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Honda afunda em prejuízos históricos após travar aposta nos carros elétricos

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. JL says:

    “O presidente executivo da Honda, Toshihiro Mibe, admitiu que a marca perdeu competitividade em custos e desenvolvimento de produto, sublinhando que o problema vai além do abrandamento do mercado elétrico.”

    Exato, se não os sabem fazer mais vale estarem quietos.

    • Mario says:

      Por isso é que os hondas são dos carros mais fiáveis que existem em termos mecânicos. Mas o JL é que sabe. Um Tesla de perda total é mais fiável.

      • Gonçalo says:

        Até podem ser dos mais fiaveis mas as vendas vêm a cair aos anos, e sinceramente essa era já lá vai os hondas mais recentes deixam muito a desejar

      • Realista says:

        1995 chamou e quer a mentalidade de volta…

        Os Hondas de hoje em dia deixam muito a desejar.

        • Grunho says:

          Não é de agora. Os motores Honda são mesmo os melhores, e ,mais fiáveis até Toyota batem, e então alemães e franceses deixam-nos de rastos. Já nos acabamentos, plásticos e barulhos de carroçaria não estão ao mesmo nível da Toyota e da Mazda.

      • Irony says:

        Fiável enquanto tem o garrafão de óleo no porta bagagem, se um dia te esqueceres dele, já foste

    • TugAzeiteiro says:

      Só conhecia esse Honda pequeno da imagem do artigo… que até já tem uns bons anos, uma autonomia muito limitada e um preço proibitivo. Claramente a Honda não apostou nos eletricos… mas o principal problema é mesmo a fraca procura dos seus carros, mesmo a combustão, o que não acontece nas motos!

    • JL says:

      Por acaso não são.

      Lá vem o argumento à criança mimada.

  2. Max says:

    Quer a Toyota quer a Honda terminaram o ano fiscal a 31 de Março. A Toyota ganhou menos e a Honda perdeu dinheiro.
    – A Toyota com um lucro líquido de 3,85 biliões (trillion) de ienes (24,8 mil milhões de USD), uma queda de 19,2%, apesar do record no valor das vendas. Teve perdas operacionais de 1,9 biliões de Ienes nos EUA, devido às tarifas, custos operacionais e investimentos em fábricas de baterias para elétricos. A Toyota não apostou tudo nos BEV (ao contrário da Honda e da VW) – vendeu 243 mil BEV (embora inicialmente a meta fosse de 1,5 milhões, ainda assim foi mais 68% que no ano anterior) e 4,6 milhões de híbridos. A Toyota foi salva pelos híbridos.
    – A Honda teve perdas de 423,9 mil milhões (billion) de ienes (2,7 mil milhões de USD), devido à reestruturação do setor dos veículos elétricos (o cancelamentos dos projetos implica que todos os investimentos realizados são contabilizados como prejuízos, em vez de se contabilizar no ano, como custo, apenas uma fração anual) e quebras de vendas na China. Se não fossem as vendas, onde teve lucros, os resultados seriam bem piores. Ir devagar com os BEV e apostar nos híbridos, como fez a Toyota parece a estratégia acertada.

    • JL says:

      “A Toyota não apostou tudo nos BEV (ao contrário da Honda e da VW”

      Só existe uma marca no mundo que apostou tudo nos BEV, dá pelo nome de Tesla.

      • Nuno V says:

        E as empresas como a Li Auto, Lucid, NIO, Polestar, Rivian, XPENG,…?

        • JL says:

          Verdade, não mencionei a Polestar por ser do grupo a que pertence a Volvo, LI auto porque também investe em eléctricos com extensor de autonomia tal como NIO, Xpeng.

          Rivian e Lucid sim, também são.

          • Nuno V says:

            A Li Auto, e a Xpeng produzem
            EREV. A NIO não, apenas produz veículos 100% eléctricos.

            A Polestar não faz parte do mesmo grupo a que pertence a Volvo. O maior accionistas da Volvo é a Geely, o da Polestar é a PSD Investment. Mesmo que a Geely e a Volvo possuam 38% desta, e o CEO da PSD Investiment seja o fundador e CEO da Geely.

            No entanto, a conclusão é que a a afirmação “Só existe uma marca no mundo que apostou tudo nos BEV, dá pelo nome de Tesla.” não é verdadeira.

          • JL says:

            A Nio em 2024 tinha anunciado que ia desenvolver reevs.

            Certo

          • Nuno V says:

            Errado. William Li em 2024 falou contra os EREV, e disse que apenas consideraria desenvolver um EREV, se a Tesla lançasse um.

            Mesmo que a NIO dissesse que iria desenvolver um EREV, a tua afirmação sobre a Tesla continuaria a estar errado. Porque apresentei outras três marcas que apenas desenvolvem veículos eléctricos puramente a baterias.

          • JL says:

            Há noticias sobre isso em 2024, mas claro que podem ser falsas como muitas outras.

          • Nuno V says:

            https://eletric-vehicles.com/nio/nio-will-only-consider-launching-extended-range-evs-when-tesla-does-ceo-says/

            Tens alguma notícia dita por uma fonte oficial que a NIO ia desenvolver EREV.

