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“Twinkle”: a história do português que liderava uma rede de pedofilia global

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. PorcoDoPunjab says:

    Muito bem a condenação dos 25 anos.
    Alguém do caso Casa Pia foi condenado?
    Não? Oh pá não semacardito.
    Isto de crimes e sentenças tem muito a ver com quem os comete.
    Para uns é 25 anos de cadeia para outros é ser levado em ombros….

    Tuguices

    • Vim Menti says:

      Entretanto passaram 20 e tal anos a a moldura penal, alterou-se um bocadinho Porco

      • says:

        A moldura de nada serve se a justiça não funcionar e continuar a favorecer os artistas, malabaristas e engenheiros…Os arguidos não podem em caso algum ter mais direitos que as vítimas, coisas que em Portugal é já sabemos bem como é. Muito menos devemos ter um sistema de justiça no qual quem tiver dinheiro consegue entupir o sistema e, na prática, esvaziar os prazos.

      • PorcoDoPunjab says:

        Vim Menti, ai alterou?
        Então diga-me lá que alterações foram essas.
        Aguardo…

        Já agora, aprenda a escrever. Essa vírgula está a mais.
        E não é Porco, é PorcoDoPunjab.
        Porco é quem lhe fez as orelhas.

    • freakonaleash says:

      Se achas que o Ferro Rodrigues alguma vez verá o interior de uma cadeira juntamente com o seu comparsa Pedroso…esquece…é um partido de pessoas que vive acima da lei!

  2. José Carlos says:

    Para este tipo seria adequado, tortura durante anos e sempre a mante-lo vivo e só depois disso pena de morte, mas uma morte lenta e dolorosa.

    Mas a sociedade é feita para se fazer uma justiça bonita… pensam assim mas apenas quando bichos como estes fazem atrocidades aos outros.

    A sociedade é cruel e compactua com seres destes. Eles sabem bem disso e por isso o fazem e vão continuar a fazer.

    • Hugo says:

      Bem, parece-me que estás a desejar torturar e matar alguém e pela tua lógica serás tu também fortemente punido. É justo não? Ou só é justo se for para os outros?

    • Vim Menti says:

      Larga as redes sociais que já estás com síndrome de calhorda

    • Fusion says:

      A tortura é obviamente bárbara e discurso de tasca, no entanto, para certos crimes, acho que 25 anos de prisão é muito pouco.

      Vejamos, ele foi preso por volta dos 30 anos. Cumprindo a pena completa, sai por volta dos 55. No entanto, existe sempre a questão do bom comportamento, o que pode fazer com que saia ainda mais cedo.

      Será que esta pessoa, ao sair, vai estar realmente reabilitada para viver em sociedade? E mesmo assumindo que sim, depois de todo o histórico dele, como será a vida dessa pessoa após a prisão? Dificilmente conseguirá arranjar emprego.

      Depois temos as vítimas, os pais e familiares destas crianças. 25 anos não chegam nem de longe para aliviar a dor dessas pessoas. Aliás, nada alguma vez vai aliviar essa dor. Mas se ele estivesse preso mais anos, ou até o resto da vida, talvez essas vítimas e familiares sentissem pelo menos algum conforto ao saber que essa pessoa nunca mais voltaria à sociedade.

      Em suma, acho que somos superiores à pena de morte e à tortura. Tudo isso são coisas básicas, primitivas e desumanas para os dias de hoje. No entanto, para certos crimes, 25 anos não é nada. É preciso um sistema judicial mais duro, com penas acima dos 25 anos, podendo ir até à prisão perpétua.

      • says:

        Acho que a pena máxima de 25 é redutora em algumas situações. Pior, é 25 mesmo em cúmulo jurídico, o que faz com que o número de crimes seja, em alguns casos, irrelevante. Aliás, no geral o cúmulo jurídico não me faz muito sentido. Se a pena máxima para homicídio for 25 anos, para 100 homicídios é 25 anos! Logo deveria ser o somatório. É estranho ver, por exemplo, nos estados unidos pessoas levarem com 200 anos de cadeira em cima, mas é o que é. Não é “perpétua” per se, mas no somatório é.
        E neste caso, nunca mais deveria sair da cadeia e devia ser obrigado a fazer alguma coisa para contribuir para com a sociedade e as vítimas. Trabalhar nunca fez mal a ninguém, mesmo que isso nunca vá apagar o que as vítimas passaram. Essas sim estão condenadas à memória e ao trauma para o resto da vida.

        • B@rão Vermelho says:

          Nos EUA podes ser condenado a várias penas perpetuas, eu à muito que defendo, à terceira condenação devia ser automaticamente passar a perpetua, afinal quantas oportunidades devemos dar a uma pessoa?

          • says:

            Tenho reservas sérias quando ao sistema americano da three strike law. Mas desde que houve um tipo apanhado a roubar pela 27ª vez e que ainda saiu da esquadra mais depressa que o polícia que ainda estava a escrever o relatório…

  3. asdrubalito says:

    Custou-lhe os olhos da cara, ou parecido.

  4. Artilheiro says:

    É muito macabro.
    Se este país não fosse um paraíso, para criminosos, limitado a 25 anos de prisão, este artista merecia era prisão perpétua.

  5. Virus100nome says:

    Merecia mais, só pelo facto de não usar uma VPn e um dnscrypt

    • PorcoDoPunjab says:

      Virus100nome, como se usar VPN e dnscrypt desse anonimato a 100%.
      Quem lhe disse que ele não usava disso e muito mais?
      Quer-me parecer, e digo isto numa lógica óbvia, se ele sabia que o que estava a fazer era extremamente danoso, ilegal, incorrecto, e tudo e mais um par de botas, deve-se ter informado bem antes de começar para não ser apanhado ao fim de 10 minutos.
      Não lhe parece?
      Tanto é que ele foi apanhado apenas após anos, não dizem quantos, e indirectamente, por provas apanhados em outros, nunca nele.

      Acho que ele não é tão burro como vc pensa.

  6. Jose says:

    Que criatura e execrável. É no que dá a libertinagem total, sem respeito algum prlo próximo nem qualquer sentido de empatia. As penas são demasiado leves para monstros deste tipo. Pobres crianças, sujeitas a estas torturas.

  7. B@rão Vermelho says:

    Um investigador principalmente deste tipo de crimes também deve ser considerado trabalhador de risco, como fica a saúde mental destes tipo de inspectores.

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