Startup portuguesa revela um divertido buggy elétrico legal para estrada que atinge 65 km/h
Enquanto grande parte da indústria automóvel continua focada em criar veículos elétricos com mais autonomia, mais potência e mais tecnologia, uma startup portuguesa acredita que a mobilidade pode seguir um caminho diferente. Chama-se Amble e acaba de apresentar o Amble One, um buggy elétrico pensado para percursos curtos, onde o importante não é chegar mais depressa, mas sim desfrutar da viagem.
Hoje, a startup portuguesa Amble saiu do modo discreto para revelar o seu primeiro veículo, o Amble One. A empresa afirma que a produção terá início no próximo ano, com uma versão homologada para circulação em estrada prevista para 2028.
O buggy elétrico foi concebido para transporte de curta distância em locais onde um automóvel tradicional pode ser desnecessário, demasiado grande ou simplesmente inadequado.
Buggy elétrico com 100 km de autonomia
O Amble One pode atingir uma velocidade máxima de 65 km/h graças ao seu motor de 15 kW e conta com uma bateria de 11 kWh que proporciona uma autonomia totalmente elétrica de até 100 quilómetros.
A empresa descreve o veículo como uma nova categoria de mobilidade elétrica leve, focada em deslocações de baixa velocidade em resorts, comunidades privadas, propriedades rurais, vilas costeiras e outros destinos onde a própria viagem faz parte da experiência.
Com um preço inicial de 25 mil dólares, antes de impostos e taxas, o Amble One apresenta um design aberto que elimina deliberadamente muitos dos elementos que se tornaram comuns nos automóveis modernos.
Segundo a empresa, o objetivo foi criar um veículo que permita aos ocupantes uma ligação mais direta ao ambiente envolvente, em vez de os isolar atrás de portas, ecrãs e várias camadas de tecnologia.
Equipa com experiência em marcas de referência
A startup surge com uma equipa fundadora fortemente ligada ao design e à mobilidade. Entre os fundadores encontram-se Adrien Roose, cofundador da empresa europeia de bicicletas elétricas Cowboy; o designer industrial Julian Hoenig, que trabalhou na Audi e na Apple; o executivo criativo Michael Tropper; e o empresário da área da hotelaria José António Uva.
Essa ligação ao setor da hotelaria poderá ser particularmente importante, já que o mercado inicial do Amble One parece estar direcionado para resorts de luxo e empreendimentos turísticos. A empresa afirma já ter despertado interesse junto de várias marcas e destinos do setor.
Os primeiros lotes de produção previstos para 2027 já terão sido atribuídos, estando as entregas aos consumidores planeadas para 2028.

Existe na equipa antigos responsáveis e designers da Apple e da Audi, o que ajuda a explicar a atenção que o Amble One tem recebido na imprensa internacional. Falamos de Julian Hoenig trabalhou na Audi, onde participou em projetos como o A4, Q3, R8 e RSQ. Mais tarde integrou a equipa de design da Apple, tendo trabalhado no Apple Watch, Vision Pro e também no cancelado projeto automóvel Project Titan, e de Adrien Roose é cofundador da marca de bicicletas elétricas Cowboy e lidera atualmente a Amble.
Buggy elétrico: um mercado em crescimento
Embora à primeira vista pareça um produto de nicho, o Amble One entra num mercado que tem crescido discretamente nos últimos anos. Resorts, comunidades planeadas, campus universitários e empreendimentos privados procuram cada vez mais alternativas aos automóveis convencionais para deslocações locais.
Os carrinhos de golfe evoluíram para veículos elétricos de bairro e, mais recentemente, para modelos de baixa velocidade mais capazes e melhor concebidos.
Nos últimos anos surgiram várias empresas focadas neste segmento de buggies elétricos, veículos de baixa velocidade e veículos elétricos de proximidade que privilegiam a simplicidade e a experiência de utilização em detrimento da capacidade para longas viagens em autoestrada.