            Mas mais uma vez, é irrelevante. E a tua tentativa de desviar as atenções não funciona. Aceita que a afirmação que fizeste está errada, ponto. Ou és daqueles que não consegue admitir quando está errado?

          • JL says:

            Tenho, aqui tem:

            https://www.reuters.com/business/autos-transportation/chinas-nio-plans-sell-its-first-hybrid-car-overseas-only-sources-say-2024-11-04/

            https://www.highmotor.com/en/Nio-plans-to-market-electric-range-extenders-outside-China.html

            Como vê, a sua tentativa de provar o contrário também não funciona.

            Eu já aceitei que é exagerada, no entanto de todas essas marcas que apostaram em força nos BEV, a tesla ainda é a única que está na maioria dos mercados Europeus.

          • Nuno V says:

            Claramente tens um problema de compreensão. É que “fonte oficial” não é, como diz a Reuters, “according to two people with knowledge of the matter”. Ou então pior ainda, como é o caso da High Motor, que não cita qualquer fonte. O que não funcionou foi a tua tentativa de provar o quer que seja, pois falhaste redondamente.

            A tua afirmação não é exagerada, é errada. Nem muito funciona a tua tentativa de alteração da afirmação inicial, que nunca indicaste que esta era limitada aos mercados europeus. Até porque não faz qualquer sentido, porque este artigo em questão não é sobre o mercado europeu ou português, nem muito o comentário do Max que tu respondeste.

    • Max says:

      Acima:, Honda: Se não fossem as vendas das motas, onde teve lucros históricos “impulsionados pela India e pelo Brasil”.

  3. JP says:

    Eu ainda não tenho um carro elétrico, mas vou querer ter um. Acompanho artigos e alguns canais no YouTube, a evolução está nesses carros. As baterias estão a cada ano que passa,com mais autonomia e os tempos de carregamento mais rápidos. Já começam aparecer carros com boas características, com preços abaixo dos 30 k, é o meu limite. Curiosamente não é nas marcas de automóveis que sempre conheci que vejo as melhores opções, mas da Coreia do Sul ou na China.

  4. Yamahia says:

    Apenas a UE da macacada é que subsidia elektros. As marcas já perceberam isso, q sem subsídios não há vendas, e na generalidade todas cancelaram projectos BEV condenados ao prejuízo, não foi apenas a Honda.
    A Honda fez o que tinha que fazer.

    • Vítor M. says:

      Mais uma mentira. Não é “apenas a UE” que subsidia elétricos. A União Europeia nem sequer tem um subsídio único europeu. Os incentivos são sobretudo nacionais. E existem apoios também nos EUA, China, Canadá, Coreia do Sul e outros mercados.

      Como é fácil perceber, a China continua a ser o maior mercado mundial de elétricos e cresceu muito graças a incentivos estatais, benefícios fiscais e apoio industrial. Marcas como a BYD, NIO ou XPeng continuam a investir fortemente.

      Também nos EUA, o Inflation Reduction Act criou incentivos enormes para produção e compra de elétricos. Empresas como Tesla, Ford Motor Company e General Motors continuam a apostar nos BEV.

      Depois, nem “todas” as marcas cancelaram projetos BEV. O que aconteceu foi uma revisão de calendários. Algumas marcas passaram a manter híbridos durante mais tempo porque o mercado ainda não está totalmente preparado para uma transição rápida.

      A Honda anunciou recentemente cortes e reavaliações em alguns planos elétricos devido à rentabilidade e procura, mas continua a desenvolver modelos BEV e baterias. Não abandonou o segmento. Portanto, porque inventas? Porque não vais investigar? Acho que só tinhas a ganhar 😉

      • Mario says:

        Dizem que ninguém é obrigado a comprar um elétrico. Formalmente, é verdade. Na prática, não.
        Sobe-se o imposto sobre os combustíveis, agrava-se o IUC com uma “taxa de CO₂” de critérios obscuros, anuncia-se o fim da venda de carros a combustão, restringe-se a circulação nas cidades — e depois, quando as vendas de elétricos crescem, proclama-se que “o consumidor escolheu”. Escolheu entre o quê? Entre o que lhe deixaram escolher.
        É como ir à frutaria comprar maçãs e, de um dia para o outro, deixarem de as ter ou venderem-nas ao triplo do preço. Um mês depois, o vendedor diz: “vendi mais pêras, é a tendência”. Não é tendência — é desenho.
        O mesmo se passa com as renováveis. Dizem-nos que já são mais baratas que os combustíveis fósseis, mas o gás natural só ficou mais caro porque lhe colaram uma taxa de CO₂ por decisão política. Sem essa taxa, continuaria mais barato em muitos contextos. Não venceram pelo mérito — o adversário foi obrigado a competir com pesos nos tornozelos.
        E o argumento ambiental não se sustenta: se fosse a sério, a palavra de ordem seria consumir menos, e não trocar de carro de cinco em cinco anos para alimentar uma nova indústria com o rótulo verde.
        A verdadeira liberdade de escolha pressupõe alternativas em concorrência justa. Quando se penaliza artificialmente uma das opções, deixa-se de escolher — passa-se a obedecer com um sorriso.
        Se o elétrico é mesmo tão superior como nos dizem, porque é que precisa de tantas muletas fiscais e proibições para vencer? Os produtos genuinamente melhores não costumam precisar disso

        • Vítor M. says:

          Outra vez a inventar uma narrativa de 😀 esquerda 😀 O teu comentário tenta passar a ideia de que os carros elétricos só existem porque os governos “forçaram” as pessoas a escolhê-los. Mas ignora convenientemente vários factos.

