Em 2042 estes 5 sites já não existem. Em 2026 são indispensáveis
Estamos em 2042. Abrir um browser e escrever o endereço de um site parece hoje um gesto quase arqueológico. A Internet continua a existir, naturalmente, mas já não a usamos como fazíamos no início do século XXI.
Hoje, basta pedir. A inteligência artificial procura, compara, compra, traduz, cria e decide por nós. Mas nem sempre foi assim.
Houve um tempo em que navegar na Internet significava realmente navegar: abrir páginas, seguir links, guardar favoritos e descobrir pequenos serviços especializados que faziam uma única coisa, mas faziam-na muito bem.
Recuemos até 2026, quando a IA já transformava a Web, mas estes cinco sites ainda mostravam como era a Internet antes de tudo mudar.
1. Internet Archive: a máquina do tempo da Internet
Se quisermos explicar a alguém de 2042 como era a Internet de 2026, provavelmente começaríamos aqui.
O Internet Archive era uma gigantesca biblioteca digital criada ainda no século XX. Dentro dela existia uma ferramenta particularmente fascinante: a Wayback Machine.
Introduzíamos o endereço de um site e podíamos viajar no tempo, consultando versões antigas dessa página.
Um site que desapareceu? Uma notícia que foi alterada? O aspeto de uma página em 2005? Um serviço que já não existia?
Havia uma boa possibilidade de a Wayback Machine se lembrar dele. Em 2025, o serviço atingiu um marco extraordinário: mil milhões de páginas Web arquivadas.
2. GrayHatWarfare: o Google dos ficheiros esquecidos na cloud
Houve uma altura em que encontrar ficheiros expostos em servidores cloud não exigia perguntar a uma inteligência artificial. Bastava conhecer o GrayHatWarfare.
Este peculiar motor de pesquisa indexava buckets e ficheiros publicamente acessíveis em serviços como Amazon AWS, Microsoft Azure, Google Cloud, DigitalOcean e Alibaba Cloud.

Os buckets abertos são espaços de armazenamento na cloud que estão configurados para permitir acesso público através da Internet.
Era possível pesquisar nomes de ficheiros, extensões ou palavras específicas e filtrar enormes quantidades de dados alojados na cloud.
A ferramenta tinha sobretudo interesse para investigadores de segurança, administradores e profissionais de cibersegurança, permitindo perceber até que ponto uma configuração incorreta podia deixar informação acessível publicamente.
O próprio serviço assumia como objetivo sensibilizar para o problema dos buckets abertos.
Visto do futuro, era um daqueles sites que mostravam bem como funcionava a Internet de 2026: uma ferramenta extremamente especializada, pouco conhecida pelo utilizador comum, mas extraordinariamente útil.
3. VeePN Online SMS: receber um SMS sem usar o nosso número
Houve uma altura em que muitos serviços online exigiam um número de telefone apenas para enviar um código de confirmação. Para quem não queria fornecer o número pessoal, existiam ferramentas como o VeePN Online SMS.
O serviço disponibilizava números de telefone virtuais públicos de vários países, permitindo receber SMS diretamente através do browser. Bastava escolher um número disponível e consultar as mensagens recebidas, sem cartão SIM, segundo telemóvel ou instalação de aplicações.

Como as mensagens podiam ser públicas, não era uma solução indicada para comunicações privadas ou contas importantes.
Era particularmente útil para testes, registos temporários e situações em que não queríamos divulgar o nosso número pessoal.
Visto do futuro, era mais um exemplo perfeito daquela Internet de 2026: um site simples, especializado e capaz de resolver em segundos um problema muito específico.
4. Temp Mail: um endereço de email que desaparecia depois de ser usado
Houve uma altura em que criar uma conta num site significava quase sempre entregar o nosso endereço de email. Para evitar spam, newsletters indesejadas ou simplesmente proteger melhor a privacidade, existiam serviços como o Temp Mail.
A ideia era muito simples: o site criava automaticamente um endereço de email temporário e descartável, pronto a receber mensagens sem ser necessário qualquer registo ou configuração.

O Temp Mail disponibiliza instantaneamente um endereço de email temporário e descartável para receber mensagens sem revelar o nosso email pessoal.
Era particularmente útil para testes, inscrições pontuais, downloads ou serviços que exigiam confirmação por email, sem obrigar o utilizador a divulgar o seu endereço principal.
Visto do futuro, era outro ótimo exemplo da Internet de 2026: um serviço gratuito, imediato e especializado, criado para resolver um problema muito concreto em poucos segundos.
5. Drive & Listen: viajar pelo mundo sem sair do browser
Houve uma altura em que era possível passear pelas ruas de Tóquio, Nova Iorque, Paris ou Istambul sem comprar um bilhete de avião. Bastava conhecer o Drive & Listen.
O conceito era tão estranho quanto interessante. Escolhíamos uma cidade e o site colocava-nos numa viagem virtual de automóvel pelas suas ruas, utilizando vídeos reais gravados durante a condução.
Para tornar tudo mais convincente, podíamos ouvir os sons do trânsito e, melhor ainda, sintonizar rádios locais enquanto percorríamos a cidade.

As imagens não eram transmitidas em direto, mas muitas das rádios eram, criando uma curiosa sensação de estarmos realmente naquele lugar.
Era ainda possível alterar a velocidade da viagem e ativar ou desligar o ruído das ruas.
Visto do futuro, era uma daquelas pequenas maravilhas da Internet de 2026: um site gratuito, estranho e surpreendentemente imersivo que permitia viajar milhares de quilómetros sem sequer sair do sofá.
Talvez um dia a IA faça tudo isto por nós, mas até lá, a Internet continua a ser um lugar fantástico para descobrir ferramentas que fazem coisas que nem sabíamos serem possíveis.






















