Ucrânia já usa robôs para capturar inimigos russos: o futuro da guerra chegou
A guerra na Ucrânia entrou numa nova fase, uma espécie de futuro antecipado. Pela primeira vez, operações militares estão a ser conduzidas sem presença direta de soldados no terreno, substituídos por sistemas robóticos e drones. O cenário, que parecia ficção científica há poucos anos, é agora uma realidade operacional.

Uma operação sem disparar um único tiro
Durante uma missão conduzida pela unidade “NC13” da Terceira Brigada de Assalto Separada, dois soldados russos renderam-se. Nada de invulgar, exceto um detalhe decisivo: não havia soldados ucranianos à vista.
Os militares russos obedeceram a ordens transmitidas por drones e robôs terrestres, controlados remotamente a quilómetros da linha da frente.
Segundo o comandante Mykola “Makar” Zinkevych, a posição foi capturada sem um único disparo, marcando um momento inédito na história militar moderna.
Robôs no campo de batalha: de apoio a protagonistas
Inicialmente, os veículos terrestres não tripulados eram usados para tarefas logísticas, como evacuação de feridos ou transporte de mantimentos.
Hoje, assumem papéis muito mais agressivos:
- Missões de assalto direto
- Desminagem
- Reconhecimento em zonas de alto risco
- Apoio armado com metralhadoras
Estes sistemas apresentam vantagens claras:
- Mais difíceis de detetar do que veículos convencionais
- Operacionais em qualquer condição meteorológica
- Maior capacidade de carga
- Autonomia superior
Um exemplo marcante foi reportado no final de 2025. Um único robô armado conseguiu conter forças russas durante 45 dias, exigindo apenas manutenção ligeira e recarga periódica.

A estratégia de Kiev? Substituir soldados por tecnologia
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, revelou que mais de 22 mil missões com drones e robôs foram realizadas em apenas três meses. A lógica é clara, preservar vidas humanas.
Segundo Zelensky, cada missão robotizada representa uma vida potencialmente poupada. O objetivo para 2026 é também é ambicioso. A ideia é substituir até um terço da infantaria por sistemas não tripulados.
Uma guerra decidida pela escala tecnológica. A Ucrânia percebeu cedo que não conseguiria competir com a Rússia em número de tropas. A resposta foi apostar na tecnologia e na rapidez de inovação.
Sob liderança de Mykhailo Fedorov, o país desenvolveu um plano assente em:
- Produção massiva de drones
- Integração de dados em tempo real
- Criação de uma “zona de morte” automatizada ao longo da frente
- Envolvimento de centenas de empresas tecnológicas
Atualmente, cerca de mil equipas operam neste ecossistema militar digital.
Vantagem no terreno, mas não decisiva
Analistas, como os do Institute for the Study of War, consideram que a superioridade em drones tem ajudado a travar avanços russos. No entanto, há limitações. Especialistas alertam que robôs não conseguem, para já, manter território de forma autónoma, exigindo sempre apoio humano. Sim, é um facto, o mundo está a observar... e a aprender!
O impacto ultrapassa a Europa. No Médio Oriente, vários países perceberam um problema crítico, usar mísseis de milhões para destruir drones baratos não é sustentável. A Ucrânia, forçada pela escassez de recursos, desenvolveu soluções mais eficientes e económicas, e agora troca esse conhecimento por apoio militar, incluindo sistemas de defesa aérea.

O Médio Oriente está a expor um dos maiores paradoxos da guerra moderna: defender-se pode custar dezenas ou centenas de vezes mais do que atacar. A matemática preocupa os militares. Vamos a contas. Um drone iraniano tipo Shahed custa cerca de 20 mil a 50 mil dólares. Um míssil interceptor como o Patriot custa cerca de 3 a 4 milhões de dólares, e o sistemas mais avançados, como o THAAD, podem atingir 12 a 15 milhões por disparo. Então, qual será a solução? A Ucrânia tem-na!
Inteligência Artificial é a próxima fronteira (com reservas)
O próximo passo é a integração de Inteligência Artificial nos sistemas não tripulados. Kiev já treina modelos com dados reais de combate.
Ainda assim, há cautela. O próprio Zinkevych levanta questões críticas:
- Pode a IA distinguir aliados de inimigos com segurança?
- Quem assume responsabilidade em caso de erro?
A posição oficial mantém-se prudente e a a decisão final deve continuar a ser humana.
Entre ficção científica e realidade
Em poucos anos, a guerra transformou-se profundamente. O que em 2022 parecia irreal é agora prática corrente. A conclusão do comandante ucraniano resume bem esta mudança, de facto os robôs não sangram, e isso está a redefinir o valor da tecnologia no campo de batalha.
A questão já não é se este modelo será adotado por outros países. A questão é quando... e até que ponto.


















certo, sem duvidas os melhores robots do mundo
https ://x.com/i/status/2043999151415771487
São voluntários 🙂
São centenas de videos idênticos o último que eu vi foram buscar um trabalhador que estava em cima de um telhado a reparar e caíram os 2 em cima de outro que estava a ver…lol
Mas existe mais engraçados por exemplo um man sem uma perna veterano, queriam o levar a força teve que ser um amigo a impedir.
ainda n colocaste a mina anti tanque no peito com uma bandeira russa? força puto
Obrigado, hoje em dia ser chamado de agente russo, antisemtico ou racista e um grande distintivo de honra, muito obrigado!
Se fosses um homem pegavas e alistava-te no exercito do palhaco, Os ukranios nao querem lutar pelo palhaco corrupto muito menos morrer, va-la valentao se um homem e alista!