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Recorde de preço: gasóleo pode disparar na próxima semana! Saiba quanto

145 Comentários

Os automobilistas portugueses podem ter de preparar a carteira para uma nova subida expressiva dos preços dos combustíveis. As estimativas foram avançadas pela Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (ANAREC).

As previsões para a próxima semana apontam para um aumento que poderá chegar aos 15 cêntimos por litro no gasóleo e aos 10 cêntimos na gasolina 95.

Gasóleo pode ultrapassar os 2,16 euros por litro

Atualmente, o preço médio do gasóleo situa-se perto dos 2,019 euros por litro. Caso se confirme a subida máxima prevista, o preço poderá aproximar-se dos 2,169 euros por litro.

Este valor seria suficiente para ultrapassar o atual máximo histórico registado na série da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), que é de 2,131 euros por litro, alcançado em abril deste ano.

A gasolina 95 também deverá ficar mais cara. Com uma subida de 10 cêntimos, poderá atingir cerca de 2,122 euros por litro, ficando ainda abaixo do máximo histórico de 2,171 euros registado em junho de 2022.

Encher o depósito pode ficar 9 euros mais caro

O impacto para quem utiliza o automóvel diariamente será significativo.

Num depósito de 60 litros, uma subida de 15 cêntimos no gasóleo representa mais 9 euros por abastecimento.

No caso da gasolina 95, uma subida de 10 cêntimos significa pagar mais 6 euros para abastecer os mesmos 60 litros.

É importante, contudo, sublinhar que estes valores são previsões. O preço final praticado nas estações de serviço dependerá da evolução das cotações dos produtos petrolíferos e da política comercial de cada operador.

Se as estimativas máximas da ANAREC se confirmarem, o gasóleo poderá assim entrar na próxima semana num território nunca antes atingido em Portugal.

Comentários

145
  1. TA
    Toni da Adega

    Alguém consegue entender o porquê do Lobby Elektro continuar a mexer nos preços dos combustíveis?

    1. TU
      TugAzeiteiro

      O que eu não consigo entender é o povo continuar tão tranquilo… isso e os camionistas! Não se trata apenas de um aumento no combustível, o preço dos alimentos por ex. irá aumentar…

      1. YA
        Yamahia

        Os camionistas têm luz verde para aplicar uma taxa de combustível sobre o frete dos bens de 1ª necessidade q transportam para os mercados. Alguns até ganham bastante mais com esta história, caso consigam abastecer em Espanha.

        1. JL
          JL

          Então está na altura de arramar o diesel na garagem, para tentar resolver este impasse.

          1. MÁ
            Mário

            Arranje um camião elétrico com a mesma autonomia e capacidade de carga, pelo mesmo valor de um diesel.
            Ou vai dizer que os 32ton de peso bruto é mentira?

            Você deve estar feliz e contente do gasóleo estar a aumentar. Porque os bens de primeira necessidade para si não usam gasóleo

          2. MÁ
            Mário

            E já agora, porque é que os malvados da ren meteram o MWh em ponta a 300€ ontem?

            Já lhes dei o seu contacto porque eles não sabem gerir.

          3. JL
            JL

            Porque não arranja um a gasolina mais barato que um diesel, ou então um a GPL ?

            Claro que é mentira, até porque são 40.

            Não estou feliz, você está ?

          4. JL
            JL

            O que tem a electricidade a ver com isto ? Ah já sei, os aumentos nos combustíveis são devido ao aumento da electricidade. Boa.

          5. MÁ
            Mário

            Já ralhei com a Galp para meterem cabos com 80 anos e painéis solares na refinaria. Dizem que funciona. Loooooool.

          6. JL
            JL

            Deve ser por isso que gastaram lá 200 milhões há pouco tempo, agora pagam-se nos combustíveis.

        2. TA
          Toni da Adega

          O bom é que ainda não se lembraram de utilizar camioes Elektros. Nesse dia é ver os custos de transporte vão subir em flecha.

      2. TA
        Toni da Adega

        Mas o povo está revoltado, basta ver a luta contra os veículos eléctricos e renováveis.
        Era tudo mais feliz se investíssemos mais no petróleo e nos combustíveis fósseis

      3. IS
        Istoestábonito

        O povo está manso, distraído e dividido.

      4. YA
        Yamahia

        Óbvio que os alimentos vão aumentar ainda mais (que de acordo com o cabaz da DECO já aumentaram bastante). Para o Governo é ouro sobre azul pois quanto mais altos os preços, maior é a receita fiscal, pelo que não vão mexer um dedo para conter este estado de coisas. Aliás, pela porta do cavalo até o incentivam em conluio com os operadores.

        1. RE
          Realista

          De facto é tudo uma ‘cabala’ feita dos:

          – carros elétricos;
          – do governo;
          – dos ambientalistas;
          – dos Chineses;
          – dos operadores de combustíveis;
          – das energias renováveis;
          – dos Russos;
          – dos Ucranianos;
          – dos Americanos;
          – dos Iraquianos;

          … quem falta na lista a culpar?

          1. TA
            Toni da Adega

            Estes não entram na lista. Se muito são vitimas do sistema
            – dos Russos;
            – dos Americanos;
            – dos Iraquianos;

          2. MÁ
            Mário

            A primeira coisa certa que diz hoje.
            Mas tem duvidas?

          3. RE
            Realista

            A culpa é de todos menos de quem está sempre a lançar culpas… esse nunca tem culpas.

      5. RI
        RicM

        Não é o ‘povo’, é o mundo. Porque não fazem os países pressão sobre os EUA para parar com a me**a das guerras e da pirataria?

        1. RE
          Realista

          Putin likes this post.

          1. RI
            RicM

            Estar contra as ações dos EUA nâo é o mesmo que estar a favor das da Rússia. Ou queres dizer que se não houvesse bloqueio dos estreitos, “apenas” a guerra Rússia-Ucrânia, o combustível estaria tão caro como agora? Interessante.

          2. JL
            JL

            Esse problema vai sempre existir, se está contra alguém, está também a favor de alguém, não quer dizer que seja isto que pense, mas é isso que o acusado considera.

          3. MÁ
            Mário

            A Rússia já fez algum ataque sem ser á ucrania?
            Ao menos os EUA já invadiram uns quantos países soberanos…

          4. VM

            Ui?!?

            – Geórgia — guerra e entrada de tropas russas em 2008; a Rússia mantém forças na Abecásia e Ossétia do Sul.
            – Ucrânia — ocupação e anexação ilegal da Crimeia e intervenção no Donbas em 2014; invasão em grande escala desde 24 de fevereiro de 2022. A ONU classificou as anexações como ilegais e exigiu a retirada russa. ONU
            – Moldávia — intervenção militar no conflito da Transnístria em 1992; tropas russas continuam presentes sem consentimento do governo moldavo. Costuma ser classificada como intervenção/ocupação, não unanimemente como invasão convencional.

            Mário, então??? Também com retórica de manipulação?

          5. RE
            Realista

            Então queres deixar o Irão (onde o regime é apoiado pela Rússia) tenha acesso a armamento nuclear para continuar a causar instabilidade no médio oriente o que leva também a repercussões sobre o preços dos combustíveis (como já aconteceu nos anos 90 quando estes invadiram o Koweit)?

            Interessante…

          6. MÁ
            Mário

            Manipulado está o Vítor. Então o que os estados unidos estão a fazer é correto? Também andam a fazer guerras com países soberanos.
            Ahhhh mas como sao os EUA podem tudo.
            O Vítor devia estar feliz, os combustíveis é só o mercado dos seus amigos liberais a funcionar.

          7. VM

            Lá está a veia comunista a tapar os olhos do Mário. Hoje deve estar triste, com as filas nos postos de abastecimento de gasolina e gasóleo; tanta se chateia com as filas para os carregadores. 😀 😀

            Depois, o Mário foge sempre ao assunto, característica de quem está sem argumentos. Mas é normal que não os tenha. Se não repare, eu não disse em nenhum sítio que o que os Estados Unidos estão a fazer é correto (a minha posição sempre foi a de não proliferação de conflitos armados, dando espaço ao diálogo e à estratégia comercial global). Mas o Mário teima em “projetar” nos outros os seus anseios. E é uma forma de fugir ao assunto. Se for sério na observação, verá que o que eu disse era que o Mário estava a mentir. E deixei-lhe, como sempre, factos. Sim, eu sei que não gosta.

            Sobre os combustíveis, tenho poupado o veículo a diesel e tenho dado mais preponderância ao elétrico (aliás, pelo primeira vez fui de férias e fiz mais de 1400 km no elétrico e ZERO filas para recarregar e super bem servido o país de carregadores rápidos (até em freguesias mais no interior alentejano). Exclusão apenas para o sotavento algarvio, que ainda é uma vergonha. Fora isso, a experiência foi fantástica e gastei menos da metade do valor dos anos anteriores. Aprovado o elétrico para grandes viagens (e sim, com muita autoestrada).

          8. MÁ
            Mário

            Então porque é que os EUA podem ter armas nucleares e o Irão não? E os EUA não pagam a dívida?

          9. MÁ
            Mário

            E já agora….se não fosse os Russos, falavas Alemão. Convém ler historia mas como a história para os lados de riba de ave é distorcida. A culpa deve ser dos sindicatos

          10. VM

            Se essa sugestão fosse para o Mário, uma espécie de ato de confissão, estaria correto. Porque o Mário de história (e de tantos outros temas) não percebe, mas diz que são os outros que não percebem. É sempre assim o aluno copião.

