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Comissão Europeia reforça independência dos EUA com contrato de 180 milhões de euros

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Max says:

    Há que por os olhos no que aconteceu em resultado das sanções de Trump, em fevereiro de 2025, ao Tribunal Penal Internacional, por ter condenado Netanyahu. As sanções proíbem “qualquer pessoa dos EUA” (o que inclui cidadão e empresas americanas em qualquer lugar do mundo) de fornecer fundos, bens ou serviços às pessoas sancionadas (o que também inclui familiares diretos).
    “Os juízes e procuradores afetados enfrentam um isolamento digital e financeiro quase total de serviços baseados nos EUA.
    Como os EUA detêm o controle de grande parte da infraestrutura financeira e tecnológica global, o impacto vai muito além da simples impossibilidade de viajar para o país.
    Principais Serviços Bloqueados
    De acordo com relatos de juízes sancionados (como Kimberly Prost), o bloqueio afeta o dia a dia de forma severa:
    • Serviços Financeiros:
    • Cartões de Crédito e Débito: Visa e Mastercard cancelam cartões imediatamente, mesmo que tenham sido emitidos por bancos europeus ou de outros países, devido ao medo de “sanções secundárias”.
    • Bancos: Contas bancárias podem ser congeladas ou encerradas se a instituição tiver operações ou parcerias nos EUA.
    • Transferências: Serviços como PayPal e transferências internacionais via sistema SWIFT tornam-se extremamente difíceis ou impossíveis.
    • Tecnologia e Vida Digital:
    • Contas Google: Perda de acesso ao Gmail, Google Drive e outros serviços integrados.
    • Amazon: Contas de compras e serviços de nuvem são desativados.
    • Apple: Dificuldades com IDs Apple, iCloud e compras na App Store.
    • Mobilidade e Logística:
    • Aplicativos de Transporte: Serviços como Uber e Lyft deixam de funcionar para esses indivíduos.
    • Reservas: Bloqueio em plataformas como Airbnb, Booking.com (que processa pagamentos via sistemas americanos) e dificuldades para reservar voos em companhias aéreas que utilizam softwares de reserva sediados nos EUA.”
    A Europa que confie no amigo americano e não se precate e consiga alternativas próprias que se vai ver em grandes sarilhos.

  2. Zé Fonseca A. says:

    Artigo giro, aquilo que não explica nem aqui nem em lado nenhum é que apenas vão migrar bases de dados sensíveis, por uma questão de operação, funcionalidade e custo tudo o resto vai ficar nas public clouds dos 3 grandes americanos.
    Por isso a conversa das alternativas é aquela que já venho a explicar desde sempre, não são alternativas, são opções com muitos se’s, muitas limitações, que seria preciso décadas de investimentos bilionários para serem alternativas

    • Realista says:

      Segundo o Instituto Nacional de Estatíscicas, 96% das empresas em Portugal têm menos de 10 trabalhadores. Para a grande maioria delas, e para a forma como utilizam a tecnologia nas sua atividade comercial, há muitas e boas alternativas que podem ser independentes das soluções americanas.
      Quanto às restantes 4% bom… para uma boa parte delas, sim, esqueçam lá procurar “alternativas credíveis na Europa” porque por uns bons e largos tempos não as vão ter.

      • Zé Fonseca A. says:

        Porque cafés, restaurantes, comércio local, agora são considerados empresas que precisam de tech. A maioria nem um domínio tem nem um website, muito menos email, imagina o resto das ferramentas.
        Isso não são empresas são negócios

  3. O Justiceiro says:

    Mais uns subsidiozinhos….mais uns taxinhos vai ficar tudo na mesma….

  4. Alberto Grijó says:

    Eu até compreendo estas posições políticas, mas largar tcnologia americana com tantos anos de uso para as empresas, a mudança não é fácil;
    não vai acontecer. A menos que seja uma obrigação legal, aí enfim… treta…lá terá q ser.

  5. M Correia says:

    Acabou de fazer uma lista com algumas das empresas que deviam ser alvo de boicote pelos vonsumidores europeus. No meu caso, só uso mesmo os cartões de débito e crédito.

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