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Ryanair diz estar pronta para o “armagedão”. O que é que isto quer dizer para as suas viagens?

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. B@rão Vermelho says:

    Com o devido respeito na Europa não utilizo low cost, são “horríveis” para cobrar dinheiro, qualquer dia se quisermos respirar dentro do avião temos de pagar uma taxa extra, na Ásia as low cost até aqui têm sido muito pouco rigorosas, mas já se começa a ver maior controle na bagagem, não tanto como aqui mas vá começam a aprender a “esfolar” o cliente mais um pouco.

    • Max says:

      Na Europa a competição é tanta que as de “bandeira” tiveram que se aproximar das “low cost”. Não vejo diferença praticamente nenhuma.

      • B@rão Vermelho says:

        Não sei em que companhias viajas , eu por norma faço uma grande viajem por ano intercontinental e não se compara em nada às low cost, e sempre que possível pela Turkish, no ano passado comprei os bilhetes de avião e só depois de comprar é que vi que dizia sem bagagem de porão, eu como viajo de mochila às costas e é bem pequena, por isso levo sempre comigo, mas no aeroporto perguntei se realmente era mesmo assim e a resposta foi, deve ter sido por engano, eu para cá despachei bagagem (recordações 23 Kg, éramos 6 pessoas) e as mochilas com a roupa suja e não me disseram nada.
        Acredito que para voos mais curtos tenham essa politica.

        • David Guerreiro says:

          E há low cost intercontinental? As low cost na Europa só andam aqui em rotas de poucas horas de distância. Antigamente a TAP era uma série de regalias, até num vôo doméstico, agora paga-se caro com as mesmas regalias de uma low cost, ou seja, nada.

          • B@rão Vermelho says:

            @David Guerreiro, Pois não há, dai eu perguntar qual ou quais as companhias que o @Max falava, eu por opção não conheço quase nada da Europa, a exceção é a Espanha e Polónia, de resto apenas em escalas, nos outros continentes já não é assim, por enquanto estou a viajar para o mais longe possível enquanto ainda há paciência par ir dentro do tubo “avião” e a Europa fica para quando me reformar ir de autocaravana. 🙂 🙂 🙂

        • Max says:

          Sim, referia-me a voos “na Europa”. Na bagagem de cabine é que as low-cost cortam mais, no resto não vejo diferença assinalável. E cumprem os horários, que é uma coisa que aprecio bastante.

          • B@rão Vermelho says:

            Eu sempre que posso utilizo a Turkish, relação preço qualidade é top, e se fores para longe e se optares pela Turkish opta por voos que digam Touristanbul, as escalas em Istambul são maiores, mas eles oferecem vários passeios ao centro da cidade com tudo incluído, vale muito a pena, fiz no ano passado um deles e recomendo, pagaram pequeno almoço, almoço, autocarro guia e entradas em museus.

  2. Max says:

    “O fuel hedging é uma estratégia financeira utilizada pelas companhias aéreas para se protegerem contra a volatilidade dos preços do combustível” – sim, mas os contratos que existem também se acabam. Se a situação se prolonga, a subida dos custos vai ser brutal:
    – Preço do jet-fuel europeu antes da guerra (em fevereiro): 90 -100 USD/barril (como o barril tem 159 L, 0,57- 0,63 USD/L)
    – Depois de picos de 175 e 197 USD/barril, está numa média de 162 USD/barril (1,02 USD/L)
    – A subida foi entre 62% e 80%.
    Na Ryanair representa 40% dos custos (o custo de combustível terá atingido 5,2 milhões de euros em 2025). As low-cost são muito eficientes a reduzir custos, como os custos com pessoal mas têm margens muito baixas – um aumento dos custos totais entre 25% e 32% (0,4 x 0,62 a 0,8) dá cabo delas – a menos que aumentem os preços e cortem nas linhas em que ganham menos. Tal como as de bandeira.

  3. Guilherme says:

    Uma pergunta séria vocês estão a comer a treta de não existir combustíveis nas lajes por ser tratar de contaminação?

    • B@rão Vermelho says:

      Até prova do contrário temos de acreditar, mas cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém.

    • Max says:

      Qual é a tua teoria da conspiração? 😉
      Quiseram sabotarar o combustível para aviões da Base das Lages? Os americanos usam o seu próprio combustível e o para aviões militares é diferente.

      • Guilherme says:

        Nop nem isso me passou pela cabeça já que os americanos é que trazem o seu próprio combustível.

        Estou a falar de sinais de falta de combustível, não quiseram já lançar o pânico?

        • Moina says:

          Também acredito nessa teoria.

        • Max says:

          Num pequeno aeroporto no meio do Atlântico:
          a) ou chegou um lote de jet fuel que não cumpria os critérios de qualidade, ou,
          b) não chegou jet fuel nenhum – porque há escassez. Isto apesar do governo português e a Galp garantirem que não há escassez, tal como a UE e as companhias aéreas (pelo menos para já).
          Isso é que é cabeça 😉

  4. Max says:

    Um artigo muito interessante da Sic Notícias, em resposta à questão:
    “Fiz uma reserva para Cabo Verde, uma semana, de 5 a 12 de junho, [em regime de] tudo incluído. Já paguei [a viagem na totalidade]. Mas ontem, a agência contactou-me a informar que tenho de pagar mais 75 euros por pessoa , a pretexto do aumento do [preço do combustível] do transporte de passageiros.”
    A viagem estar totalmente paga impede o aumento do preço?”
    https: //sapo.pt/artigo/e-legal-agencia-de-viagens-aumentar-preco-depois-do-pagamento-por-causa-dos-combustiveis-6a0b7372d2558eb2322c8ed3

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