrico. Curiosa noção de liberdade de escolha.

          3. JL
            JL

            Eu também não, mas parece que vive nelas, começa logo por essa ideologia que todos têm de ser iguais, ter o mesmo e fazer tudo igual.

            Tanto não aplaudo e nem preciso, porque isso só existe na sua cabeça .

            Exato, liberdade de escolha, ao contrário do que você quer, que é todos escolherem o que lhe dá interesse, não era mais fácil dizer a verdade ?

          4. RE
            Realista

            De facto o importante é verificar a integridade moral do interlocutor e não a integridade do que está a ser discutido…

          5. MA
            Mario

            Eu? ideologia de todos que têm de ser iguais… então mas isso defendem os apologistas dos Elektros…. basta ver… ou tem elektro ou tem elektro, tudo o resto é vade retro.

          6. JL
            JL

            Se não quer que sejam todos iguais porque anda sempre a embirrar com os donos de evs ?

            Defendem onde ? mostre lá isso ?

            Então mostre lá onde é dito que é elétrico ou eléctrico ?

            Mais uma prova das reuniões do rebanho, até usam termos iguais: "elektro", aprendem todos no mesmo local, isso é a que horas ? 21 h ?

          7. RE
            Realista

            Realmente essa ideologia dos elétricos de que todos tem de ser iguais é que não é tolerável!!

            Ainda bem que é apologista de regressar ao sistema em que 99.99% eram a combustão…

          8. BS
            BRUTUS SUAVIS

            ó JL, ainda não reparaste que ali o Mário não é ele que responde mas sim pede à IA para responder??? LOLOLOL

        3. MÁ
          Mário

          Falar em «comportamento de rebanho» quando se comprou exatamente a tecnologia que governos, reguladores e burocratas de Bruxelas andam a empurrar por decreto e benefícios fiscais é de uma falta de noção comovente. O verdadeiro «rebanho» é quem vai a correr atrás da diretiva política sem questionar os custos reais e ainda se acha um rebelde iluminado por fazer exatamente o que o sistema lhe mandou fazer.

          Se todos estão a ir para os elétricos por imposição ou moda, porque é que os outros têm de ir? Cada um gere o seu dinheiro, as suas necessidades e a sua mobilidade como bem entende. Liberdade de escolha é poder comprar o carro que serve a nossa vida e o nosso orçamento, não o que meia dúzia de burocratas e iluminados de fórum acham que devemos ter.

          Quanto ao «benefício na demanda»: a procura por combustíveis continua a ser ditada por camiões, barcos, aviões, tratores e refinarias globais. Achar que o seu carro a pilhas mexe na cotação internacional do petróleo é só mais uma ilusão de grandeza.

          Aproveite lá o seu carro, trabalhe quando quiser e seja muito feliz na sua bolha. Mas escusa de tentar vender a cartilha a quem tem pés assentes na terra e contas reais para pagar.

          1. JL
            Jl

            Andam a empurrar ?

            Então você comprou a tecnologia que andaram a empurrar no passado.

            Nota se que está a perder a inteligência consoante os combustíveis aumentam.

            Então seja homem, uma vez na vida, e mostre lá onde são referidos em decreto ?

            O verdadeiro rebanho é aquele que se vê aqui, ficam incomodados com as escolhas dos outros.

            Então qual liberdade perdeu ? Tem uma grande moral para falar disso quando anda num diesel.

            Mas são os automóveis que consomem a maior do combustíveis, deixe de ser analfabeto.

            Eu não tenho nenhum carro a pilhas.

            Quem está a tentar vender cartilha é você, já que o assunto do artigo o incomodou.

            Diga antes a verdade, era mais simples de entender.

