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É cliente Via Verde? Nova tabela de preços com aumentos a partir de 10 de abril

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. says:

    Curioso que a subida é “pequenina” mas em alguns tarifários é enorme e totalmente injustificada. Onde anda a autoridade da concorrência????

  2. Grunho says:

    É lógico. Com o choque petrolífero o tráfego vai cair para à volta de metade. E quando perdes metade da clientela tens de esfolar a dobrar a metade que te sobre para manteres o mesmo nível de proveitos.

    • Yamahia says:

      Para metade não cai. Nem pensar. Apesar dos aumentos absurdos nos combustíveis rodoviários em PT o custo por km para circular em AE continua a ser superior ao preço do combustível por km.

      • Grunho says:

        Não sabias que o dinheiro não estica? Sim, o custo do km percorrido em AE é mais alto que o preço do combustível por km. Mas se o preço do combustível também sobe, das duas uma: o a portagem baixa, para metade, se calhar, ou então anda-se menos.

      • rui says:

        Para a malta dos elétricos sim, para tudo o resto não, vá, talvez GPL possa ser elas por elas…
        O custo é cerca de 7€ por 100km, tens muito pouco carro a gastar menos que isso em AE…

      • JL says:

        Não, não é.

        Lisboa -> Porto – 25.06 €

        Em combustível:

        Gasóleo: 1.822 -> 25.05 / 1.822 = 13.74 litros / 311 * 100 = 4.42 litros aos 100
        Gasolina: 1.862 -> 25.05/ 1.862 = 13.45 litros / 311 * 100 = 4.32 litros aos 100.

        Portanto não é mais caro, e ficamos a saber mais uma vez que conduzem como avozinhas para tentar economizar no combustível para pagar nas portagens.

  3. Zé povinho says:

    Nada como usar a via manual e só pagar quando usa. Assim nem o identificador tem de pagar. Obrigado e boa viagem

  4. W. says:

    Ainda faz sentido termos identificadores? Não temos tecnologia para passar com o veículo na portagem e a matrícula ser lida automaticamente, e pagar posteriormente? No portal das finanças (ou multibanco, site do banco, ou dos CTT)?
    Não estamos a pagar (a via verde), para poder pagar (a portagem)?
    Eu percebo que antes tínhamos de estar numa fila, para interagir com uma pessoa para realizar o pagamento e a Via Verde veio facilitar as nossas vidas, e reduzir custos. Mas a tecnologia evoluiu, ainda se justifica a necessidade deste serviço? As SCUTs não têm postigo, é só uma questão de facilitar o processo de pagamento e instalar esse sistema de forma universal. Se é por ser uma questão de renda extra para as autoestradas, porquê não diluir esse valor no valor da portagem em si?

    • Grunho says:

      Usa-se identificadores para não ter o trabalho de ir ao multibanco ou ao quiosque pagar. Se for mesmo para pagar portagem, então a solução é pagar logo ali na cabine, não interessa nada o leitor de matrículas.

    • Diogo says:

      Sim, foi essa a razão porque decidi cancelar a via verde. Estou a pagar um serviço que serve “apenas para pagar”, não faz muito sentido.

      Tenho ideia que as únicas vezes que devo apanhar fila que justifica é na ida anual ao Algarve no período de férias, fora isso, raramente apanho carros nas vias manuais.

      • Morty says:

        Eu faço o mesmo. não querem oferecer o equipamento então uso manual!
        Scouts a ctt manda email cada vez que passo numa, pago por mbway.
        ViaVerde e uma cambada de chup.. de gatu.. e de ladr…

        • B@rão Vermelho says:

          Serve para pagar e pagar várias coisas, portagens, estacionamento, combustíveis, o cartão também só verve para pagar, utilizamos é em mais sítios, é uma opção deixar de ter via verde, eu pessoalmente não a dispenso, até que nas motas tenho 30% de desconto.
          Podíamos era ter as matriculas todas vinculadas a uma conta de Via Verde.