            Mas, vamos lá… que eu gosto é de factos: a União Soviética foi decisiva na derrota da Alemanha nazi e pagou um preço humano gigantesco, mas não venceu sozinha. O Reino Unido resistiu quando grande parte da Europa já tinha caído; os EUA e outros Aliados forneceram recursos, combateram em várias frentes e libertaram a Europa Ocidental; e a própria URSS recebeu ajuda material substancial. Além disso, Portugal nem sequer foi ocupado pela Alemanha. Portanto, reconhecer o papel fundamental soviético não exige repetir o slogan simplista de que “sem os russos falávamos alemão”. História não é propaganda de bancada, como o Mário tanto tenta impor.

          11. MÁ
            Mário

            É como os sindicatos que mandaram abaixo o têxtil no vale do ave. Os meus pais trabalharam 40 anos com empresas de lá e viram as empresas implodir de dentro. Mas os donos tinham altos carrões… Ah mas isso não era para se dizer.
            E que eu saiba os sindicatos não passam cheques.

          12. VM

            Sei que lhe dói essa verdade. Consome-o saber que foram os sindicatos que destruíram a têxtil do Ave. Mas é a verdade. Aliás, eu assisti mesmo depois dessa ruína, a massa falida de várias empresas a tentar extorquir autarquias, governos, e até sociedade civil em abono dos gestores desses bens capturados. Sem que quem ficou sem nada visse na sua vida o resultado dessa captura de bens. Tudo pela ganância esquerdista doentia de tornar sempre o pobre mais pobre para o poder dominar com rebuçados numa mão e o punho cerrado do outro lado.

            O Mário não tem hipótese de defender essas gente contra os factos que marcaram gravemente o Vale do Ave. Tente mentir a ver se deixo 😉 eu desminto-o SEMPRE com factos.

          13. MÁ
            Mário

            O Vítor também foge, parece aqueles velhos marretas sempre a bater no mesmo quando faltam os argumentos.

          14. VM

            Mário, não fique assim aborrecido. Se estiver atento, verá que está a falar de si, está apenas a projetar-se. Tem um perfil de Paulo Raimundo, monocórdico, sempre preocupado com o que os outros têm, mão que atirou a pedra escondida e com argumentário de um adolescente de 15 anos, irritado. Isso é já a sua imagem. Se não vejamos, à mínima irritação, fala logo nos liberais, tal e qual como o camarada Raimundo abana a bandeira da luta contra o capitalismo, 😀 foram separados à nascença.

            Eu, sempre que o chamo à atenção, quando está a inventar, mentir, enganar ou apenas a tresloucar, mostro-lhe argumentos, deixo-lhe factos. Eu sei que fica chateado, porque não tem como os contornar. E, inventa, ataca de forma desgovernada.

            Não seja resmungão, dialogue com educação, apresente factos e não tente mentir às pessoas. Assim torna útil o seu esforço. BFS 😉

          15. MÁ
            Mário

            Falar em “martelo e foice” e “tecido cicatricial” é a saída fácil de quem esgotou os argumentos e puxa da cassete do costume. Quando a realidade aperta, carimba-se o interlocutor e está o debate feito. Mas olhemos em frente, como sugere:

            Quando faltam noções de soberania sobre Líbano, Síria, Iraque, Vietname ou a Cuba de Fulgêncio Batista (na altura tratada como autêntico quintal dos EUA), o recurso é esse.

            Quanto às filas na A2: não se preocupe comigo, que enquanto outros desesperam no trânsito, eu faturo com carregadores elétricos — estão a carregar e eu a trabalhar. O que me faz confusão é a cegueira ideológica.

            Fala com desprezo de sindicatos? Vá à Islândia ver como operam; os nossos ao lado deles parecem cordeiros. E sobre o tal “mercado livre”, onde param os Porsches, Ferraris e carros de coleção que desfilavam por Santo Tirso e Riba de Ave, com empresas a fechar num dia para abrir no seguinte com outro nome e deixar os trabalhadores a arder?

            O liberalismo de certos “amigos” é fascinante: capitalismo nos lucros, socialismo nos prejuízos. Veja-se a Brisa a exigir 276 milhões de euros ao Estado em tribunal por causa da quebra na pandemia. Se as concessionárias correm para a teta do Estado mal o negócio arrefece, qualquer empresa no país tinha o mesmo direito.

            Essa conversa soa a uma Mariana Leitão ressabiada ou à dor de quem esperava um tacho na câmara e ficou a ver navios. Menos dogma e mais contacto com o país real

          16. VM

            Acusas os outros de carimbarem o interlocutor e terminas com “ressabiada” e insinuações sobre um “tacho na câmara”. Não, nunca tive, nem preciso. Sim, é verdade que estou muito bem sem ter de fazer esse papel de submisso que tu fazes dentro do PCP. Nem ligações tenho a qualquer partido, ao contrário de ti. Que tens essa missão, qual Sancho Pança. Para dares um ar mais “confiável”, como se isso fosse possível, misturas intervenções internacionais, sindicatos islandeses, empresários com Ferraris e uma ação judicial da Brisa. 😀 😀 😀 Só dizes asneiras.

            De facto a quantidade de exemplos impressiona. Mas, só falta demonstrar o que provam sobre o argumento em discussão. NADA, és só ventania.

            Criticar sindicatos concretos não é negar o direito à organização sindical. Defender uma economia de mercado não é defender empresários que deixam trabalhadores e credores a arder (isso é a tua cartilha a consumir-te as entranhas). E condenar intervenções externas não obriga ninguém a desculpar os regimes que delas são alvo. Essas equivalências dão jeito à retórica, mas dispensam o essencial: analisar cada caso.

            Quanto à Brisa, exigir uma indemnização em tribunal não significa ter razão, ganhar o processo ou receber dinheiro. Para avaliar o pedido, é preciso conhecer o contrato e o fundamento jurídico. Saltar daí para “qualquer empresa tinha o mesmo direito” é substituir a análise por uma generalização. Típico dos cartilheiros.

            “Capitalismo nos lucros, socialismo nos prejuízos” 😀 os factos dizem-nos outra coisa, amigos e membros do partido nos lucros e povo a pagar os prejuízos… a TAP é disso um exemplo, mas há muitos na tua amada geringonça. Nem vamos falar de Guterres que fugiu e deixou o país quase na miséria nem de Sócrates que deixou,. esse sim, o país na miséria.

            Só tenho pena que um desses Porsches que desfilam por Santo Tirso e Riba de Ave, nem seja meu. Mas, calma, estou no processo. Eu adoro a Porsche e tenho conduzido alguns. Olha aqui: t.ly/XNs8r 😉 que maravilha.

            Quando à Mariana Leitão, não a conheço, não comungo com as suas ideias e podes babar pela mulher como quiseres; por acaso não tenho grande afinidade pelo que ela diz e representa. Mas, também não me incomoda. Já a ti 😉 😉

            Quanto aos exemplos que deste, é apenas fumo, já os desmontei em vários comentários, mas tu pareces o Cassete Carvalhas. Andar à volta da mesa sempre atrás do mesmo…

          17. MÁ
            Mário

            Comecemos pelo ponto em que mais insistes para fugir ao debate: não tenho, nunca tive e jamais terei qualquer filiação partidária — muito menos no PCP. Não tenho donos, não recebo cartilhas e não preciso de aparelhos para pensar pela minha própria cabeça. A ironia de me chamares “Sancho Pança” quando és tu quem passa os dias a lutar contra moinhos de vento comunistas seria cómica se não fosse puro desespero argumentativo. Quem não consegue conceber que um cidadão independente discorde das tuas ideias sem estar “a soldo de um partido” está apenas a projetar a sua própria incapacidade de pensar fora de uma trincheira.

            Dizes que “desmontaste” os meus argumentos? Não desmontaste rigorosamente nada. Fugiste a todos com malabarismos retóricos. Olhemos para os factos:

            1. O caso da Brisa e a tua cortina de fumo do “contrato”

            Dizes com pose professoral que “é preciso conhecer o contrato e o fundamento jurídico”. Mas tu leste bem o que escreveste? O escândalo e a aberração económica são exatamente a existência desse “fundamento jurídico”!

            Numa verdadeira economia de mercado, se há uma crise ou quebra de tráfego, o risco é do investidor e da empresa, que absorvem o prejuízo como qualquer comerciante ou empresário comum. Em Portugal, governos complacentes desenharam contratos de PPP com cláusulas de “reposição de equilíbrio financeiro” que blindam o lucro privado e transferem todo o risco de negócio para o erário público. Defender que uma concessionária vá a tribunal exigir 276 milhões de euros ao Estado pelo impacto de uma pandemia não é defender o mercado; é defender compadrio puro, onde o Estado serve de seguradora a fundo perdido para os grandes grupos económicos.

            2. A TAP, Sócrates e o teu whataboutism primário

            Tentas empurrar a TAP, o Sócrates e o Guterres para cima de mim para desviar as atenções, mas deste um tiro no próprio pé. Eu condenei e condeno os 3,2 mil milhões de euros de dinheiro público enterrados na TAP e todos os negócios ruinosos da era Sócrates — exatamente pelo mesmo princípio com que condeno as rendas garantidas à Brisa ou os subsídios aos grandes grupos.

            A diferença entre nós é que a minha coerência não tem cor política: recuso o resgate de lucros privados com o dinheiro dos contribuintes, venha ele do PS, do PSD ou de quem for. Já a tua cartilha tem dois pesos e duas medidas: ficas justamente indignado com o descalabro da TAP, mas quando é uma concessionária privada a ir ao bolso dos contribuintes buscar centenas de milhões, já te curvas perante a “análise jurídica do contrato”.

            3. Sindicatos e soberania: o vazio da tua resposta

            Quando apontei o caso da Islândia, onde os sindicatos têm um papel estrutural forte sem a partidarização cega de cá, e onde souberam manter a soberania energética e mandar os bancos pagar a crise em vez de asfixiarem o povo, limitaste-te a atirar a palavra “ventania”. Quando faltam contra-argumentos a exemplos concretos de países que colocaram a banca no seu lugar e preservaram a sua independência, o teu único recurso é assobiar para o lado.

