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Quase 100%: Noruega bate novo recorde na venda de carros elétricos

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. trolha says:

    Que bom para a Noruega.

  2. Realista says:

    Isto só acontece porque os Noruegueses não precisam de fazer 1000km só para ir almoçar a casa todos os dias, como nós os portugueses. Para além disso o nosso clima é demasiado frio para os carros elétricos.

    • CarlosF. says:

      É pá a sério? Vai mas é apanhar morangos:D

    • iSheepNot says:

      Vives em Trofa, trabalhas no Algarve e vais almoçar a casa?

      Ok, força de expressão. Mas, se pode comparar Portugal com Noruega. Os noruegueses não são burros por investir nos eléctricos. As infraestruturas lá são diferentes, o Estado investe realmente no país, os noruegueses são dos povos que mais confiam nos seus governantes.

      Em Portugal é diferente: os governantes gastam 7.000€ em almoços, mudam frequentemente a frota automóvel do Estado a cada 4 anos, sempre para carros de luxo, só pensam em aumentar os impostos e a traficar influências (e outras coisas) em vez de investir seriamente no país. Os governantes só têm projectos para zonas já construídas (Lisboa, Porto). As outras zonas são sempre esquecidas, resultado, os empresários investem sempre nos mesmos sítios, os empregos estão sempre nos mesmos sítios e as construtoras tentam fazer milagres sempre nos mesmos sítios. Isto leva a que os grandes centros urbanos, Lisboa e Porto, estejam sempre a rebentar pelas costuras enquanto a zona interior, que é vasta, é sempre esquecida.

      Comprar carro eléctrico em Portugal ainda só faz sentido para quem vive nos centros urbanos ou nos arredores. Fora disso ainda é muito difícil. Os híbridos continuam a ser aposta mais equilibrada.

      • JL says:

        Híbridos são equilibrados porquê?

      • Realista says:

        Eu acabei de dizer que os eletricos em Portugal não fazem sentido porque precisamos de fazer 1000km por dia só para almoçar a casa e estas a dizer que os híbridos são solução?!?! Aliás como é que uma pessoa carrega o híbrido ou para que precisa de um híbrido se os destinos são todos longe e não para isso não chegam sequer a usar o motor elétrico?

        • iSheepNot says:

          Quem é que faz 1000km por dia para almoçar?! Nem o primeiro ministro nem o presidente da república fazem isso. Sejamos realistas.

          Comparativamente aos carros a diesel ou gasolina, ter um híbrido plug-in consegue-se estar de forma balanceada nos dois mundos. Obviamente que não é perfeito, é equilibrado. Se se for para zonas onde é difícil ter-se pontos de carregamento eléctrico ou onde as viagens sejam mais exigentes, usa-se combustível. Por isso é que eu disse “equilibrado”.

          A esmagadora maioria das pessoas que compram os eléctricos e híbridos, que são cada vez mais, não fazem 1000km para almoçar, sabem dos prós e contras e compram porque serve para as suas necessidades diárias.

          Quem não gostar dos eléctricos, compra outra oferta disponível no mercado que sirva as suas necessidades.

          Espalhar a ideia de que os eléctricos são inúteis por motivos pessoais, não ajuda ninguém, apenas desinforma.

          • Realista says:

            Bem vindo ao PPLWare…

          • Vítor M. says:

            Vamos lá ver uma coisa. Os elétricos, os 100% elétricos, valem SEMPRE a pena (não vamos falar na aquisição, vamos falar na utilização, a aquisição é uma discussão à parte).

            Mesmo que se carregue no exterior, o preço ainda consegue ser mais barato que os combustíveis fósseis. Eu fui de férias de elétrico, fiz cerca de 1400 km (ida e volta) e nunca tive problemas (no pico das viagens dos portugueses em agosto) com o carregador, nem com o preço. Usei sempre carregadores a 120 kW (e uma vez das 4 vezes um de 400 kW da Iberdrola em Évora) e paguei a 0,49€ o kW (podia ter carregado mais barato, mas…). Fazendo as contas, mesmo a esse preço, consegui poupar cerca de metade do valor que ano passado paguei para fazer os mesmos km. É verdade que o primeiro carregamento foi a 0,13€ (foi em casa), mas, mesmo assim, se os fizesse todos fora de portas, continuaria a ser mais barato.

