Estes são os três maiores “ladrões” da sua carteira e provavelmente nunca os questionou
O salário entra, as contas são pagas e o saldo desce mais depressa do que o esperado. Estas são as três categorias de consumo que mais pesam na carteira das famílias e podem ser repensadas.
Há uma ilusão confortante nas despesas estruturais: como são pagas de forma automática, mensalmente, acabamos por deixar de as questionar.
Desde a renda ou prestação da casa e as prestações do carro até às refeições fora, há vários custos que se repetem e, por isso, vão passando despercebidos.
Foi neste contexto que a Fidelity Investments, uma das maiores empresas e gestoras de ativos do mundo, publicou, recentemente, um guia de gestão financeira que desmonta este ciclo e aponta o dedo a três categorias concretas que, juntas, consomem a maior fatia do orçamento da esmagadora maioria das famílias.
Nos Estados Unidos, habitação, transporte e alimentação representaram, em conjunto, cerca de 63% de toda a despesa das famílias em 2024.
Em Portugal, segundo o Inquérito às Despesas das Famílias do Instituto Nacional de Estatística (INE) referente a 2022/2023, o cenário é praticamente idêntico: dois terços do orçamento familiar português são dedicados exatamente a essas três categorias:
- Habitação (39,1%);
- Alimentação (12,9%);
- Transportes (12,4%).
Assim sendo, embora os dados da Fidelity Investments abordem a realidade norte-americana, o contexto português não é muito diferente, neste caso, pelo que vale a pena dar uma vista de olhos.
Habitação: a despesa que poucos questionam
Nos Estados Unidos, a habitação consome quase um terço do orçamento médio anual das famílias, o que equivale a cerca de 26.266 dólares por ano, cobrindo renda ou prestação, serviços, seguros, impostos e manutenção básica.
Em Portugal, o peso dos gastos com habitação era de 19,8% em 2000, tendo praticamente duplicado até 2022/2023, quando atingiu os 39%. Ou seja, quase dois em cada cinco euros gastos por uma família portuguesa vão diretamente para a casa.
A despesa anual média com habitação subiu quase 3000 euros face a 2015/2016, muito devido ao aumento das rendas, dos juros no crédito habitação e dos preços da energia.
Além disso, em 2025, quase metade das famílias portuguesas inquiridas pela DECO PROteste revelou ter dificuldades em pagar as despesas com habitação.
💡 Para contornar o problema, a Fidelity recomenda que os custos totais com a casa não ultrapassem os 28% do salário bruto, e que a soma de habitação com todas as outras dívidas recorrentes fique abaixo dos 36%.
Além disso, sugere avaliar soluções como a partilha de casa, a mudança para espaços mais eficientes energeticamente, ou o aproveitamento de incentivos fiscais associados a melhorias de eficiência energética.
Transporte: o custo escondido nos contratos
O segundo maior peso no orçamento é o transporte, e aqui a principal armadilha não é o carro em si, mas a forma como é financiado.
Nos Estados Unidos, os empréstimos para carros novos tinham uma taxa média de 6,37% e os de carros usados chegavam aos 11,26%. O prazo médio de um crédito automóvel atingiu os 69 meses para veículos novos e 68 meses para usados em 2025.
Exemplificando, num empréstimo de 35.000 dólares a 6,37%, alargar o prazo de 60 para 84 meses reduz a prestação mensal de cerca de 682 para 521 dólares, mas acrescenta aproximadamente 2800 dólares em juros totais ao longo do contrato.
Em Portugal, o problema reflete-se de forma diferente, mas igualmente real. Os gastos com o automóvel são os mais referidos pelas famílias portuguesas como sendo problemáticos, com 51% das famílias a identificá-los como uma dificuldade, segundo o Barómetro DECO PROteste de 2025.
💡 A Fidelity calculou que aplicar apenas 100 dólares por mês de uma prestação de carro para investimento, assumindo uma rentabilidade anual de 7%, poderia acumular cerca de 7200 dólares ao fim de cinco anos. O princípio de redirecionamento do dinheiro pode ser aplicado em euros.
Alimentação: o custo que mais cresce
A alimentação ocupa o terceiro lugar do pódio, e é, provavelmente, a categoria onde existe mais margem para agir no imediato.
Nos Estados Unidos, os americanos gastam cerca de 39 cêntimos de cada dólar alimentar em restaurantes ou entregas ao domicílio, e os gastos com entrega de comida dispararam 924% desde 1997, ultrapassando os 100 mil milhões de dólares pela primeira vez em 2024.
Em Portugal, a tendência de comer fora e encomendar refeições também cresceu significativamente. As despesas com restaurantes e alojamento representaram 8,6% dos gastos anuais médios das famílias portuguesas., o que é considerável.