          2. MA
            Mario

            Perder a compostura e passar ao insulto rasteiro é a confirmação evidente de que os argumentos se esgotaram. Mas já que pediu referências com tanta valentia, aponte aí:

            1. O decreto que jurou não existir: Vá ler o Regulamento (UE) 2023/851 do Parlamento Europeu e do Conselho, publicado no Jornal Oficial da União Europeia, que fixou a meta de 100% de descarbonização para novos ligeiros a partir de 2035. E se a própria União Europeia se viu forçada a abrir exceções para combustíveis sintéticos (e-fuels) e a antecipar cláusulas de revisão face à pressão da indústria, foi precisamente porque bateram de frente com a realidade económica: a infraestrutura não acompanha, a procura real estagnou e tentar banir a física por decreto estava a asfixiar o tecido industrial europeu. Negar que houve imposição regulatória é tapar o sol com a peneira.
            2. O consumo de crude: Achar que a procura de petróleo depende essencialmente de ligeiros de passageiros é desconhecer a matriz energética e industrial global. O transporte marítimo internacional de mercadorias, a aviação, a maquinaria agrícola pesada e, crucialmente, a indústria petroquímica de base (que fornece materiais, polímeros e fertilizantes a todo o planeta) consomem a fatia leão. Um carro a diesel a gastar 4 ou 5 litros aos 100 não mexe a balança geopolítica do petróleo.

            Eu digo a verdade… deixe de ser tão cego ideologicamente. Compreenda que nem todos têm que ir atrás de uma trecnologia.

          3. JL
            JL

            Leu mal porque esse já não está em vigor, além disso é uma completa mentira que tem de ser tudo eléctrico, mostre lá onde isso está escrito ?

            Se viu forçada não, até esse decreto já os tinha.

            Não é achar, é um facto, cerca de 65% do consumo de combustíveis é feito pelos ligeiros de passageiros

            Mexe porque são aos milhões, essa maquinaria são milhares.

            Não diz a verdade, inventa.

            Vai dizer que isto está errado ?

            https ://ec.europa.eu/eurostat/statistics-explained/index.php?title=Final_energy_consumption_in_transport_-_detailed_statistics

          4. RE
            Realista

            Mentiroso:

            O só transporte rodoviário consome 49% de todo o crude mundial (32% para ligeiros de passageiros e 18% para pesados). Em conjunto com a aviação e a navegação marítima o consumo passa para 65% do total de petróleo só para o departamento de transporte…

          5. RE
            Realista

            Este Mário é um mentiroso de primeira….

          6. MA
            Mario

            O realista é um menino queque que acha que todos ganham milhões como ele. E que toda a gente tem a carteira dele. Pois a gerir as vidas dos outros ele é bom. Tal como o JL claro.

          7. JL
            JL

            É possível terem mais dinheiro que outros, o que não é de estranhar, afinal não vão todas as semanas contribuir para os altos lucros da Galp, BP e Repsol, e mais, além de não passarem o tempo a defender esses como se eles necessitassem, e ainda passar o tempo com comunismos que temos de comprar o que você quer.

          8. MA
            Mario

            Ao menos não defendo o socialismo comunismo nos carros. Já você defende com unhas, dentes e mais alguma coisa

          9. RE
            Realista

            Se eu ganhasse milhões tinha um carro a combustão… aliás ainda só tenho um porque não sou eu que pago o combustível.

  2. MA
    Manuel

    E se elaborassem um artigo no sentido de informar as pessoas que não dispõem de garagem ou forma de carregar um veículo eléctrico, sem ter de recorrer aos postos de carregamento, se vale a pena a aquisição do mesmo? Talvez fosse interessante e elucidasse quem pouco ou nada sabe sobre os custos do carregamento.

    1. VM

      É uma comparação útil, sim. Mas a pergunta deve ser “em que condições compensa?”, porque não ter garagem não determina, por si só, a resposta. É preciso comparar o preço dos carregamentos que a pessoa realmente usaria, o consumo do carro, os quilómetros percorridos e o custo de aquisição com a alternativa a gasolina ou gasóleo. E incluir a disponibilidade dos postos e o tempo necessário para carregar. Tanto dizer “compensa sempre” como “sem garagem não compensa” seria simplificar demasiado.

    2. YF
      Yuri Bezmenov – segunda fase

      Carissimo, a resposta para as suas dúvidas é simples, NÃO.

      Se não tem onde carregar esqueça completamente carros electricos.

      1. JL
        JL

        Então qual teve e não compensou nesse uso ?

        1. YF
          Yuri Bezmenov – segunda fase

          Um model 3 e um ex30

          1. JL
            JL

            Oh sim, lá vêm as invenções do costume. LOOOOL

  3. RE
    Realista

    Sempre compensou… o problema sempre foi os que preferem perder €100 em 10 minutos que reclamam dos elétricos.