Em 2042 ja não existe o conceito de navegar na web e os personal computers ja nao existem
Em 2026 também já íamos ter carros voadores por todo o lado. Vai sonhando.
Iamos? Diz o regresso so futuro?
A navegação tradicional, baseada em abrir browsers, digitar endereços e seguir links manualmente, está se tornando cada vez menos comum devido ao avanço da inteligência artificial, que automatiza e simplifica o acesso à informação e serviços. No entanto, é improvável que desapareça completamente no futuro próximo.
Muitos utilizadores ainda valorizam o controle direto, a exploração ativa e a descoberta espontânea que a navegação tradicional proporciona. Além disso, certos contextos e necessidades específicas podem exigir uma interação mais manual e detalhada com a web. Portanto, embora a IA transforme e reduza o uso da navegação tradicional para a maioria das tarefas quotidianas, essa forma de navegar provavelmente continuará existindo como uma opção para quem prefere ou precisa dela, coexistindo com as novas formas automatizadas.
E os números do euromilhões da próximo sorteio, alguém sabe?
Quando o seu humano se aperceber que a IA começa a tomar decisões por si e a comandar a sua vida manipulando o utilizador, que guarda as suas informações pessoais, histórico da sua vida, efetua deduções sobre as suas convicções pessoais, políticas, religiosas, sobre a sua forma de pensamento, tenta adivinhar a sua atuação no futuro, toda essa informação é guardada em servidores que podem ser alvo de ataques, podem ser alvo de vigilância governamental, pode a própria IA ser alvo de um ataque, vai acontecer exatamente o mesmo que acontece atualmente quando comparamos um Windows 11 com um Windows 7. Os utilizadores querem coisas simples, que funcionem, e querem ter o controlo das suas vidas. Há sempre alguns desmiolados que não dão importância e gostam de usar coisas novas apenas porque estão na moda, mas mesmo esses, mais tarde ou mais cedo, abrem os olhos. A IA será no futuro uma ferramenta como outra qualquer, supervisionada, polémica, com avanços e recuos, com inovações e retrocessos, tal como como tem acontecido com as grandes empresas tecnológicas sempre que pisam linhas vermelhas. É provável a ocorrência de episódios graves pelo meio, faz parte da vida, acontece a quem se coloca a jeito.
Lê a biblia que isso passa.. oh wait..
Como o conhecimento não ocupa lugar, já li várias (porque existe mais do que uma), várias traduções, com diferente quantidade de livros que as compôem, na tentativa de perceber a origem dos “Zés Fonsecas” no planeta.
Para ja o teres feito e teres essas verborreias claramente caiste no conto do vigario
Não me conhece de lado nenhum. E provavelmente também não conhece nada sobre a matéria. Desprezar o desconhecido é o caminho para a ignorância.
Pplware também vai desaparecer. vai virar um podcast ou um rhel
No formato como está poderá não existir daqui a 16 anos. Vai evoluir, vai tornar-se mais tentacular, mais abrangente, graças, claro, à IA e a novas ferramentas que vão surgir entretanto no mercado. Nessa altura, a caminho dos 40 anos de projeto, terá uma estrutura mais madura. Ainda espero estar na posse do projeto, e, quando olhar para 2005… (palavrão)… será o êxtase. 🙂 Só nós sabemos a luta para chegar aos 21 😉
Nessa altura o Vítor M., já bastante cota, não vai ter paciência para aturar miudos palermas. O Vítor M. vai passar o tempo a baloiçar-se numa rede à sombra de um coqueiro, e enquanto bebe um sumo de frutas fala para um assistente virtual e diz: “Pplware AI”, actualiza o site com as notícias de hoje! E pumba, já está. De vez em quando vai ao site verificar se está tudo ok, e logo perde a paciência com os comentários dos putos palermóides. Passa-se da corola e dá uma bengalada no monitor translúcido (comprado propositamente para apreciar a peidola da empregada enquando faz que está a trabalhar), estilhaçando-o em mil pedaços. A empregada até ficou com vidros espatdos no rabo. Foi descansar novamente na rede. De repente cai-lhe um coco na cabeça. E acordou. Afinal era só um pesadelo. E lá vai ele trabalhar porque são horas.
😀 verdade…Já cota mas, espero 😉 ainda cheio de energia (com power para fazer as corridinhas e ainda pedalar forte por esses montes e vales) e, acima de tudo, curiosidade (que é o que me move para levar este projeto adiante).
Pois, os comentários dos “putos palermóides”… confesso que já hoje tenho pouca paciência. Mas, na verdade, 80% do que hoje se comenta, é proveitado para perceber como está a orientação das temáticas.
A parte do descansar na rede, é de facto um sonho num profundo sono 😀 até porque não tenho assim tanto gosto em estar a fazer nada, nem a bailoiçar. Gosto de estar “tranquilo” a ler coisas que estimulem a curiosidade. Nessa altura, espero e faço hoje por isso, quero que o Pplware seja mais automatizado nas rotinas para lá do que é informar. Ainda uma área onde “gastamos” muito tempo.
Por falar nisso 😉 está pronto o novo site, passou nos testes de usabilidade e segurança, vai entrar no ar muito em breve 😀
Ainda contas ca andar daqui a 16 anos? Pensei que eras entradote 😀
Lá está 😀 Por vezes, a nossa maturidade, conhecimento e experiência podem dar a parecer (no online) uma idade física que não é a real. Sim, sou um “puto” novo, que, espero e faço por isso, daqui a 16 anos ainda estar a “botar calor” 😉
mas será ainda sem modo escuro?
Vem com um modo escuro fantástico 😉 além de outras ferramentas de acessibilidade e usabilidade que fazem falta.