💡 A solução não passa por eliminar refeições fora de casa, mas por planear. A Fidelity recomenda definir um orçamento mensal para alimentação e adotar o planeamento de refeições como hábito, uma prática simples que, segundo os especialistas citados, é onde a maioria das famílias tem mais a ganhar a curto prazo.
Conheça e organize o seu orçamento familiar
A Fidelity termina o guia, aconselhando as famílias a saber exatamente para onde vai o dinheiro antes de definir qualquer objetivo financeiro, seja poupar para a reforma, pagar dívidas ou constituir um fundo de emergência.
Depois, ainda que a habitação, transporte e alimentação sejam as categorias que oferecem maior potencial de poupança, representá-la-ão apenas para quem tiver a disposição de as olhar de frente, questionar contratos, e fazer escolhas mais conscientes.
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Impostos são a 1ª razão definitivamente… pode não ser para todos mas, para uma grande parte, é
Quando entra, já o salário levou a “ripada” de 20/30/40% (por impostos refiro-me a impostos, taxas, contribuições, etc, tudo o que seja obrigatório)
Alguém tem que sustentar o circo
O que é que chamas de circo, a segurança pública, tribunais, hospitais públicos, escolas, estradas, limpeza, ajudas aos mais necessitados (doentes e idosos) etc?
claro que existe sempre os mamões, é transversal a nossa existência coletiva e não um exclusivo Português, mas dai a colocar tudo em causa.
Estavas a dizer coisas acertadas mas optaste por acabar de forma irrefletida, foi pena…
Temos uns amigos que tem casa paga por todos nós. A grande maioria não trabalha, vivem à nossa custa !!! Esses até se dão ao luxo de exigir casas à borla, nas Câmaras Municipais. São conhecidos pelo cognome lelos. Mas infelizmente há mais …
Se fossem só os “lelos” estávamos nós bem…
Conheço que não precise e tenha conseguido uma dessas casas.
Carro novo, férias todos os anos, viagens ao estrangeiro, os filhos passam boa vida, …
Enfim, pagamos todos!
Só alguem muito afastado da realidade que não percebe que é um circo. e por haver um circo todos essas serviços que podia ser minimamente organizados, bons funcionalmente e com pouco desperdicio. Tudo, mas, tudo o que é gerido pelo estado é mal gerido. se o estado gasta 100, qualquer privado consegue fazer o mesmo por 50 ou 60… e ainda fica com lucro. tudo na vida é uma questão de incentivos. No estado não incentivo nem a meritocracia, nem existe incentivo à eficiencia. Como tal, quando faz, faz com custos gigante o povo, através de impostos. E tudo é coercivo. Eu não queria os meus filhos numa escola publica, o estado gastava em 2021 6200€ por aluno. Se não fosse um circo o estado deixava eu sair da escola publica e podia confortavelmente pagar-me a escola dos miudos que custa cerca de 4000€… Se não fosse um circo, podiamos escolher o que queremos… agora.. pagar muito e ter o serviço que quase sempre é lamentavel? só mesmo o marxismo, defende muito estado… não percebo que mais provas querem que não funciona ( não me venham com os capitalistas nordicos, chamarem eles de socialistas)
O problema é as zonas produtivas do país, terem que andar a sustentar os desvaneios da capital, o que torna isto insustentável, enfim.
As zonas produtivas do país são AML e AMP, metade da população, 30% da workforce portuguesa, maiores salários e maior PIB regional, quem está a sustentar o país é Lisboa e Porto e Algarve 2 meses por ano
o “circo” e necessário, mas esta muito caro para o que oferece, pois depois dos 20/30/40% sobre o trabalho ainda vais pagar taxas no consumo, a não ser que gastes tudo no mercado negro
Fartam-se de comer fora e pedir delivery, e depois queixam-se na TV que está tudo caro. Vá-se lá entender esta gente…
Fartam-se? é fácil tirar essa conclusão quando existem mais de 11 milhões de habitantes em Portugal, temos mais uma quantidade maluca de turistas. olhando para a media de transações do delivery é fácil perceber que nem metade da população portuguesa o usa, mas uma minoria consegue parecer que é muita gente. além que já notei que na minha zona o pessoal do delivery quase desapareceu com o aumento dos preços do combustível. é como dizer os portugueses escolherem este governo, quando bem metade o escolheu, eu sou mau em matemática, mas o básico acho que todos sabemos.
11 milhões não é real. O país tem 6.931.200 endereços IP
gostei da piada.
a minha avó só porque não tem internet, significa que não existe??
Pois a casa, sim um bem indispensável, sempre foi caro ter casa, já aqui dei o exemplo do meu irmão mais velho que comprou a primeira casa um apartamento T2 novo por 1200 contos, “5100€” mas a taxa de juro era de 29%.