            4. O link dos carros e a carência de validação

            No meio de um debate sério sobre infraestruturas, finanças públicas e soberania, o teu derradeiro recurso foi colar um link para tentares mostrar que “conduziste uns Porsches” e que “estás no processo”. Vítor, tem vergonha. Tentar validar solidez de pensamento económico com fotos de test-drives não impressiona absolutamente ninguém; é apenas deslumbramento de adolescente e necessidade patológica de afirmação. O meu percurso de 20 anos na área da tecnologia assenta em trabalho, produção de valor real e sentido crítico — não preciso de mendigar estatuto social numa caixa de comentários.
            Tenho um carro pago, não tenho dividas a bancos, e nem ostento carrões só para dizer que sim.

            Em suma: tentaste o rótulo partidário e falhaste; tentaste legitimar rendas públicas com formalismos contratuais e caíste na incoerência; tentaste desviar com a TAP e levaste com a mesma bitola; e coroaste o espetáculo a exibir volantes. Se chamas a isso “desmontar factos”, aconselho-te a rever com urgência o teu conceito de debate.

      6. MA
        MACnista

        … para não falar no sacana do cabaz alimentar que é cada vez mais upa, upa!!! enfim mais do mesmo até um dia!!!!!!!!

        1. CA
          Carlos

          O lobby dos merceeiros serve para nos estrangular e nos levar as poucas moedas que nos sobram…
          PS. Exagerei, afinal até nos ajudam com descontos de 50% 40% 30% aha ah.
          Eles e a ASAE são parceiros…

      7. MI
        Muito mais que isso.

        Os preços dos alimentos atingiram um nível insustentável. Atualmente, a Islândia é considerada o país mais caro do mundo, mas, feitas as contas, Portugal consegue ter produtos básicos e de primeira necessidade ainda mais caros. Isto torna-se ainda mais grave quando sabemos que o salário médio dos islandeses é quatro vezes superior ao nosso. É o reflexo do estado deplorável a que o país chegou. O grande problema é que apenas uma minoria tenta lutar contra esta situação, e meia dúzia de pessoas não consegue fazer uma “omelete” que alimente ou mude a realidade de 11 milhões de habitantes.

        1. TA
          Toni da Adega

          Muitos produtos portugueses são mais baratos no estrangeiro que em Portugal 😀

          1. MI
            Muito mais que isso.

            “Tens toda a razão, Toni. E quando falamos de marcas estrangeiras, a diferença é ainda mais gritante.”

        2. CA
          Carlos

          Não só a Islândia também a Suíssa têm produtos básicos de primeira necessidade equivalentes á aqueles que se praticam em Portugal.
          Curioso um deles mandou á fava a UE esta semana o outro nunca lá quis ter um pé…

          1. TA
            Toni da Adega

            Espanha está na UE e as coisa sao mais baratas. Agora fiquei confuso

    2. PA
      Pardal

      Essa de vires com essa teoria manhosa culpares o lobby elétrico de mexer nos preços dos combustíveis é hilariante de tão patética que é. O teu amigo Trumpa é que comprou uma guerra contra o Irão e pagamos todos a fatura cada vez que vamos a uma bomba encher o depósito.

      1. JL
        JL

        Ele fez o que fez para o bolso dele.

      2. MY
        Mr. Y

        Ele está a ser irónico. Há quem culpe o lobby eléctrico de tudo…

    3. FI
      Filipe

      Quem mexe nos preços dos combustíveis é a continuação da guerra na Ucrânia e no Irão.

  2. AA
    Artur Alabaças

    Mas o preço do combustível está caro onde?
    Já viram os centros comerciais ao fim de semana? Cheios. Algarve e Sul de Espanha, Cheios. Restaurantes, Cheios. Takeways, Filas enormes, etc…, etc…. Ainda há muito dinheiro

    1. IS
      Istoestábonito

      +1.

      1. PM
        PM

        +2

        1. FU
          Fumigah

          Só abastados! Assim sendo, aproveito para deixar uma dica aos senhores que é a seguinte. Se por ventura tiverem que por combustível nos próximos dias nas vossas viaturas, façam um esforço e ponham só para a semana, ou daqui a quinze dias. Pois assim é uma forma de não atrapalharem muito aqueles ao qual faz diferença na carteira! Mais uma vez, os não abastados agradecem!

    2. FU
      Fumigah

      Ainda bem és abastado ao ponto de conseguires ver isso tudo e ainda questionares o “combustível está caro onde?”. Já que o tens aproveita para curtir bem a vida em vez de acordares no bercinho de ouro e fazer comentários deste nível. Os menos abastados agradecem!

      1. MÁ
        Mário

        Eu vejo também… vejo as pessoas de classe baixa a queixarem-se mas continuam a acelarar de carro como se noa houvesse amanhã.

        1. FU
          Fumigah

          A questão não tem haver com o comportamento das pessoas, tem haver com a “normalização do aumento” como se não tivesse na realidade impacto na vida de todos. Tiveste em Março o preço do barril a 118 dólares e hoje está a 95/96 dólares. Em Março tiveste um aumento brutal para 2.04€ a 2.08€ no gasóleo e a gasolina 1.98€ a 2.01€. Consegues ter a percepção da diferença que vai estar na próxima semana? Vais ter o combustível muito mais caro, a rondar o 2.17€ no gasóleo e 2.14 na gasolina. A matéria prima teve meses a fio abaixo dos 90€ e poucas semanas tiveste gasóleo abaixo 1.80€, quando em janeiro tinhas preços a rondar 1.60€. Acham comportável para quem tem que deslocar todos os dias com ordenados relativamente baixos a fazer 50 a 60 km por dia? Se acham que está bem paguem vocês a essa gente que tem dificuldade para trabalhar. Já estou como o outro, “Pagar para trabalhar”

    3. MI
      Muito mais que isso.

      Está completamente errado. Em primeiro lugar, hoje em dia as pessoas já não compram quase nada nas lojas físicas; limitam-se a ver os produtos. Em segundo lugar, comer em cadeias de fast food ou pedir takeaway é muito mais barato do que ir a um restaurante tradicional.Além disso, as pessoas não são animais para viverem fechadas em “currais” — era o que mais faltava. Não pense que a população tem dinheiro, porque a realidade é bem diferente. O salário médio em Portugal ronda os 1.100 euros, o que mal dá para as despesas básicas, e o nível de endividamento do país é dos maiores da Europa. Atualmente, um ordenado médio serve apenas para pagar a habitação e o respetivo seguro. Por isso, não distorça a realidade comentando apenas o que lhe convém sem olhar para o dia a dia dos portugueses.

    4. GR
      Grunho

      Os 10% de cima são mais de um milhão de indivíduos. 1.040.000 mais exatamente. E só à conta deles sugam mais de 2/3 da riqueza nacional. Não admiram que os centros comerciais estejam cheios.

  3. RE
    Realista

    Isto não tem problema porque a média de consumo passa para 2L/100km a 180km/h e portanto mostra claramente que os veículos a combustão são mais económicos.

    1. MO
      Morty

      Para muita gente e e vai continuar a ser o mais económico, pois nem todos moram numa vivenda com painéis solares. Tempo=dinheiro para muitos. Tu e que achas a tua bolha tem de ser a regra.

      1. JL
        JL

        Exato, tempo é dinheiro, dai ter comprado um que não perco tanto tempo e nem me preocupo com o preço dos combustíveis nem com os descontos.

        1. MÁ
          Mário

          E todos têm vivendas, aliás os prédios que há nas cidades são fachadas apenas. É mentira. Não existem..isto segundo o JL que diz que toda a gente pode meter painéis em casa.

          1. JL
            JL

            Curiosamente são a maior parte.

            É verdade mas esses são a minoria.

            Mas precisam de ser todos porquê? Funciona tudo em rebanho ?

      2. RE
        Realista

        Quem quer arranja soluções, que não quer arranja problemas… sempre foi assim ao longo da história.

        1. MO
          Morty

          Então mas se tu já arranjaste solução, qual e o teu problema? Porque que precisas de ser como os vegans e tentar impingir o mesmo a toda a gente, quando as pessoas tem necessidades diferentes?

          Não precisas de vir aqui constantemente validada a tua escolha. Se para ti foi a solução certa, fixe, continua, nada contra.

          Para outros pode não ser, simples. O consumidor deve escolher e não ser obrigado pela lei ou pelos vossos ideais.

          1. JL
            JL

            Então porque faz o mesmo, tenta ser vegan a impingir o mesmo a toda a gente ? Quando as pessoas têm necessidades diferentes.

            Não precisas de vir aqui constantemente validada a tua escolha. Se para ti foi a solução certa, fixe, continua, nada contra.

            Para outros pode não ser, simples. O consumidor deve escolher e não ser obrigado pela lei ou pelos vossos ideais.

          2. RE
            Realista

            O curioso é que o consumidor que se acha a favor da livre escolha é o mesmo que está sempre a queixar-se do preço dos combustíveis…

          3. MÁ
            Mário

            Ora JL disseste tudo. Mas no entanto demonizas quem fala de carros a combustão.

          4. JL
            JL

            Onde ? mostre lá um comentário desses ?

            Já você é diferente em que aspecto ?

            Aqui neste artigo tem muitos comentários seus a fazer o que alega.

            https://pplware.sapo.pt/motores/quase-100-noruega-bate-novo-recorde-na-venda-de-carros-eletricos/#comment-4043184

          5. MO
            Morty

            JL – Onde andei eu a dizer que os ICE eram melhores ou piores?
            Não tenho nada contra nenhum, e não ando e a fazer adoração a nenhuma das tech.
            Nem toda a gente que não concorda com os vossos ideais moralistas quer dizer que não gostar de elétricos.