A lógica é simples: para quem vive em locais onde muitas deslocações duram apenas alguns minutos, um veículo preparado para percorrer centenas de quilómetros é frequentemente excessivo. Muitas viagens resumem-se a deslocações rápidas para a praia, um restaurante, uma casa de hóspedes ou uma aldeia próxima.
A Amble afirma que o One é apenas o primeiro veículo desenvolvido sobre uma plataforma de mobilidade mais abrangente e que futuros modelos serão direcionados para outros ambientes e casos de utilização, incluindo contextos urbanos.
Resta saber se a empresa conseguirá criar uma nova categoria de veículos. Contudo, à medida que cidades e comunidades procuram alternativas ao transporte centrado no automóvel tradicional, a ideia de veículos elétricos mais pequenos, leves e concebidos para funções específicas continua a ganhar terreno. E, se a Amble tiver razão, o futuro da mobilidade poderá nem sempre passar por chegar mais depressa ao destino. Por vezes, poderá simplesmente passar por desfrutar da viagem.

























E para quando uma startup portuguesa que crie comboios de alta velocidade para ligar Vigo-Porto-Lisboa-Faro-Sevilha?? Sera pedir muito?
com “quase” métricas semelhantes a portugal
Portugal: ≈ 92,225 km²
UAE: ≈ 83,600 km²
População:
Portugal: ~10.7 million
UAE: ~11.0 million
Economy (approximate)
Metric Portugal UAE
GDP (nominal) ~$290B ~$620B
GDP per capita ~$27k ~$54k
este senhores, não só acharam que era suficiente, como ainda construiram, infraestrtura para um comboio de 200 km/h “top speed”
por Portugal, ir de Lisboa ao Porto, ou Vigo ou Faro, menos que alta velocidade n#ao serve….. os est]adios de Leiria, AVeiro, Algarve, tamb]em eram idenspens]aveis em 2004.
https ://www.timeoutabudhabi.com/travel/etihad-rail-passenger-train-dates-stations-prices-2026
Isso era desenvolvimento e, isso a União Europeia não quer o único país que saiu um pouco da crispa, foi a Espanha, a alta velocidade fez diminuir os aviões entre localidades, automóveis e camiões de longo curso. A UE nos últimos 50 anos não acompanhou o desenvolvimento, apostou no turismo e não acompanhou os EU em muitas áreas tornou-se dependente e, sobretudo a ásia que desenvolveu-se muitíssimo, fala-se muito da China mas, olhem para a Tailândia, Vietname, Camboja, as Coreias, muitas cidades satélites nasceram para poupar água, lagoas com várias represas, florestas e terrenos para agricultura. É isto desenvolvimento.
É verdade,
A EU é um projecto Americano, basta ver a Bussula como se comporta.
A ideia é destruir a Europa, acabar com a produção industrial, e passar a ser um continente de neandertais..
Se vocês olharem para o caso Português, nos anos 80 Portugal ainda tinha uns 50 supernavios a pescar no oceano.
Tinhamos estaleiros navais, faziamos trocas comerciais com o mundo.
Hoje, se produzes és multado, se pescas és multado, se te desenvolves és multado..
Querema nossa morte, so pode.
Iso de Português, nem sequer o nome tem.
Parece mais um unicórnio para desviar dinheiro, mais ume squema falso.
Um carro Português tem adn Português, nome, estilo,etc.
Este é Chinês.
Fica mais caro que um Dacia, não faz qualquer sentido…
Estava a gostar… até já estava a imaginar como brinquedo de verão, para ir para a praia e assim, até ter lido “Com um preço inicial de 25 mil dólares, antes de impostos e taxas (…)”. Pois…. vai ser imenso sucesso!
Modelo no geral engraçado até chegar à parte de imitar o Land Rover Discovery e a sua matricula desalinhada.
Uns faróis menos arredondados ou embutidos ficariam melhor, como estão parecem um mero acrescento.