Aqui a única despesa que pode ser considerada supérflua é o transporte pessoal, visto que podemos utilizar transportes públicos bem sei que não são de todo tão práticos como o transporte pessoal, mas acarretam uma serie de impostos e despesas fixas, IUC, ISP, IVA, estacionamento, seguro, manutenções são algumas assim que me lembro rapidamente.
Qual será a % de pessoas em Portugal compram carro a pronto?
E a juntar a isto ainda há os fumadores, tenho um casal amigo que vai este ano viajar comigo que deixaram de fumar e utilizam uma APK que lhes vai dando o valor da poupança desde que deixaram de fumar e cada um deles já poupou cerca de 2000 e poucos € nos último dois anos.
Há muitos vícios por onde cortar.
a Gen Z tem de deixar de queixar-se que nao tem dinheiro, e aprender a gestionar-lo de melhor forma.
às despesas superfluas, devem incluir tambem:
-o tabaco como referiste é um dos primeiros.
-pagar cafés a 5€
-encomendar comida a domicilio y aprender a cozinhar
-spotifiy, netflix,
-deixar de consumir bebidas caras, cada vez que saem com os amigos
-nos restaurantes, sempre o vinho da casa, e nunca uma garrafa cara para impressionar os acompanhantes.
e para os que dizem que sao os impostos, a esses obriga-los a pagar as despesas de educaçao, saude, uso de estradas, policia, bombeiros, serviços de recolha de lixo, luz das ruas, etc etc etc, POR COMPLETO ja que nao querem pagar impostos.
ahhh e tambem sem reforma, ja que se nao querem contribuir nao devem ser dependentes da segurança social.
Se querem viver numa sociedade assim, poderiam ir neste momento para os EUA. Mas nao ficam em Portugal…. porque será..
Os impostos são bem necessários. Pessoalmente gostaria de funcionassem de outra forma no nosso país. Também não acho bem termos escalões de IRS de 40%. Juntas a SS (TSU e parte da empresa) e o funcionário ganha 30% daquilo que a empresa gasta com ele. IRS, TSU, SS, seguro, saúde e seg no trabalho, formação, etc… Assim também me parece demasiado. Quem me dera a mim descontar tanto,, mas mesmo assim não me parece nada bem.
E nem sequer vou entrar nos impostos indiretos, taxas e outras “burocracias” que ficam caras.
O nosso sistema fiscal promove fortemente a evasão. Até existem formas legais de fugir aos impostos (cartões de refeição e coisas que tal, por exemplo….).
Ja se questionou porque nos temos segurança social e os estados unidos nao?
Há muitos anos quanto “saí” de casa dos cotas criei uma pequena folha de excel para registar as despesas e receitas lá de casa. O objetivo sempre foi apontar tudo, mesmo que fosse só um rebuçado de 5cent. Foi um dos melhores exercícios de fiz em termos de literacia financeira. Não é preciso muito, só separar as despesas por rúbricas. Há gente que não faz ideia quanto gasta a ir ao café, em tabaco, em roupa… ao ter um registo, chega-se ao fim do mês (ou outros períodos) e dá para ter uma excelente ideia.
Apesar de hoje já não o fazer, os ensinamentos ficaram. Tenho amigos que ganham bem mais que eu e passam a vida tesos. Não conseguem juntar… vai-se tudo. Também não sou nenhum monge e gasto dinheiro em coisas “desnecessárias”. Mas ainda assim vai dando para chegar ao fim do mês com mais alguma coisa. Se o carro avariar não fico logo entalado (nem entalo os amigos a cravar dinheiro) para o mandar para o mecânico. Prefiro ir jantar fora 2 ou 3 vezes por mês a um bom restaurante do que passar a vida a comer plástico no MCgaitas onde acabaria por gastar bem mais.
Habitação (39,1%);
Alimentação (12,9%);
Transportes (12,4%).
Bem.. quem não repara nisto, ou é uma criança autêntica, ou vive debaixo de uma pedra….
A grave crise na habitação em Portugal foi provocada intencionalmente pelo XIX governo liberal/maçónico do dr. Pedro Coelho através da ilegal, criminosa, e inconstitucional “lei das rendas” redigida pela ex-Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, Maria Graça, bastando revogar essa lei para que os valores dos arrendamentos voltem ao normal.
É preciso descongelar as rendas antigas de contratos anteriores a 1990 que foram congeladas pela ilegal, criminosa, e inconstitucional “lei das rendas” que através deste esquema está a violar a Constituição da República de Portugal (CRP) e a promover a desigualdade e descriminação com inquilinos a pagarem rendas de valores exorbitantes, ilegais, e que não correspondem à realidade e inquilinos a pagar rendas de valores muito baixos ou irrisórios que também não correspondem à realidade, tratando-se neste último caso de uma compra de votos através “lei das rendas” que congela os valores dos arrendamentos nos contratos anteriores a 1990.
