iPhone caiu num canal de Amesterdão e sobreviveu depois de várias horas submerso
Uma viagem turística pelos famosos canais de Amesterdão transformou-se num inesperado teste de resistência para um iPhone. Após cair à água e permanecer submerso durante várias horas, o dispositivo acabou por ser recuperado por um mergulhador profissional. O mais surpreendente foi aquilo que aconteceu quando voltou à superfície.
Os canais de Amesterdão são uma das principais atrações da cidade neerlandesa. Entre embarcações turísticas, pontes históricas e paisagens urbanas únicas, não faltam oportunidades para fotografias e vídeos.
Aliás, foi essa vontade de registar cada momento que acabou por estar na origem de um episódio um tanto curioso, que ocorreu pela altura do King's day (ou Koningsdag), em abril, conforme contado ao Pplware.
Depois da compra dos bilhetes para um passeio de barco pelos canais, um grupo de amigos embarcou no que foi descrito por um dos membros do grupo como um "barco tuning, rebaixado ao estilo Seat Ibiza fumarento".
Com um aspeto duvidoso, o acesso ao barco foi desafiante. A diferença de altura entre o cais e a embarcação obrigou os passageiros a realizar um movimento pouco natural para entrar a bordo, especialmente porque o teto do barco se encontrava praticamente ao nível da plataforma de madeira. Foi durante essa manobra que aconteceu o imprevisto.
Um "plop" que mudou o passeio
Ao tentar entrar no barco, uma passageira inclinou-se para avançar e o iPhone 14 que transportava no bolso frontal da camisa escorregou diretamente para a água.
O som da queda foi imediatamente reconhecido por todos. Em poucos segundos instalaram-se o pânico, as perguntas e as tentativas de perceber se existiria alguma forma rápida de recuperar o dispositivo.
Os responsáveis pela embarcação, aparentemente habituados a situações semelhantes, reagiram com tranquilidade. Explicaram que tinham o contacto de um mergulhador especializado na recuperação de objetos perdidos nos canais da cidade. Os valores apontados para a operação variavam entre os 200 e os 300 euros.
Horas debaixo de água e uma recuperação surpreendente
Apesar do incidente, o passeio prosseguiu pelos canais de Amesterdão. No final da viagem, foi contactado um mergulhador especializado na recuperação de objetos perdidos, que aceitou realizar a operação nessa mesma noite por 100 euros.
Já perto das 23h, o grupo regressou ao local da queda. O mergulhador chegou equipado com material profissional, marcou a zona aproximada onde o iPhone tinha desaparecido e mergulhou nas águas escuras do canal.
Poucos segundos depois, surgiu uma segunda luz debaixo de água além da lanterna do mergulhador. Era o iPhone, ainda ligado e a mostrar a hora no ecrã de bloqueio.
Recuperado com sucesso, o dispositivo passou o dia seguinte dentro de um saco com arroz, conforme manda a sabedoria popular.
Para surpresa de todos os envolvidos, o iPhone 14 continuou funcional, demonstrando que a resistência à água presente nos dispositivos atuais pode, em determinadas circunstâncias, superar largamente aquilo que muitos utilizadores esperam.
Resistência à água do iPhone 14
A gama iPhone 14 possui certificação IP68, o que significa que os equipamentos foram testados para resistir à entrada de poeiras e também à submersão em água doce.
Segundo as especificações da Apple, o iPhone 14 pode suportar uma profundidade máxima de até seis metros durante um período máximo de 30 minutos em condições laboratoriais controladas.
No entanto, a empresa alerta que a resistência à água não é permanente e pode diminuir com o desgaste normal do equipamento.
Importa ainda recordar que os testes são realizados em água doce e em ambiente controlado. Fatores como correntes, profundidade variável, impactos, sedimentos, lama ou longos períodos de permanência submersa podem produzir resultados muito diferentes dos observados em laboratório.
Uma vez que nenhuma certificação garante a sobrevivência após várias horas de submersão em condições reais, este caso mostra que os limites da tecnologia são mais impressionantes do que parecem.
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Daqui a uns anos, pelo menos na Europa, isto deixa de acontecer quando puderem mudar as baterias em casa.
Leste só as gordas. Isso é só pra smartphones rascas. Não estão obrigados a permitir a substituição da bateria por amadores os smartphones que, cumulativamente:
– Tenham certificação IP 67 ou superior
– A bateria reter pelo menos 80% da sua capacidade original após 1000 ciclos de carga.
O iPhone 15 e seguintes cumprem esses requisitos e por isso vêm coladas e substituíveis apenas por profissionais.
P.S: Quando entra água/humidade, a coisa vai além da bateria.
A sabedoria popular fala em arroz, que é hidrófilo (e depois andar a tirar os bagos de arroz presos nas ranhuras).
A minha fala noutra coisa, que há à venda nos supermercardos no inverno – um desumidificador para armários – uma caixa “para grilos” (com ranhuras) com dois compartimentos – a de sal hidrófilo do lado de cima e a de baixo para onde pinga a água. É por o sal hidrófilo em baixo e o smartphone na divisória de cima, sem contacto, dentro de um saco plástico ou caixa que seca lindamente.
Secador de cabelo é que não.
… então e o forno?? ninguem se lembra do forno??? LOLOLOL
A qualidade está la…ja xiaolis e androids do chines e so 20 cores e 500gb de ram e no dia a dia sao piores em tudo…apenas samsung e pixel tem qualidade no android
eish espetaculo, mais um iTreta que não se afogou
iphone 16 pro da patroa, deu um mergulho ao rio, ficou lá quase 4 dias, a mais de 1mt de profundidade.
qd finalmente encontraram o tlf, primeira coisa que fazem, meter á carga para ver se liga. e nao é que o gajo ficou a trabalhar sem problemas aparentes?
nao gosto de iphones, mas dou os parabéns á proeza. so resta saber se irão mais tarde aparecer problemas.
Hoje em: Coisas que telefones de outras marcas fazem há anos… Ficar debaixo de água por dias ou horas.