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Caças portugueses intercetaram avião militar russo em missão da NATO

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Analista Mor says:

    Conclusão, para encontrar um avião russo, foram se meter ao lado da Rússia. Bravo!, Génios! Viva aos policias aérios.

  2. guilherme says:

    Cuidado vem aí os Russos… Ups espera lá isto é o dia a dia desde a criação da NATO.

  3. Paulo says:

    O caça russo ia em missão da Nato?

  4. nhecos says:

    E que tal mudar o título para “Caças portugueses em missão da NATO intercetaram avião militar russo”?

  5. PorcoDoPunjab says:

    A NATO tem que mudar de sigla.
    Já não é só Atlântico Norte.
    Têm que incluir tb o Mar Negro, o Mar Cáspio, o Oceano Pacífico, o Ártico, e tb o Mar da China, entre outros.

    Deixo ao vosso encargo descobrir uma sigla para isto…

  6. Max says:

    Tem havido as duas situações – invasão por aviões militares russos do espaço aéreo soberano de países membros da NATO e sob “policiamento” da NATO, e situações, muito frequentes, como foi esta agora, em que os aviões russos se mantêm no espaço aéreo internacional mas com o transponder desligado (invisível para os radares civis), sem plano de voo e sem resposta áudio.
    Nas duas situações há interseção quando os aviões da NATO se aproximam, no primeiro caso podem obrigar à mudança de rota (não o têm feito) e no segundo não.
    A NATO diz que foi a primeira operação dos F-16 portugueses de “Alpha Scramble”, na Estónia. São muito comuns.

  7. Técnico Meo says:

    Alguém me sabe informar via facto e sem ser no maxgpt se estes aviões quando saem para estas intercepções estão armados?

  8. RogerioSP says:

    A russia como aliada da europa tinhamos petroleo e gas baratos, o crescimento europeu seria notorio mas nao, foram fazer o jogo dos americanos e agora inflaccoes e tudo carissimo…Custa a acreditar que os lideres da UE sejam tao burros! Até porque quem provocou esta guerra foi Boris Johnson que era primeiro ministro do UK que ja nem pertence a UE…burros! A Europa que saia da nato, ponha a Ucrania, Moldova, Albania, Servia, Bosnia , Macedonia e Georgia na UE o mais rapidamente possivel. Ganhavamos todos! A Russia é uma boa aliada dos europeus, apenas foi traida pela Nato quando disse que nao avancava para leste de Berlin. Foram os ocidentais que provocaram e mentiram…n foi a Russia, assim como nao foi a Russia que bombardeou a Servia durante 180 dias. Foi a Nato!

    • Joao Ptt says:

      É quase como se os políticos de países europeus não tivessem gostado que os políticos russos decidissem invadir a Ucrânia porque sim… sabendo perfeitamente que depois da Ucrânia, poderiam continuar Europa fora até Portugal, só porque sim… e provavelmente seria muito mais fácil que na Ucrânia onde ainda tinham imenso material do tempo da União Soviética.

      E não é uma mera fantasia a Rússia invadir o resto da Europa, o Putin já terá dito que é exactamente isso que quer fazer, e certamente não andam a formar um gigantesco exército só porque os russos não fazem exercício suficiente.

      Os políticos europeus, sobretudo dos países mais próximos da Rússia sabem que a Rússia vai invadir a Europa, que estão a fazer todos os esforços internos nesse sentido, e andam a dizê-lo, só que a maior parte dos países ainda não está sequer a formar uma força militar interna capaz de dissuadir a Rússia de os atacar, quanto mais de ser capaz de ajudar os outros países em redor.

      Os políticos Polacos aparentemente levaram a sério a ameaça, mas com apenas 200 mil militares, vai ser difícil/ impossível pararem os Russos. Se a guerra começar entre 2030 e 2035 talvez tenham 300 mil militares. De 2035 a 2039 esperam ter uns 500 mil militares.
      Com menos de 3 milhões de militares bem treinados e armados, prontos a entrar em acção em poucas horas não será suficiente para dissuadir os Russos, e provavelmente precisariam de 5 milhões ou mais de militares bem preparados e armados. E claro uma infra-estrutura que permita à população aguentar ataques com armas nucleares, biológicas e químicas que os Russos podem decidir utilizar em larga escala para não ter de andar a perder tempo a combater pessoas.

  9. Luís says:

    Não há problemas; vieram só verificar se o Paulo Raimundo não saiu de Portugal.

  10. É pena says:

    É pena que se brinque com coisas que podem tornar-se muito sérias. Grande parte do pessoal acha que o nosso afastamento geográfico nos protege de misseis e drones vindos de Leste que serão todos intersetados pelos nossos aliados. E se vierem de Oeste, duma plataforma maritíma? Aí, somos a primeira linha de Defesa, que é o mesmo que dizer que não há primeira linha nenhuma. Nada temos para fazer a nossa parte, e o que veio até agora do SAFE, está a ser gasto em pinturas de quartéis, criar alojamentos, e pagar promoções.

    • Concordo says:

      Pergunte ao ministro da “Defesa” em que ponto está a tal revitalização da fabrica de blindados que ia fazer a modernização/manutenção total dos blindados Pandur II do Exército. Em que ponto está a reconstrução da fábrica de munições ligeiras em que 80% é para exportar? Em que ponto está a automatização com radares, drones de reconhecimento e vigilancia tanto terrestres como navais? Quando se deixam de delírios com os F-35 para os quais só há cheta para 12 ou 14 e ficam dependentes dos EUA quando com o mesmo dinheiro adquirem 20 a 24 SAAB Gripen E? E já nem falo na Defesa anti-aérea hoje inexistente – um ataque vindo do Mar, arrasaria Lisboa. Como disse, até agora só se sabe de memorandos e reuniões infindáveis

      • Burrito says:

        A melhor defesa, é não atirar a primeira pedra.
        E Portugal atira demasiadas, contra a melhor força terrestre do Planeta.

        Mas com o nosso inimigo aqui ao lado, ás vezes somos obrigados a ceder, no intuito que os Americanos nos vão proteger.

        Nunca devia-mos ter enviado o nosso equipamento militar, para a Ucrânia.
        Nunca deviamos enviar os melhores helicopteros de combate a incêndios para a Ucrânia, especialmente depois de termos crises na qual morrem mais de 300 a vez.

        Há qualquer coisa de errado aqui.

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