          Primeiro: todos os setores energéticos e automóveis foram subsidiados durante décadas. O petróleo beneficia de incentivos fiscais, infraestruturas públicas gigantescas, rotas marítimas protegidas, exploração financiada por Estados e ausência histórica de custos ambientais reais. Fingir que os combustíveis fósseis sempre viveram em “mercado livre” é uma fantasia. Esse argumentário é faccioso!

          Depois, há uma contradição evidente: se os elétricos fossem assim tão maus e indesejados, porque é que marcas como a BYD, Tesla ou até fabricantes europeus estão a investir centenas de milhares de milhões nesta tecnologia? Não é por caridade ideológica. É porque a eficiência energética de um motor elétrico é objetivamente superior à de um motor a combustão. E é a mais pura das verdades. Eu expliquei aqui tim-tim por tim-tim: https://pplware.sapo.pt/motores/quando-o-mundo-trocou-o-simples-pelo-complicado-a-estranha-evolucao-automovel/ não tens como contrarir, se usares apenas a verdades dos factos.

          O argumento da “falsa escolha” também cai por terra quando olhamos para a realidade: ninguém proibiu ninguém de comprar usados a combustão, nem de continuar a usar os carros atuais. O que existe é uma tentativa de reduzir dependência energética externa, emissões urbanas e consumo de combustíveis fósseis. Todas as transições tecnológicas da história tiveram incentivos e penalizações. A gasolina também substituiu o cavalo com investimento público, infraestruturas e legislação.

          Quanto ao CO₂, chamar “critérios obscuros” ao impacto ambiental dos combustíveis fósseis é ignorar décadas de dados científicos sobre poluição atmosférica, custos de saúde pública e alterações climáticas. O preço dos fósseis esteve artificialmente baixo porque muitos desses custos foram empurrados para a sociedade.

          E há outra ironia, quem critica os incentivos aos elétricos raramente fala dos milhar de milhões gastos ao longo de décadas para sustentar a indústria petrolífera global. Isso nunca foi chamado de “muleta”.

          Por fim, a ideia de que “o ambientalismo verdadeiro seria consumir menos” não invalida a eletrificação. As duas coisas podem coexistir. Melhor transporte público, menos consumo e veículos mais eficientes não são objetivos incompatíveis.

          O elétrico não precisa de “muletas” para existir. Precisa, como qualquer mudança industrial profunda, de aceleração inicial. Exatamente como aconteceu com a internet, energia solar, comboios, autoestradas ou até a exploração petrolífera.

          • Mário says:

            Porque é que um comentário que questiona é de esquerda? È a mesma coisa que ver um comentário a defender subsidios ás empresas dizer que é liberal… e sim, da esquerda para o liberalismo só muda quem recebe os subsídios 😉 .
            E sim JL posso fazer o texto se pretender (e depois sou eu que sou o extremista). Posso fazer um texto daqueles que diz que há pessoas que só olham para si e acham que a sua realidade é a realidade de todos (você).

          • Vítor M. says:

            Aaa espera, tu para acusar os outros disto e daquilo podes 😀 mas se é a ti…. ui que fica logo incomodado… está bem, abelha. 😉

            Podes, claro que podes questionar, mas com argumentos verdadeiros; normalmente não os usas. Isso não é muito honesto. Seja como for, ficaste sem argumentos. E com informação clara e atual. É esse o objetivo. Usa-a para não estares sempre a tentar enganar as pessoas (ou a ti mesmo 😉 )

          • Mário says:

            Vitor, relativamente ao CO2 não duvido dos estudos cientificos, duvido sim dos politicos que temos, todos eles, porque os liberais também são a mesma corja, á procura de tacho, estão a taxar o CO2 mas apenas com um objectivo, engordar a carteira do Estado. Não vejo uma estratégia clara para mudar.

          • Vítor M. says:

            Não se pode mudar nada… o Chega e o PS não deixam. São o novo PCP e BE.