      3. TA
        Toni da Adega

        O que vale é que existem muitos a lutar contra os painéis solares e afins. Pode ser que resolva o problema

    2. TA
      Toni da Adega

      Isso é porque tens vida de pobre e só tens acesso a autoestradas limitadas a 120km/h.
      Quem está bem na vida apanha a autobahn Porto-> Faro

      1. JL
        JL

        LOL

        1. BV
          B@rão Vermelho

          Então para poupares uns trocos em combustível vais gastar uns milhares em um elétrico?
          Que raio de contas a merceeiro estão a fazer?
          Se está na altura de substituir o velho carro a combustão é uma coisa, agora trocar um carro capaz para poupar uns trocos em combustível é coisa de garoto, desculpem lá.

          1. MY
            Mr. Y

            B@rão ele está a ser irónico e a exagerar um pouco.
            É óbvio que não faz sentido endividares-te dessa maneira como tu falas. Cada um deverá fazer as contas de acordo com a sua carteira e com os quilómetros que faz. Para muita gente ainda não compensará fazer essa transição mesmo a longo prazo.

            O Toni só está a tentar picar os Motinhas da vida 🙂

          2. JL
            JL

            Não, então arranje-me um diesel que custe nada e que carregue com os meus painéis.

            Era para mim ?

          3. RE
            Realista

            Não entendo porque insistem em dizer que se vão endividar em milhares de euros… os carros a combustão são de graça?

          4. BV
            B@rão Vermelho

            É para todos que acham que o parque automóvel envelhecido em Portugal é porque o pessoal é contra os VE.
            Eu da forma como vivo a minha vida, não sendo rico e muito longe de o ser, vivo desafogadamente, e não faz qualquer sentido para poupar uns trocos em combustível ir gastar milhares a trocar de carro.
            Outra coisa é, ok o meu carro já atingiu o limite de vida útil para mim e vou ter de trocar de carro.

            No meu caso, só vou mesmo comprar um VE porque necessito mesmo de um carro de 5 lugares, e para a utilização que faço o VE é o ideal, caso contrário não ia trocar de carro para poupar uns trocos em combustível e tanto assim é que vou manter a minha carrinha a diesel.
            Ou quando aumenta o preço dos detergentes deixam de lavar roupa e só compram roupa nova?

            Quando era miúdo e apareceram os primeiros vídeos Beta e só mais tarde os VHS, dizia-se na brincadeira que iam vender a tv para comprar o vídeo, assim parece a vossa lógica.

            Afinal quantos de nos Portugueses compramos o carro que gostamos e não o carro que podem, consegues dizer?
            Eu compro o que posso, não o que quero.

          5. BV
            B@rão Vermelho

            “Não entendo porque insistem em dizer que se vão endividar em milhares de euros… os carros a combustão são de graça?”

            Só leste a parte que te agradou? 🙂 🙂

            Estamos a falar de trocar de carro, fica implícito que o atual está pago ou praticamente pago.

            Se reparares eu digo se é altura de trocar de carro, ai sim vale a pena pensar seriamente se o VE atende a todas as tuas necessidades.

            Eu ao contrário de ti acredito que o VE ainda não atende todas as necessidades de certas famílias, compreendo e respeito.

            Exemplo tens um carro com 5 anos, pago ou praticamente pago, faz sentido ir perder dinheiro no carro que já tens pago ou quase pago para ires “enterrar” novamente dinheiro num outro carro só para poupares uns trocos no combustível?

            Para mim faz 0 sentido, mas isso é a minha opinião e pelos vistos de muitos outros Tugas, a avaliar a idade do nosso parque automóvel.

            Já por aqui falei de uma colega da minha esposa que tanto ele como o marido optaram por comprar dois Teslas, um Model 3 e um Model Y, e não têm qualquer possibilidade de carregar em casa, moram num 3º andar prédio antigo sem garagem, andam à procura de casa (vivenda) fora dos grandes centros urbanos porque já chegaram a conclusão que vão poupar ainda mais podendo carregar em casa, mas eles tinha apenas um carro com mais de 20 anos e optaram por dois VE.

            Foi este casal que me alertou para as campanhas agressivas de financiamento da Tesla, e que me levou a considerar o Mode lY.

            Sei que no Model Y gasta em média 150€, mensais em carregamentos fora de casa.

            Se tens um carro que atende a todas as tuas necessidades pago ou praticamente pago e vais trocar por um VE para poupar uns € ao final do mês, que lógica isto faz?

            PS, Espero que compreendas que estamos apenas a conversar, mesmo tendo opiniões diferentes e respeitando sempre a tua opinião.

          6. MY
            Mr. Y

            @Realista
            Por favor, não te tornes um Motinhas 🙂

            Nem toda a gente que até pode ter interesse em ter um VE tem capacidade financeira para comprar um. O nosso parque automóvel ser velho é um sinal disso mesmo…

          7. RE
            Realista

            Caríssimo 99.9% das pessoas compra o carro que pode e não o carro que quer, caso contrário andava tudo com veículos da Ferrari, Koenigsegg, Rolls Royce e afins, sendo que todas as outras opções, eram descartadas porque não fazia sentido ter um produto inferior quando existe um superior em termos daquilo que se procura (performance/conforto/etc)…

            Depois tens a questão de trocar só por trocar: Eu pelo menos já te expliquei várias vezes e continuas a bater na mesma tecla que só por trocar não vale a pena, mas insistes em assumir é que é isso que te estão a transmitir. Estamos numa fase de “transição” para veículos elétricos e não numa fase de “mudança”.

            É por isso que a opção entre VE e Combustão faz só sentido QUANDO se ia trocar de qualquer das formas, mas continuas a assumir a argumentação que todos deveriam largar tudo e ir a correr trocar de carro, quando não é isso que está, nem nunca esteve, em causa…

            O que não queres é admitir, e por isso estas com essa argumentação, é que o carro a combustão é um veículo desatualizado para não te sentires mal e valorizares o que tens agora. Mas a verdade é que para muita gente ainda este tipo de carro será um tipo de veículo que terá de ser mantido até terem a oportunidade de trocar, agora não adianta é dizerem que é uma alternativa superior, porque não é*…

            *exceto em casos de necessidades ultra-específicas, como fazer 1000km para ir almoçar a casa todos os dias.

          8. RE
            Realista

            @Bar@ao Vermelho, tudo depende da utilização do veículo, portanto nem tudo é a preto e branco.

            Se fizeres 20.000km com um veículo a combustão pago se calhar não te compensa trocares por um carro elétrico para andares a poupar dois milhares de euros por ano, a carregar em casa.

            Mas se fizeres 30.000 ou 40.000km por ano, começa a compensar comprares um carro elétrico hoje mesmo, já que começamos a falar em três ou quatro milhares de euros de diferença anuais só na bomba (nem falo nas manutenções anuais ou impostos)…

            E como tudo, existem pessoas que arranjam soluções e outras que simplesmente tudo é um problema. A minha sátira é precisamente para este segundo tipo de pessoas, mas continuas a entender a sátira como um pretexto que te todos devem largar hoje mesmo o carro atual e trocar por um carro elétrico, quando não é isso que te foi ou está a ser transmitido…

          9. BV
            B@rão Vermelho

            @Realista, só um aparte, uma pessoa com um carro a combustão se quiser / necessitar fazer os tais 1000 km para ir almoçar em casa, pode, já os VE mesmo que queiras não consegues, é a diferença de ter e não necessitar ou necessitar e não ter, e é por isso que eu compreendo e respeito quem ache que o VE não satisfaz todas as suas necessidades, e como em tudo na vida há vantagens e desvantagens em qualquer uma das opções, depois é escolher em qual das tecnologias quer perder o dinheiro.

            PS, Quando digo perder dinheiro é só pelo facto de achar que comprar carro é um péssimo investimento mas “necessário”.

          10. RE
            Realista

            Não estou a entender porque é que um veículo elétrico não pode fazer 1000km… podes explicar?

          11. JL
            JL

            Não fazem os 1000 kms ? bolas, tenho de ver o que se passa com o meu, já fez inúmeras viagens bem maiores que essa, uma delas só foi 7 vezes superior e só para um lado.

          12. MÁ
            Mário

            Mas segundo o JL é assim que se deve fazer. Se comprou agora um carro novo, deve empenhar se mais com o banco e comprar um elétrico porque é fixe. Ou então compra um carro batido e sem reparação e anda com ele.

          13. JL
            JL

            Então para que não passe por mentiroso como é costume, onde eu alego isso ?

            É que por acaso os meus são foram todos comprados em segunda mão.

          14. BV
            B@rão Vermelho

            Qual é o VE que faz 1000km sem necessitar de recarregar?
            Já o meu meu modesto carro a combustão com o deposito cheio em viajem consigo fazer até 1100km sem necessidade de abastecer.
            Outra coisa é, quantas vezes fazes isso, não sei, posso nunca fazer, mas se quiser fazer posso.
            Atenção estou a dar ênfase a esta questão só para dizer que compreendo aqueles que dizem que os VE não vão de encontro as suas necessidades, nada mais que isso, o problema é que parece que há pessoas que ainda não compreenderam que cada um compra o que pode e o que faz mais sentido as suas necessidades, o resto é o resto.

  4. RE
    Refletir!

    No país vizinho, ordenado mínimo mais alto e preço dos combustíveis mais baixo!

    Ja compensa fazer 80km para ir a Tui abastecer. 1,729€ GASÓLEO A e 1,759€ GASOLINA 95

    1. RE
      Realista

      E depois fica-se com autonomias com bem menores do que 1000km…

  5. MA
    Marko

    Só quando tiver a 50€ o o litro é que a malta faz alguma coisa… Quem manda é o povo não são meia dúzia no parlamento, e o chumbo da lei laboral é a prova disso mesmo, se houver união e resiliencia o governo não tem hipotese e acho que neste caso enqaunto o povo viver conformado e aceitar que os impostos superem o preço do próprio produto não vai mudar nunca… É a minha humilde opinião!