            Depois, a velocidade de carregamento é cada vez mais rápida. Claro que na autoestrada, o carro drena a bateria muito mais rápido, mas, fiz as mesmas paragens que fazia quando no passado, ia com carros a gasóleo, com carros a gasolina e nos últimos 2 anos (2025 e 2024) com híbridos. 2 paragens de 25 minutos para wc ou café esticar as pernas e respirar ar fresco. Desta vez acrescentei um carregamento para baixo em Pombar, outro em Évora. Na vinda, um no Algarve, um em Évora (preventivo) e outro na Mealhada. Para cima vim bem mais rápido (houve várias vezes com velocidades fora do limite legal 🙁 ), porque paramos muito tempo em Montemor para almoçar 😉 E que bom que estava o almoço alentejano.

            No sotavento algarvio, é uma vergonha a rede de carregamentos. UMA VERGONHA!!!!!! Fora isso, brutal, os elétricos são silenciosos, são tecnologicamente avançados e permitem uma condução muito segura e muito confortável.

    • Zé Fonseca A. says:

      Ora, então, vou ter de trocar o meu carro para um EV por mudança na política da empresa e ando a ver carros com autonomia de 700 e 800 km e por exemplo um carro com essa autonomia a 180 km/h apenas faz 200-250 km de autonomia, isso torna praticamente impossível viajar com um carro desses, explica porque se vê a malta a pisar ovos nas auto estradas com EVs em especial quando são SUVs.
      Para quem precisa de entrar na autobahn todos os dias não serve.
      Resultado vou ter de pedir que me paguem o car allowance como parte do ordenado e fazer um ALD por minha conta, pelo meio lixo-me nos impostos, nas rates de ALD e em ter de andar a fazer expense reports para todas as minhas deslocações.

    • Mário says:

      Quando não se tem mais argumentos válidos… diz-se patetices.

    • utherzzao3 says:

      Sonhas muito no Matrix.

      Fatos:
      A Noruegueses têm incentivos fiscais e operacionais ao comprar um elétrico;
      Elétricos perdem 25-40% de autonomia no clima frio na Noruega;
      O ordenado média na Noruega é de 4.887€ e em Portugal 1.732€;
      Noruega explora petróleo e gás natural.

      • JL says:

        Será que eles não sabem que vivem no frio ? é melhor lá ir ensina-los.

        Por acaso sabe que nesse frio eles deixam os carros ligados durante a noite ? quanto será que perdem ? E os que não são desligados ou ficam em garagens ou têm aquecedor de bloco, quanto isso gasta em eletricidade ?

        Então se ganham bem porque não compram a gasolina ?

        E depois ? não pode explorar petróleo ? se eles não o explorarem como você o gasta ?

  3. Yamahia says:

    Portanto a venda de carros elektros na NO levou um grande tombo face ao mês homólogo de 2025. (Cerca de -3%,)

  4. Mário says:

    elebrar este recorde ignora a contradição central: a transição ecológica norueguesa só existe porque é subsidiada pelo Mar do Norte.

    A manchete honesta seria ver o país abdicar das receitas petrolíferas para liderar pelo exemplo, em vez de continuar a bater recordes de exportação de combustíveis fósseis. Reduzir as emissões domésticas nas estatísticas oficiais enquanto se lucra com a pegada carbónica alheia é a definição prática de greenwashing.

    • JL says:

      O Mar do Norte tem um governo ?

      Por acaso sabe que a Noruega é um dos maiores poluidores per capita da Europa ? Sim, devido à sua atividade com a atividade de extração de petróleo.

      Se abdicar dessa parte, você depois troca para eléctrico ?

    • Mr. Y says:

      E qual é o problema mesmo? Desde quando é ilegal vender petróleo?
      Essa ideia que os carros eléctricos são fofinhos e a favor do ambiente é ridículo. Os VE vão mais longe. A eletrificação da economia é o caminho para tornar os países mais auto-suficientes em termos de produção de energia. Eles não são burros e estão a usar os recursos que têm para fazer esse caminho.

      • Mário says:

        A utopia do “tudo 100% elétrico” em Portugal esbarra logo em duas realidades simples:

        Ninguém quer as infraestruturas: Todos querem a indústria e as casas ligadas à tomada, mas ninguém quer uma linha de 220 kV ou 400 kV a cortar-lhe o horizonte, o quintal ou o telhado. Quer-se a energia limpa, mas rejeita-se a rede necessária para a transportar.

        Fragilidade absoluta: Concentrar toda a energia de um país num único vetor significa que, à primeira intempérie severa que deite postes abaixo, para tudo: não há aquecimento, não há carros a circular, não há indústria a laborar.