          • Mário says:

            Estou a ver que o pplware é uma democracia, toda a gente fala mas só a opinião do Vitor é que conta.
            Diga-me os argumentos falsos que usei? Usei a realidade pura e dura, o que está a acontecer.
            Relativamente ao gás natural é mentira?
            Relativamente ao se ter deixado de comercializar motores diesel é mentira?
            Há liberdade de escolha perante a UE? Não. Ou é elétrico ou é eletrico.
            As pessoas têm condições nomeadamente financeiras? Não, mas vamos fingir que não sabemos.
            Quanto trás a questão da política é porque não tem mais argumentos obviamente.
            Por alguma razão é que industrialmente não somos competitivos, porque temos taxas e taxinhas (entre elas o CO2) que só tem servido para nos afundar. (Não sr. Vitor, não podemos culpar os sindicatos desta vez.
            Eu não estou incomodado homem! 🙂

          • Vítor M. says:

            O Mário não estás habituado a ter contraditório, muito ao estilo PCP. Aqui tem, e sim, é uma democracia. Todos têm uma opinião (e exemplo é teres a palavra), mas os que apenas querem mentir e aldrabar o discurso, sem trazer factos, são desmascarados. E depois resmungam como o Mário.

            Tudo o que disseste sobre os incentivos e subsídios aos elétricos e à eletrificação é uma completa narrativa falsa. E foi desmascarada. Ficaste irritado 😉

            Sobre o gás natural 😀 sabes aqueles que falam apenas meias verdade e metade mentiras? O que disseste é disso um exemplo. Se não vejamos, o gás natural não ficou caro só por causa da taxa de CO₂. Essa taxa existe e influencia o preço, claro, mas o grande aumento veio sobretudo da guerra na Ucrânia, da redução do gás russo, da procura mundial de GNL e da volatilidade do mercado energético. Aliás, em 2022 o preço do gás disparou mesmo em mercados fora da Europa onde não existe o sistema europeu de licenças de carbono.

            Quanto às renováveis, hoje a solar e a eólica já conseguem, em muitos casos, produzir eletricidade mais barata do que novas centrais fósseis. Isso não quer dizer que o sistema elétrico inteiro fique automaticamente barato, porque há custos de redes, armazenamento e estabilidade. Mas dizer que “só parecem baratas porque taxaram o gás” é uma simplificação demasiado grande. Ou uma narrativa para falsear a verdade 😉

            “Por alguma razão é que industrialmente não somos competitivos”… (Não sr. Vitor, não podemos culpar os sindicatos desta vez.) 😀 basta ver os 10 meses perdidos a tentar a concertação social com os sindicatos politizados. Dizes cada coisa estranha!!!

            Não estejas incomodado com a verdade. Nada deverá ser mais interessante, para a democracia, que a verdade. A retidão.

          • Mário says:

            Sim, porque o CO₂ está a 75€ por tonelada — um preço definido sabe-se lá como. Aliás, sabemos bem: à maneira liberal, para cima e para o bolso de quem está do lado certo do balcão. Mas atenção, se algo correr mal, a fatura vem para o Estado pagar — chama-se “reequilíbrio financeiro”. Lucros privados, prejuízos socializados. O costume.
            Estou perfeitamente habituado ao contraditório e a ter as minhas opiniões ouvidas — é o que acontece quando se trabalha numa empresa decente. Já o Vítor parece apoiar a reforma laboral e ser do clube dos velhos do Restelo, daqueles que ainda acham que se deve trabalhar de sol a sol sem chiar, com os amigos liberais a esfregar as mãos por poderem despedir a bel-prazer e sem dar satisfações. Há aqui um ressabiamento qualquer. Como diz o ditado: não sirvas a quem serviu, nem peças a quem pediu.
            E não, não fiquei irritado — fiquei foi à vontade, porque a narrativa que descrevi é exatamente o que se passa no terreno. Então explique-me uma coisa: porque é que um comercial de uma marca automóvel me diz, em privado, que é obrigado a empurrar elétricos, mesmo quando o cliente não os quer? Onde está a tal concorrência justa? Que direito de escolha é esse, quando a prateleira só tem uma opção? Ainda há diesel nos segmentos de entrada, ou já foi tudo “convidado a sair”?
            Já agora, sobre o tema laboral — uma vez que viaja tanto e gosta de dar lições: os países nórdicos são os mais sindicalizados da Europa. Curiosamente, têm também dos melhores níveis de qualidade de vida, salários e proteção social do mundo. Coitadinhos, com tanto sindicato e ainda assim a viver tão bem. Devem estar a fazer alguma coisa errada, não?
            A retidão, como diz, é fundamental para a democracia. Começa por não confundir “ter razão” com “ter o microfone mais alto”.

          • Vítor M. says:

            😀 conversa fiada. Eu falo em alhos e tu em bugalhos. Enfim. Agora já não é democracia poderes ter opinião; agora queres que todos tenham a tua opinião… mais nada? 😉

            Estás errado, e eu, no comentário anterior, expliquei-te isso bem. Escusas agora estar a misturar as coisas. Não fiques chateado só porque não estás a ser verdadeiro, nos argumentos.

          • Mário says:

            Eu não estou chateado… disse a verdade… agora se o Vitor quer levara a melhor leve…
            Já agora veja o que os malvadões dos sindicatos fizeram
            https://www.radiovizela.pt/noticia-trabalhadores-indemnizados-21-anos-apos-o-fecho-da-baiona

            Nem sabia que eles geriam empresas e passavam cheques.