    1. JL
      JL

      Nem todos, há muitos a fazer muito além de reclamar.

      1. MA
        Marko

        Quem? Falo em massa como foi com a lei laboral… Em França já estava resolvido… Ah e tal selvagens e pilham tudo e poe fogo em tudo, infelizmente é a única forma de se acabar com abusos…
        Infelizmente os governos e quem os lideram não teem o bom senso de perceber a realidade do pais que governam e que nem todos recebem o mesmo que eles, e vivem com o que os outros descontam!

        1. JL
          JL

          Em França estão com os combustíveis mais caros.

          E depois quem paga o prejuízo daqueles que não têm culpa ?

          Então se é essa é a única maneira, porque não vão pilhar os culpados ? Podem começar pela Galp, BP, Repsol.

          O que o governo tem a ver com isto ?

          1. MA
            Marko

            Agora fizeste-me rir com essa última pergunta…
            Se o fornecedor cobra 1 e o governo cobra o mesmo em impostos ou o mais do dobro vamos todos para os postos falar do governo… Tá certo…
            Os combustivieis em Espanha devem vir de Marte e os nossos de Plutão com certeza para serem “metade do preço”… Dei o exemplo de França não pelo valor dos combustiveis mas por outras situações, o mal é esse paga quem não tem culpa mas como disse infelizmente só quando as posições são extremadas são “ouvidas” e resolvidas, não defendo essa ideia para mim com uma demonstração clara de opinião devia ser suficiente mas ligam? Ainda gozam e brincam portanto sim, se for a solução e desse para sentirem na pele a revolta das pessoas assinava por baixo e deixarem inocentes de fora mas isso é impossivel e podia ser que assim ouvissem as pessoas!

          2. JL
            JL

            Mas ele não cobra mais do dobro, onde viu isso?

            Os impostos aumentaram?

            Resposta: Não, portanto o governo não tem nada a ver com isto.

            Os combustíveis em Espanha já são mais baratos há décadas, não é de agora, tem a ver com as opções políticas deles, no entanto tinham o gasóleo, tal como nós, mais barato que a gasolina e a situação também inverteu.

          3. MA
            Marko

            Ok então faz contas ou vai ao chatgpt ou gemini… ao dia de hoje em média 47% do valor final da gasolina é para impostos não é praticamente o dobro? E 41% do PVP do gasóleo é para impostos… se o custo de um produto é 1€ e com impostos custa 1.97€ é o que?
            Já te baralhas todo e tudo, então agora é politica deles o facto de ser mais barato em Espanha que cá? Já não são os postos?
            “Os combustíveis em Espanha já são mais baratos há décadas, não é de agora, tem a ver com as opções políticas deles”
            Afinal o governo se quiser consegue dar um jeito com o ISP… ou são os postos? Temos é governos de chupistas e o PSD então… sempre foi e é do pior!

          4. JL
            JL

            Então quer dizer que não é o dobro.

            Disse que o governo cobrava o dobro, mas não é o dobro.

            Mas em Espanha sempre foi mais barato, fruto da politica deles em termos de tipo de combustível, não fizeram como cá que andaram sempre a dar subsídios para os diesel.

            Mesmo que baixe o ISP, não vai sentir isso na carteira, as GALP’s da vida tratam de absorver a diferença.

            O governo ao baixar impostos nos combustiveis só vai trazer mais lucros para as gasolineiras, e depois vão ter de ir buscar impostos a outras áreas.

          5. MA
            Marko

            Ok ganhaste, tens toda razão, é isso mesmo!

        2. TA
          Toni da Adega

          Em França está tudo com medo, as vendas dos Elektros subiram para 38% . Em vez de se revoltarem, pilhar e por fogo em tudo, não compram Elektros e fazem a coisa ficar pior

          1. CA
            Carlos

            Poderia ser uma conversa de adega, mas afinal vai para além do humor terrorista…

      2. MÁ
        Mário

        Sim, porque o custo de vida na alimentação nem lhe chega não é?
        Vai na volta também recebe o subsidio de uma terra em pousio.

  6. MA
    Max

    Comparando os preços máximos de 2022 – a seguir à invasão da Ucrânia, com os de 2026 até agora – a seguir ao fecho do “Estreito de Trump” (nome que anunciou querer para o Estreito de Ormuz):
    – Gasóleo:
    22/06/2022: 2,1 €/L
    08/04/2026: 2,145 €/L (máximo)
    07/08/2026 (previsão): 2,019 €/L (em 03/09/2026) + 0,15 €/L = 2,169 €/L (novo máximo)
    – Gasolina:
    08/06/2022: 2,188 €/L (máximo)
    31/05/2026: 2,018 €/L
    07/08/2026 (previsão): 2,022 €/L (em 03/09/2026) + 0,10 €/L = 2,122 €/L
    No gasóleo, o máximo de 2022 já se foi e na gasolina não anda longe. E não se vê jeitos de Trump abrir o estreito, já lá vão mais de 6 meses.

  7. PO
    PorcoDoPunjab

    Restaurantes cheios, trânsito sem fim.
    Há dinheiro para acomodar este aumento e outros que venham a seguir.
    Que chegue depressa aos 3 euros o litro.

    1. PI
      Pimpolho

      “Olhe que não, olhe que não” isto está para rebentar…

    2. RE
      Realista

      A €3/L é pior porque o pessoal vai a pisar ainda mais ovos…

    3. GR
      Grunho

      Para encher restaurantes e fias de carros parados a fumegar bastam os 5% de cima que pertencem à burguesia exploradora. São mais de meio milhão de indivíduos – 520.000 mais exactamente- que à conta deles sugam mais 50% da riqueza nacional, deixando o resto para os outros quase 10 milhões.

  8. LS
    Luis Henrique Silva

    Não entendo estes preços e sabendo o preço do barril, cada vez se vê claramente que já nem desculpas plausiveis têm para justificar os aumentos.

  9. GB
    Gringo Bandido

    A solução é votar na iniciativa liberal para os preços ficarem iguais mas sem impostos e assim ninguem se queixa porque é o “mercado” a funcionar! é tudo psicológico!

    1. JL
      JL

      Os moços da iniciativa liberal é que vão comandar a Galp, a BP e a Repsol ?

      1. GB
        Gringo Bandido

        Não pelo contrário, vão deixar esses moços fazerem o que querem, o consumidor é que “controla” depois se quer ou não comprar ou se que quer comer ou não ou se quer comprar medicamentos, a decisão final é sempre do consumidor!!

        1. JL
          JL

          Há como não fazerem o que querem ? A alternativa é não venderem.

      2. MÁ
        Mário

        Já são. Onde é que está a dúvida? Só falta dizer que são comunistas.

        1. JL
          JL

          Então diga lá quem está nestas gasolineiras e que seja da IL ?

          1. MÁ
            Mário

            Petrolíferas… BP, Repsol, Galp, é só pesquisar.

          2. JL
            JL

            Então se pesquisou é só deixar a pesquisa.

  10. JL
    JL

    “As estimativas foram avançadas pela Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (ANAREC).”

    Então mas…..esta associação é alguma organização governamental ?

    1. TA
      Toni da Adega

      Essa associação está cheia de pessoal que só gosta de Elektros. O objectivo deles é financiar a loucura electrica

      1. JL
        JL

        Ah ok, agora entendi. LOL

    2. MÁ
      Mário

      No seu país não existe corrupção pois não? É tudo gente séria. Aliás, as pessoas vão para o desemprego porque querem, só você nunca tem contratempos. É incrível.

  11. JL
    JL

    Cuidado com as filas nas bombas, já anda assim:

    https://ibb.co/KcRtwv3p

    1. VM

      Uiii se o Mário vê isso, ele vai ficar perturbado!

      1. JL
      2. MÁ
        Mário

        Eu não. Porque haveria de ficar? Gosto é de chegar a Aveiras e ver porrada por causa de um carregador elétrico. Ou a queixarem se que pagam 60€ num carregamento. Que é só fazer um xixi e depois estão os miúdos dentro do carro durante meia hora.

        1. VM

          Deve ficar aborrecido com as pessoas a carregar os seus carros a menos de metade do preço dos térmicos. Deve fazer-lhe comichão, não? Claro que faz, é um hater da evolução, da eletrificação. Mas apenas porque só sendo hater tem palco. 😀

          1. MA
            Marito

            Metade do preço num carregador rápido de autoestrada? Deve estar a falar de carregar na garagem à noite, porque em Aveiras a fatura do CEME + OPC conta uma história bem diferente.

            Não é preciso ser “hater da evolução” para ver filas, esperas e preços inflacionados na rede pública. Ter espírito crítico e olhar para os custos reais de quem viaja não é ódio à tecnologia, é apenas não comer a cartilha inteira de olhos fechados.

          2. VM

            Diz lá o preço por kWh em Aveiras. Antes de te corrigir, diz lá o preço. Depois vamos fazer contas em conjunto, já que sozinho nem pelos dedos.

            Tu és um hater e dos fracos. Pois, como te demostrei, inventas cenários, como o da Islândia, para suportar as mentiras que queres propagar. É hater e dos fracos. Sim, tu, deram-te a cartilha, e andas de olhos mais que fechados.

          3. MÁ
            Mário

            Queres entrar na física alternativa e pedir o “preço por kW”? Perguntar o preço por kW para carregar uma bateria diz logo tudo sobre a tua suposta autoridade técnica: é exatamente o mesmo que ir à bomba de combustível e pedir o preço por cavalo de potência. kW mede a potência do posto; o que tu pagas na fatura é energia consumida em kWh.

            Mas vamos aos factos e às contas que o teu Excel tem pânico de abrir (até te deixo a imagem em anexo para não teres dúvidas):

            Neste momento, em Aveiras, a app da Miio marca 0,81€ por kWh (com CEME, OPC, taxas e impostos incluídos).