        Falta muito pragmatismo a este entusiasmo elétrico: menos demagogia sobre metas no papel e mais noção do que implica na prática ter uma rede robusta e fiável.

        • JL says:

          Ninguém quer ou você não quer, que mania de falarem pelos outros.

          Mas o que tem a ver infraestruturas com esta transição ? só vão consumir menos energia naquilo que trocarem.

          Toda numa ? desde quando é toda numa ?

          Falta pragmatismo ? NÃO ERA MAIS FÁCIL DIZER A VERDADE SOBRE AQUILO QUE O INCOMODA ?

          • Mário says:

            Não tem nada a ver… Até podemos ter tudo elétrico com a infraestrutura atual. A subestação que me serve tem um transformador de 20 MVA, sabe qual foi o pico no inverno? 19.6 MVA , e antes que diga que é mentira se quiser mostro lhe os dados públicos.

            Então a atualização da infraestrutura não tem nada a ver com a eletrificaçao dos consumos…. Tanto disparate junto jorgito o bot.

          • JL says:

            Podemos sim, tanto que a eredes já o confirmou, e não só.

            Então mostre lá os dados públicos, é que assim aprendo. Consultá-los.

            Tem, mas precisa de meter tudo o que se vê em cabos ? Para quê,?

          • Mário says:

            Ninguém quer sim… basta a REN ou a E-Redes dizer que vai colocar uma linha que tem logo protestos.

            ai não precisa? realmente…já fui ralhar com os da siderugia nacional que são só os maiores consumidores de energia em Portugal, por insistirem em não querer ter a fundição a correr sobre paineis solares. Diga-me então se grande parte da energia não tem que ser canalizada em cabos.

            como vê não minto, aqui tem um dataset com a caracteristica da rnd:
            https ://e-redes.opendatasoft.com/pages/caracterizacao_redes_distribuicao/

            E aqui os datasets existentes:
            https ://e-redes.opendatasoft.com/explore/?exclude.keyword=internal&sort=modified

          • JL says:

            Sim, sim, devem ser os seus protestos, até porque não podem meter pelo chão. LOOOL

            Então mas não eram esses que consumiam gás ? agora já é energia elétrica ? Não querem, eles querem lá saber de onde vem, se os painéis injetam na rede, eles consomem de onde ela vem.

            E não é já transportada em cabos ?

          • JL says:

            Curioso, porque no mapa aparecem muitos subterrâneos. LOOL

          • Mário says:

            Por favor, nem diga a ninguém que percebe de eletricidade ou engenharia. Pela sua ordem de ideias, os cabos atuais têm capacidade infinita, podemos duplicar a potência da rede sem mexer em rigorosamente nada e os milhares de milhões que a REN e a E-Redes investem em novos corredores são apenas capricho das empresas para gastar dinheiro?

            Um cabo tem limites físicos e térmicos de transporte muito claros. Se a indústria larga os combustíveis para eletrificar os processos e a frota automóvel vai toda à tomada, a energia tem de passar fisicamente por algum lado. Não se enfiam dez litros de água num cano de um litro só porque «já lá temos um cano».

            E comparar cabos subterrâneos de distribuição urbana (Baixa e Média Tensão) com linhas de Transporte de Muito Alta Tensão (220 kV ou 400 kV) mostra bem que não faz ideia do que está a falar. Enterrar linhas de 220/400 kV custa entre 5 a 10 vezes mais, exige obras brutais e tem limitações técnicas severas de dissipação de calor e capacidade parasita.

            As leis da termodinâmica e a capacidade das linhas não desaparecem só porque alguém decide rir-se do que desconhece

          • JL says:

            Mas precisa de duplicar a potência porquê?

            Curioso, você manda os links e depois mete-se a inventar ?

          • Mário says:

            Então, pela sua lógica genial:

            Se aumentamos a produção e o consumo elétrico, não é preciso reforçar nada? A REN e a E-Redes andam a mentir nos relatórios e investimentos quando dizem que é obrigatório construir novas linhas para escoar renováveis e alimentar novos consumos?

            Aqui perto de mim fizeram recentemente o upgrade de um posto de transformação de 400 kVA para 630 kVA. Foi por mero capricho? Ficaram com tédio e decidiram trocar transformadores só para passar o tempo?

            Achar que se eletrifica mobilidade, aquecimento e indústria sem mexer na capacidade dos cabos e dos postos de transformação só demonstra uma coisa: de eletricidade percebe zero.
            Páre de se enterrar que já chega.

