Enquanto países europeus fixam tetos máximos, Governo está atento ao preço dos combustíveis
Nas jornadas parlamentares do PSD, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, prometeu que o Governo manter-se-á vigilante e ativo em relação ao preço dos combustíveis, aplicando um travão sempre que se justificar, com descontos correspondentes ao valor do IVA arrecadado pelos aumentos.
Em Caminha, nas jornadas parlamentares do PSD, Luís Montenegro defendeu a decisão do Governo de aplicar um desconto extraordinário nos combustíveis e avisou que o Executivo fará tudo para travar o aproveitamento no preço associado ao gasóleo e à gasolina.
O primeiro-ministro afirmou que o Governo pretende manter-se "ativo e vigilante" relativamente à evolução dos preços, assegurando que não existem abusos no mecanismo de formação do preço dos combustíveis.
Para já, conforme citado pela SIC Notícias, o Governo irá aplicar um travão sempre que se justificar. Quando o aumento é de 10 cêntimos, o desconto é correspondente ao valor do IVA que o Estado arrecada por esse mesmo aumento.
Se nas próximas semanas houver mais aumentos, o Governo assegura que, de forma cumulativa, irá reforçar os descontos.

Da esquerda: Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, e Andrej Plenković, primeiro-ministro da Croácia.
Croácia e Hungria fixam teto máximo aos preços dos combustíveis
Conforme divulgado pela agência Lusa, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, anunciou que os preços dos combustíveis teriam um valor máximo a partir da meia-noite de segunda-feira, hora local, no sentido de proteger os consumidores da subida do petróleo devido à guerra no Médio Oriente.
Estamos a introduzir um preço protegido para a gasolina e para o gasóleo, acima do qual os preços de venda ao público não podem subir.
Disse o líder húngaro, num vídeo publicado no Facebook.
A Hungria seguiu o exemplo da Croácia, que anunciou, também, no início desta semana, que limitaria o preço máximo de venda dos combustíveis a partir de terça-feira, durante as próximas duas semanas, para 1,50 euros por litro para a gasolina Eurosuper e 1,55 euros para o diesel.
Na Hungria, a medida abrange particulares, agricultores, transportadores e empresários, mas será aplicada apenas aos veículos registados e licenciados no país.
Além disso, Viktor Orbán afirmou que o Governo decidiu, também, libertar as reservas estatais para garantir o abastecimento de combustíveis, na sequência do bloqueio do oleoduto Druzhba, que atravessa a Ucrânia, além do impacto nos preços causado pela guerra no Médio Oriente.
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O Montenegro só está interessado em ter sporttv paga pelos contribuintes portugueses. Quer lá saber dos preços dos combustíveis…
É a vantagem de ter combustível à borla e à pala dos contribuintes.
Isso aí é verdade… O problema é os portugueses, na maioria, são “mansos”.
Estudasses!
Deves pensar que és engraçadinho, não?! É a melhor resposta que tens?!
O que eu estou a ver é o círculo a fechar-se para dar início a um novo período inflacionista.
Liga-se a televisão, no caso a CNN, e lá andavam os repórteres em bombas de combustível e supermercados, sem esquecer a associação de transportadores de mercadorias:
“Então já estão assentir os efeitos do aumento dos combustíveis na subida dos preços? Ainda não … mas vão subir !”
A inflação tem uma componente psicológica e de contágio … havendo a sensação de que os preços vão subir, todos aproveitam para subir os seus, desde as couves ao preço das casas. Depois da inflação instalada, para baixar só à marretada, com subida dos juros e políticas de austeridade.
Vamos lá a ver se Trump acaba coma guerra do Irão rapidamente … mas tanto diz que vai ser longa, como que está quase a acabar. Estas variações resultam de ter consciência dos efeitos inflacionistas. Quanto mais tempo durar, mais a hidra inflacionista ganha cabeças.
Não era melhor por ja a gasolina a 3 euros por litro e nao mexer mais ate ao final do ano? Quem tem ev como eu não gasta um centimo com gasolina basta carregar em casa com painéis solares
É… e tens couves, batatas, frangos, porcos, arroz, maças, pneus, roupa e tudo o resto a crescer no quintal…. se os combustíveis aumentam, tudo aumenta.
Óvalhamedeuz….
O Jorge apenas vai sentir o impacto na carteira quando for às compras, já o resto do pessoal vai sentir quando vai às compras e quando atesta.
O Jorge sai sempre a ganhar, ou a perder menos que o resto da malta
Boa sorte a carregar o carrinho de compras do supermercado com painéis solares.
E eu tenho uma bicicleta que gasta ainda menos. É o único meio de transporte que continua a custar o mesmo depois do choque petrolífero. E se for usado por todas as pessoas todos os dias tem potencial para arruinar até ao último centavo o negocio dos capitalistas do lobby petrolífero e automóvel.
A bicicleta gasta o mesmo que o carro eletrico, os paineis solares produzem eletricidade custam zero. Aprende toto
Totó? Sabes ao menos fazer contas? O carro elétrico gasta sempre 20 kwh em média, menos na cidade – à volta de 14 kwh. A bicicleta, ou gasta zero, só músculos, ou 0, 7 kwh se for eléctrica. 20X menos que o carro, na pior das hipóteses. Paineis solares, tens primeiro de os pagar, e para o carro tem de ser 20X maior pelo menos que um para bicicleta.
Espera pela “pancada” nos preços da eletricidade. Não tarda muito.
Estão atentos, estão… Já dizia os Ornato:
Eu vi, mas não agarrei
Eu vi, mas não agarrei
Eu vi, mas não agarrei
Eu vi, mas não agarrei
Em Portugal, o céu é o limite.
O senhor Orban e as suas políticas da URSS. Controlo de preços, tabelamento de preços, só pode dar mau resultado.
Decisão correta. Não se esperava outra, deste, ou qualquer governo, que se preocupe com o seu país e o seu povo.
Enquanto uns países fixam o preço máximo para proteger o consumidor, Portugal … fica “atento”.
Basta veres que países estão a fazer isso para perceber que não é a estratégia correcta
Atento à receita extraordinária de IVA, sob o velho lema de que quem parte e reparte e não fica com a maior parte ou é parvo ou não tem arte.
Tudo para alimentar os malucos dos Elektros
Neste momento, a obsessão do Montenegro, é alteração da lei laboral, o resto vai-se vendo.
É o servicinho que os parceiros capitalistas lhe encomendaram, fazer a contra revolução do mercado de trabalho para pagar menos pelo trabalho dos portugueses.