Jovem da Etiópia já conquistou quase 7 milhões de pessoas na Internet a fazer moda com lixo
Dando nova vida a materiais descartados, e com apenas um smartphone e uma conta no Instagram e no TikTok, um adolescente da Etiópia conquistou milhões de seguidores em todo o mundo. A história de Kalu Putik reflete o poder que a Internet tem de catapultar o talento de alguém, independentemente de onde esteja.
O adolescente de 15 anos Kaleab, de Mekelle, no norte da Etiópia, cresceu num ambiente modesto e desenvolveu o hábito de ver potencial nos materiais que os outros descartam.
Sem formação em moda, trabalha com o que encontra, desde sacos de plástico, borracha e cartão até retalhos de tecido e tampas de garrafa.
O lixo virou luxo e conquistou a Internet
Seja qual for o conjunto, o cenário dos vídeos que o adolescente grava sob o nome Kalu Putik é sempre o mesmo: uma parede, uma tábua de madeira e um smartphone. Este último é a porta para o mundo.
Os vídeos, publicados nas redes sociais, seguem sempre o mesmo formato: em cima de uma tábua de madeira, Kaleab começa com os materiais soltos, faz uma transição rápida e aparece completamente vestido com um look novo.
Com o primeiro vídeo a datar de 30 de março deste ano, foi no mês seguinte que os vídeos explodiram. As 22 publicações já conquistaram a Kalu Putik mais de cinco milhões de seguidores só no Instagram. No TikTok, acrescem à legião de fãs 1,4 milhão de seguidores, bem como milhões e milhões de visualizações e gostos.
Curiosamente, a conta oficial do Instagram chegou a deixar um comentário público a pedir para destacá-lo no perfil da plataforma. Apesar dos 2,1 milhões de gostos, o comentário foi ignorado.
O poder da Internet
Na secção dos comentários das suas publicações, os nomes das maiores marcas de moda surgem repetidamente, desde Balenciaga, Louis Vuitton e Gucci até à Nike, com os utilizadores a torcerem para que alguém do setor apareça e lhe faça uma proposta.
De facto, há vinte anos, o talento de Kalu ficaria em Mekelle. Contudo, hoje em dia, está a chegar a milhões de pessoas em todo o mundo, sem agentes, sem marcas e mesmo sem capital inicial.
Aliados à sua força de vontade, um smartphone e uma ligação à Internet foram suficientes para catapultar o adolescente.
É exatamente isso que torna este caso relevante e mais do que moda. Plataformas como o Instagram e o TikTok permitem, hoje em dia, que alguém numa cidade do norte da Etiópia chegue a mais pessoas do que a maioria das marcas estabelecidas, gerando não apenas interesse, mas admiração por parte de quem acompanha.
A história de Kalu Putik mostra que há talento em sítios onde dificilmente chegaria uma oportunidade e que a Internet pode abrir portas que estavam, à priori, fechadas.






















só espero que a industria não o transforme em um “simbolo da cultura LGBTQPANshit”
Tu deves ser mesmo inseguro, é que isso não te sai da cabeça, para ti qualquer coisa é WOKE, ainda bem que há países que as pessoas podem ser livres de se assumirem quer pela religião, orientação sexual, cor de pele, sem medo de nada, viva a liberdade, eu sou lésbico 🙂 assumido e vivo bem com as outras orientações sexuais deferentes da minha sem receios de cair em tentação.
primeiro, tu deves parar de ser administrador dos comentarios aqui.
segundo, ninguém DEVE ser influenciado a pensar que ser G4Y é coisa normal. não é normal e nunca será normal.
se és gay, sejas tu, apenas ff
O Herman fez isso à mais de 40 anos no Talcanal!
https ://www.youtube.com/watch?v=2cNgCTv0C3g
O lixo de uns é ouro para outros.