          • W. says:

            Exato, eu também tenho por ter mota. Mas sei que é possível não estarmos dependentes do identificador. Porque quando este falha há mecanismo de redundância de identificação de matrícula que a própria Via Verde usa. Os métodos de pagamento e os métodos de identificação são independentes. Só acho que deveria ser feito um esforço (pela Via Verde, e por nós cliente em pressioná-los) para deixarmos de depender de identificadores. (Vá lá ao menos já não são aqueles identificadores enormes que pareciam uns sabonetes )

      • Moina says:

        O mais engraçado — e julgo que ainda ninguém referiu — é que pagas o dispositivo e, além disso, o comerciante ainda paga a “comichão” + IVA à Via Verde pelo processamento. Ou acham que o sistema de pagamentos é de graça?

        No fundo, para eles é um negócio redondinho: todos pagam alguma coisa e a máquina continua a girar. Win-win… para quem fornece o serviço.

        E com os cartões de débito é parecido: lá vem a maldita anuidade. É verdade que já existem algumas opções sem essa cobrança, mas quem continua preso a esses “gamelas” bancárias, vulgo crédito habitação, acaba sempre por pagar a conta.

        • W. says:

          Todos os custos no final caem no bolso do consumir isso é garantido. “É de borla” tradução: “Não pagas por isto aqui, vais pagar noutro lado”

          O meu ponto nunca foi o de deixar de pagar, não me importo de pagar para andar em estradas com qualidade e manutenção. Se as uso é só justo pagar por elas.

          Agora termos de pedir um aparelho, andar sempre com ele, fazer a manutenção (mudar a pilha quando for preciso) e pagar por ele – para podermos pagar a portagem! Havendo alternativas, é uma entropia desnecessária.

          Se é por uma questão de lucro, diluam isso nas portagens. Até podem usar o fim dos identificadores como motivação: “Vamos ter de aumentar as portagens. =(
          Mas em compensação vamos acabar com os custos e os identificadores da via verde! =D ”

          E antes que me digam “ah, mas assim quem não usava identificadores vai estar a ser punido em detrimento dos outros.” Na verdade, não, porque os preços iam subir para todos de qualquer maneira. Temos é portagens sem filas para todos.

          É só um ponto de vista.

      • Moina says:

        Leiam o relatório e contas da Brisa, a partir da página 38 adiante.
        https://www.brisaconcessao.pt/Portals/0/BCR%20RI%201S2025%20PT.pdf

        • Moina says:

          “Os sistemas de pagamento são uma área estratégica da eficiência e qualidade do serviço ao cliente, existindo três modalidades que permitem uma maior comodidade e facilidade em todo o processo:
          i) automático, com sistema Via Verde, ii) semiautomático, com equipamento E-toll iii) manual, com portageiro.
          Controlo de Tráfego e Receita
          O apuramento do tráfego e da receita da concessão BCR é uma tarefa diária que tem como objetivo prestar informação à concessionária, garantir a integridade de todos os dados recebidos, bem como a melhoria permanente da eficácia na cobrança.
          A Brisa O&M registou 125,7M de transações na rede de autoestradas BCR por si operadas no 1º semestre de 2025, o que representou um acréscimo de 4,2% face ao período homólogo.
          O peso do sistema Via Verde atingiu 85,5%, o que representa um acréscimo de 0,3 pontos percentuais face aos 85,2% registados em 2024”

          Ainda temos resistentes 3% ainda usa o portageiro manual… Mas 85,5% é mesmo controlo do mercado….
          Faltam alternativas…. Poderíamos desenvolver mais o tema… fica a dica para o pplware

  5. PorcoDoPunjab says:

    Eu juro que nunca percebi bem porque razão existem Brisas e Lusoponte e outras concessionárias.
    Vamoláver se me consigo explicar…

    Falando no caso das pontes que ligam a Margem Sul a Lisboa.
    Não é necessário ser um cientistas da NASA para chegar facilmente à conclusão que essas pontes dão um enorme lucro.
    Se dão lucro, porque concessionar a privados e perder tanto dinheiro?
    Mesma coisa com autoestradas, porque concessionar se aquilo faz dinheiro até mais não?
    Mesmo que uma ou outra desse prejuízo, o lucro da outras cobriria.

    Mas depois, claro, não haveria tantos tachos.
    Para onde vai um Ministro das Infraestruturas sempre que sai da política?
    Isso mesmo, CEO da Lusoponte, Brisas e etc…

    Acho que respondi a mim mesmo.