    1. MÁ
      Mário

      Olhe que a matematica diz diferente

      https://ibb.co/BVHZBrX7

      1. VM

        A tua matemática, que é enviesada 😀 e sustentada por teorias sem nexo.

        1. MA
          Mario

          Já mandei mail a reclamar para a Anthropic, já que os cálculos foram feitos com base no gasóleo que enfio para dentro do carro, nos quilómetros reais, e nos valores reais.

          Mas compreendo que tenha compromissos e que tenha que falar bem dos elétricos.

          Mas de facto usei critérios enviesados, ou bafientos como alguem gosta de lhe chamar… Devia ter colocado, enviesa o eletrico para melhor

          Critérios para comparar um carro a combustão com um elétrico

          1. Perímetro igual dos dois lados

          A comparação só é válida se ambos os veículos forem avaliados no mesmo horizonte temporal, na mesma quilometragem anual e no mesmo estado (novo vs novo, ou usado vs usado). Comparar o custo corrente de um carro já pago com o custo total de um carro por comprar é o erro mais comum.

          2. Dados de base medidos, não de catálogo

          Consumo real obtido por leituras de conta-quilómetros cruzadas com litros ou kWh efetivamente pagos, ao longo de vários troços. Quilometragem anual calculada sobre o período real de utilização. Qualquer troço anómalo deve ser excluído com justificação explícita, e a exclusão declarada.

          3. Energia

          Do lado térmico: consumo em L/100 km e preço por litro efetivamente pago, já líquido de descontos de cartão ou fidelização. Do lado elétrico: consumo em kWh/100 km medido à tomada e não à bateria (há 10–15% de perdas), e o preço por kWh de cada cenário de carregamento — doméstico em vazio, doméstico simples, misto, rede pública. Esta é normalmente a variável de maior amplitude e deve ficar como input, não como valor único.

          4. Custos fixos anuais

          Seguro (tipicamente mais caro num elétrico, pelo valor do veículo), imposto de circulação, inspeção periódica, e eventual custo de instalação de carregador doméstico, amortizado pelo horizonte de análise.

          5. Manutenção

          Contratos pagos à cabeça devem ser diluídos por quilómetro e verificado se expiram por data ou por quilometragem — se fecharem pela data, parte do valor pago perde-se. Incluir os consumíveis fora de contrato: pneus (desgaste superior num elétrico, pelo peso e binário), travões (inferior, pela regeneração), fluidos, filtros.

          6. Depreciação

          Habitualmente a maior parcela e a mais esquecida. Exige o valor de retoma atual do veículo a substituir e uma estimativa de valor residual do novo ao fim do horizonte. Sem isto não há comparação fechada, apenas custo a rolar.

          7. Capital

          Capital em dívida, taxa e prazo do financiamento existente; custo do financiamento novo ou custo de oportunidade do capital próprio imobilizado. Uma taxa fixa baixa muda a decisão de amortizar ou não.

          8. Fiscalidade e incentivos

          Impostos à aquisição, isenções, incentivos estatais e respetivas condições de elegibilidade e janelas de candidatura. Convém verificar a elegibilidade antes de contar com o valor.

          9. Fatores não monetários

          Autonomia face ao perfil de utilização, cobertura de carregamento nas rotas habituais, tempo perdido a carregar, disponibilidade de tomada em casa, rede de assistência da marca, espaço e ergonomia.

          10. Armadilhas a declarar

          Que preço de combustível se projeta — média longa, preço atual ou preço de pico — porque a escolha pode valer centenas de euros por ano. Que cenário de carregamento se assume. Que dados foram excluídos e porquê. Que parcelas ainda faltam. Um resultado apresentado como intervalo, com os pressupostos à vista, resiste ao escrutínio; um número único não.

          Como apresentar

          Custo por 100 km e custo anual total, decomposto por rubrica, com os pressupostos editáveis e o intervalo de resultados entre o cenário mais e menos favorável a cada tecnologia.

          1. VM

            Dados reais não corrigem comparações enviesadas. A tua própria lista explica porquê. E insinuar “compromissos” de quem discorda não é apresentar contas: é fugir delas.