          • Vítor M. says:

            Estás chateado 😉 agora até vais buscar os casos da massa falidas da Baiona que foi para tribunal. Lá está. Muitas vezes a culpa destas indiminzações falharem é da massa falida, que não está para os interesses dos trabalhadores, mas pelas interesses das comissões que as compõe 😉 e, em muitos casos no Vale do Ave, foi isso que aconteceu. Tu estás muito sindicalista. Deixa lá brotar o PCP que há em ti. Mas foste buscar um caso não meio de tantos onde tanta mafiosisse se passou 😉

          • Mário says:

            Agora dizer que fala em alhos e bugalhos… fomos os dois diretos ao assunto. E não não explicou, tanto que fui buscar valores das cotações reais para o provar.
            Então achava bem voce chegar ao supermercado e a senhora dizer.. voce só leva bananas porque eu só quero que voce leve bananas.

          • Vítor M. says:

            Valores truncados, sem nexo, apenas para uma discussão com o objetivo de truncar a verdade, moldar a realidade numa amalgama de palavras sem nexo. Sem veracidade, 😉 desafio-te a seres honesto nestes diálogos, para pelo menos o tempo ser bem empregue 😉 achas que consegues?

          • Mário says:

            Citando o Eng. Vidigal: https://www.linkedin.com/posts/antonio-vidigal-3879b0_quando-mario-draghi-fala-a-europa-ouve-activity-7461234628104863744-o74f?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAy8p3EBqZBvFgZPyiHmMJ1wVd_ZjC8kAxw

            (…)

            A Europa enfrenta simultaneamente:
            • perda de competitividade industrial
            • energia estruturalmente mais cara
            • excesso de burocracia e regulação
            • fragmentação financeira
            • dependência tecnológica
            • fragilidade militar e estratégica

            (…)
            Quando um Eng. da EDP o diz, é o Vitor que percebe de eletricidade?

          • Vítor M. says:

            O Draghi é eng. da EDP? Cada disparate!!!

            Mas, vamos já ver o que é dito:

            Num discurso em Aachen, Alemanha, ao receber o Prémio Carlos Magno pelo seu contributo para a unidade europeia, Draghi afirmou que a Europa entrou numa nova era em que está “verdadeiramente sozinha” perante um mundo mais fragmentado, mais agressivo e menos previsível. Um mundo em que os EUA de Donald Trump deixaram de ser o aliado previsível que a Europa conheceu durante décadas.

            Portanto, são palavras de Draghi, apenas focadas num cenário que ele próprio descreve. Mas que nada vai ao encontro das tuas preocupações. Misturaste estas palavras mas não sabes contextualizar.

        • JL says:

          Então qual é o seu eléctrico ?

          Consegue fazer o mesmo texto sobre gasóleo vs gasolina ? Não é preciso mudar muito o texto.

      • LFerreira says:

        Os subsídios para compra de veículos elétricos na União Europeia resultam de uma combinação entre políticas europeias e financiamento nacional. A UE, através da Comissão Europeia, define as metas climáticas, as regras industriais e o enquadramento legal que incentiva a transição para a mobilidade elétrica. Essas orientações são depois aprovadas ao nível europeu pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da União Europeia.

        No entanto, na maioria dos casos, a UE não entrega diretamente o dinheiro ao consumidor. Os apoios financeiros à compra de veículos elétricos são normalmente pagos pelos governos nacionais de cada Estado-Membro, utilizando verbas dos seus próprios orçamentos, fundos ambientais, receitas de carbono ou programas de transição energética.

        A Comissão Europeia tem também um papel central na aprovação das regras de “auxílio estatal”, garantindo que os incentivos atribuídos pelos países respeitam as normas europeias de concorrência. Além disso, a UE disponibiliza financiamento indireto através de mecanismos como o NextGenerationEU, os Planos de Recuperação e Resiliência (PRR), o Fundo de Coesão, o InvestEU e o Banco Europeu de Investimento, que apoiam infraestrutura de carregamento, produção de baterias e projetos ligados à mobilidade elétrica.

        Em termos estratégicos, as principais diretrizes europeias vêm do Green Deal Europeu e do pacote legislativo “Fit for 55”, que estabelecem objetivos de redução de emissões e aceleram a eletrificação do setor automóvel.

        • Vítor M. says:

          O teu comentário está, no essencial, correto e bastante mais factual do que muitos debates simplificados sobre o tema. Há, no entanto, alguns pontos que podem ser aprofundados ou contextualizados.

          Primeiro, distingue corretamente duas coisas diferentes, a política europeia e o financiamento direto aos consumidores. A Comissão Europeia define metas climáticas, regras de emissões e enquadramento regulatório. Mas os cheques, incentivos fiscais ou apoios à compra são normalmente decididos e pagos pelos governos nacionais. Em Portugal, por exemplo, os incentivos aos elétricos são geridos pelo Fundo Ambiental.

          O comentário também acerta ao referir que a UE influencia fortemente o mercado sem necessariamente “dar o dinheiro” diretamente. Isto é importante porque muita gente confunde “política europeia” com “pagamento direto de Bruxelas”.