          • JL says:

            Mas aumentamos o consumo em quanto ? e quanto tempo demora ? não aumentamos já o consumo em décadas anteriores ?

            Andam a mentir o quê ? ou não dizem o que você quer ?

            A frota automóvel vai passar toda de um dia para o outro ? curioso que está preocupado com algo que eles não estão.

            Fizeram essa alteração porque existem ai muitos eléctricos ? é isso ?

            Quem disse que não é preciso mexer na capacidade ? você ? Tem a certeza que sabe ler ? não é melhor ler mais devagar ?

          • Mário says:

            Eu li os planos de investimento, você pelos vistos não. Ainda ali atrás dizia que não era preciso meter cabos novos, ou que os atuais serviam. Agora já diz que é preciso.. oriente se homem.
            Então não é preciso manutenção nas infraestruturas?

          • Mário says:

            Obviamente que o consumo veio aumentando. Mas com a eletrificaçao forçada, vai crescer a um ritmo maior… Mas você é que nega. Não sou eu

          • JL says:

            Onde eu disse que não era preciso cabos novos ?

            Eu disse que não era preciso manutenção ? Onde ?

            Forcada ? Onde ? Na China ?

            Curioso, será que também forçaram no início do século passado ?

        • Mr. Y says:

          Os teus argumentos são meio doidos. Por um lado és a favor do reforço da rede eléctrica e por outro és contra a dependência no 100% eléctrico.
          Afinal és a favor ou contra os VEs?

          • Mário says:

            Eu sou céptico, mas a favor de uma transição ordenada, justa, e sem extremismos, situação que a UE não quer, andam a demonizar tudo, e depois é o que se vê, a ruína económica do bloco.

          • JL says:

            Então e onde não existe transição ordenada e planeada?

            Um dos poucos extremistas que vejo aqui é você.

            Andam ? então qual elétrico comprou ?

          • Mr. Y says:

            Então o teu contraponto é demonizar quem tem VEs?
            Eu não acho que as metas sejam extremistas. Os fabricantes europeus já sabiam desta agenda da transição energética há pelo menos 2 décadas.

          • Mário says:

            @Mr. Y Ninguém está a «demonizar quem tem VEs». Cada um compra o que quer e o que a sua carteira permite. O que se critica são as imposições cegas de burocratas por decreto. Dizer que a indústria «sabia há 2 décadas» ignora o essencial: a UE destruiu a sua maior vantagem competitiva histórica (a engenharia de motores de combustão) para se atirar de cabeça para uma tecnologia cuja cadeia de valor, matérias-primas e baterias são dominadas a 80% pela China. Isso não é planeamento, é suicídio geopolítico e industrial.

            @JL «Transição ordenada e planeada»? Em que planeta?

            A indústria automóvel europeia em crise severa e a ponderar fechar fábricas pela primeira vez na história;

            A UE a ter de impor tarifas alfandegárias à pressa à China porque percebeu tarde demais que não consegue competir nos elétricos de massa;

            As marcas a rever metas para trás porque a procura real bateu contra a barreira dos preços proibitivos para a classe média.

            Querer que uma transição tenha em conta a competitividade da indústria, a robustez das redes e o poder de compra da população não é ser extremista — é ter dois dedos de testa. Extremismo é achar que se redesenha a economia de um continente por imposição ideológica sem pagar uma fatura brutal no emprego e no nível de vida.

          • JL says:

            Em planeta ? no planeta terra.

            Se estão em crise é devido aos a combustão e não aos eléctricos, juntamente com a falta de vendas de carros na china, isso tem a ver com a europa em que aspecto ? Tem a certeza que está ao corrente com a situação ?

            E vai meter nos restantes se começarem a vir de outras tecnologias. Mas qual é a coisa que importa da china que não tenha taxas ?

            MENTIRA, as marcas reviram as metas porque a transição demora mais tempo que aquilo que eles pensavam, portanto não está a ser feita à pressa.

            Diga antes a verdade.

            Você é que está a ser extremista, que não quer que ninguém compre o que não lhe convém,. porquê, vamos descobrir.

            Para isso era preciso você tê-los.

            Por isso mesmo não existe nenhuma imposição ideológica, eu sei que você a queria, mas temos pena, vivemos em comunidade e onde as pessoas escolhem os seus destinos, e não você por eles.

          • Mário says:

            E digo lhe a verdade… Até tenho interesse que se venda elétricos… É bom para o meu negócio. E mais não digo.