            Um elétrico a 120/130 km/h na A1 consome tranquilamente 20 kWh/100 km. Faz lá as contas pelos dedos: dá 16,20€ por cada 100 km.

            Um térmico a diesel a gastar 5 litros faz o mesmo trajeto por cerca de 8,50€.

            Onde é que está a tua “metade do preço”? Na autoestrada, o elétrico custa praticamente o dobro de um térmico. A tua teoria acabou de se despenhar contra uma calculadora da 4.ª classe.

            E depois, em puro desespero por veres a tua narrativa desmontada em público, partes para a acusação barata. Mas diz-me lá: quem és tu para desmentir que eu vivi na Islândia? É muito mais fácil mandar mentiras para o ar quando não tens argumentos, mas tentar desmentir a vivência e a experiência real dos outros só porque estragam a tua cartilha é de uma arrogância e infantilidade confrangedoras (também te deixo aí fotos para mastigares a frustração).

            O mais cómico continua a ser a tua pose de herói verde: gabas-te de 250 mil milhas e 188 voos a queimar querosene pelo planeta, mas vens dar sermões sobre transição ecológica. Trocar o avião por quilómetros de comboio é que nem pensar, não é? O comboio não dá milhas para ostentar no fórum — isso deve ser coisa do proletariado.

          4. VM

            Sim, eu em vez de kWh escrevi kW. Tu sabes ao que me referia; mesmo assim, como os putos, quiseste dar ali uma de sabichão 😀 mas em pouco de nota que és fraquito de cabeça, pois respondes ao que era suposto. Mas pronto, é o teu caráter. Pelo menos já te eduquei que não tens de meter política. Pelo menos já aprendeste algo.

            Agora, sem dúvida que és fraco de matemática e apresentas dados mentirosos (falsos). A tua conta usa 0,81 €/kWh, mas eu carrego a 0,49 €/kWh, fora de casa e 0,13 €/kWh em casa. E mais, tu és tão falso no argumentário que dizes que pagas o litro de combustível a 1,7€? Enfim. Tu em pouco mostras como não tens argumentos e mentes.

            Como sei que pelo menos te ensino aqui alguma coisa, vamos a contas. No meu carro, a viagem dos 700 km (feitos com autoestrada e estradas urbanas, como falei, mas, como tu não és sério na conversa, não reteste isso 😉 ) o meu elétrico consumiu 18 kWh/100 km, que a 0,49 €/kWh custam 8,82 €/100 km. O teu diesel consome em autoestrada de certeza mais de 5 L/100 km. Mas, vá para não mostrar que mentes muito, vamos falar em 6 L/100 km, que a 2 €/litro custam 12 €/100 km.

            Portanto, o meu elétrico fica 3,18 € mais barato por cada 100 km, ou seja, 26,5% menos em energia. Se calcularmos aqui o valor dos 700 km 126 kWh × 0,49 € = 61,74 €

            Já tu para 42 litros × 2 € = 84,00 €. Portanto, eu tenho uma poupança de cerca de 22 euros. Mas as contas não são essas, como referi. Eu deixo-te aqui um resumo 😉

            Da carga de casa: 61,02 kWh × 0,13 € = 7,93 €
            Carregada pelo caminho: 46,98 kWh × 0,49 €: 23,02 €
            Total consumido: 108 kWh = 30,95 €

            Tu, para fazeres o mesmo no teu carro a diesel, portanto, a 6 L/100 km e 2 €/L, gastarias 72 € nesse percurso. Como podes ver (sei que te custa a verdade) o elétrico custa menos de metade em energia. 😉 Se estivesses calado, tinhas poupado esta vergonha.

            Tu viveste na Islândia e só disseste asneiras? Eles deixaram que ficasses lá? É que não desmentiste o que eu disse de factos, mostraste as fotografias, que há aos montes na internet e um menu de sobremesas. Não sejas triste. Porta-te como um homenzinho que já tens idade.

            queimar querosene pelo planeta… Mas tu foste a nado para a Islândia? 😀 Tu só dizes asneiras… é impressionante. Eu não me gabei das milhas; são factos que mostram que o teu argumentário de teres viajado para a Islândia não te fazia conhecedor da sua realidade, até porque mentiste (podia ser por ignorância dos factos, como normalmente é, tens essa desculpa), pois se a ideia é conhecer outros locais, ficas, isso sim, a milhas. Comboio? 😀 bem, eu já não consigo ler tanta barbaridade, tanto disparate. Vamos fechar aqui o capítulo que não acrescentas nada de factos, mentes, insultas, truncas os temas, misturas tudo para tentar dar uma de entendido e, no final, o mais importante que mostraste foram as sobremesas. Dedica-te a isso.

            Como só trazes lixo à discussão e mentiras, o assunto encerra aqui.

          5. VM

            Mas é só parvo esse tipo de screenshots. Eu carrego sempre a 49 cêntimos fora de casa. Malta como tu é que acredita que o preço é esse 😀 isso diz muito do que tu sabes sobre os carregadores, Em pouco se percebe que és um autêntico zero no que toca à eletrificação 😀

            Depois, desminto o quê? 😀 o parfait de gelado caseiro servido numa esfera de chocolate, com molho de caramelo quente? Tu não podes ter as luas todas. Eu quero lá saber das sobremesas. E do povo a ver o mar… tu precisas de pensar antes de dizeres alguma coisas, pois cada tiro cada melro. O que não faltam são dessas imagens na internet. Ele há cada um!

        2. JL
          JL

          Lá está, depois são os outros que demonizam…..

        3. TA
          Toni da Adega

          Tens um carro a combustão. Faz 1000km sem parar, não faz sentido nenhum parar em Aveiras.
          Parar a meio das viagens é só para o pessoal dos Elektros

      3. MÁ
        Mário

        Engraçado que também na A2 em Almodôvar são constantes a filas. Mas deve ser culpa dos sindicatos mais uma vez. Ou então quando você vai na A2 eles pensam, vem aí o Rei do Norte, vamos fingir que está tudo livre. O grande Vitor que acha que sabe de tudo. Mas compreendo.

        1. VM

          Ruído, insultos… falta de coerência… é o teu cartão de visita. Já nem é desafio responder-te; é pena que não consigas levantar a cabeça e olhar em frente. O peso do martelo e da foice já criou tecido cicatricial onde deveria haver músculo.

          1. MÁ
            Mário

            Reconheço que fui um pouco afogueado no tom, mas tu foste logo pelo caminho mais fácil: colar rótulos políticos a quem simplesmente discorda de ti (como sempre). Menos cartilha ideológica e mais debate sobre o problema em si fazia bem à conversa.

          2. VM

            És sempre mal-educado (tentas sempre atribuir um cunho político, se calhar como estás habituado que te tratem). E, como tal, acrescentas sempre rótulos, uma projeção de ti. Repara, tens uma personalidade do bota-abaixo, com rigidez em aceitar que o mundo evolui, que as pessoas têm direito à sua vida, com escolhas próprias. Tu não admites que outras pessoas possam escolher diferente de ti, que sejam sábias sem a cartilha que tu tentas instrumentalizar. Pena que já vais tarde para evoluir e ter uma mente salutar à evolução do mundo, aquele mundo que já não está de mão estendida aos subsídios dessa tua esquerda canastrona.

            Eu adoro debater os temas, mas com quem é educado e respeitador pela liberdade de escolha de terceiros. TU, infelizmente (e basta ver os teus comentários a qualquer pessoa que, em qualquer tema, discorde de ti), não consegues.

          3. MÁ
            Mário

            Chamar “personalidade do bota-abaixo” ou “medo da evolução” a quem questiona métodos é apenas o seu refúgio para fugir ao debate sério. Trabalho há 20 anos no setor tecnológico: lido diariamente com inovação, disrupção e progresso. Sei perfeitamente que o mundo avança e acompanho-o. O que recuso terminantemente é confundir progresso com dirigismo cego ou hipocrisia regulatória.

            Sou 100% apologista da mobilidade elétrica e do seu papel incontornável em várias áreas da economia — até beneficio diretamente dela na minha atividade profissional. Da mesma forma, defendo a urgência das energias endógenas. O que recuso é a imposição cega: colocar os cidadãos entre a espada e a parede com asfixia fiscal sobre uma tecnologia para forçar outra por decreto, ou arrasar áreas verdes e solos agrícolas para espetar painéis solares a todo o custo. Isso não é ecologia nem transição sustentável; é negócio de ocasião.

            E já que fala com tanto desdém na “mão estendida aos subsídios”, olhe para os números reais em vez de repetir chavões:

            Benefícios e borlas fiscais: O Tribunal de Contas alerta que a despesa do Estado com benefícios fiscais já supera os 21 mil milhões de euros por ano (cerca de 7% do PIB), com regimes à medida (SIFIDE, deduções e isenções) amplamente absorvidos pelos grandes grupos económicos.

            Rendas públicas garantidas: Só as Parcerias Público-Privadas (PPPs) rodoviárias custam mais de 1.000 milhões de euros por ano aos contribuintes para sustentar concessionárias que ainda vão a tribunal exigir centenas de milhões extra ao menor sinal de crise.

            Subsídios à exploração: Desde fundos comunitários a fundo perdido até programas que subsidiam estágios e ordenados a gigantes do retalho (que depois ainda pedem apoios ao Estado para compensar o salário mínimo), quem vive encostado ao erário público em Portugal não é o cidadão comum — são os que apregoam o “mercado livre”.

            Tive a oportunidade de viver na Islândia no início deste ano e vi de perto o que é pragmatismo a sério. Adotam veículos elétricos porque têm energia genuinamente barata, sem as alcavalas e taxas parasitárias que pagamos cá. Ao mesmo tempo, devido à sua orografia e clima agreste, ninguém os obriga por dogma a abdicar dos jipes de tração integral ou dos grandes motores a combustão para trabalhar no terreno. Não imploram subsídios a Bruxelas e mantêm a soberania sobre os seus recursos.