          Outro ponto correto é a referência ao controlo dos auxílios de Estado. A Comissão Europeia tem mesmo de aprovar determinados mecanismos de apoio para garantir que não há distorções graves da concorrência entre países ou empresas.

          Sobre os programas europeus citados, o NextGenerationEU, PRR, Fundo de Coesão e Banco Europeu de Investimento têm efetivamente financiado infraestruturas, fábricas de baterias, redes elétricas e mobilidade sustentável. Isso é factual.

          Há apenas um detalhe importante, o comentário pode dar a entender que toda a eletrificação automóvel depende de subsídios diretos à compra, quando atualmente a estratégia europeia já vai muito além disso. A prioridade está cada vez mais na criação de cadeia industrial própria, independência energética e redução da dependência chinesa em baterias e matérias-primas.

          Também é verdade que o Green Deal e o “Fit for 55” são hoje os grandes motores políticos da eletrificação na Europa. O pacote “Fit for 55” inclui medidas concretas, como a meta de redução de emissões dos automóveis novos, que na prática conduz ao fim da venda de novos carros a combustão em 2035.

      • LFerreira says:

        Mas… Nos Estados Unidos, a política de apoio aos veículos elétricos mudou significativamente com o regresso de Donald Trump à presidência. A nova administração iniciou o desmantelamento de parte dos incentivos criados durante o mandato de Joe Biden, sobretudo os créditos fiscais federais destinados à compra de veículos elétricos.

        O principal subsídio afetado foi o crédito até 7.500 dólares por veículo, previsto no Inflation Reduction Act. Paralelamente, houve redução do apoio federal à infraestrutura de carregamento e uma flexibilização das metas ambientais e de emissões impostas à indústria automóvel.

        O mercado começou a reagir rapidamente. As vendas de veículos elétricos continuam a existir e o setor não entrou em colapso, mas o crescimento desacelerou de forma visível. Muitos consumidores anteciparam compras antes do fim dos incentivos, criando um aumento temporário das vendas seguido de expectativas de abrandamento.

        Os fabricantes automóveis também adotaram uma postura mais cautelosa. Várias empresas reduziram investimentos, adiaram novas fábricas e reviram metas ambiciosas de eletrificação total. Algumas marcas passaram a apostar mais em veículos híbridos, considerando que a procura por elétricos puros está a crescer mais lentamente do que o esperado.

        Apesar disso, a maioria dos fabricantes não abandonou completamente o mercado dos veículos elétricos. O que se observa é uma desaceleração da transição, e não um recuo total. A indústria continua a considerar a eletrificação inevitável no longo prazo, sobretudo devido à concorrência chinesa, à evolução tecnológica das baterias e às políticas ambientais da Europa e da Ásia.

        • Vítor M. says:

          Exato. Mas há um, contudo, um detalhe importante, o crédito fiscal federal até 7.500 dólares do Inflation Reduction Act não desapareceu completamente de imediato. O que aconteceu foi uma tentativa política de reduzir ou eliminar partes do programa, juntamente com alterações regulatórias e menor prioridade federal à eletrificação. Algumas medidas exigem aprovação do Congresso ou enfrentam obstáculos legais e industriais.

      • LFerreira says:

        Ford lost another $1.4 billion on its Model e EV division in the third quarter. It lost $5.1 billion in 2024 after losing $4.7 billion the year prior.
        https://www.thestreet.com/automotive/latest-ev-sales-data-reveal-uncomfortable-truth

      • João Corvo says:

        Eish que mauzinho Vitor. Assim tão assertivo o Yamahia vai deixar-te sem resposta.
        E, acrescentando, os subsídios são sempre necessários para fazer alterações bruscas na sociedade. Temos o exemplo dos apoios aos caminhos de ferro no século XIX, os apoios à aviação comercial, o apoio à mecanização da agricultura no pós-guerra, os apoios à energia solar e eólica.
        E não esquecer nunca os apoios à indústria automóvel tradicional, sem a qual muitas marcas teriam desaparecido.

        Mas eu acho que isto é “demasiada areia para a cabeça” do Yamahia

    • JL says:

      Foi como nos diesel, sem subsídios também não vendia, acabaram e é o que se vê.

      • Max says:

        O que acabou foi a oferta de modelos a diesel. Os subsídios ao gasóleo são na tua cabeça (e do Grunho).

        • Gonçalo says:

          Não não são, havia sim subsídios ao gasoleo provavelmente não te lembras mas existiram principalmente para empresas

          • Max says:

            Isso do gasóleo profissional, agrícola e das pescas é outra história

          • Jose says:

            Só ouvi desde sempre, que tal coisa era apenas para as empresas!

          • Yamahia says:

            No entanto, sempre pagaram IUC, ISP, ISV, estacionamentos… e nunca vi darem 4.000 € para comprar um diesel em detrimento de um gasosas. A única vantagem fiscal do diesel é, e sempre foi, a taxa lunática do CO2.