        2. YF
          Yuri Bezmenov – segunda fase

          Onde está enviesada? É simples, a carregar fora de casa um EV só fica mais barato (e muito pouco) em relação ao diesel devido aos preços atuais. Basta o diesel descer para 2 euros e lá se vai a poupança.

          1. VM

            Assim como o preço dis carregamentos podem ficar mais baratos à medida que se amortece o investimento. Tal como o preço dos combustíveis tem variações, no preço dos carregadores também. Mesmo com o preço do gasóleo a 1.60, continua a valer a pena carregar na rua.

          2. YF
            Yuri Bezmenov – segunnda fase

            Nem por sombras, isso é impossivel.

            A esse preço 100km fica a 8 euros num diesel.

            Mesmo a 40 centimos o KWH era necessário mais de 8 eeuros para fazer 100km

  4. MC
    MCorreia

    Como toda a gente sabe, um elétrico não tem amortecedores, nem cinoblocos, nem rótulas, nem casquilhos nas caixas de direção, que são apenas os componentes que mais sofrem com a quilometragem. Podem dizer que não tem embraiagem, uma coisa que custa 350 euros e faz 200 mil km.

    1. VM

      Claro que um elétrico também desgasta suspensão e direção. Mas isso não torna a manutenção igual 😉 não vamos aqui querer uma comparação injusta. Esses componentes são comuns aos dois, contudo, o elétrico dispensa a manutenção do motor de combustão e tende a gastar menos travões graças à regeneração. E uma embraiagem por 350 € que dura 200 mil km é uma possibilidade, não uma garantia universal. Ter menos manutenção não significa não ter manutenção.

    2. GO
      Gonçalo

      Que comparação da treta um carro a combustão tem isso tudo e mais 3000 coisas

  5. BV
    B@rão Vermelho

    Um dos maiores pontos de chumbo dos carros a combustão são os fumos.

    Basicamente a maioria chumba nessa parte.

    1. JL
      JL

      Como é possível ? afinal os fumos contêm o gás da vida.

      1. BV
        B@rão Vermelho

        Para os ananases sim é essencial o fumo.

  6. KL
    Klimane

    Andamos anos a reclamar que os eléctricos não eram a solução, agora chegou a fatura da falta de visão. Enquanto houver dependência do petróleo seremos sempre reféns.

    1. RE
      Realista

      Nem mais…

  7. TO
    TogasPacho

    Só ainda não decidi se o meu próximo carro irá ser EV ou PHEV.

    100% combustão está fora de hipótese e têm os dias contados.

    1. GO
      Gonçalo

      Tambem estava assim acabei por comprar EV, não me estava a aptecer pagar por 2 tecnologias para mim que posso carregar em casa não me faz sentido

    2. CI
      CIéqueébom

      Há carros a combustão com mais de 2 milhões de quilómetros. Os elétricos começam a apresentar problemas aos 20 mil km.

      1. RU
        Rui

        Opa, por essa lógica o meu já tinha tido problemas 3 vezes e foi importado…

      2. JL
        Jl

        Então mostre lá um ?

    3. RU
      Rui

      Se tens garagem EV puro, tudo o resto é treta a jogar com o medo, pagas duas tecnologias, mas se fores paga plug in, vai antes para reev, como a leapmotor tem, em que o motor só carrega a bateria e não liga as rodas…

  8. YF
    Yuri Bezmenov – segunda fase

    "Acima da fasquia dos 193.000 quilómetros…. Neste patamar de utilização severa"

    Isso num diesel é a rodagem.

    1. JL
      Jl

      Rodagem a caminho da sucata.

      1. YF
        Yuri Bezmenov – segunda fase

        Quando o diesel lá chegar já para lá foram 10 elektros

        1. JL
          JL

          Não é isso que dizem os números, mas continue a inventar, estou a gostar.

          1. YF
            Yuri Bezmenov – segunda fase

            Mostre lá os números, mostre lá.

            Mostre lá o numero de carros deisel usados com mais de 200.000km que estão á venda? Mostre os EVs usados com mais de 200.000km que estão á venda, mostre lá.

            Os diesel são imensamente mais porque os elektros já foram para abate antes dessa quilometragem.

          2. JL
            JL

            Óbvio, quem tem eléctrico com mais de 200 mil quer continuar a usar, quem tem diesel quer é desfazer-se dele, já sabe que vem despesa.