            E no momento da verdade, em 2008, tiveram aquilo que falta por cá: disseram claramente que quem devia pagar a crise eram os bancos, e não o contribuinte. Garantiram os depósitos dos cidadãos, deixaram a banca privada falir e engavetaram banqueiros. Chegaram ao ridículo de o Reino Unido lhes aplicar legislação antiterrorismo para tentar congelar bens islandeses por não aceitarem pagar as loucuras da especulação financeira internacional. Não vergaram e saíram por cima.

            Ter espírito crítico, defender a liberdade real de escolha e recusar cartilhas cegas não é ser “bota-abaixo”; é ser realista e conhecer o mundo fora da bolha.

          4. VM

            Trabalhar há 20 anos no setor tecnológico não quer dizer nada, até porque se isso fosse qualitativo, hoje tinhas uma opinião lúcida, e não é o caso. És um bota-abaixo. O argumento “eu trabalho no setor tecnológico” está para a tua atitude como o outro que diz que não é racista porque tem um amigo preto.

            Depois há aqui uma curiosidade, típica dos cartilheiros: O que recuso terminantemente é confundir progresso com dirigismo cego ou hipocrisia regulatória. Mas tu confundes. As tuas opiniões são todas elas hipócritas, de uma cegueira atroz. Programática. Quando confrontado, atacas com o insulto. Não é argumentar, é carpir inseguranças.

            Agora, o que é divertido, este tom camaleónico: Sou 100% apologista da mobilidade elétrica e do seu papel incontornável em várias áreas da economia… Não és nada. Todo o teu discurso é de total incompatibilidade com a mecânica deste setor. Introduzes sempre uma crítica negativa, uma falácia que é truncada pelas tuas linhas mestras, escritas por uma ideologia cega, esquerdista bafienta. Confundes a beira da estrada com a estrada da Beira, pela demagogia, pela falsidade. E vamos a factos:

            Defender uma transição bem planeada é perfeitamente razoável. O problema começa quando usas uma versão idealizada (falsa, truncada) da Islândia para sustentar o argumento.

            A Islândia também incentivou a mobilidade elétrica através de benefícios fiscais e subsídios. A OCDE documenta isenções e reduções fiscais e a introdução, em 2024, de um apoio à compra de veículos de emissões zero. Portanto, apresentar a adoção islandesa como simples consequência de eletricidade barata, desligada da intervenção pública, omite uma parte importante da história. É mentira o que dizes… como SEMPRE!

            Também não corresponde aos factos dizer que a crise bancária foi paga pelos bancos e não pelo contribuinte. A Islândia deixou bancos falir, mas protegeu a atividade doméstica com apoio público. O FMI confirma que o Estado suportou custos de recapitalização bancária e perdas do banco central. Recebeu ainda um programa de assistência do FMI de 2,1 mil milhões de dólares, equivalente a cerca de 18% do PIB. Houve uma distribuição diferente dos prejuízos; não houve uma resolução sem custos públicos. Voltas a MENTIR.

            Quanto aos benefícios fiscais, às PPP e aos apoios empresariais, pode e deve escrutiná-los. Mas a existência de apoios injustificados a empresas não demonstra que um incentivo à mobilidade elétrica seja errado (a tua cartilha mecanizada, como referi em cima). Na verdade, demonstra que cada apoio precisa de ser avaliado pelos seus custos, beneficiários e resultados. Caso contrário, está apenas a substituir a discussão de uma política pela indignação com outras.

            O mesmo vale para os painéis solares: contestar um projeto que destrói solos agrícolas ou áreas de valor ecológico exige identificar o projeto e os seus impactos (coisa que NUNCA fazes, é um trabalho que não queres fazer, porque não sabes, não tens escrito nesse guião que te deram para propagares). Não basta usar esse exemplo para classificar a transição energética como “negócio de ocasião”.

            😀 esta é boa… ver jipes a combustão na Islândia prova que esses veículos continuam a ser utilizados. Não prova, por si só, que não existam incentivos, impostos ou regras a orientar as escolhas.

            Teres vivido na Islândia dá-te uma experiência relevante. Não transforma essa experiência numa descrição completa da política energética ou da crise financeira do país. Por outras palavras, não aprendeste nada do que lá se passa..

            O espírito crítico que reivindicas obrigatoriamente exige que confrontes os exemplos que te são favoráveis com os factos que complicam a tua narrativa.

            Felizmente, hoje posso dizer que já estive nos 4 cantos do planeta, assim por alto, já estive (entre trabalho e férias) em pelo menos 20 países, que geraram, até ao dia de hoje, mais de 250 mil milhas e 188 voos 😀 dezenas de aeroportos, muitos milhares de quilómetros de estarda, da Arganrtiva, até à China, Coreia, Marrocos e tantos países dentro da nossa Europa. Esquece, tu não dás lições. Poderia, se houvesse seriedade no teu discurso, até aprender algo… mas não é possível seguindo essa cartilha do bota-abaixo.

          5. MA
            Marito

            O teu texto tem muito ruído, insultos escusados e um remate fascinante: nunca pensei ver alguém tentar validar teses de política energética e macroeconomia exibindo saldo de 250 mil milhas aéreas e 188 voos. Ter carimbos no passaporte ou carteira de jornalista não te dá clarividência automática, não substitui a solidez técnica nem ensina a ler o país real. Carteira de jornalista não faz um bom jornalista, tal como milhas voadas não fazem um perito em energia.

            1. O monopólio da virtude e a arrogância no fórum
            Dizes que ataco com insultos? Não: apenas respondo na mesma moeda à soberba com que entraste na conversa. O que condeno neste fórum — e em figuras com posturas como a do Sr. JL e a tua — é a cegueira e o extremismo atroz de quem acha que tem o rei na barriga: qualquer pessoa que apresente uma perspetiva contrária tem de ser imediatamente aniquilada, rotulada e desqualificada. É a tática típica de quem não sabe debater com quem pensa pela própria cabeça.

            2. O país real vs. a teoria de gabinete
            Acusas-me de não identificar impactos e de seguir guiões, mas falas do alto de uma bolha urbana. Eu vivo numa aldeia, não no asfalto. Vejo com os meus próprios olhos o que acontece no terreno: abatem-se sobreiros, azinheiras e carvalhos para instalar hectares de espelhos solares em solos agrícolas. Por acaso sabes quanto tempo demora um sobreiro a fazer-se árvore e a produzir cortiça? Décadas. Destruir património florestal e ambiental a troco de rendas fáceis e negócios de ocasião não é ecologia; é pura hipocrisia regulatória vendida como progresso. Apontar o dedo a esta destruição não é ser “bota-abaixo”, é recusar ser cúmplice do disparate.

            3. A Islândia vivida vs. a terra dos pavões
            Eu vivi na Islândia e convivi no dia a dia com islandeses de todas as franjas sociais — gente pragmática, sem a obsessão bacoca pelo “Sr. Doutor” ou pelo “Sr. Engenheiro”, esse pavonear tão típico de cá. A matriz energética islandesa assentou na abundância natural de geotermia e hídrica e no bom senso prático, não em voluntarismos cegos decalcados por decreto ideológico. Os factos e as notícias já tos mostrei; tentares desmentir a vivência prática de quem lá esteve no terreno só demonstra infantilidade de quem não suporta ver a sua cartilha confrontada com o mundo real.

            4. O choque com os limites operacionais: emergência e defesa
            Defender a eletrificação cega e absoluta para tudo é pura ingenuidade técnica. Há setores vitais onde a física e a realidade não perdoam:

            No socorro e saúde (INEM): As velhinhas carrinhas Passat de 2003/2004 com caixa Tiptronic continuam a ser autênticas mouras de trabalho porque são fiáveis e não deixam ninguém apeado. Imaginemos uma viatura médica de emergência (VMER) 100% elétrica: sai para um serviço a fundo, esgota a bateria no limite de velocidade e binário, regressa à base e, 10 minutos depois, surge uma paragem cardiorrespiratória com a bateria a 15%. Faz-se o quê? Diz-se ao doente crítico para esperar porque a viatura está a carregar? Nem todos os hospitais têm viaturas de reserva no pátio para trocar de imediato.

            Na defesa e segurança: Sabes porque é que a indústria continua a fabricar camiões táticos militares novos sob a norma Euro 3 em vez da Euro 6? Porque num cenário de crise operacional um veículo de defesa tem de tolerar qualquer combustível disponível no terreno (do querosene ao gasóleo de alta viscosidade) e não pode entrar em paragem eletrónica (limp mode) ou recusar arrancar porque um sensor de AdBlue/ureia avariou.

            5. A hipocrisia da narrativa
            Exigem sacrifícios ao cidadão comum e aplaudem restrições cegas enquanto se fecha os olhos ao resto do planeta: as guerras continuam a devastar regiões inteiras e os grandes blocos geopolíticos operam à margem de qualquer escrutínio ambiental. Alguém foi cobrar a taxa de CO2 ou os créditos de carbono aos tanques e mísseis nos teatros de guerra do Médio Oriente ou da Ucrânia? Pois aí a transição já não se aplica.

            Podes continuar a acumular milhas, carimbos e lições de moral de secretária. No mundo real, onde as árvores demoram vidas a crescer e a emergência médica não pode esperar por carregadores, a política faz-se com planeamento, sobriedade e pragmatismo — coisas que a tua cartilha insiste em ignorar. Fico pelo debate de ideias no dia em que decidires deixar os ataques pessoais e o ego à porta de embarque.