            O diesel impôs-se, e ainda se impõe, mesmo em mercados de lunáticos como a Noruega, porque é a melhor solução para trabalho, resistente e capaz de percorrer longas distâncias sem comprometer o que tem de ser feito a tempo e horas.

          • JL says:

            Pois claro que não viu, nessa altura menos dinheiro, cerca de 2200 €.

            A Noruega só compra diesel para carrinhas, e poucas, mas enfim, sempre a mesma desculpa, tenho um diesel para passear porque são usados para trabalho.

        • JL says:

          Não terminou, existem muitas marcas com diesel, têm menos modelos porque andam a vender menos.

          Não sou eu que digo que há subsídios, é você e outros por aqui, inclusive tem aqui artigos sobre isso.

          • Max says:

            Quando digo que quem tem carros a combustão subsidia os elétricos é porque não pagam imposto nenhum (tirando o IVA da compra). Nos pagantes, os a combustível, que o gasóleo pague menos ISP que a gasolina, continua a pagar muito – só na cabeça do Grunho é que é subsidiado.

          • JL says:

            Eles já pagavam o mesmo imposto antes de haver eléctricos, portanto isso é mentira.

            É muito simples, compre um carro a combustão sem cilindrada e emissões, crie um combustível sem emissões e paga impostos tal como os eléctricos, a lei é igual para todos.

            Então o gasóleo paga para os eléctricos e a gasolina paga para todos. LOOOOOOOOOL

          • Mário says:

            Os elétricos estão isentos meu caro. Como é perito a deturpar a realidade. Quando lhe vierem com imposto sobre quilometros já o estou a ver como adulterar a quilometragem e a dizer mal de quem lançar a lei.

          • JL says:

            E onde disse que não estão isentos ? já vimos que não sabe ler, mas repetir sempre o mesmo erro já é crónico.

            O que deturpei, diga lá se conseguir ?

            Com os kms é que era, isso sim, faz sentido, quem anda muito paga mais, quem anda pouco paga menos, venham eles.

      • Mário says:

        E sou eu que venho diabolizar.
        Se não houvesse carros elétricos batidos também certas pessoas não tinham frankensteins em casa.

    • JL says:

      Alias, acabaram nos veículos, no combustível ainda existe.

    • Vagueante says:

      https ://www.razaoautomovel.com/opiniao/afinal-a-toyota-tinha-razao-sobre-a-eletrificacao-e-os-chineses-perceberam/

      • Max says:

        “Na Europa, continuamos atordoados. A gigante Volkswagen só agora é que vai lançar o primeiro motor híbrido da sua longa história. E várias outras marcas, depois de terem apostado numa eletrificação total, estão agora a rever as suas decisões.
        Durante todo este tempo, houve uma marca — aliás, duas marcas, mas já lá vamos — que mantiveram a estratégia, sem pestanejar. Falo da Toyota. Sem histerismo, continuou a desenvolver os seus motores híbridos. Há inclusive uma nova geração de híbridos a caminho, que deverá chegar em 2027.
        Por descrença nos elétricos? Nem por isso. Por descrença em soluções únicas para uma multiplicidade de necessidades tão vastas.”
        Bom artigo.

        • Vagueante says:

          Concordo, bom artigo. A Toyota sempre foi assim. No entanto os modelos electricos que tem agora são bastante interessantes o novo CHR+ é muito bom e o BZ4X Touring surprende.

      • JL says:

        Tinha razão nas palavras que usou, porque o resultado deles é o mesmo, curioso que nunca falam do tremendo fracasso que apostaram.

    • beinformed says:

      Tens de procurar um documentario no Youtube que fala sobre a ascenção meteorica da BYD e como é que isso aconteceu.
      Vais mudar de opinião.

      • B@rão Vermelho says:

        Já partilhei por aqui o link.

        Em relação a Honda, eu já aqui partilhei também que na Ásia em cada 10 motas 7 são Honda, e no ano passado só na Indonésia foram vendidas mais de 6.4 milhões de motas e a Indonésia é só o terceiro maior mercado, ficando atrás da Índia e China, sendo certo que estes dois países tem marcas próprias e muito baratas mas mesmo assim a Honda vende muito bem.
        Em relação os VE, eu continuo a achar que a “pouca” autonomia afasta muita gente.

      • Max says:

        Em 2025, a BYD vendeu praticamente metade de BEV – mais do que a Tesla (2,257 milhões, 49,6%) e metade de híbridos (2,289 milhões, 50,4%). Muito longe de ter apostado totalmente nos elétricos.

    • Yamahia says:

      Além da Honda e já por aqui falado, marcas como a Stellantis (várias marcas) Ford, Maserati, GM (várias marcas), Lamborghini, Volkswagen, Porsche, Toyota, Aston Martin, Volvo etc meteram travão a fundo no BEV ao perceberem a aproximação ao abismo da aposta no tudo elektro.
      Olhando para a China o fenómeno tbm é parecido. A referência BYD acaba de perder 40% nas vendas face a igual período de 2025. Na generalidade as marcas, na China em particular, estão a apostar em carros a combustão com baterias a disfarçar a doutrina elektra.