          • JL says:

            Exato, não diz a verdade.

            É bom porquê?

    • Lanterna Vermelha says:

      A industria do petróleo nunca deixará de existir, por muito eléctricos que façam, desde carros, e muito provavelmente no futuro aviões e mesmo navios. O petróleo tem muita utilização e durante muitos anos assim o será.

  5. Jonas says:

    País vive de exportar petróleo e gás natural, mas é exemplo de “preservação” ambiental por ter carros elétricos.

    Piada.

    • JL says:

      Continuo sem entender essa parte, sem petróleo como tem carros elétricos ?

      Portanto eu produzo bolos, qual é o mal de eu tentar vender o máximo possível de bolos ?

      • Mário says:

        A borracha não vem do petróleo, os tecidos sintéticos não vêm do petróleo, etc. Mais vale dizer o que incomoda. Tenta negar o uso do petróleo onde ele é usado.
        O que é que o incomoda? A mim so me farto de rir com os seus disparates

        • JL says:

          Uma grande parte vem, só que não é queimado.

          Eu tentei onde ? Até confirmo o seu uso, não entendo esse negacionismo.

          A mim só me incomoda esse negacionismo.

        • etrusco says:

          AI Overview
          A borracha sintética derivada do petróleo representa a maioria da borracha utilizada na indústria global de pneus (cerca de 60%), enquanto a borracha natural da seringueira compõe o restante (cerca de 40%).

          A Composição do Pneu Moderno:
          – Borracha sintética (petróleo): Forma cerca de 60% do total de elastómeros. Oferece grande resistência ao desgaste e estabilidade em carros de passageiros

          – Borracha natural (seringueira): Compõe cerca de 40%. É fundamental para dar elasticidade, flexibilidade e resistência a cortes, sendo usada em maior quantidade em pneus de camiões e aviões.

          – Outros componentes: Inclui reforços de aço, fibras têxteis e negro de fumo (um aditivo derivado de combustíveis fósseis que protege contra raios ultravioleta)

      • Mário says:

        É só o socialismo a caminho. Ou escolhes elétrico ou escolhes elétrico. As elites escolhem por ti. Queres escolher diferente? Não escolhes.

        • JL says:

          Então qual eléctrico escolheu ?

          • Mário says:

            Quando acabar este tipo de extremismo eu compro um elétrico:
            https ://ibb.co/S7Bd3nSX

            Já sei… você adora esta paisagem. Sem árvores, sem sombra… o futuro verde como lhe chamam…

          • JL says:

            Isso é extremismo ? não estou a entender, alguém obrigou a isso ?

            O que tinha antes ? ervas daninhas ? isso é onde? exatamente, é que vamos ver fotos de satélite antes e depois.

          • Mr. Y says:

            Esses paineis solares são para ajudar a abastecer uma mina em Aljustrel.
            Com certeza não deveria ter uma grande mata à volta. Se tinha, deverão ter sido obrigados a replantar noutro local. Normalmente, nestes projectos têm estas cláusulas.

          • Mário says:

            Sim, e um sobreiro ou azinheiro nasce de um dia para o outro. Como se este impacto ambiental fosse mitigável

            @JL deixe de ser ingénuo e fazer dos outros parvos.
            Obviamente que foram “obrigados” para receber o subsidio da UE.
            Sim é extremismo… ainda há pouco tempo dizia que punham paineis em terra que não era arável, agora já diz que não, em que é que ficamos?

          • Mr. Y says:

            Oh Mário, tu decide-te.
            Reconheces que a REN precisa de reforçar a rede mas, além disso, também é necessário ampliar a produção de electricidade através de energia renovável, de preferência, como pré-requisito.
            Sabes e argumentas muito bem que ninguém gosta de ter cabos de alta tensão, paineis solares ou eólicas à porta de casa. Mas como querias fazer a transição? Criar electricidade do ar?
            O Estado tem a responsabilidade de analisar os vários projectos e tentar, dentro do possivel, mitigar o impacto ambiental.

          • Mr. Y says:

            Além disso, o aumento da procura da electricidade não precisará de estar totalmente nas costas da REN porque os próprios particulares ou as empresas podem instalar paineis solares e isso ajudará, por pouco que seja, a expandir a produção de energia localmente, fazendo que não seja tão necessário consumir da rede.

          • JL says:

            Eu não sou parvo, daí ter perguntado onde isso fica exatamente para saber o que lá estava antes, consegue dizer ao menos ?

