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Bison Bank lança a primeira stablecoin portuguesa

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Xalups says:

    Quando eu converto os meus euros em dolares ou euros tokenizados, fico sujeito a posterior declaração no IRS, por usá-los em compras. Só por isso, já não quero. Estou farto de burocracia.

    • bot com QI acima dos 115. says:

      Bancos continuam a querer controlar o dinheiro e o estado a continuar a xupar as pessoas para esconder a mediocridade da sua governacao.

    • Max says:

      O que dizes é verdade, tanto faz ser ser bitcoins como stablecoins.
      Mas, se converteres os teus euros em stablecoins do banco (USB ou EUB), e as usares imediatamente para pagamentos de compras, a listagem das operações que é fornecida pelo próprio banco, em princípio, demonstra que não há mais-valias e IRS a pagar.
      A questão não é se se quer ou não quer por causa da burocracia – é o que fica mais barato em comissões para efetuar o pagamento das compras, usando diferentes sistemas, incluindo as stablecoins (considerando também a burocracia, que, se for o caso que referi não é muita).

  2. Max says:

    Ora bem …, então o que vale a pena saber?
    A primeira é que uma stablecoin, de um país da UE, que cumpre o MiCA (Regulamento 2023, do Parlamento Europeu e do Conselho), de um banco de um país da UE, sujeito à supervisão da respetiva delegação do BCE (no caso o Banco de Portugal) – não é uma “criptocoisa”.
    Outra é se é um valor considerável os 5 milhões de dólares/euros (conforme os clientes do banco prefiram USB ou EUB … pelo que é habitual em euros será uma pequena fração). Não é, o valor total de stablecoins anda pelos 323,4 mil milhões de USD e o maior , Tether USDT, 189,5 mil milhões USD (mas que não cumpre totalmente o MiCA). Das que cumprem o MiCA, a CIrcle (USD Coin e EURC), dos EUA destaca-se, de longe, enquanto a capitalização das stablecoins de bancos e empresas europeias não é grande. O facto de se tratar de stablecoins de um banco com sede em Portugal, dá-lhe “passaporte europeu” para atuar em qualquer país da UE.
    Quem estiver habituado a pensar em termos de criptocoisas, é capaz de não achar graça às stablecoins de um banco português e às informações que, por lei, comunitária e nacional, tem que prestar, ao fisco e sobre movimentos de capitais. É para quem queira comparar as vantagens face aos sistemas bancários tradicionais.

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