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81 anos após a bomba atómica em Hiroshima, Japão está dividido sobre o futuro nuclear

Este ano, a cerimónia em Hiroshima ganhou um significado especial, pois, enquanto se recorda a destruição de 1945, o governo japonês pondera afastar-se, pela primeira vez, de um dos pilares da sua política pós-guerra, os chamados “três princípios não-nucleares”.


Radiação em Hiroshima e Nagasaki matou menos pessoas do que se pensava

Pela radiação que libertaram e até pelos testemunhos que se vão conhecendo, assume-se que os ataques atómicos a Hiroshima e Nagasaki, no Japão, resultaram em muitos casos de cancro. Um novo estudo, no entanto, contraria esta ideia.

Bomba atómica


80 anos depois, sobrevivente de Hiroshima diz que vivemos “o momento mais perigoso”

A 6 e 9 de agosto de 1945, os Estados Unidos detonaram duas bombas atómicas nas cidades japoneses de Hiroshima e Nagasaki, respetivamente. Decorria a Segunda Guerra Mundial. Em 2025, 80 anos depois, o mundo recorda o ataque e apela a que os líderes mundiais não ignorem as tragédias provocadas pela utilização de armas nucleares.


Incêndio na Serra da Estrela: Energia libertada equivalente a 25 bombas de Hiroshima

O incêndio na Serra da Estrela está dominado e a Proteção Civil prevê dois dias para a sua extinção. De acordo com as informações da autoridade, este fogo libertou energia equivalente a 25 bombas de Hiroshima.

De acordo com o 2º comandante da Proteção Civil, Miguel Cruz, a bomba nuclear que devastou a cidade japonesa de Hiroshima, durante a II Guerra Mundial, representou cerca de 30 terajoules.

Incêndio na Serra da Estrela: Energia libertada equivalente a 25 bombas de Hiroshima