          • Mário says:

            @Mr.Y
            Para que fique absolutamente claro: não sou contra as renováveis, muito menos contra o progresso. Falo disto com conhecimento de causa e na primeira pessoa: vivo ao lado de um PT, tenho linhas de MT no quintal e uma linha de 400 kV a atravessar um terreno meu na diagonal. Sei perfeitamente que a energia não cai do céu e nunca me opus ao que é necessário para o país funcionar.

            O problema nunca foi instalar renováveis ou reforçar a rede — isso é obrigatório. O problema é o desfasamento entre a retórica política e a engenharia real:

            Prazos irrealistas: Não se pode decretar a eletrificação forçada de tudo e mais alguma coisa sem que os investimentos pesados da REN e da E-Redes estejam prontos e pagos no terreno.

            Sustentabilidade económica: A transição tem de ser competitiva. Se para mitigar impactos e eletrificar à pressa afundamos a indústria europeia face a quem polui sem regras lá fora, estamos apenas a exportar fábricas e a importar produtos mais sujos.

            Transição com pés e cabeça exige pragmatismo, respeito pelas limitações da rede e menos facilitismo de quem acha que discordar do ritmo é ser inimigo do planeta.

          • Mário says:

            Essa ideia do «cada um põe painéis e o problema da rede fica resolvido» é bonita na teoria, mas bate de frente com a realidade física das redes de distribuição.

            Basta dar uma volta pelos grupos de autoconsumo e ver o coro diário de queixas contra a E-Redes: inversores constantemente a desligar e tensões a bater nos 253 V – 255 V.

            Quem percebe o mínimo de eletricidade básica sabe por que é que isso acontece:

            A rede de Baixa Tensão foi desenhada para transportar energia num único sentido (do posto de transformação para as casas).

            Ao meio-dia, com sol a pique e as casas vazias, toda a gente quer injetar excedente ao mesmo tempo. Para a corrente fluir para a rede, o inversor tem de subir a tensão acima da tensão do ramal.

            Quando a linha satura, a tensão atinge o limite regulamentar de segurança (os tais ~253 V) e os inversores cortam por proteção para não queimar os eletrodomésticos da vizinhança.

            O solar distribuído é excelente, mas sem reforço substancial de cablagem, transformadores adequados e baterias, a rede local bloqueia. Achar que o solar doméstico dispensa obras pesadas na infraestrutura é não fazer a menor ideia de como funciona uma rede elétrica.

          • JL says:

            Quando a linha satura é porque não consumo para absorver essa energia, a maioria dos inversores não para aos 253v, mas sim aos 256-258, antes disso reduzem a potência para manter os 253v.

            Num único sentido ? LOOOOL, com cada disparate.

            Portanto está a dizer que os carros eléctricos fazem aqui um grande serviço, podem absorver toda essa energia que não tem para onde ir.

            É exatamente por isso que as potências são registadas no site da DGEG, para que tudo esteja dentro dos limites.

            Não é preciso obras pesadas, cada produtor não pode fornecer mais energia à rede que aquela que pode puxar, não sabe disto ?

          • JL says:

            Não chegou a dizer onde fica essa instalação ?

      • Bruno says:

        Ele quis dizer que acha de grande hipocrisia exportar produtos “ambientalmente ruins” e se dizer “ambientalmente correto” por conta da frota de elétricos.

        E errado, não está.

        • Mr. Y says:

          Não é hipocrisia nenhuma. Eles pagam taxa de carbono por causa dessas exportações. Fizeram essa escolha para financiar esta transição.
          No fundo, é tudo uma questão económica. Tu (e muitos outros) é que acham que é somente uma escolha ecológica ou ambiental. É, mas não só.

          • Mário says:

            Dizer que a Noruega «paga taxa de carbono por causa das exportações» é pura desinformação sobre as regras do mercado.

            A Noruega não paga rigorosamente nada pelo petróleo e gás que exporta. Pelas regras internacionais da ONU, quem queima o combustível no destino (Alemanha, Reino Unido, etc.) é que fica com as emissões e com a fatura carbónica na mão. A Noruega apenas paga licenças pelo gás que queima nas suas próprias plataformas para o extrair — uma gota de água (menos de 5%) face às emissões do produto que vende.

            E ao dizer que «fizeram essa escolha para financiar a transição», acabou de me dar toda a razão: enriquecem a inundar o mundo com petróleo para depois comprarem Teslas com o lucro fóssil. É a admissão explícita de que a «Noruega verde» não é virtude nem ecologia — é uma lavagem de imagem financiada a crude.