            Claro que são mais, em todos os aspectos, já lideram os stocks de parados nos stands.

          3. MA
            Mario

            Mostre lá prove lá? Não prova nada porque não tem provas. Então se abomina o gasóleo negue tudo o que é feito e transportado com ele. Sim aquela encomenda da Amazon passou por um camião a gasóleo. Mas já sei que vai dizer que não.

  9. CH
    Chibanga

    Parece estar complicado vender elétricos usados. Caso contrário não haveria necessidade de tanto "elogio"…

    1. JL
      JL

      Ah já sei, os evs têm obrigatoriamente de ser repreendidos.

      1. MÁ
        Mário

        cê devia era correr este país de lés a lés a dar sermões a quem ainda anda com carros a combustão… afinal, só não compram elétrico porque não querem, não é?

        Experimente ir dizer à minha vizinha que ganha o salário mínimo que a solução para a vida dela é ir a correr buscar um salvado para reconstruir na garagem, ou enfiar-se num crédito para comprar uma «lata de atum» de 20 mil euros tipo Dacia Spring.

        Depois complete a receita mágica com a sua cartilha: que espete com um carregador numa instalação elétrica de prédio com 80 anos, monte 3.500 painéis solares na varanda e rapine meia dúzia de módulos de bateria usadas para ter energia em casa.

        A sua teoria é fantástica na internet; na vida real de quem trabalha e conta os cêntimos ao fim do mês é só uma anedota de mau gosto. Menos arrogância e desça lá à terra.

        E já viu isto?

        https ://sapo.pt/artigo/acemel-antecipa-subida-dos-precos-da-eletricidade-6ab22d72e2286ce3665e507d

        mentirosos no seu ponto de vista não é? Ralhe já com eles.

        1. JL
          Jl

          Outra vez a lenga lenga de rebanho do costume ?

          Mas é tão bur….. parar achar que altera alguma coisa que os seus comunismos ?

          1. MA
            Mario

            Ficou sem bateria nos argumentos para ter de passar ao insulto rasteiro?

            Apresenta-se a previsão da subida do custo da eletricidade pela própria associação do setor (ACEMEL) e a resposta é chamar «comunista» e «burro» a quem faz contas? Curiosa definição de comunismo: defender a liberdade de escolha do consumidor e mostrar que o custo de vida atinge toda a gente, inclusive na fatura da luz.

            Já percebemos que para si dados do mercado elétrico não contam, a realidade das pessoas comuns não existe e qualquer facto que ponha em causa a sua narrativa tem de ser censurado aos pontapés. Vá lá dar mais uma volta no carro ressuscitado da perda total para ver se apanha ar fresco, que essa azia já se nota à distância.

          2. JL
            JL

            Eu acho que nem é um insulto, é mais um elogio.

            Claro que vai subir, pelo menos a inflação, só alguém sem cérebro dizia outra coisa.

            Para si só esses contam.

            Tenho de ser censurado ? O modo comunista novamente ? É sempre a mesma conversa, não era mais fácil dizer o que porquê disso ?

            Então agora já é perda total ? Também não sabe o que é isso ? Depois não quer que lhe chamem nomes.

            Você é que está com azia, o artigo não lhe convém.

    2. RU
      Rui

      Só sei uma coisa, comprei o meu usado a 1 ano, atualmente não encontro nada igual pelo menos preço mesmo sendo 1 ano mais velho, no mínimo 2 ou 3 mil a mais…

      ando a ver para um ajudar um amigo a escolher e coisas em conta a 3 meses agora nem ver…

      está novamente dificil um usado abaixo dos 20 mil…

  10. CI
    CIéqueébom

    Só em sonhos. Na realidade não compensa.

    1. JL
      Jl

      Então qual teve secalharya ?

  11. JO
    Joca

    Poxa 16% dos carros elétricos chumbaram? São mesmo fraquinhos, contando que devem ter cerca de 8 a 10 anos na média, em comparação para os carros a gasolina de 22% que mais de 60% do parque automóvel a gasolina tem mais de 20 a 40 anos. É no mínimo uma comparação sem lógica. Contando só com carros a gasolina com cerca de 10 anos, o chumbo deve ser muito inferior a 16%.

    1. JL
      JL

      Como o artigo não lhes convém, inventam.

Deixe um comentário