É igualmente urgente acabar com todo e qualquer subsídio que está a ser dado aos proprietários de imóveis ou inquilinos, os Portugueses não podem andar a sustentar senhorios e a pagar as rendas dos outros, os Portugueses que se encontram em situação de carência económica e social (desemprego, baixos rendimentos, reformas baixas, etc.) têm de ser ajudados pelo Estado através das Câmaras Municipais e Juntas de Freguesias de onde são naturais, deve-lhes ser atribuída casa em bairros sociais e não em imóveis construídos para habitação não carenciada, e não se pode permitir que o beneficiário da habitação ou arrendamento social viva com filhos adultos ou outros familiares adultos (excepto o cônjuge); não se pode também admitir que inquilinos com rendimentos suficientes ou elevados estejam a pagar rendas cujo valor não é actualizado.
A “lei das rendas” tem patente no seu texto todas as ilegalidades, crime, e inconstitucionalidade, não sendo compreensível que a revogação da mesma ainda não tenha sido efectuada, assim como também não se compreende como é que a dr.ª Maria Graça (ex-Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território) ainda não foi presente a Tribunal para responder e ser condenada pelo seu acto, não se pode legislar ou mudar uma lei em causa própria ou para viabilizar/servir uma situação em concreto.
Mas não ficámos por aqui, a situação agrava-se ainda mais com os subsídios que estão a ser dados para pagar as rendas, sim leu bem Português, através de vários esquemas ilegais, criminosos, e inconstitucionais, a Classe-Média Portuguesa no desemprego, pobreza, e miséria, está a pagar as rendas dos outros, esses esquemas são: «Porta 65» (esquema criminoso que consiste em colocar a Classe-Média Portuguesa a pagar a renda de adultos portugueses e estrangeiros entre os 18 anos e os 35 anos), «Apoio Extraordinário à Renda» (desnecessário, basta revogar a ilegal, criminosa, e inconstitucional “lei das rendas” e este subsídio deixa de ter razão de existir), «Programa de Apoio ao Arrendamento» (esquema que consiste em dar ainda mais benefícios aos proprietários de imóveis).
A Classe-Média Portuguesa submetida ao desemprego, instabilidade laboral, pobreza, e miséria, pelo XIX governo liberal/maçónico do dr. Pedro Coelho e pelos governos liberais/maçónicos do dr. António Costa e dr. Luís Esteves, deixou de ter o direito e de puder alugar uma casa, muitos dos Portugueses da Classe-Média devido às medidas anti-trabalho, anti-economia, e à ilegal, criminosa, e inconstitucional “lei das Rendas” impostas pelo governo liberal/maçónico do dr.Pedro Coelho e infelizmente mantidas nos governos liberais/maçónicos do dr. António Costa e dr. Luís Esteves, tiveram de voltar para casa de familiares e viram as suas vidas destruídas por essas medidas e como se não bastasse agora têm de andar a pagar as rendas dos outros e a sustentar senhorios.
Os Portugueses têm de começar a abrir os olhos e perceber que liberalismo é igual a subsídio-dependência e parasitismo, têm de perceber que este ilegítimo, criminoso, corrupto, e anti-democrático regime liberal/maçónico está a saquear o Orçamento de Estado e a roubar a Classe-Média Portuguesa.
Não esquecer dos bairros feitos para os lelos !!! Vejo muitos deles com carros que eu não sei como os podem ter. Estou a falar nomeadamente de marcas do tipo Porsche, Mercedes, BMW etc … A gente Paga e não bufa, pois então !
Pensa lá um bocadinho, achas que um Porsche se compra com o RSI, ou com as atividades extra curriculares desse tipo de gente?
Até podiam receber 1e do estado e tinham à mesma o dito carro.
Agora se quiseres falar de como alguém que compra um Porsche recebe RSI, isso é outra conversa, mas lembra-te dos Tugas que andam espalhados por esse mundo fora também muitos vivem de esquemas, que digam os Luxemburgueses, infelizmente o ser humano é assim, ganancioso, repara nos campos de refugiados vivem todos na miséria mas mesmo assim vai haver meia dúzia que se vai aproveitar dos outros.
esse texto ainda foi escrito pelo Jerónimo, não tens ido às aulas de lavagem cerebral receber a nova cartilha
O patrão deve levar prai 70% do que o trabalhador produz.
Lol. Isto resolvia se rápido. Cada um paga os seus impostos na totalidade. Depois pensariam de outra forma
Olha a tua sorte, por viver os numa democracia, podes fazer a tua própria empresa. ou se preferires uma cooperativa. já agora, se fores rececionista, contabilista, dos recursos humanos ou qualquer outra equipa de suporte, como defines que o trabalhador produz ?
uma coisa é certa, as coisas não estão bem, se continuarmos a votar nos mesmos não irá mudar.
O Estado é o primeiro na lista!