          • JL says:

            Mais uma mentira do Mário:

            https ://www.norskpetroleum.no/en/environment-and-technology/emissions-to-air/

          • JL says:

            Já agora qual era a diferença de comprarem outros carros ? É apenas preconceito seu ?

          • Mário says:

            E eu disse o contrário do que diz no artigo? Não me parece. Aprenda a ler.

          • JL says:

            Paga sim, porque se não o produzir não exporta nenhum.

        • JL says:

          Não entendi essa ? O petróleo é ruim ? Onde ?

          • Mário says:

            A diferença de comprarem outros carros, você é contra o socialismo e está a apregoá lo a plenos pulmões a defender apenas o uso de eletricidade?
            Estás aí Paulo Raimundo? Nah parece mais o André Ventura.

          • JL says:

            Eu só sou contra o comunismo, entre outras que aparecem.

            Eu não apregoei, nem sequer voto nesses, mas diga lá um exemplo de que levou a achar que apregoou o socialismo ?

            Onde defendi apenas a eletricidade ? diga lá ?

            Quem é o Paulo Raimundo ? é o seu dono ? André Ventura ? também não, esse é comentador de futebol.

    • Mr. Y says:

      Os carros eléctricos não são para resolver a preservação ambiental. Reduzem a pegada, é certo, mas há muitas outras políticas que precisam ir para a frente.

  6. Rui Pereira says:

    Obsessão. Pura obsessão. A ortorexia dos carros eléctricos. Nem opção têm. Ou então já há algum tipo de pressão comportamental.

    • JL says:

      Não têm opção ? Então porque se venderam também a combustão ?

      Pressão comportamental só se for a dos comentadores por aqui.

      • Mário says:

        A estratégia norueguesa para liderar as vendas de veículos elétricos assentou no princípio do «poluidor-pagador»: em vez de se limitar a dar subsídios à compra, o Estado sobrecarregou os carros a combustão com impostos pesadíssimos e isentou os elétricos da maioria das taxas.

        Benefícios fiscais na compra

        Isenção progressiva de IVA (25%): Durante anos, os elétricos estiveram 100% isentos de IVA. Na fase de transição seguinte, o imposto passou a incidir apenas sobre a fração do preço que ultrapassasse as 500.000 coroas (cerca de 46.300 €), mantendo o valor base livre de imposto.

        Isenção do imposto de registo/matrícula: Os modelos a gasolina e a gasóleo pagam taxas muito elevadas indexadas ao peso e às emissões de CO₂ e NOₓ. Ao isentar os elétricos destas componentes, um veículo a bateria tornou-se frequentemente mais barato à saída do stand do que o seu equivalente a combustão.

        Benefícios para frotas empresariais: Redução expressiva na tributação de viaturas elétricas atribuídas como benefício a funcionários.

        Vantagens no uso quotidiano

        Portagens e ferries com desconto: Isenção inicial total, substituída mais tarde por uma regra legal que impede que os elétricos paguem mais de 50% a 70% da tarifa aplicada aos carros térmicos.

        Vias reservadas (faixas BUS): Autorização para circular nos corredores de autocarro para fugir às filas de trânsito urbano.

        Estacionamento e imposto de circulação: Tarifas municipais de estacionamento substancialmente mais baratas (ou gratuitas) e imposto anual de circulação fixado em valores mínimos.

        Rede e infraestrutura pública

        Instalação garantida de postos de carregamento rápido a cada 50 km nas principais autoestradas e eixos rodoviários, através de investimento da agência estatal Enova.

        Financiamento a cooperativas habitacionais e condomínios para modernização dos quadros elétricos e instalação de carregadores domésticos partilhados.

        Com o mercado estabilizado e perto de atingir a totalidade das vendas de veículos novos, a Noruega começou a reintroduzir algumas taxas (como um imposto mínimo sobre o peso), mas manteve o fosso fiscal que continua a tornar a compra de um carro a combustão financeiramente desvantajosa.

        Adoro a narrativa do povo escandinavo profundamente altruísta e iluminado, que acorda todos os dias a pensar em salvar o planeta.

        A realidade é muito menos poética: chama-se matemática de bolso.

        Dizer que a Noruega «não deu subsídios nem obrigou ninguém» é pura ilusão. Quando o Estado perdoa 25% de IVA e dezenas de milhares de euros em taxas aos elétricos, enquanto sufoca os carros a combustão com impostos punitivos até um vulgar Golf a gasolina custar tanto ou mais do que um Tesla, a escolha já foi feita pelo fisco.