      • JL says:

        Então mostre lá quais dessas marcas apostou tudo no eléctrico, é que falta aí a única que realmente apostou.

        • LFerreira says:

          Ele não disse que apostaram tudo no elétrico, mas sim que ” meteram travão a fundo no BEV”.

          Ford lost another $1.4 billion on its Model e EV division in the third quarter. It lost $5.1 billion in 2024 after losing $4.7 billion the year prior.
          https ://www.thestreet.com/automotive/latest-ev-sales-data-reveal-uncomfortable-truth

          Desinvestimentos:
          General Motors
          Reduziu produção em fábricas de EV nos EUA, adiou projetos e voltou a investir fortemente em modelos a combustão e híbridos. A empresa afastou-se discretamente da meta de ser totalmente elétrica até 2035.
          Honda Motor
          Sofreu uma das maiores reviravoltas do setor. Cancelou projetos EV na América do Norte, suspendeu investimentos no Canadá e passou a apostar novamente em híbridos. Reportou prejuízos muito elevados associados à estratégia elétrica.
          Stellantis
          É apontada como uma das empresas com maiores “write-downs” ligados a EVs, acumulando dezenas de milhares de milhões em perdas contabilísticas e revisões de projetos elétricos.
          Mercedes-Benz Group
          Reviu metas de eletrificação, desacelerou a expansão EV e aumentou o foco em híbridos e motores térmicos devido à procura abaixo do esperado.
          Volvo Cars
          Abandonou a meta anterior de se tornar totalmente elétrica até 2030 e passou a adotar uma estratégia mais gradual.
          Nissan Motor Corporation
          Reduziu produção de alguns modelos EV, atrasou lançamentos e enfrenta pressão financeira ligada à fraca procura em certos mercados.
          Toyota Motor Corporation
          Continua mais cautelosa com EVs puros e mantém forte aposta em híbridos. Também adiou alguns programas elétricos nos EUA.
          Volkswagen Group
          Tem enfrentado pressão sobre margens nos EVs europeus, encerramentos/reduções industriais e concorrência crescente dos fabricantes chineses.

          • B@rão Vermelho says:

            Podes acrescentar a Smart, que também voltou com a palavras atrás e voltou a fazer carros a combustão.
            E acho que assim é que deve ser, opções para todos os gostos e carteiras.

          • JL says:

            Então primeiro meteram travão a fundo e depois já desinvestiram ?

            Nem vocês sabem o que leem nem o que escrevem.

            Já agora, está aqui o ele disse:

            “da aposta no tudo elektro.”

          • JL says:

            Não existe nenhum smart a combustão, prometeram sim, um hibrido.

      • JL says:

        Errado, a China também aposta em carros eléctricos com motor a combustão para gerar energia eléctrica.

        • B@rão Vermelho says:

          Eu pessoalmente ainda não percebi a vantagem econômica disso, Epower da Nissan aquilo pelo que tenho visto gasta e bem e como a bateria é pequena anda sempre ou quase sempre com o motor a combustão ligado.

          • JL says:

            Nem eu, mas enfim, a malta tem medo do 100% eléctrico, têm ai a solução para não terem medo, a BMW e Opel já tiveram e acabaram com eles.

  5. Carlos says:

    Parece-me que existe um grande mentira, sobre o estado dá subsidios para…. carros eletricos ou outros.
    O que acontence na maior parte das vezes, é que ou cobra menos impostos ou devolve imposto em forma de subsidio. Vou dar 2 exemplos, reduzir o preço da gasolina, dando um subsidio, o que acontence é apenas arrecadar menos imposto. No caso dos eletricos, o que acontence é devolver parte do iva, já pago pelo consumidor. Conclusão o estado não deu nada, apenas cobrou menos.

    • Yamahia says:

      Se comprares um Dacia Spring por cerca de 18.000 €, o IVA incluído ronda os 3.366,67 €. Se te dão 4.000 €, estão, na prática, a pagar-te para andares de carro a entupir cidades que é o que não é desejável.

      Além disso, não pagas ISV nem IUC, nem existe qualquer contribuição específica para a manutenção das estradas, apesar de os elektros, por serem mais pesados do que um equivalente a combustão, causarem maior desgaste do piso

      A insanidade é justificada pela suposta redução de emissões, algo que está mais do que provado ser uma valente mentira. E mesmo em circulação, os elektros são mais prejudiciais para a saúde, dado que emitem mais partículas PM2.5 do que veículos equivalentes a combustão, precisamente as partículas que mais afetam os seres vivos que têm de conviver com elas. Também aqui não existe qualquer custo destinado a ajudar o SNS.

      A prova é simples:
      1 elektro em ES é mais caro do que em Portugal.
      Já um carro a combustão é imensamente mais caro em Portugal do que em Espanha.
      E atenção que ES tb faz a panelinha com o lobby elektro, sobretudo pq tem a Rivera que já está no parlamento europeu a mandar bitaites, simplesmente PT consegue ser pior.

  6. Leandro says:

    Nem a combustao quanto mais eletrico

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