          6. VM

            Mais do mesmo, essa retórica do coitadinho…

            Para quem se estava a “armar” que viveu na Islândia e só diz mentiras, a pensar que era um “conhecedor do mundo”, levaste uma bofetada de realidade. Percebo que entendes, dorido, o exemplo das viagens como macoeconomia, mas serviu para mostrar que essa tua vivência pelo mundo é ridicukla. Não sabes nada.

            Quando tu tens necessidade de focar os temas no teu ego, de pessoa com vivência e depois não aceita que afinal haja quem seja bem mais conhecedor de outras realidades que tu. Diz muito da tua educação cívica. 🙂

            1. O monopólio da virtude e a arrogância no fórum
            Dizes que ataco com insultos? Não: apenas respondo na mesma moeda à soberba com que entraste na conversa. O que condeno neste fórum — e em figuras com posturas como a do Sr. JL e a tua — é a cegueira e o extremismo atroz de quem acha que tem o rei na barriga: qualquer pessoa que apresente uma perspetiva contrária tem de ser imediatamente aniquilada, rotulada e desqualificada. É a tática típica de quem não sabe debater com quem pensa pela própria cabeça.

            Sim, és mal-educado, não aceitas que outros tenham opiniões diferentes da tua. És arrogante, cartilheiro, ao ponto de tentares fazer bullying com argumentos desconexos. Falas onde te dói mais, no ataque ao teu ideologismo cego, sindical, comunista, protetor dos lobbys políticos. Isso sei que te faz comichão quando és descoberto. Não usas a verdade, nem os factos para comunicar, apenas despejas mentiras com argumentos truncados e ou falsos, como foste desmascarado no caso da Islândia. Percebo essa indignação. E depois, outros comentadores, têm liberdade de pensar como lhes apetecer. Tu não mandas, a tua liberdade acaba quando começa a das outras pessoas. Habitua-te a ter modos, a ser civilizado.

            2. O país real vs. a teoria de gabinete
            Acusas-me de não identificar impactos e de seguir guiões, mas falas do alto de uma bolha urbana. Eu vivo numa aldeia, não no asfalto. Vejo com os meus próprios olhos o que acontece no terreno: abatem-se sobreiros, azinheiras e carvalhos para instalar hectares de espelhos solares em solos agrícolas. Por acaso sabes quanto tempo demora um sobreiro a fazer-se árvore e a produzir cortiça? Décadas. Destruir património florestal e ambiental a troco de rendas fáceis e negócios de ocasião não é ecologia; é pura hipocrisia regulatória vendida como progresso. Apontar o dedo a esta destruição não é ser “bota-abaixo”, é recusar ser cúmplice do disparate.

            Tu vives num cenário limitado, o que te tornou igualmente limitado no que toca à crítica em si. Só aceitas o que tens escrito na pauta que te colocaram na frente. Dizeres que vives numa aldeia, é para termos pena de ti? Pela falta de oportunidades que não tiveste? Eu também não vivo numa cidade, mas convivo, gravito por esse mundo fora. Entre pequenas povoações, grandes centros urbanos e metrópoles que mais parecem viver num outro tempo de avanço. E sim, permite aquilo que tu não percebes: opinião diversificada, sustentada, factual e democrática. Tudo o que não consegues e que te incomoda.

            Usas esse argumento da destruição do patromónio florestal como se soubesses do que falas, como se isso fosse uma realidade que marca o nosso país de forma terrível. O que não é verdade. Há muita poluição, isso é indiscutível, mas no que toca à nossa floresta os dados do Eurostat dizem que a área ocupada por floresta em Portugal continental, aumentou 59 mil hectares (+1,9%) entre 2010 e 2015, invertendo a diminuição registada desde 1995. Dizem também que o crescimento das árvores em 2023, Portugal registou um crescimento de 11,1%.

            Novamente apanhado a mentir. Não há um assunto que não mintas.

            3. A Islândia vivida vs. a terra dos pavões
            Eu vivi na Islândia e convivi no dia a dia com islandeses de todas as franjas sociais — gente pragmática, sem a obsessão bacoca pelo “Sr. Doutor” ou pelo “Sr. Engenheiro”, esse pavonear tão típico de cá. A matriz energética islandesa assentou na abundância natural de geotermia e hídrica e no bom senso prático, não em voluntarismos cegos decalcados por decreto ideológico. Os factos e as notícias já tos mostrei; tentares desmentir a vivência prática de quem lá esteve no terreno só demonstra infantilidade de quem não suporta ver a sua cartilha confrontada com o mundo real.

            Já mudou o bico ao prego. O assunto era a independência, ou suposta, do país face aos subsídios estatais. Como foste apanhado a mentir, já estás agora a falar da cultura das franjas sociais. Enfim. Não dizes nada de jeito. E mostraste ZERO de verdade. Pareces um miúdo que como não sabe falar a verdade, diz que os outros é que estão a mentir. E atacar as outras pessoas, de forma indiscriminada. Que falta de noção.

            O resto é ainda mais asneiras, misturas o INEM com a Ucrânia… Euro 3, Euro 6… conversa doida varrida. Rodas à volta da mesa, atrás das tuas costas… Estás perdido. Tanto queres mostras que sabes alguma coisa, que acabas por parecer um sabichão que não sabe nada. E, como os putos, a culpa e os insultos são sempre dos outros.

      4. MÁ
        Mário

        E já agora deduzo que não vá ao supermercado, porque nem vê os bens de primeira necessidade a aumentar. Nem sei como tbm não faz um ultimato para produzirem tudo a eletricidade. Toca a todos meu caro.
        E nem ser da direitalha bafienta o safa.
        Mas já os vi ir para cargos políticos por menos.

        Ah, vim a uma feira agrícola e ja exigi aos agricultores para instalar carregadores eletricos no meio do campo. Porque um menino queque da cidade acha que os bens nascem no supermercado. E que um trator passa por vezes 18h na terra e é abastecido na terra.
        Mas eu ralhei com eles e fiz um ultimato.

        1. VM

          Tu deduzes sempre errado. É impressionante. Vou ao supermercado e não os vejo vazios, não os vejo sem escolhas. Não vejo as pessoas com os carrinhos vazios. Não vejo os carrinhos só com bens de primeira necessidade, não, bem pelo contrário. Eu sei que para os comunistas, é chato as pessoas viverem bem, que vocês ficam contentes com o povo pobre, mas não, felizmente há uma grande parte do país que pode fazer compras e viver bem. Há outra parte, mais humilde, que vocês ainda conseguem enganar, e essas, pelas vicissitudes da vida, precisam de um estado forte para as poder ajudar, mostrar caminhos e acompanhar os que precisam de acompanhamento. Mas não precisam que os queiram sempre pobres, como tantos advogas.

          Sobre os preços da eletricidade, eu sei que queres esconder a mão que atirou a pedra, mas não te deixo. Vamos lá desmitificar as mentiras dos esquerdalhas. Vamos à vossa culpa em trazer a Troika para o país. E, entre 2010 e 2014, o preço médio doméstico passou aproximadamente de 0,163 para 0,220 euros por kWh, uma subida nominal de cerca de 35%. Se considerarmos apenas o período entre o primeiro semestre de 2011 e o primeiro semestre de 2014, o aumento foi de aproximadamente 31%. Graças à esquerdalha, que fez tudo para destruir o país. Mesmo assim, hoje tens vários apoios na energia e a liberalização deste mercado, que começou lá atrás em 1995, num governo PSD.

          Isso custa-te muito, eu sei, pois isso também mostra como os comunistas tentaram minar o país. Na altura que deverias ser militante ativo.

          “Mas eu ralhei com eles e fiz um ultimato.”… 😀 TU, um ultimato? 😀 😀 😀

        2. MÁ
          Mário

          Dizer que os supermercados estão cheios para concluir que o país vive folgado é a típica visão de condomínio fechado. Para a cartilha liberal, trabalhador com trocos no bolso é pretexto para desmantelar serviços públicos e empurrar tudo para seguros privados.

          Mas o ponto alto da vossa incoerência é o compadrio: capitalismo feroz nos lucros, mão estendida ao Estado mal as contas apertam. Concessionárias como a Brisa vão a tribunal exigir 276 milhões de euros ao erário público pela quebra da pandemia. E os gigantes do retalho? Grupos como a Sonae foram a correr pedir quase 450 mil euros de subsídio ao Estado para compensar o aumento do salário mínimo aos trabalhadores, no mesmíssimo ano em que a CEO recebia aumentos de centenas de milhares de euros e faturava mais de 1,6 milhões. Isto sim, é o “puro-sangue liberal”: o contribuinte financia o ordenado dos funcionários do Continente para a administração manter os bónus intocáveis (mas aqui ja não há problema nao é…) eles coitadinhos vêm-se aflitos para pagar um salário minimo…
          E poupe-me a conversa de que o PS é esquerda. António Costa governou com o manual de Berlim e Bruxelas: carga fiscal recorde, cativações brutais que asfixiaram o SNS e investimento público estrangulado para apresentar superavits e agradar aos mercados. Medidas que fariam inveja à Iniciativa Liberal — e que o Montenegro agora simplesmente continua.

          Sobre quem “destruiu o país”: esqueceu-se do seu bafiento padrinho Cavaco Silva? Foi ele quem delapidou o tecido produtivo nacional e arrasou a agricultura e as pescas, pagando a agricultores para arrancar vinhas e abater barcos com subsídios europeus. O PCP nunca foi governo em Portugal, mas vive de graça na sua cabeça. Essa retórica arrogante soa apenas a uma Mariana Leitão ressabiada ou à azia de quem andou a sonhar com um tacho autárquico e ficou à porta. Menos cassete e mais vergonha na cara

        3. TA
          Toni da Adega

          Nisso é verdade. Já tive em quinta s, é tudo forno a lenha e comem á luzes de velas. Só vêem um dispositivo elétrico quando vão á vila comprar mantimentos

    2. MI
      Muito mais que isso.

      Inevital lol

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