        Se te puserem na bancada maçãs a 100 €/kg e maçãs a 1 €/kg, comprar a barata não é consciência moral nem altruísmo ecológico — é apenas não ser parvo. Menos virtude nórdica, mais engenharia fiscal.

        • JL says:

          Quem disse que não deu incentivos ?

          Porque comprou um diesel ? Queria andar de trator ?

          Então mas as pessoas compram carros mais caros só porque têm incentivos ?

          Já agora, a maioria desses incentivos já não existem, tem aqui a lista, que é a isenção do IVA para carros com custo inferior a 25 mil euros. Assim escusa de andar a divulgar mentiras.

          https ://www.acea.auto/files/Electric-cars-%E2%80%93-Tax-benefits-and-incentives-2026.pdf

          Já agora, não era melhor dizer a verdade sobre o que incomoda ?

          • Mário says:

            E você também que parar de achar que sabe de tudo e também diz tudo ao lado na questão da eletricidade.
            Obviamente que sim. Eu tenho um carro pago, e pela sua ordem de ideias tenho que me ir endividar para trocar para um elétrico.

          • JL says:

            Eu quando não sei pesquiso, foi o que fiz, você não, como tem de estar aqui a mando de alguém inventa, quanto se recebe para fazer isso ?

            E escrever português, não ?

            Mas tem de se endividar porquê ? não entendi ? na Noruega não lhe deixam ter um diesel ?

          • Mário says:

            Eu pesquiso também. Mas o seu Google é diferente do meu.
            Não estou aqui a mando de ninguém.

          • JL says:

            Não pesquisou, inventou, tem ali naquele documento todos os incentivos que existem.

            Parece estar.

        • Rui Pereira says:

          É isso que diz e depois o parvo fica com a impressão que fez tudo para ajudar a salvar o mundo.

          Olhem só mais este exemplo do que se passa no mundo dos tvdes. Este sim é pressionado a mudar os carros para eléctricos mais que não seja pela lógica distorcida e realmente uma obsessão por estes carros. No tvde, a cada carro é lhe atribuído uma categoria corresponde ao tipo de carro que é colocado nas plataformas. Se for um carro citadino, recebe a categoria básica para ambas as plataformas. No entanto, logo no princípio acrescentaram a categoria Green a estes carros se forem eléctricos. Ou seja, já não faz somente uma categoria mas duas. Um passageiro pode escolher entre a categoria base ou Green e vem o mesmo carro com o mesmo motorista e com o mesmo tratamento dado a este passageiro. O valor até é o mesmo para ambas as categorias. Com o tempo, começaram a atribuir mais que uma categoria a outros carros, nomeadamente aos de 7 lugares, mas estes têm mais lugares, portanto faz sentido se pagar mais pela viagem. Já não são duas, mas 3 categorias. Com mais tempo, surgiram os Teslas e Mercedes de topo que agora se vêem por todo o lado. Quantas categorias fazem? Todas as disponíveis, talvez sem a XL pois os carros não têm 7 lugares, no entanto, fazem a categoria base, Comfort, Premium, Premium EV, Executive ou Black. O medo carro, o mesmo motorista, o mesmo tratamento dado ao passageiro e no entanto valores diferentes para cada categoria. Ora, se um passageiro pede um carro, tanto pode vir um citadino comum como um destes carros de luxo. No final, paga o mesmo sendo que num carro de luxo vai sentado melhor. Mas no final a questão passa por introduzir carros com todas essas benesses que falou de impostos e tudo o mais, e distorcendo a oferta adequada. Quem tem um carro citadino comum fazendo somente a categoria que é adequada, acaba por ser pressionado a desistir em favor destes carros que fazem múltiplas categorias com maiores probabilidades de obter viagens. Ou seja, mais uma história mal contada acerca destes veículos que vieram para causar mais estragos quando motivados por uma suprema obsessão por estes. A matemática não engana.

  7. pedro gomes says:

    É normal o governo quer vender todo o petróleo para o exterior e esta quase a oferecer carros elétricos, menos carros a combustão maos petróleo para vender para o exterior. Mas tambem falamos do paos onde andam menos de carro e mais de transportes.

  8. Viper1 says:

    Não tiveram apagões. As baterias resistiram ao frio. Não ficaram atolados no meio da neve. Não tiveram que substituir baterias antes de um Stellantis ter que abrir o motor. Os tagarelas foram desmentidos com factos.

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