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81 anos após a bomba atómica em Hiroshima, Japão está dividido sobre o futuro nuclear

                                    
                                

Imagem: Reuters/Yonhap, via The Korea Times

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Unknown says:

    A Europa perdoa a Russia na guerra, volta a ter gas e petroleo russo..ignora os estados unidos. Desenvolve relacoes comerciais com a Russia, China e Turquia. Integra Servia, Moldova, Ucrania, Georgia, Albania e Montenegro na UE. Torna-se lider de energias renovaveis com aposta ganha na fusao nuclear. Os estados unidos cada vez mais isolados procuram a guerra mas todos lhes viram as costas…A Apple e os facebooks desaparecem…o mundo torna-se feliz. Os americanos sao os novos piratas do futuro e tentam sabotar tudo e todos, mas sao desmilitarizados e devolvidos aos povos nativos onde voltam a floresta e se tornam povos indigenas. Fim!

  2. Gringo Bandido says:

    A decadência moral da américa já vem de muito lá atrás, uma nação manipulada pelo medo e emburrecida acerca do resto do mundo será sempre um perigo para o mundo e outras ideologias e maneiras de estar já para não falar em produzirem mortes com as bombas. Deviamos todos ter uma visão do futuro sem a américa predominante, o sistema americano não é saudável e merecemos melhor.

    • Realista says:

      As alternativas são todas piores.

      • Gringo Bandido says:

        Viva a Europa, muitos artistas e até intelectuais fogem da U.S.A. para a Europa, tenta lá perceber porquê apesar do teu “realismo” estar bastante enviesado.

        • Realista says:

          E Europa é fraca e se não fosse pela proteção da Nato (sejamos realistas, dos EUA), já há muito que tinha sido controlada pela ex-URSS e posteriormente desaparecido. Não gosto do tipo de política e cultura dos EUA, mas também não sou ideologicamente cego ao ponto de não reconhecer isto.

          • Gringo Bandido says:

            Os psicopatas dos agressores é que são o problema, o que falta à Europa é união, o resto vai-se resolvendo ou queres tipo o povo escravizado como na China ou estupidificado como a USA?

          • Realista says:

            Percebo o que está a dizer, mas tu falas sempre de uma utopia inalcansável. E é inalcansável devido à natureza humana. E essa, na globalidade, não a consegues controlar. Ninguém consegue. Já falámos sobre isto noutros comentários de outros artigos. Agressores existem e sempre existirão. E não é com palavras apenas que os consegues parar. Do que conheço do mundo, não escolheria outro lugar para viver que não na Europa, mas a Europa é fraca e depende de terceiros para não ser atacada. E para não depender de terceiros, neste caso dos EUA, vai ter de se armar. Se eu gosto disso? Não. Mas é com este mundo imperfeito que temos que lidar todos os dias. Não com fantasias.

          • Gringo Bandido says:

            Mas eu escrevi que a Europa não se devia de defender?! óbvio que não mas a melhor defesa é na educação e dar condições de vida ás pessoas e espalhar know how pelo mundo para evoluirem e não invejarem a Europa e atacar-nos. O povo devia de ser educado a recusar participar em guerras e a pendurar os fascistas nas praças públicas e destrui-los.

          • Gringo Bandido says:

            Se nada disto resultar é começar a revolução espiritual, se no mundo externo é o caos ao menos que no interno haja alguma ordem.

        • Mr. Y says:

          Prepara-te para o argumento “woke”…

  3. Max says:

    Estão como estamos quanto às armas nuclerares:
    – Subscreveram o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) e são oficialmente reconhecidos como detentores de armas nucleares 5 países: Rússia, EUA, China, França e Reino Unido:
    – Possuem armas nucleares mas não subscreveram o TNP 4 países: Índia, Paquistão, Coreia do Norte e Isral:
    – Têm estacionadas no seu território armas nucleares dos EUA (mas não possuem a propriedade ou o controlo das armas, ou seja, o controlo operacional e os códigos de lançamento continuam em mão dos EUA) os países da NATO: Alemanha, Itália, Bélgica, Países Baixos e Turquia.
    – Atualmente o único país que tem estacionadas armas nucleares russas é a Bielorússia (armas nucleares táticas).
    Situação semelhante à do Japão (não possuir, não produzir e não permitir a entrada de armas nucleares no país) era a da Finlândia, até 2026. Neste ano, o parlamento finlandês removeu restrições – ao trânsito, transporte e presença temporária de armas nucleares de aliados (da NATO, a que a Finlândia aderiu). Continua proibido o fabrico, aquisição e detonação de armas nucleares.
    É natural que o Japão também altere alguma coisa, para procurar obter meios de dissuasão nuclear (possuir armas nucleares como meios de dissuasão nuclear não significa a intenção de as usar – a finalidade da dissuasão nuclear é exatamente para não se usarem armas nucleares), mas também implica riscos.

    • Max says:

      Parece haver uma contradição o Japão estar dentro do TNP (não proliferação) mas fora do TPNW (proibição total)
      – O Japão é é um dos subscritores originais do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP) – subscreveu-o em 1970 e ratificou-o em 1976, .
      – Mas não assinou o Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares (TPNW), negociado em 2017, que proíbe não só ter armas nucleares mas incentivar qualquer atividade relacionada com elas.
      Os argumentos do Japão:
      – Falta de eficácia prática do TPNW – nenhuma das potências nucleares (Rússia, China, EUA e as outras) o assinou ou tem intenções de o fazer. O Japão argumenta que um tratado em que não participam os países nucleares não representa um avanço para o desarmamento, preferindo o reforço do TNP
      – O facto de depender do “guarda-chuva nuclear” dos EUA para a sua segurança nacional e para a segurança regional, face a países nucleares como a China e a Coreia do Norte tem sido considerado pelos sucessivos governos japoneses incompatível com subscrever o TPNW.
      O Japão não ter assinado o TPNW não pode ser visto como tendo abandonado a sua política de “não possuir, não produzir e não permitir a entrada de armas nucleares no país”, reafirmada pela primeira ministra em Hiroshima.

  4. Carlos says:

    A memória japonesa é curta, está apenas ligado á vassalagem que tem com o agressor!
    A omissão dos agressores de forma continua não presta homenagem a todos aqueles que foram vitimas deste terrível crime…

  5. B@rão Vermelho says:

    Com a China como vizinho e armamento atómico, acho que o Japão tem andado adormecido, vamos ver se já não é tarde.
    As armas nucleares não são para serem usadas, são para dissuadir loucos e incompetentes que gostão de resolver tudo como animais pré-históricos usando a força.

    • Carlos says:

      Diz lá quantos países a China já invadiu!
      A retórica japonesa desde Outubro é que se apresenta mais belicista. Sanae Takaichi tem sido a voz do dono…

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