    “A construção da Ponte Vasco da Gama (inaugurada em 1998) custou cerca de 897 a 900 milhões de euros
    . O Estado financiou indiretamente a obra, pois apenas cerca de 200 a 250 milhões de euros foram suportados por privados (Lusoponte), enquanto o restante proveio de fundos europeus (€319M), empréstimos do Banco Europeu de Investimento (€299M) e portagens da Ponte 25 de Abril.
    Detalhes sobre o financiamento e custos:

    Modelo de Concessão: A obra foi entregue à Lusoponte num modelo de concessão.
    Custos Adicionais: O Estado assumiu ainda indemnizações à concessionária, estimadas em mais de 300 milhões de euros (preços correntes) até 2019.
    Receitas de Portagens: As receitas da Ponte 25 de Abril foram fundamentais para o financiamento da Vasco da Gama.
    Polémica: A estrutura contratual foi criticada por ser considerada um “negócio ruinoso” para o Estado, beneficiando a concessionária privada”

    Não precisam responder, cheguei eu próprio à resposta.

    Artistas Portugueses, what else?

    • Moina says:

      Isso é que é ser um gestor de Topo.

    • B@rão Vermelho says:

      Portagens e parquímetros a reverter para a Segurança Social, beneficiávamos todos, assim são só alguns os beneficiados.

    • says:

      É fácil de perceber, na verdade. O Estado (e vamos falar de Estado como uma coisa muito abrangente) gere mal. É verdade. Acho que todos queríamos um estado a gerir bem, mas em PT não acontecer. Obviamente a culpa é do Estado, mas também é preciso dizer que Estado somos todos. Aqui na minha zona o centro hospitalar público tem gestão privada. Recentemente tomaram posse de um hospital de pequena dimensão que era gerido pela esfera pública e que passou a ser gerido pela esfera privada. Descobriram logo não sei quantos administrativos, secretárias, encarregadas, chefias intermédias, gestores, juristas (sim, juristas no plural) e sei lá que mais que simplesmente não faziam um charuto. É só um mero exemplo.
      Depois, em certos casos, o Estado não quer registar a despesa de construção e prefere adjudicar a construção/gestão. É discutível mas não tem de ser necessariamente mau em teoria. É praticamente a mesma coisa que comprar uma casa a crédito.
      Depois, é preciso ver o histórico de gente que passa pelos governos e por essas empresas. Entram, saem, esquerda, direita… enfim. É um grande molho de grelos e para o qual pagamos todos.
      Tudo isto poderia funcionar bem. Termos serviços bons, com preços aceitáveis e ainda dar um lucro decente às concessionárias. Mas o problema é que invariavelmente só os concessionários ganham, os mesmos para onde depois vão trabalhar alguns políticos. Quando foi da concessão das portagens em alguns ICs, os contratos foram elaborados com valores mínimos totalmente irrealistas e o Estado ficou com o ónus de pagar a diferença.
      O mal não é o modelo de negócio, mas a forma como é feito. Mas alguém tem de pagar as gamelas (as do Punjab e dos outros locais todos; há porcos da esquerda à direita).

  6. Moina says:

    Uau, então é só um aumento pequenino… tipo ir ao café e pagar mais 50 cêntimos… só que todos os meses! E no fim ainda dizem que é para ‘melhorar o serviço’. Claro, como se sempre que pagamos mais alguma coisa não estivesse lá alguém a esfregar as mãos. ‘Transparência’ no site? Quase como caça ao tesouro. ️‍♂️

    • Grunho says:

      Se o homem do café resolver meter os tais 50 cêntimos a mais todos os meses, às tantas sujeita-se a que as pessoas deixem de lá ir. É que cafés há muitos, autoestradas têm todas o mesmo dono. Não tem nada que saber.

    • says:

      Fiz uma queixa há uns anos à autoridade da concorrência quando aumentaram o meu tarifário de 3 para 17,50 euros por ano. Nem responderam, não vá algum dos gestores da AdC precisar de ir para a Brisa ou Viaverde um dia…

  7. freakonaleash says:

    O meu identificador de 12 anos pifou e continua a mandar as contas das passagens direitinhas. A via verde que vá à merdinh@ com a história do identificador alugado e a mensalidade que eles e podem aumentar quando lhes apetece.

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